6106 – O que foi feito com o corpo de Hitler?


Após matar Osama bin Laden, em maio de 2011 e que causou uma estranha comemoração pelo povo norte-americano, já que o problema do terrorismo não foi resolvido; o governo dos EUA decidiu jogar o corpo no mar a fim de que não houvesse um túmulo em que seguidores do terrorista prestariam homenagens. O argumento não é novo. Para evitar peregrinações à sepultura, inimigos somem com o corpo.
Personagens adorados por um povo também passaram por isso. “Apesar de terem histórias diferentes, os corpos de Hitler e de Evita eram temidos pelo mesmo motivo: tornaram-se ícones temidos”.

Adolf Hitler

Em 1970, três agentes da KGB desenterraram a ossada do ditador, escondida desde o fim da 2ª Guerra. Cremaram e jogaram as cinzas ao vento. O único agente vivo, Vladimir Gumenyuk, recusou ofertas milionárias para revelar o local da despedida.

Evita Perón

Temendo o fortalecimento do peronismo na Argentina, os militares que derrubaram seu marido, Juan Domingo Perón, em 1955, sequestraram o corpo, que foi parar sob nome falso em um cemitério em Roma. Evita voltou a Buenos Aires em 1974.

Antônio Conselheiro

A cabeça do líder espiritual de Canudos foi enviada à Faculdade de Medicina de Salvador para ser estudada em 1897. Acreditava-se que sua loucura poderia ser diagnosticada pelo formato do crânio. Oito anos depois um incêndio misterioso destruiu tudo.

6105 – Tecnologias – O Infravermelho


É um tipo de radiação eletromagnética com comprimento de onda entre 10 elevado a -6 e 10 elevado a -3, ligeiramente mais longa que a luz visível. Situa-se no espectro entre a luz vermelha e as microondas; é emitido por corpos aquecidos mais intensamente se são vermelhos ou brancos e as vezes chamado de radiação térmica. Quando penetra num material torna-se apto a conceder sua energia aos átomos em vibração, de modo que, a amplitude de vibração deles aumenta, em consequência é usado como fonte de calor.

Um pouco +
A radiação infravermelha (IV) é uma radiação não ionizante na porção invisível do espectro eletromagnético que está adjacente aos comprimentos de onda longos, ou final vermelho do espectro da luz visível. Ainda que em vertebrados não seja percebida na forma de luz, a radiação IV pode ser percebida como calor, por terminações nervosas especializadas da pele, conhecidas como termorreceptores.
A radiação infravermelha foi descoberta em 1800 por William Herschel, um astrônomo inglês de origem alemã. Herschel colocou um termômetro de mercúrio no espectro obtido por um prisma de cristal com o a finalidade de medir o calor emitido por cada cor. Descobriu que o calor era mais forte ao lado do vermelho do espectro, observando que ali não havia luz. Esta foi a primeira experiência que demonstrou que o calor pode ser captado em forma de imagem, como acontece com a luz visível.Tal radiação é muito utilizada nas trocas de informações entre computadores, celulares e outros eletrônicos, através do uso de um adaptador USB IrDA.
Efeitos biológicos

A radiação IV está dividida segundo seus efeitos biológicos, de forma arbitrária, em três categorias: radiação infravermelha curta (0,8-1,5 µm), média (1,5-5,6 µm) e longa (5,6-1.000 µm). Os primeiros trabalhos com os diferentes tipos de radiação IV, relatavam diferenças entre as formas de ação biológicas do infravermelho curto e médio/longo (Dover et al., 1989). Acreditava-se que a radiação curta penetrava igualmente na porção profunda da pele sem causar aumento marcante na temperatura da superfície do epitélio, enquanto que a maior parte da energia do infravermelho médio/longo era absorvida pela camada superior da pele e freqüentemente causasse efeitos térmicos danosos, como queimaduras térmicas ou a sensação de queimação (relato de pacientes). Alguns anos mais tarde, contudo, uma nova visão do infravermelho médio/longo foi apresentada demonstrando que todas as faixas da radiação infravermelha possuem efeitos biológicos de regeneração celular.
Estudos in vitro com infravermelho curto, em células humanas endoteliais e queratinócitos demonstraram aumento na produção de TGF-β1 (fator de transformação- β1) após uma única irradiação (36-108J/cm2) e de forma tempo-dependente para o conteúdo de MMP-2 (matrix metaloproteínase-2), sendo este último tanto ao nível protéico quanto transcricional. Essas duas proteínas estão envolvidas na fase de remodelamento do reparo de lesões.
A utilização de LEDs (Light Emitting Diode – diodos emissores de luz) de infravermelho curto demonstrou reversão dos efeitos do TTX (tetrodotoxina), um bloqueador dos canais dependentes de sódio, e portanto, um bloqueador de impulso nervoso; assim como a redução nos danos causados à retina por exposição ao metanol em camundongos.
Já experimentos com o IV longo demonstraram inibição do crescimento tumoral em camundongos e melhoria no tratamento de escaras em situações clínicas.
Experimentos utilizando LED de IV, os quais trabalham com geração praticamente zero de calor, levam a acreditar que além do efeito regenerativo provocado pelo calor existe ainda um efeito bioestimulatório regenerativo decorrente de um processo não-térmico. Contudo, esse processo ainda não é bem compreendido.

6104 – Quem inventou o Xadrêz?


A origem é controversa, mas é possível afirmar que o jogo foi inventado na Ásia. Atualmente, a versão amplamente difundida é a de que teria surgido na Índia com o nome de chaturanga e dali se espalhou para a China, Rússia, Pérsia e Europa, onde se estabeleceram as regras atuais. Entretanto, pesquisas recentes indicam uma possível origem na China do século III a.C., na região entre o Uzbequistão e a Pérsia antiga (atual Irã).
Um dos primeiros registros literários sobre o xadrez é o poema persa Karnamak-i-Artakhshatr-i-Papakan, escrito no século VI, e, a partir desta época, sua evolução é mais bem documentada e amplamente aceita no meio acadêmico. Após a conquista da Pérsia pelos árabes, estes assimilaram o jogo e o difundiram no ocidente, levando-o ao norte da África e Europa e até as atuais Espanha e Itália por volta do século X, de onde se expandiu para o resto do continente chegando até a região da Escandinávia e Islândia. No oriente, o xadrez se expandiu a partir da sua versão chinesa, o Xiangqi, para a Coréia e Japão também no século X.
Por volta do século XV o jogo estava amplamente difundido pelo velho continente e, dentre as variantes existentes do jogo, a europeia foi a que mais se destacou, devido à rapidez proporcionada pela inclusão da Dama e do Bispo. Apesar de já existir literatura anterior sobre o xadrez na época, foi neste período que começaram a surgir as primeiras análises de aberturas em virtude das novas possibilidades do jogo.
As partidas começaram a ser registradas com maior frequência e mais estudos da teoria foram publicados. No século XVIII foram fundados os primeiros clubes para a prática do xadrez e federações esportivas na Europa, e em decorrência do grande número de pequenos torneios acontecendo por todo o continente, em 1851 foi realizado o primeiro torneio internacional em Londres. A popularidade das competições internacionais levou à criação do título de campeão mundial, vencido por Wilhelm Steinitz em 1886, e, em 1924, é fundada a Federação Internacional de Xadrez (FIDE), em Paris, que organiza a primeira Olimpíada de Xadrez e o mundial feminino, vencido por Vera Menchik.

