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Autodidata - ☻Mega Arquivo - Início em Março de 1988

5484 – Mega Memória Teledramaturgia – O Espantalho


O Espantalho é uma telenovela brasileira produzida pelos Estúdios Sílvio Santos e exibida para São Paulo e demais Estados brasileiros, com exceção do Rio de Janeiro, pela Rede Record, entre 25 de janeiro de 1977 e 13 de junho de 1977, primeiramente às 21h15min e, mais tarde, às 23h. Entre junho e novembro do mesmo ano, a telenovela foi exibida para o Rio de Janeiro, às 19h, pela TVS. Em 1978, a novela foi reexibida pela Rede Tupi.
A telenovela tem autoria de Ivani Ribeiro, direção de David Grimberg e José Miziara e direção-geral de Luciano Callegari, apresentando Fábio Cardoso e Theresa Amayo como protagonistas e o excelente Jardel Filho como antagonista principal.
O Espantalho foi reapresentada duas vezes, compactada em 60 capítulos: pela Rede Tupi, às 20h, de maio a agosto de 1979; e pelo SBT, em 1983. Não deixa de ser curioso que “O Espantalho” tenha ido ao ar em três emissoras diferentes.
A trama básica de O Espantalho foi incorporada por Ivani no remake de Mulheres de Areia para a Rede Globo em 1993, resultando num excelente amálgama das 2 histórias.
A Rede Tupi, na época da exibição na emissora, foi processada por Ivani Ribeiro, porque a emissora não pagou os direitos conexos dos atores da telenovela.
Personagens centrais
Ator Personagem
Fábio Cardoso Breno
Jardel Filho Rafael Nascimento
Theresa Amayo Tônia

5483 – Cinema – O Menino do Pijama Listrado


Alemanha, Segunda Guerra Mundial. O menino Bruno (Asa Butterfield), de 8 anos, é filho de um oficial nazista (David Tewlis) que assume um cargo importante em um campo de concentração. Sem saber realmente o que seu pai faz, ele deixa Berlim e se muda com ele e a mãe (Vera Farmiga) para uma área isolada, onde não há muito o que fazer para uma criança com a idade dele. Os problemas começam quando ele decide explorar o local e acaba conhecendo Shmuel (Jack Scanlon), um garoto de idade parecida, que vive usando um pijama listrado e está sempre do outro lado de uma cerca eletrificada. A amizade cresce entre os dois e Bruno passa, cada vez mais, a visitá-lo, tornando essa relação mais perigosa do que eles imaginam.
O filme não tem um final nada feliz e leva o público a pensar no horror dos campos de concentração.
Um filme para quem gosta de Cinema Arte.
Filmes sobre a Segunda Guerra são tão comuns que já estão ficando chatos com seus enredos óbvios e as constantes cenas de batalhas. Não é o caso do Menino do Pijama Listrado. Uma obra baseada em um livro, apresenta uma comovente narrativa de um menino que vai morar junto a um campo de concentração que seu pai (oficial nazista) está comandando. Lá ele pensa estar em uma “fazenda” onde os trabalhadores vestem os “pijamas listrados” (aqui a história apresenta aproximação com o já clássico A Vida é Bela). O garoto vive solitariamente dentro do quartel sem amigos e recebendo aulas sobre a doutrina nazista, até que um dia encontra um menino que está preso, o convìvio com ele faz um choque sobre os ideais do nazismo. A história tem tudo para emocionar, já que mistura a inocência do protagonista com horror causado pelo Holocausto.

