5128 – Medicina – O que é a gastrite erosiva do antro?


Há diversos tipos de células no estômago. Umas produzem ácido clorídrico e outras pepsina, um hormônio digestivo. Estas substâncias e a ação de trituramento dos alimentos pelo estômago é o primeiro passo para a digestão.
– Antro Endócrino e motor: porção responsável pela trituração dos alimentos e secreção de enzimas que avisam a porção secretora se há necessidade de produzir mais ou menos ácido.
Não há definição única para “gastrite”.
O termo é usado por endoscopistas, que baseiam seus diagnósticos no que visualizam durante uma exame;
Por patologistas, que o definem à base de apresentação histológica, isto é , o que enxergam no microscópio;
Por radiologistas, por alterações grosseiras da silhueta da mucosa – o que veêm no RX;
E por clínicos, que não usando nenhum método objetivo, admitem a presença de gastrite quando existem evidências clínicas sugestivas (alcoolismo, uso de medicações que causam irritação gástrica, ou dor intensa), dispepsia ou sinais de sangramento digestivo.
Na definição exata, gastrite significa inflamação da mucosa gástrica e, em primeira instância, a gastrite deve ser descrita de acordo com critérios histológicos.
Por tal critério, ela pode ou não estar presente quando o diagnóstico for sugerido por meios clínicos, radiológicos ou mesmo endoscópicos.
Atualmente a biópsia gástrica é realizada de rotina na grande maioria dos serviços de endoscopia para pesquisar a presença do Helicobacter pylori. Uma bactéria descoberta em 1987 e hoje responsabilizada pelas gastrite e úlceras.
Histologicamente, a Gastrite é inicialmente dividida em Erosiva e não Erosiva.
Dentro de cada tipo de inflamação, se existir, pode ser aguda ou crônica (a diferenciação é feita através da visualização no microscópio da presença de células específicas que identificam a presença de inflamação aguda ou crônica).
A gastrite crônica é muito mais comum, mas as duas podem coexistir.
A gastrite não-erosiva inespecífica crônica pode ser superficial ou profunda (transmucosa), com ou sem atrofia glandular ou metaplasia.
Os sintomas da gastrite dependem se é aguda ou crônica. Na fase aguda pode ocorrer dor na parte superior do abdômen, náusea e vômito. Na fase crônica a dor pode ser contínua, ocorrendo eventualmente perda de apetite provocado pela sensação de saciedade precoce após pequena quantidade de alimento ingerido. Muito freqüentemente, não há sintomas mesmo com gastrite.
Se a dor é severa pode ser por uma úlcera bem como pela gastrite.
O estômago é um órgão em forma de jota(J) que coleta os alimentos mastigados e os líquidos. Tritura os alimentos misturando-os com as suas enzimas e empurra os alimentos triturados para o duodeno, que é a 1ª porção do intestino fino.
Há diversos tipos de células no estômago. Umas produzem ácido clorídrico e outras pepsina, um hormônio digestivo. Estas substâncias e a ação de trituramento dos alimentos pelo estômago é o primeiro passo para a digestão.
O estômago é dividido em duas partes:
– Corpo e Fundo: porções secretoras de ácido.
– Antro Endócrino e motor: porção responsável pela trituração dos alimentos e secreção de enzimas que avisam a porção secretora se há necessidade de produzir mais ou menos ácido.
Não há definição única para “gastrite”.
O termo é usado por endoscopistas, que baseiam seus diagnósticos no que visualizam durante uma exame;
Por patologistas, que o definem à base de apresentação histológica, isto é , o que enxergam no microscópio;
Por radiologistas, por alterações grosseiras da silhueta da mucosa – o que veêm no RX;
E por clínicos, que não usando nenhum método objetivo, admitem a presença de gastrite quando existem evidências clínicas sugestivas (alcoolismo, uso de medicações que causam irritação gástrica, ou dor intensa), dispepsia ou sinais de sangramento digestivo.
Na definição exata, gastrite significa inflamação da mucosa gástrica e, em primeira instância, a gastrite deve ser descrita de acordo com critérios histológicos.
Por tal critério, ela pode ou não estar presente quando o diagnóstico for sugerido por meios clínicos, radiológicos ou mesmo endoscópicos.
Traduzindo: a confirmação final de gastrite só pode ser feita através do exame microscópico. O que acontece muitas vezes é que durante um exame endoscópico os sinais são tão exuberantes que o exame histológico (biópsia) é dispensada para uma segundo exame de controle do tratamento.
Atualmente a biópsia gástrica é realizada de rotina na grande maioria dos serviços de endoscopia para pesquisar a presença do Helicobacter pylori. Uma bactéria descoberta em 1987 e hoje responsabilizada pelas gastrite e úlceras.
Histologicamente, a Gastrite é inicialmente dividida em Erosiva e não Erosiva.
Dentro de cada tipo de inflamação, se existir, pode ser aguda ou crônica (a diferenciação é feita através da visualização no microscópio da presença de células específicas que identificam a presença de inflamação aguda ou crônica).
A gastrite crônica é muito mais comum, mas as duas podem coexistir.
A gastrite não-erosiva inespecífica crônica pode ser superficial ou profunda (transmucosa), com ou sem atrofia glandular ou metaplasia.
Gastrite Erosiva de Antro é Gastrite Crônica
A gastrite decorrente da idade conhecida com atrófica é tão comum que alguns a consideram um fenômeno do envelhecimento. Seu aparecimento em jovens merece atenção especial.
A gastrite erosiva é melhor diagnosticada endoscopicamente
A Classificação endoscópica das gastrites é pouco mais complexa e existe para tentar uma aproximação maior com a classificação histológica.
Sintomas
Os sintomas da gastrite dependem se é aguda ou crônica. Na fase aguda pode ocorrer dor na parte superior do abdômen, náusea e vômito. Na fase crônica a dor pode ser contínua, ocorrendo eventualmente perda de apetite provocado pela sensação de saciedade precoce após pequena quantidade de alimento ingerido. Muito freqüentemente, não há sintomas mesmo com gastrite.
Se a dor é severa pode ser por uma úlcera bem como pela gastrite.
Helicobacter pylori: este é o nome da bactéria que aprendeu viver na fina camada de muco do estômago. Na verdade não há infecção propriamente pela agressão direta da bactéria mas sim as substâncias por elas produzidas que provocam a inflamação aguda e crônica. É provavelmente adquirida na infância e permanece por toda a vida a menos que haja cura pelo tratamento com antibióticos. A infecção pode levar para gastrite, úlcera e mesmo câncer de estômago em algumas pessoas.