Com a popularização dos computadores ao fim da década de 1950, começam a surgir os primeiros programas que jogam xadrez, que acompanharam a evolução do processamento de informação e introduziram o jogo na era moderna com competições on-line e acesso facilitado às análises das partidas.

A origem do xadrez ainda é motivo de debate entre os historiadores do enxadrismo, mas a teoria mais difundida é que tenha sido criado na Índia, durante a dinastia gupta por volta do século VI. Esta teoria é atestada pelos primeiros registros literários persas e pela análise da etimologia das palavras empregadas no jogo e sua evolução conjunta com o xadrez.
Entretanto, teorias alternativas propõem que o xadrez tenha sido criado num período anterior, em diferentes localidades como China, Irã e Afeganistão. Estas versões exploram evidências arqueológicas, militares, literárias e recursos da filogenética para contestar a teoria indiana.

O jogo teria surgido no século VI na Índia, com o nome de Shaturanga, que significa “os quatro elementos de um exército”, em sânscrito. “É que todos os componentes das forças militares da época estavam representados”, diz o Mestre Internacional James Mann de Toledo, presidente da Federação Paulista de Xadrez. “A infantaria é formada pelos peões e a cavalaria pelos cavalos. Antigamente havia também carroças (depois trocadas por torres) e elefantes (posteriormente, bispos).” A partir da Índia, o jogo foi para a China e a Pérsia seguindo as rotas comerciais. Aliás, é da palavra persa shah, que significa rei, que vem o nome xadrez. “Os árabes, que conquistaram a Pérsia em 651, se encarregaram de difundir a prática do jogo”, afirma Carlo Callero, secretário-geral da Confederação Brasileira de Xadrez. Eles levaram seus tabuleiros para as terras que invadiram no norte da África e, quando ocuparam Espanha e Portugal entre 711 e 1492, trataram de introduzir a novidade na Europa. Foi nesse período que o xadrez ganhou o formato atual, incorporando elementos típicos da Idade Média, como os poderosos bispos e as torres dos castelos. “Também foi introduzida a rainha, a peça mais poderosa do jogo”, diz James. As regras não se alteraram desde o final do século XIV.

6103 – Memória e Disparidades – Um marajá na Previdência


O marajá

Desde agosto de 1990 sua aposentadoria está congelada e mesmo assim tem recebido centenas de salários mínimos por mês. Sua fantástica aposentadoria foi conseguida graças a uma sucessão de vitórias jurídicas e com uma aritmética no mínimo estranha.. Aposentou-se em 1972 como gerente de marketing da Coca Cola , como era ex combatente do exército e lei lhe concedeu aposentadoria integral com os mesmos reajustes concedidos aos trabalhadores ainda na ativa. Um gerente de marketing da Coca Cola tem um salário atual em torno de 5 mil reais, ele recorreu a justiça para reajustar a aposentadoria e se ganhar passará a receber 35 mil. Nenhum gerente de nenhuma empresa brasileira tinha esse salário. Em 1947 foi trabalhar em tal empresa em SP e em 1957 assumiu a gerência geral. no RJ. Na época vigorava a lei da estabilidade e em 1963 a empresa resolveu demiti-lo. Bailly foi a justiça e foi reintegrado assumindo a gerência de marketing. Na reintegração optou pelo FGTS (na época opcional), para ser demitido fez acordo e recebeu 60% do que teria direito em caso de demissão. No dia seguinte retornou a justiça pedindo aposentadoria integral. Após anos de luta, conseguiu juntar a sua aposentadoria ganhos indiretos que tinha como gerente: carro, verba de representação e plano de saúde. Após negado diversas vezes, seu pedido foi concedido.

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6102 – Tsunami não é fenômeno natural:catástrofe fabricada?


Duas teorias afirmam que as ondas gigantes que destruíram a costa asiática em 2004 não foram obras da natureza. Os tsunamis seriam uma nova arma de destruição em massa ou teriam sido provocados para desviar a Terra de um asteróide.

No dia 26 de dezembro de 2004, ondas gigantescas destruíram diversas cidades da costa sul do Pacífico, matando cerca de 300 mil pessoas na Ásia e na África. Eram os tsunamis, um fenômeno natural causado pela movimentação de placas tectônicas do planeta. Fenômeno natural? Nada disso, segundo duas teorias conspiratórias que começaram a circular pela internet semanas depois da catástrofe. O maremoto e as ondas gigantes, na verdade, teriam sido provocados intencionalmente pelos Estados Unidos. A primeira versão diz que os americanos queriam desviar a Terra da rota de colisão de um asteróide. A segunda tese afirma que os tsunamis nada mais eram do que testes secretos de uma nova arma de destruição em massa.
De acordo com a primeira história, um submarino nuclear americano teria naufragado durante uma missão secreta no Oceano Índico, em 21 de fevereiro de 1978. Nenhuma informação a respeito foi divulgada na época. A Marinha teria decidido ocultar o caso porque precisava recuperar as oito ogivas transportadas pela embarcação. Como não conseguiram chegar até lá, os militares teriam abortado o resgate. Em setembro de 2003, astrônomos do Programa de Pesquisa de Asteróides Próximos à Terra, no estado do Novo México, disseram que o asteróide 2003 QQ47 vinha de encontro ao nosso planeta e poderia colidir em 21 de março de 2014. Um dia depois, porém, eles concluíram que as chances de um choque eram mínimas – uma em 909 mil – e deram o assunto por encerrado.
Em reuniões com líderes mundiais, o governo americano teria sugerido que a única solução para evitar a colisão do asteróide seria detonar as oito ogivas perdidas no Índico. O impacto alteraria o curso da Terra em alguns milímetros, o suficiente para tirá-la do caminho do QQ47. Isso provavelmente provocaria ondas gigantes, que matariam algumas pessoas. Mas seriam bem menos vítimas do que poderia causar a queda do asteróide, capaz de gerar o efeito de 20 milhões de bombas atômicas iguais à jogada em Hiroshima. Valeria, portanto, o sacrifício.

A segunda teoria relaciona os tsunamis ao terremoto que destruiu a cidade de Bam, no Irã, em 26 de dezembro de 2003 – exatamente um ano antes da catástrofe no Índico. As relações entre Washington e Teerã, estremecidas desde a revolução islâmica de 1979, teriam levado o presidente George W. Bush a atacar disfarçadamente o Irã. Essa teoria sugere que armas atômicas causaram o terremoto no Irã e que os tsunamis foram criados por testes nucleares no Índico. Como evidência, cita a morte de cem baleias e golfinhos em duas ilhas na Tasmânia, na costa da Austrália, em 2004. Os cientistas não souberam explicar a causa, mas elaboraram duas hipóteses. Uma sugeria que os bichos foram atraídos pelo alto nível de nutrientes na água. Outra, que baleias e golfinhos ficaram desorientados pelo barulho das plataformas de petróleo da região. Para alguns conspirólogos, há uma terceira razão: foi tudo culpa de testes com as novas armas de destruição de massa criadas pelos Estados Unidos.
Por que a ilha britânica de Diego Garcia, utilizada pelas forças aliadas como base militar na invasão do Iraque, escapou dos tsunamis? Porque os americanos podem controlar terremotos e maremotos e dirigi-los para os seus alvos preferenciais, dizem os conspirólogos. Assim, as ondas gigantes flagelaram Indonésia, Maldivas, Sri Lanka, Tailândia, Malásia, Índia, Mianmar e Somália, mas pouparam a ilha amiga. Os países atingidos pelos tsunamis não foram alertados do perigo porque os Estados Unidos precisavam testar o potencial de seu novo armamento e contabilizar quantas pessoas poderiam matar com uma só tacada. Por azar, havia americanos de férias ou a trabalho por lá. Na verdade, isso até ajudaria a tirar o governo dos Estados Unidos da lista de suspeitos.