5482 – Medicina – Tratamentos psiquiátricos bizarros que caíram em desuso


Infecção por malária

Estamos nos anos 30 e a sífilis, incurável nessa época, é a maior causa de demência no mundo. Ninguém sabe o que fazer com tanta gente paranóica, violenta e incontrolável nos manicômios. Mas aí o médico austríaco Julius Wagner von Jauregg observou que, quando essas pessoas contraíam alguma doença que provocasse episódios de febre alta e convulsão, a loucura ia embora. O que o doutor Julius fez, então? É. Ele colocou o sangue contaminado de um soldado com malária em nove pacientes com paresia crônica, a demência que ocorre em um estágio avançado da sífilis, para que elas contraíssem febre alta e tivessem convulsões. O resultado foi impressionante e até lhe rendeu um Premio Nobel em 1927: ele conseguiu recuperação completa em quatro desses pacientes e uma melhora em mais dois. “Parece absurdo dar o Prêmio Nobel a alguém que infectava os pacientes com a malária, mas o desespero na época era muito grande”, diz Renato Sabbatini, neurocientista da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Esse tratamento, obviamente, era muito perigoso (você melhorava da loucura, mas ganhava a malária de presente) e deixou de ser usado nos anos 60, com a descoberta de antibióticos e medicamentos próprios para problemas mentais.

Terapia por choque insulínico

Em 1927, o neurologista e psiquiatra polonês Manfred Sakel pesou a mão na dose de insulina que aplicou em uma paciente diabética (que era, dizem, uma cantora lírica famosa na época) e ela entrou em coma. Mas o que poderia ter sido um desastre virou uma bela descoberta: a mulher tinha psicose maníaco-depressiva e obteve uma notável recuperação de suas faculdades mentais. Então Sakel descobriu que o tratamento era eficaz para pacientes com vários tipos de psicoses, particularmente a esquizofrenia. “Esta foi uma das mais importantes contribuições jamais feitas pela psiquiatria”. A técnica passou a ser usada em todo o mundo, mas o entusiasmo inicial diminuiu depois que estudos mostraram que a melhora era, na maioria das vezes, temporária. Sem contar, é claro, que era extremamente perigoso. Assim, esse tratamento também caiu em desuso após a descoberta de medicamentos mais adequados.

Trepanação

Achados arqueológicos mostram que a trepanação, cirurgia em que era aberto um buraco (geralmente de 2,5cm a 3,5 cm de diâmetro) no crânio das pessoas, já era feita em várias partes do mundo 40 mil anos atrás. A cirurgia era realizada em rituais religiosos para liberar a pessoa de demônios e espíritos ruins – quando, na verdade, ela era vítima de doenças mentais. Até hoje é realizada por algumas tribos da África e da Oceania para fins rituais e em alguns centros modernos de neurologia para aliviar a pressão intracraniana em caso de fortes pancadas na cabeça, por exemplo. Mas não só. “Se esse procedimento for feito por algum outro motivo, isso é bizarro e perigoso”, afirma Sabbatini. Mas existem organizações hoje que defendem essa técnica “como forma de facilitar o movimento do sangue pelo cérebro e melhorar as funções cerebrais que são mais importantes do que nunca para se adaptar a um mundo em cada vez mais rápida evolução”. Isso é o que diz o site de um grupo internacional em defesa da trepanação, que defende que qualquer pessoa que deseje melhorar suas funções mentais e sua qualidade de vida deve poder realizar o procedimento.

Lobotomia

A trepanação deu origem a outro procedimento macabro: a lobotomia, incisão pequena para separar o feixe de fibras do lobo pré-frontal do resto do cérebro. Como isso provoca o desligamento na parte das emoções, pessoas agitadas se acalmavam como se tivessem tomado tranquilizantes. Essa técnica, criada pelo neurologista português Antônio Egas Moniz, foi realizada pela primeira vez em 1935 e também lhe rendeu um Nobel, em 1949. Os resultados foram tão bons, que a lobotomia começou a ser usada em vários países como uma tentativa de reduzir psicose e depressão severa ou comportamento violento em pacientes que não podiam ser tratados com qualquer outro meio (na ocasião, não havia muitos). O problema é que a técnica, que deveria ser o último recurso, passou a ser usada maciçamente nos manicômios para controlar comportamentos indesejáveis – inclusive em crianças agitadas e adolescentes rebeldes. Entre os anos de 1945 e 1956, mais de 50,000 pessoas foram sujeitas a lobotomia no mundo inteiro. E os efeitos colaterais eram horríveis: a pessoa virava um vegetal – sem emoções, apáticas para tudo. Com o aparecimento de drogas efetivas contra ansiedade, depressão e psicoses, nos anos 50, e com a evidência de seu abuso difundido e efeitos colaterais, a lobotomia foi deixando de ser usada.