Felizmente agora há maneiras de se fazer o diagnóstico e tratamentos adequados para eliminar a bactéria.

Tratamento

O tratamento da gastrite dependerá da sua causa. Para aliviar os sintomas a redução da acidez gástrica pela medicação é muito útil. Além do que, o diagnóstico específico é necessário.
Eliminação da aspirina, antiinflamatórios ou álcool quando são a causa da gastrite.
Complicações
Como a maioria das causas de gastrite são conhecidas, o tratamento costuma ser efetivo e medidas preventivas são disponíveis e assim as complicações são raras. A única exceção é a infecção H. pylori que presente no estômago ao longo do tempo pode levar ao câncer de estômago e linfoma.
A infecção pela bactéria Helicobacter pylori e o uso de antiinflamatório também podem causar úlcera benigna.
Os sintomas são: desconforto, sensação de estofamento, náuseas ou vômitos.
A pessoa também pode ter sintomas sugestivos de úlcera: queimação ou dor na parte superior do abdômen, usualmente em jejum ou na alta madrugada.
Estes sintomas são freqüentemente aliviados por antiácidos, leite ou alimentação.
É frequente o raios-X ou endoscopia serem normais.
Quando o H. pylori é encontrado no estômago, acredita-se ser esta a causa dos sintomas, embora esta relação não está clara.
A prescrição de antibióticos e drogas anti-ácidas atualmente é a primeira escolha. Porém a certeza da eliminação da bactéria é com novo exame negativo.
Câncer de Estômago e Linfoma
Estes dois tipos de Câncer são agora sabidamente relacionados com a bactéria H. pylori. Isto não significa obrigatoriamente que todas as pessoas com H. pylori desenvolverão câncer, de fato poucos o terão. É provável que se a infecção é presente por longo tempo, talvez desde a infância o câncer pode então desenvolver-se. Isto é uma outra razão porque é importante tratar e eliminar a infecção por H. pylori.
Como a infecção é muito comum, quando não há sintomas, freqüentemente não é recomendado nenhum tratamento. Esta é a recomendação atual, podendo mudar conforme o desenvolvimento das pesquisas.
Na presença de úlcera, a medicação mais consagrada atualmente é a utilização de um bloqueador de bomba de próton, eritromicina ou claritromocina e amoxilina. Há outros esquemas utilizados.
Os pontos hemorrágicos devem ser temporariamente vedados com a aplicação de calor durante a endoscopia. No entanto, caso a doença subjacente persista, o sangramento irá recomeçar. No caso de persistência do sangramento, a coagulação pode ser induzida no vaso sangüíneo adequado ou pode ser realizada a remoção total do estômago como uma medida de salvamento do paciente. A gastrite erosiva crônica pode ser tratada com antiácidos.
O indivíduo deve evitar determinados medicamentos (p.ex., aspirina e outros antiinflamatórios não esteróides) e alimentos irritantes. Os comprimidos revestidos de aspirina causam menos úlceras que a aspirina sem revestimento. O misoprostol pode reduzir o risco de úlceras causado por antiinflamatórios não-esteróides. Para o indivíduo com gastrite eosinofílica, pode ser necessária a administração de corticosteróides ou a realização de uma cirurgia para aliviar o bloqueio da saída gástrica.

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