O projeto Haarp (sigla em inglês para Programa de Pesquisas de Aurora Ativada por Alta Freqüência, mantido pelo governo dos Estados Unidos para pesquisas sobre temperatura) teria participação no complô. Apesar da motivação científica e acadêmica do Haarp, não falta quem acuse o projeto de operar como uma ferramenta política e militar. Entre os estudos, há experiências sobre modificações na indução ionosférica, que poderiam levar a blecautes e colapsos em sistemas de comunicações e radares, além da criação de “temperaturas artificiais”. Tudo controlado, a gosto do freguês.

6101 – Projeto científico ou arma secreta? O que é o Projeto Haarp


O projeto High Frequency Active Auroral Research Program (HAARP) (em português: Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência) é uma investigação financiada pela Força Aérea dos Estados Unidos, a Marinha e a Universidade do Alasca com o propósito oficial de “entender, simular e controlar os processos ionosféricos que poderiam mudar o funcionamento das comunicações e sistemas de vigilância”.
Iniciou-se em 1993 para uma série de experimentos durante vinte anos. É similar a numerosos aquecedores ionosféricos existentes em todo mundo, e tem um grande número de instrumentos de diagnóstico com o objetivo de aperfeiçoar o conhecimento científico da dinâmica ionosférica.
Existem especulações de que o projeto HAARP seria uma arma dos Estados Unidos, capaz de controlar o clima provocando inundações e outras catástrofes. Em 1999, o Parlamento Europeu emitiu uma resolução onde afirmava que o Projeto HAARP manipulava o meio ambiente com fins militares, pleiteando uma avaliação do projeto por parte da Science and Technology Options Assessment (STOA), o órgão da União Europeia responsável por estudo e avaliação de novas tecnologias. Em 2002, o Parlamento Russo apresentou ao presidente Vladimir Putin um relatório assinado por 90 deputados dos comitês de Relações Internacionais e de Defesa, onde alega que o Projeto HAARP é uma nova “arma geofísica”, capaz de manipular a baixa atmosfera terrestre.

O lugar onde se situa HAARP fica próximo de Gakona, Alasca (lat. 62°23’36” N, long 145°08’03” W), a oeste do Parque Nacional Wrangell-San Elias. Depois de realizar um relatório sobre o impacto ambiental, permitiu-se estabelecer ali uma rede de 180 antenas. O HAARP foi construído no mesmo lugar onde se encontravam algumas instalações de radares, as quais abrigam agora o centro do controle do HAARP, uma cozinha e vários escritórios. Outras estruturas menores abrigam diversos instrumentos. O principal componente de HAARP é o Instrumento de Investigação Ionosférica (IRI), um aquecedor ionosférico. Trata-se de um sistema transmissor de alta frequência (HF) utilizado para modificar temporariamente a ionosfera. O estudo destes dados contribui com informações importantes para entender os processos naturais que se produzem nela.
Durante o processo de investigação ionosférica, o sinal gerado pelo transmissor envia-se ao campo de antenas, as quais a transmitem para o céu. A uma altitude entre 100 e 350 km, o sinal absorve-se parcialmente, concentrando-se numa massa a centenas de metros de altura e várias dezenas de quilômetros de diâmetro sobre o lugar. A intensidade do sinal de alta frequência na ionosfera é de menos de 3 µW/cm2, dezenas de milhares de vezes menor que a radiação eletromagnética natural que chega à Terra procedente do Sol, e centenas de vezes menor que as alterações aleatórias da energia ultravioleta (UV) que mantém a ionosfera. No entanto, os efeitos produzidos pelo HAARP podem ser observados com os instrumentos científicos das instalações mencionadas, e a informação que se obtém é útil para entender a dinâmica do plasma e os processos de interacção entre a Terra e o Sol.

O HAARP pode transmitir numa onda de freqüências entre 2,8 e 10 MHz. Esta intensidade está acima das emissões de rádio AM e por embaixo das freqüências livres. Não obstante, HAARP tem permissões para transmitir unicamente em certas frequências. Quando o emissor está transmitindo, a largura de banda do sinal transmitido é de 100 kHz ou menos. Pode transmitir de forma contínua ou em pulsos de 100 microssegundos. A transmissão contínua é útil para a modificação ionosférica, enquanto a de pulsos serve para usar as instalações como um radar. Os cientistas podem fazer experimentos utilizando ambos métodos, modificando a ionosfera durante um tempo predeterminado e depois medindo a atenuação dos efeitos com as transmissões de pulsos.
O projeto começou a funcionar oficialmente com transmissão de 3.6 MW no verão de 2007, emitindo uma Energia de Radiação Efetiva de 5.1 Gigawatts ou 97.1 dBW de saída. Entretanto, normalmente o complexo opera em uma fração daquele valor devido ao baixo ganho da antena em frequências de operação padrão.
O Parlamento Europeu, em resolução de 28 de janeiro de 1999 versando sobre meio-ambiente, segurança e política externa, assinalava que o Projeto HAARP manipulava o meio-ambiente com fins militares e solicitava que o mesmo fosse objeto de avaliação por parte da Science and Technology Options Assessment (STOA) sobre as possíveis consequências de seu uso para o meio-ambiente regional, mundial e para a saúde pública em geral. A mesma resolução do Parlamento Europeu pedia a organização de uma convenção internacional com vistas à proibição em escala global do desenvolvimento ou utilização de quaisquer armas que possam permitir a manipulação de seres-humanos.
O HAARP é o protagonista de diversas teorias conspiratórias, nas quais são atribuídos motivos ocultos e capacidades ao projeto. Algumas destas capacidades incluem controle climático e geológico, mapeamento de imagens subterrâneas e controle mental. O jornalista Sharon Weinberger chamou o projeto HAARP de “a Moby Dick das teorias da conspiração” e disse que a popularidade das teorias da conspiração muitas vezes ofusca os benefícios que o projeto HAARP pode trazer para a comunidade científica.

6100 – Perfumes com feromônio funcionam?


Em 2005, a revista Science listou entre as 100 maiores perguntas científicas jamais respondidas,a existência ou não de feromônios em humanos. Teoricamente seriam agentes químicos secretados por um sem-número de animais, de insetos a mamíferos, responsáveis por despertarem o comportamento sexual, mas até hoje não se chegou a um consenso sob o que define um feromônioe todas as tentativas feitas pelosquímicos de identificar que substâncias compões tais agentes falharam.