5481 – Trem Bala


Percorrer os 586 quilômetros entre São Paulo e Belo Horizonte em apenas 2 horas e 55 minutos a bordo de um trem velocíssimo, equipado com poltronas anatômicas, vídeo, telefone e sala de reunião, pode soar como um sonho aos 1.300 passageiros que viajam diariamente de avião entre as duas capitais. Pois, além de proporcionar tanto conforto, um trem como esse ainda teria a vantagem de partir do centro da cidade, ou quase isso, ao contrário do avião, que requer um trajeto de ida e volta do aeroporto quase sempre mais demorado que o vôo. No caso da viagem São Paulo – Belo Horizonte, mesmo em dias de pouco tráfego nas ruas, como nos fins de semana, esse percurso adicional pode consumir 1 hora e 40 minutos.
Para acabar com semelhantes transtornos e, além disso, desafogar o cada vez mais congestionado espaço aéreo das suas principais cidades, a França, a Alemanha e o Japão estão construindo um sistema ferroviário de última geração baseado em trens super-rápidos, capazes de transportar cerca de quinhentos passageiros – mais, portanto que um Jumbo – a até 400 quilômetros por hora. Naqueles países, ficou provado que em distâncias da ordem de 500 quilômetros chega-se antes ao ponto final da viagem indo de trem em vez de avião. As novas composições são legítimas descendentes, alimentadas pelas mais modernas tecnologias, dos comboios que fizeram parte da paisagem européia desde 1825, quando pela primeira vez uma locomotiva a vapor resfolegou a 24 quilômetros por hora pelo interior da Inglaterra.
Acima dos trilhos.
Há algo de novo no ar além dos trens de carreira. Alemães e japoneses já começaram a projetar os Maglev , as composições do futuro.O princípio é o da levitação eletromagnética; o efeito é o deslocamento dos vagões a altíssima velocidade, sem atrito, logo sem desagaste, com mínimo consumo de energia e, sobretudo, sem poluição. O modelo germânico, chamado Transrapid, do qual já foram construídos sete protótipos, usa eletroímãs tradicionais para fazer o trem levitar a 1 centímetro dos trilhos. O sistema consiste em uma seqüência de pólos invertidos, instalados na parte inferior dos trilhos e no interior de uma espécie de asa que abraça os trilhos por baixo. Com a atração de pólos opostos, o trem levita e, como a seqüência é logo invertida, o ímã da frente do trilho atrai o de trás no vagão, fazendo com que este seja impulsionado.
Na lateral da asa, outros ímãs ajudam a dirigir o trem – não houvesse uma lei que obriga a presença de condutores nos trens alemães, o Transrapid poderia ser “pilotado” apenas por um controlador em terra. Já o protótipo japonês, o Maglev MLU, usará as faladas cerâmicas supercondutoras, que não desperdiçam energia, para ser impulsionado. A tecnologia, ainda não completamente dominada, requer processos especiais, como o resfriamento das cerâmicas com hélio líquido – enquanto não se chega à supercondutividade a temperatura ambiente. Ao contrário do Transrapid, o MLU flutua por repulsão, a 10 centímetros dos trilhos. Na linha de testes, já alcançou 500 quilômetros por hora, enquanto o modelo alemão chegou a 412 quilômetros horários. Embora mais lento, o Transrapid tem a vantagem de usar um sistema já bastante conhecido, o que o torna economicamente mais viável.