Um pouco +

Cientistas da Universidade de Chicago dizem ter comprovado que o homem também se comunica por meio de feromônios. São substâncias que, emanadas de um animal, geralmente insetos, alteram o comportamento ou o funcionamento do organismo de um outro. Segundo os americanos, os feromônios podem fazer coincidir o ciclo menstrual de duas amigas íntimas.

Os feromônios ou as feromonas são substâncias químicas que, captadas por animais de uma mesma espécie (intraespecífica), permitem o reconhecimento mútuo e sexual dos indivíduos. Os feromônios excretados são capazes de suscitar reações específicas de tipo fisiológico e/ou comportamental em outros membros que estejam num determinado raio do espaço físico ocupado pelo excretor. Existem vários tipos de feromônio, como os feromônios sexuais, de agregação, de alarme, entre outros.
A palavra pheromone foi criada pelos cientistas Peter Karlson e Adolf Butenandt por volta de 1959 a partir do grego antigo ϕέρω (pherein) “transportar” e ὁρμῶν (hormon), particípio presente de ὁρμάω (órmao) “excitar”. Portanto, o termo já indica que se trata de substâncias que provocam excitação ou estímulo.
Na produção animal os feromônios se tornam importantes pois podem auxiliar no manejo reprodutivo de determinados rebanhos. Como por exemplo no rebanho ovino, onde se pode, através da exposição de machos a fêmeas previamente separadas, sincronizar o cio dessas matrizes para que todas entrem em reprodução no mesmo momento. Isso só é possível porque feromônios masculinos detectados pelo olfato das fêmeas provocam alterações fisiológicas no ciclo reprodutivo das mesmas.

6099 – Inteligência emocional tem auge aos 60 anos


Uma experiência feita na Universidade de Berkeley constatou que 60 anos é a idade em que as pessoas adquirem mais controle sobre suas emoções – e se tornam mais capazes de enxergar características positivas nos acontecimentos da vida.
Inteligência emocional é um conceito em Psicologia que descreve a capacidade de reconhecer os próprios sentimentos e os dos outros, assim como a capacidade de lidar com eles.
Em 1920, o psicometrista Robert L. Thorndike, na Universidade de Columbia, usou o termo “inteligência social” para descrever a capacidade de compreender e motivar os outros.[1] David Wechsler, em 1940, descreveu a influência dos fatores não-intelectuais sobre o comportamento inteligente, e defendeu ainda que os nossos modelos de inteligência não estariam completos até que esses fatores não pudessem ser adequadamente descritos.
Em 1983, Howard Gardner, em sua teoria das inteligências múltiplas, introduziu a ideia de incluir tanto os conceitos de inteligência intrapessoal (capacidade de compreender a si mesmo e de apreciar os próprios sentimentos, medos e motivações) quanto de inteligência interpessoal (capacidade de compreender as intenções, motivações e desejos dos outros). Para Gardner, indicadores de inteligência como o QI não explicam completamente a capacidade cognitiva. Assim, embora os nomes dados ao conceito tenham variado, há uma crença comum de que as definições tradicionais de inteligência não dão uma explicação completa sobre as suas características.
O primeiro uso do termo “inteligência emocional” é geralmente atribuído a Wayne Payne, citado em sua tese de doutoramento, em 1985. O termo, entretanto, havia aparecido anteriormente em textos de Hanskare Leuner (1966). Stanley Greenspan também apresentou em 1989 um modelo de inteligência emocional, seguido por Peter Salovey e John D. Mayer (1990), e Goleman (1995).
Na década de 1990, a expressão “inteligência emocional”, tornou-se tema de vários livros (e até best-sellers) e de uma infinidade de discussões em programas de televisão, em escolas e mesmo em empresas. O interesse da mídia foi despertado pelo livro “Inteligência emocional”, de Daniel Goleman, redator de Ciência do The New York Times, em 1995.
Os testes tradicionais medem a capacidade cognitiva da pessoa. Já os de inteligência emocional baseados na habilidade, são passíveis de interpretações subjetivas do comportamento. O maior problema enfrentado quando se trata de medição de inteligência emocional é como avaliar as respostas “emocionalmente mais inteligentes”: uma pessoa pode resolver situações que envolvem componentes emocionais de diversas maneiras.

6098 – Medicina – A Glândula Adrenal


Há quase 500 anos a anatomia e a diferenciação das zonas histológicas da glândula adrenal foram elucidadas, desencadeando descobertas extremamente relevantes, como o trabalho pioneiro de Thomas Addison, em 1855, que descreveu os achados clínicos e de necropsia de 11 casos da “doença de Addison”, determinando um papel funcional para as adrenais.1 Em 1856, Brown-Séquard demonstra experimentalmente que as adrenais são glândulas “essenciais à vida” e, em 1932, Harvey Cushing associa a “síndrome poliglandular”, descrita por ele em 1912, à hiperatividade do eixo hipófise-adrenal.1 Tais descobertas foram fundamentais na evolução do entendimento sobre a fisiologia adrenal, que continuou com o isolamento dos hormônios adrenais, adrenocorticotrópico (ACTH) e liberador da corticotropina (CRH). Talvez o evento mais significativo tenha sido a descoberta do poder antiinflamatório dos glicocorticóides (cortisona), o que rendeu a Hench, Kendall e Reichstein o prêmio Nobel de Medicina em 1950.

Nos mamíferos, as glândulas suprarrenais ou glândulas adrenais são glândulas endócrinas envolvidas por uma cápsula fibrosa e situadas acima dos rins. Nos humanos, a suprarrenal direita tem formato triangular, enquanto a esquerda tem a forma de meia-lua. São principalmente responsáveis pela liberação de hormônios em resposta ao stress através da síntese e liberação de hormonas corticosteróides, como o cortisol, e de catecolaminas, como a adrenalina (ou epinefrina). Estimulam a conversão de proteínas e gorduras em glicose, ao mesmo tempo que diminuem a captação de glicose pelas células, aumentando, assim, a utilização de gorduras.
As suprarrenais afetam o funcionamento dos rins através da secreção da aldosterona, um hormônio envolvido na regulação da osmolaridade do plasma sanguíneo.
As glândulas suprarrenais, que têm um comprimento de cerca de 5 centímetros, estão localizadas na cavidade abdominal, anterosuperiormente aos rins. Encontram-se ao nível da 12ª vértebra torácica, e são irrigadas pelas artérias suprarrenais.
Cada glândula é composta por duas regiões histologicamente distintas, que recebem aferências moduladoras do sistema nervoso.
A glândula adrenal (ou supra-renal) é dividida em córtex e medula, e cada uma dessas partes secreta hormônios. O córtex produz corticoesteróides, e a medula catecolaminas.
A parte mais externa (córtex) é subdividida em três camadas: glomerulosa, fasciculada e reticulada. A camada superficial é a glomerulosa, e ela libera mineralocorticóides, dos quais o mais importante é a aldosterona. Após a camada glomerulosa vem a fasciculada, que libera os glicocorticóides (o principal é o cortisol), que são responsáveis pelo metabolismo dos carboidrados, gorduras e proteínas no organismo. A última camada do córtex adrenal é a reticulada, que produz hormônios androgênios.
A liberação do ACTH (corticotropina) pela adeno-hipófise estimula a secreção dos glicocorticóides. A estimulação da aldosterona é feita pelos níveis de angiotensina II e de potássio sérico (se o potássio está elevado, a aldosterona elimina potássio e reabsorve sódio e água).
As catecolaminas (dopamina, noradrenalina e adrenalina) são produzidas na parte medular da glândula.

6097 – Mega Calendário – O dia de Corpus Christi


Trata-se de uma festa cristã. É um evento baseado em tradições católicas. É realizada na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade, que, por sua vez, acontece no domingo seguinte ao de Pentecostes. É uma “festa de preceito”, isto é, para os católicos, é obrigatório participar da missa neste dia, na forma estabelecida pela conferência episcopal do país respectivo.
A procissão pelas vias públicas, quando é feita, atende a uma recomendação do Código de Direito Canônico (cânone 944) que determina ao bispo diocesano que a providencie, onde for possível, “para testemunhar publicamente a adoração e a veneração para com a Santíssima Eucaristia, principalmente na solenidade do Corpo e Sangue de Cristo.” É recomendado que, nestas datas, a não ser por causa grave e urgente, não se ausente da diocese o bispo (cânone 395).

A origem da Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo remonta ao século XIII. A Igreja Católica sentiu necessidade de realçar a presença real do “Cristo todo” no pão consagrado. A Festa de Corpus Christi foi instituída pelo Papa Urbano IV com a bula Transiturus de hoc mundo de 11 de agosto de 1264, para ser celebrada na quinta-feira após a Festa da Santíssima Trindade, que acontece no domingo depois de Pentecostes.
O papa Urbano IV, na época o cônego Tiago Pantaleão de Troyes, arcediago do Cabido Diocesano de Liège, na Bélgica, recebeu o segredo das visões da freira agostiniana Juliana de Mont Cornillon, que teve visões de Cristo demonstrando desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque.
A festa de Corpus Christi foi decretada em 1269.
O decreto de Urbano IV teve pouca repercussão, porque o papa morreu em seguida. Mas se propagou por algumas igrejas, como na diocese de Colônia, na Alemanha, onde Corpus Christi é celebrada desde antes de 1270. A procissão surgiu em Colônia e difundiu-se primeiro na Alemanha, depois na França e na Itália. Em Roma, é encontrada desde 1350.
A Eucaristia é um dos sete sacramentos e foi instituído na Última Ceia, quando Jesus disse: “Este é o meu corpo… isto é o meu sangue… fazei isto em memória de mim”. Segundo Santo Agostinho, é um memorial de imenso benefício para os fiéis, deixado nas formas visíveis do pão e do vinho.
Porque a Eucaristia foi celebrada pela primeira vez na Quinta-Feira Santa, Corpus Christi se celebra sempre numa quinta-feira após o vinho sangue de Jesus Cristo, em toda Santa Missa, mesmo que esta transformação da matéria não seja visível.
Corpus Christi é celebrado 60 dias após a Páscoa, podendo cair, assim, entre as datas de 21 de maio e 24 de junho.
Em Castelo, no estado do Espírito Santo, no Brasil, as ruas são decoradas com enormes tapetes coloridos formados por flores, serragem colorida e grãos.
O município de Matão, em São Paulo, no Brasil, é famoso por seus tapetes coloridos feitos de vidro moído, dolomitas, serragem e flores que formam uma cruz que se estende por 12 quarteirões no centro da cidade onde passa a procissão da eucaristia, um espetáculo que reúne fé, tradição, arte e beleza. No ano de 2011, Matão realizou a 63ª edição do Corpus Christi, onde mais de 70 toneladas de materiais foram usados para compor os desenhos. A expectativa dos organizadores é que o evento atrairia um público total de 80 mil pessoas. A praça de alimentação do evento fica por conta das entidades filantrópicas da cidade.
A cidade de Mariana, em Minas Gerais, no Brasil, comemora a festa de Corpus Christ’i’ enfeitando as ruas com tapetes de serragem e pinturas.
As cidades paulistas de Jaguariúna, Santo André, Santana de Parnaíba, São Joaquim da Barra, além da baiana Jacobina, também seguem o mesmo estilo, as ruas ao redor da matriz são enfeitadas com serragem, raspa de couro, areias coloridas – tudo o que a criatividade proporciona para este dia santo.

6096 – Religião no Brasil em Números


No Brasil são 18.685 padres, em 2000 eram 13.824
Para cada padre existem 4 pastores
São 298 bispos na Igreja Católica
Há atualmente 10.220 paróquias
Existem 1,1 mil terreiros de Candomblé em Salvador
65% dos homens se dizem católicos
19% das mulheres se declaram evangélicas
Entre os aposentados, 71% se declaram católicos
21% das donas de casa são evangélicas
18 milhões de pentecostais
12,5 milhões sem religião
8,5 milhões de protestantes
5,4 milhões de outras religiões – espiritismo,umbanda, candomblé, testemunha de Jeová, mórmon, budismo,judaísmo, esoterismo,islamismo e outras.

O Islã no Brasil conta com 27.239 seguidores, mas a Federação Islâmica Brasileira fala em torno de 1,5 milhão de fiéis.
A Cientologia, religião astros como Tom Cruise e John Travolta, possui 200 seguidores no Brasil.

Renda Familiar – R$ 5.447
As famílias seguidoras de religiões orientais têm a maior renda média
R$4.422 foi a média dos espiritualistas
R$ 2.023 a média dos católicos
R$ 1496 a dos evangélicos pentecostais

Controvérsia dos números – 79% dos brasileiros disseram que sempre seguiram a mesma religião
94% entre os católicos afirmaram que sempre seguiram a mesma religião, mas a Igreja Católica foi a que mais perdeu fiéis nos últimos 10 anos.
52% dos que mudaram de religião ou que hoje não professam fé alguma declararam ter sido católicos antes.

Basílica de Aparecida – 10 toneladas de cera derretida são retiradas da Sala das Promessas, em média em um final de semana movimentado.

Celibato em Xeque – 41% dos padres confirmaram ter tido envolvimento afetivo com mulheres e 50% não mantêm o voto de castidade.

20 mil brasileiros seguem a Religião da Floresta, mais conhecida como o culto ao Santo Daime.

Passando a Sacolinha – Católicos gastam 0,54% da renda familiar em contribuições à Igreja, Evangélicos tradicionais contribuem com 1,48% da renda familiar; pentecostais doam 2,26%; porém, 44% de tudo que é repassado às igrejas no país por meio de dízimossai dos bolsos dos evangélicospentecostais.
30.9% dos católicos pagam dízimos para as igrejas.

Fonte IBGE

6095 – Astronomia – O Céu e as Lendas


Os sumérios há 5 mil anos, rabiscavam heróis e deuses no céu. Animais formados por estrelas aparecem em tumbas egípcias de 2000 aC. A relação entre o movimento das constelações e o clima levou à crença de que eles podiam interferir no destino do homem. Era o começo da Astrologia, a pseudociência que se organizaria melhor a partir do século 5 aC, com a criação do zodíaco, divisão da esfera celeste em 12 pedaços, os signos. Com o advento da imprensa, os mapas passaram a ser impressos, o primeiro em 1482. Constelações foram criadas e banidas incessantemente até 1922, quando a União Astronômica Internacional loteou o céu em 88 áreas. Um dos primeiros a incluir constelações do hemisfério sul, a partir de informações dos navegadores, foi Bayer. Eram 12, quase todas com a forma de animais exóticos, como o tucano ou camaleão. O trabalho foi depois aperfeiçoado.

6094 – A Evolução do Sapiens


Nenhuma outra espécie animal conta com condições de ameaçar o nosso domínio. Tempo mais do que suficiente para encararmos com naturalidade essa exclusividade e esse privilégio. (A ponto de considerá-los uma bênção divina.) Mas 25 000 anos são só a ponta do iceberg da evolução humana, com seus 6 milhões de anos. A descoberta recente de novos fósseis na África vem revelando que estar sozinho tem sido a exceção e não a regra na espécie humana.
No norte do Quênia, em um sítio de escavação de fósseis às margens do Lago Turkana, os paleantropólogos descobriram que pelo menos quatro tipos de hominídeos disputavam a hegemonia do planeta há cerca de 1,8 milhão de anos. Vestígios de fósseis do Australopithecus boisei, do Homo rudolfensis, do Homo habilis e do Homo ergaster datados desse período, comprovam que eles andaram sobre a mesma savana e é bem provável que tenham se cruzado.
Desde a década de 70, os paleantropólogos sabem que antes de qualquer vestígio cultural, como a troca de alimentos entre grupos, ou anatômico, como aumento do cérebro, o traço mais importante que marca o início da história do homem é termos nos tornado bípedes. Foi graças a Lucy, o esqueleto de Australopithecus afarensis com 3,2 milhões de anos achado na Etiópia em 1974 (batizado em homenagem à música dos Beatles “Lucy in the Sky with Diamonds”), que os pesquisadores concluíram que andar sobre dois membros foi a mudança decisiva que nos separou dos outros macacos. O esqueleto de Lucy, na época o mais antigo fóssil de nossos ancestrais já encontrado, era semelhante ao do homem moderno. Mas seu crânio era mais parecido com o de um chimpanzé: o cérebro de Lucy tinha o tamanho de uma mexerica.

A hipótese que melhor explicava por que um dia nos levantamos e deixamos a mata para passear na savana era baseada em mudanças na paisagem do Leste e do Sul da África que ocorreram há 15 milhões de anos. Foi por esse período que a placa de terra que hoje conhecemos por África se arrastou em direção ao Oriente Médio. Nesse vaivém, vulcões se formaram e explodiram transformando o que antes era verde em mata seca de savana. O surgimento da savana quente foi o que tornou a bipedia um bom negócio. Ao sair da posição curvada dos grandes primatas e ficar em pé no sol escaldante ao meio-dia, os primeiros hominídeos reduziram em até 40% a exposição dos seus corpos ao nada ameno sol equatorial. Ampliamos também nossa visão, olhando o horizonte para ver de antemão a chegada de predadores e inimigos. Com as mãos livres, ficou mais fácil catar alimentos, desenvolver ferramentas, caçar.
A cada nova descoberta, surgem novas evidências de que umas espécies estavam acompanhadas de outras. E de que esse número de hominídeos que disputavam a primazia de virar aquilo que hoje chamamos de espécie humana, deve aumentar.

6093 – Biologia – Descoberto o mistério do pijama da zebra


Por que a zebra é listrada? Algumas das mais aguçadas mentes cientí­ficas vem lutando com essa questão ha décadas. Agora, pesquisadores descobriram evidências de que os padrões em preto e branco se desenvolveram para manter as moscas a distância.
Testes identificaram que as moscas da família Tabanidae, popularmente conhecidas como mutucas, são menos atraí­das pelas listras das zebras do que por pelos brancos, pretos ou amarronzados, como os dos cavalos. A proteção é importante para as zebras, visto que as mutucas transmitem uma série de doenças.
Susanne Akesson, pesquisadora de biologia evolutiva da Universidade de Lund, na Suécia, suspeitava que os insetos tinham algum papel nessa história. Para comprovar a tese, ela construiu modelos de cavalos brancos, pretos e listrados, os quais ela cobriu com cola sem cheiro.
Testes anteriores feitos por Akesson tinham mostrado que quando a luz do sol é refletida por um cavalo de pelo marrom, os raios tendem a vibrar horizontalmente e não em todas as direções, como no caso dos cavalos de pelo branco.
Essa vibração horizontal é conhecida como luz linearmente polarizada e também é produzida pela água, onde as mutucas cruzam e colocam ovos. Essas moscas são menos atraí­das pelos padrões listrados, o que nos surpreendeu já que esperávamos um resultado que fosse a mediana entre o preto e o branco, diz Susanne.
A descoberta de Susanne levanta a questão: por que os cavalos não adotaram o mesmo padrão das zebras? Um fator é que os cavalos tem sido domesticados e sujeitos a cruzamentos seletivos por muitos séculos. Outro pode ser o habitat. Se você passa o dia na sombra de uma árvore, diminui bastante o risco de ser detectado pelas mutucas. Mas se está sempre exposto a luz do sol numa savana africana, como é o caso das zebras, tem que arranjar um jeito de sobreviver as moscas.

6092 » 2012 – O Ano do Apocalipse Maia


Monumento Maia

Série sobre o tema foi apresentada no Discovery Chanel e analisou as evidências deixadas por tal civilização e a relação com a predição de uma catástrofe em 2012, que dizimaria a vida na Terra.
Embora, em geral, haja ceticismo na comunidade científica, algumas pessoas estão convencidas sobre a existência de uma tragédia e se preparam para enfrentá-la.
A série foi filmada no México, com equipe técnica excelente. Vale a pena assistir.

Cientistas contestam a versão do apocalipse – Uma nova interpretação do Calendário Maia descarta que a referência à data 21 de dezembro de 2012 esteja ligada ao fim do mundo.
Para Sven Gronemeyer, da Universidade La Trobe, na Austrália, os hieróglifos centenários falam sobre o retorno de uma divindade, o fim de um ciclo de 5125 anos e o início de outro – e não sobre o apocalipse.

Os hieróglifos foram esculpidos no século VII pelo povo Maia, que habitou a região do México e América Central durante mais de dois mil anos. As inscrições, guardadas pelo INAH, ganharam destaque nos últimos anos por, supostamente, fazerem alusão ao fim do mundo – especialmente porque no painel direito da pedra há uma referência ao final de um ciclo de 5.125 anos. Embora o instituto se esforce para desmentir e esclarecer esses boatos, muitos continuam acreditando que os Maias realmente fizeram profecias apocalípticas.
A nova interpretação, no entanto, explica essa data. A referência no painel fala do término de um período de 13 baktunes – cada bak’tun corresponde a cerca de 400 anos e marca o final de um ciclo e início do outro. No documento, o início da era atual se deu em 4 Ajaw 8 Kumk’u – data que, no calendário juliano, corresponde a 13 de agosto de 3114 a.C. A data que fecha este ciclo seria 4 Ajaw 3 K’ank’in – justamente 21 de dezembro de 2012.

A data final, no entanto, marca o início de uma nova era presidida pelo deus Bolon Yokte’, uma das divindades que participaram do início da criação. Segundo o pesquisador, há indícios de que o feito estaria ligado à própria historia da antiga cidade de Tortuguero, pois o

Monumento 6 cita o governante Bahlam Ajaw (612-679 d.C.) como o “anfitrião” desse retorno. Gronemeyer ressalta que a divindade Bolon Yokte é vinculada à criação e à guerra e que, para os Maias, poderia ser personificada por um governante.

O pesquisador concluiu sua apresentação dizendo que a matemática do calendário Maia mostra que 2012 retrata apenas o final de um ciclo e vem carregada com um valor simbólico, como uma reflexão sobre a criação.

6091 – Mega Vírus Ebola – Letal e cercado de mistérios


Arma Biológica?

Se os diretores de filmes de terror tivessem de inventar um vírus, ele seria parecido com o ebola. Taxas de mortalidade altíssimas (entre 50 e 90% dos infectados), sintomas assustadores (como vomitar sangue) e, claro, a locação “exótica” dos surtos (nos cafundós da África) fazem desse patógeno – como os cientistas chamam os agentes causadores de doenças – um dos mais temidos do mundo. Ainda é preciso elucidar uma série de dúvidas sobre como ele age. Mas a boa notícia é que, pelo menos por enquanto, parece improvável que o vírus cause estragos fora de seu local de origem.

“O ebola é um bom exemplo de zoonose não estabelecida, ou seja, uma doença que salta de animais para humanos, mas não permanece”, diz o biólogo Atila Iamarino. “A variante mais agressiva, o ebola Zaire, não é transmitida com eficiência. E tudo leva a crer que contato com o sangue das vítimas é a principal forma de contágio. Como a doença causa sintomas muito debilitantes, isso permite que ela seja detectada e contida rapidamente.”

Os surtos da doença – que começaram em 1976 e se repetiram em 1979 e 1989, por exemplo – só começaram por causa de condições sanitárias inadequadas em hospitais de países como Congo, Gabão, Uganda e Sudão. No atendimento aos primeiros pacientes, era comum o uso de seringas não descartáveis. Somando-se a isso as condições precárias de higiene, o resultado não poderia ser outro: o vírus se espalhava com muito mais facilidade.

Mas como os infectados contraíam a doença? Possivelmente durante a manipulação da carne de animais caçados. Sabe-se que o ebola também pode matar chimpanzés e gorilas, sendo tão letal para esses primatas quanto para nós.

Isso não significa, porém, que esses bichos sejam o reservatório natural do vírus. Os cientistas consideram provável que certos morcegos comedores de frutas carreguem o ebola sem manifestar sintomas. O contato com os restos das frutas comidas por esses morcegos, ou com as fezes deles, transmitiria o patógeno para outros animais, e deles para o homem. Isso explicaria o fato de a doença só aparecer de vez em quando: seria necessária a infecção, por exemplo, de um caçador, que depois passaria a moléstia para outras pessoas. Elas logo morreriam ou ficariam curadas, com pouco risco de transmitir o vírus ao resto da população.

Vírus causador – Ebola
Origem da epidemia – Zaire (atual Congo)
Total de óbitos* – Cerca de 1 000
Mortalidade* – Até 90% dos infectados

6090 – Uma Vaca Muito Louca II


Imagine seu cérebro virando um queijo suíço: os neurônios começam a morrer e o tecido cerebral vai ficando todo esburacado. Os passos seguintes são problemas para se movimentar e, finalmente, a morte. Em resumo, é isso o que acontece com quem sofre da doença de Creutzfeldt-Jakob – a versão humana do mal da vaca louca.

A origem da doença não está totalmente clara, mas há fortes indícios de que ela surja graças ao “lado negro” de uma proteína essencial para o bom funcionamento do cérebro. Conhecida como príon, essa proteína ajuda na comunicação entre os neurônios, facilitando, por exemplo, a formação dos prolongamentos que os conectam uns aos outros.

O problema é que, para funcionar bem, toda proteína precisa se enovelar num formato específico. No caso do príon, quando esse novelo se embaralha da maneira errada, acaba perdendo sua função benéfica.
Tudo indica, de acordo com os cientistas, que essa situação azarada pode acontecer espontaneamente, tanto em humanos quanto em animais. O problema, porém, é quando há contato de um indivíduo saudável com o tecido cerebral de outro que teve a doença. Foi isso o que aconteceu em vários países europeus, em especial no Reino Unido, durante os anos 80. Para enriquecer a dieta de suas vacas, os britânicos passaram a misturar na ração restos de frigoríficos – inclusive miolos bovinos. Resultado: quem comia um simples hambúrguer produzido com carne que continha tecido cerebral contamido ficava sujeito a contrair a doença. O mal obrigou criadores da Europa a sacrificar centenas de milhares de vacas. E matou quase 300 pessoas no mundo de meados da década de 1980 para cá.

Vírus causador – Proteínas defeituosss
Origem da epidemia – Reino Unido
Total de óbitos – Quase 300
Mortalidade* – Desconhecida

6089 – Medicina – Surto de Gripe Suína


O mundo todo ficou estarrecido e ameaçou entrar em pânico quando, em junho de 2009, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que a chamada gripe suína, causada por uma forma de vírus influenza A H1N1, tinha virado pandemia – ou seja, uma epidemia de proporção mundial. Quase um ano depois, o número de mortes chega a quase 15 mil ao redor do planeta, segundo os cálculos feitos até o último mês de abril. Parece muito, mas esse é um índice de fatalidade relativamente baixo, da mesma ordem de grandeza de uma gripe comum, do tipo que sempre circula mundo afora a cada inverno. Será que nos preocupamos além do necessário com a tal gripe suína?
Não exatamente, sobretudo quando se leva em consideracão o que a história já nos ensinou até aqui. Em princípio, ninguém podia garantir, em 2009, que não estávamos diante de uma nova – e tão perigosa quanto – gripe espanhola. Portanto, todo cuidado era pouco àquela altura. E mesmo agora, que já está clara a semelhança desse vírus com os das gripes sazonais, a vacinação se justifica. Afinal, até gripes comuns podem muito bem virar um problema sério de saúde pública. Além do mais, restam muitas dúvidas sobre o vírus H1N1 causador da gripe suína, e a comunidade científica internacional precisa elucidá-las antes que a população possa finalmente respirar aliviada.

Uma das questões mal esclarecidas até agora é a aparente gravidade da doença no México, onde a epidemia começou. Naquele primeiro momento, parecia que o vírus era capaz de matar uma parcela assustadora de infectados. Chegou-se a especular algo próximo de 5%, o que faria da gripe suína um problema tão ou mais preocupante que a espanhola. “Mas é muito difícil calcular a taxa precisa de mortalidade no México, porque simplesmente não sabemos qual foi o número total de casos registrado por lá”, afirma um virologista da Universidade da Pensilvânia, nos EUA. “Se a quantidade real de pessoas infectadas foi muito grande, então a taxa de mortalidade sempre foi relativamente pequena.” De qualquer maneira, diz Holmes, o que parece ter acontecido é que os casos graves em território mexicano foram superestimados em relação ao conjunto de doentes, o que não deixa de ser animador.

Outro mistério é o alto índice de mortes verificado, durante a primeira onda, entre mulheres grávidas e adultos jovens. Como acontece com outras gripes, esperava-se que a maior parte das vítimas fosse de crianças (principalmente abaixo dos 2 anos de idade) e pessoas idosas (especialmente acima dos 70), mais vulneráveis aos efeitos dos vírus influenza. Mas não foi isso o que aconteceu, e ninguém sabe por quê. “Os idosos foram menos afetados, ao que parece, por já possuírem anticorpos efetivos contra o H1N1″, diz o biólogo Atila Iamarino. “A mesma coisa aconteceu com quem foi vacinado contra um tipo de vírus suíno em 1976.”

Especulação

O caso das gestantes é ainda mais misterioso. No Brasil, elas representam mais de 20% do total de mortes provocadas pela gripe suína. “Até agora, as pesquisas indicam que tanto a influenza sazonal quanto a suína afetam mais as grávidas, causando mais sintomas e aumentando o risco de aborto”, afirma Iamarino. “Isso deve ter relação com as alterações causadas pela gravidez, as mudanças na circulação sanguínea, na respiração e no sistema imune [de defesa do organismo]. Mas não conheço nenhum trabalho que aponte uma causa específica.”

Vírus causador – H1N1
Origem da epidemia – México
Total de óbitos* – Cerca de 15 mil
Mortalidade* – 0,4% dos infectados

Polêmica Médica
Muita gente recebeu spams apocalípticos conforme o programa de vacinação contra a gripe suína foi chegando ao Brasil. As mensagens tentavam convencer as pessoas de que a vacina deveria ser evitada. Motivo: sua composição inclui timerosal. Essa substância conteria altos índices de mercúrio, um metal pesado, tóxico e cancerígeno. Portanto, melhor seria encarar a gripe do que correr o risco de desenvolver um câncer. Certo? Errado. Os médicos sabem desde a Idade Média que venenosa não é a substância, mas a dose que se emprega. “É verdade que a vacina contém timerosal”, afirma o biólogo Atila Iamarino. “A quantidade de mercúrio presente na substância, porém, é inofensiva, muito inferior ao máximo permitido para seres humanos.” Outro suposto veneno contido na imunização, o esqualeno, não passa de um precursor natural do colesterol e da vitamina D, presente em qualquer corpo humano normal. É claro que, em certos casos, reações adversas podem ocorrer. Mas não há qualquer razão para evitar a vacina.

6088 – Medicina – A mais assassina das pandemias


Em 1918, o planeta estava passando pelo conflito mais devastador da história: a 1ª Guerra Mundial. Mas as mortes no front viraram fichinha diante do estrago causado pela gripe espanhola, que avançou pelo mundo simultaneamente. As estimativas variam, mas ela provavelmente matou, em poucos meses, cerca de 50 milhões de pessoas. Até hoje, nenhuma epidemia global conseguiu superar esse macabro recorde.
Com as técnicas modernas de biologia molecular, cientistas do século 21 foram capazes até de recriar o vírus causador da gripe em laboratório. Isso, entretanto, não impede que mistérios continuem rondando a doença, a começar por sua origem geográfica.
Para dificultar ainda mais o trabalho dos pesquisadores, os países que estavam em guerra tendiam a ocultar seus casos, porque isso revelaria que muitos soldados estavam fora de combate. “A gripe só recebeu o nome de espanhola porque a Espanha, neutra no conflito, expôs seus casos.
De qualquer maneira, a velocidade com que a doença se espalhou e a intensidade dos sintomas sugerem que o vírus – que era do tipo H1N1, tal como o da gripe suína – resultou de uma transformação nas formas de gripe que existiam antes, e provavelmente também de uma mistura com vírus que circulavam em animais, como aves e porcos. O problema é saber que alteração foi essa.

Hoje, existem 3 hipóteses principais sobre o tema: a primeira sugere que o vírus “espanhol” veio diretamente de aves para humanos; a segunda aposta numa mistura entre vírus suínos e aviários; e a terceira fala em um vírus “mestiço” de gripes humanas e suínas. Para o biólogo da USP, a ideia de que o vírus já tinha se adaptado ao organismo de mamíferos como nós faz sentido, porque as gripes de origem aviária normalmente não são transmitidas facilmente de pessoa para pessoa.

Seja como for, a relativa novidade do vírus fez com que o sistema de defesa do organismo das vítimas não estivesse preparado para ele, o que tanto facilitou a disseminação da doença quanto a tornou mais letal. Diferentemente do que acontece em outras gripes (com exceção da atual onda de gripe suína, que é parecida com a espanhola nesse aspecto), adultos jovens e saudáveis foram mais afetados – e mortos – pela pandemia de 1918. Há várias hipóteses para esse fenômeno. Uma das possibilidades é que, justamente por serem saudáveis, essas pessoas tiveram uma reação de defesa descontrolada diante do vírus, o que acabou causando mais mal do que bem a seu organismo. Além disso, as próprias condições da guerra facilitavam a concentração de muitos indivíduos de boa saúde e na flor da idade – ou seja, soldados – no mesmo lugar, o que certamente acabou virando um prato cheio para a transmissão do vírus assassino.

Quando ocorreu – 1918-1919
Vírus causador – H1N1
Origem da epidemia – Desconhecida
Total de óbitos* – 50 milhões
Mortalidade* – 5% dos infectados

6087 – Planeta Verde – Os mandamentos da Ecologia


Você está no ☻ Mega Arquivo

Todas as forma de vida possuem um valor independentemente da sua utilidade para o homem. Formas de vida são também rios, montanhas, ecossistemas, culturas e o próprio planeta.

A riqueza e a diversidade da natureza tem valor intríseco e contribuem para o bem-estar da vida na Terra. Não adianta preservar pequenas reservas, é preciso haver abundância..

Seres humanos não têm direito de reduzir esta riqueza, a não ser para satisfazer as necessidades vitais. A definição de tais necessidades deve levar em conta as características econômicas e sociais de cada povo.

O impacto da interferência do homem é excessivo e a situação piora bem depressa. É preciso reduzir o consumo nos países ricos.

Para que a vida de todo o tipo possa florescer, a população humana deve ser reduzida. Estratégias de controle devem ser discutidas e desenvolvidas abertamente e sem radicalizações.

As estruturas econômicas, tecnológicas e ideológicas devem ser reformuladas. O crescimento econômico difundido pelos países industrializados é incompatível com as formulações anteriores.

Mudanças ideológicas são fundamentais para melhorar a qualidade da vida. Não confundir qualidade, que não se mede com padrão de consumo.

Quem concorda com as formulações anteriores deve contribuir para implementar as mudanças necessárias. Só ações pacíficas são bem-vindas.

Sempre houve gente preocupada com o ambiente,mas só em 1962, quando a bióloga americana Rachel Carson denunciou o risco de pesticidas para a saúde pública, que o pensamento ambientalista começou a ser formulado. Até então, a natureza era vista como inesgotável.