5480 – Máquina Estatal – Os Ministérios


Dentre os Ministérios e respectivas Autarquias que compõem o Governo Federal, o mais antigo é o da Justiça, criado em 3 de julho de 1822, pelo Príncipe Regente D. Pedro, com nome de Secretaria de Estado de Negócios da Justiça. Os ministros auxiliam o Presidente da República no exercício do Poder Executivo. O de Relações Exteriores, por exemplo, assessora na formulação e execução da política externa brasileira.
Os Ministérios elaboram normas, acompanham e avaliam os programas federais, formulam e implementam as políticas para os setores que representam. São encarregados, ainda, de estabelecer estratégias, diretrizes e prioridades na aplicação dos recursos públicos.
O último Ministério criado trata-se da transformação da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca (SEAP) em Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), pela lei 11.958/09 de 26 de junho de 2009.
Esses são os atuais ministros, do Governo Dilma Rousseff:
Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mendes Ribeiro
Cidades – Agnaldo Ribeiro
Ciência, Tecnologia e Inovação – Marco Antônio Raupp
Comunicações – Paulo Bernardo
Cultura – Ana de Holanda
Defesa – Celso Amorim
Desenvolvimento Agrário – Afonso Florence
Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – Fernando Pimentel
Desenvolvimento Social e Combate à Fome – Tereza Campello
Educação – Aloísio Mercadante
Esporte – Aldo Rebelo
Fazenda – Guido Mantega
Integração Nacional – Fernando Bezerra Coelho
Justiça – José Eduardo Cardoso
Meio Ambiente – Izabella Teixeira
Minas e Energia – Edílson Lobão
Pesca e Aquicultura – Marcelo Crivera
Previdência Social – Garibaldi Alves Filho
Saúde – Alexandre padilha
Trabalho e Emprego – Paulo Roberto Pinto
Turismo – Gastão Vieira

5479 – Nutrição – Os tabus alimentares


Várias religiões proíbem o consumo de certos tipos de carne. Por exemplo, o judaísmo prescreve um conjunto estrito de normas, chamadas cashrut, declarando o que pode e não pode ser ingerido. Certos grupos cristãos também obedecem a essas regras ou a similares. Na prática islâmica, as leis do halal ditam, entre outras coisas, os tipos de alimento que não podem ser comidos. Hindus, jainistas e budistas freqüentemente seguem as recomendações quanto à prática do vegetarianismo e evitar o consumo de carne.
Os tabus culturais contra o consumo de alguns animais podem ser creditados à sua função de animal de estimação. Dentro de qualquer sociedade, alguns tipos de carne serão considerados tabu simplesmente porque estão fora da definição aceita como gênero alimentício, não necessariamente porque sejam consideradas repulsivas, no que diz respeito ao sabor, ao aroma, à textura ou à aparência.
Algumas autoridades impõem tabus alimentares culturais na forma da lei. Isto pode ser classificado como perseguição e infringir direitos. Por exemplo, mesmo depois da retomada do domínio chinês sobre Hong Kong, lá não houve a revogação do banimento das carnes de cães e gatos, imposta nos tempos coloniais.
Razões creditadas à saúde também contribuem para a criação e manutenção de um tabu. Comer carne de porco malcozida pode levar à teníase, enquanto muitos tipos de frutos do mar podem levar à intoxicação ou ao envenenamento alimentares.
Alguns tabus alimentares são atribuídos a efeitos de alimentos sobre pessoas em estado de saúde fragilizado, principalmente tratando-se de processos infecciosos. A ingestão desses alimentos, ditos carregados ou reimosos, dificultaria ou impediria o tratamento, podendo causar complicações sérias. Embora essa idéia tenha suporte de alguns profissionais de saúde, ainda continua controversa, carecendo de estudos.
Coelhos
Coelhos, tais como o coelho europeu ou lebres foram transformados em animais de estimação por muitos. Sem embargo, são alimento na Europa, América do Sul, América do Norte, China e Oriente Médio, entre outros. O consumo de carne de coelho, é muito anterior à sua função de animal de estimação, não sendo o consumo desse tipo de carne tabu para muitas pessoas.
O filme Roger and Me (“Roger e eu!), de Michael Moore, mostra um senhora pobre vendendo coelhos para “animais de estimação ou alimento”. A lebre é declarada especificamente como impura no livro do Levítico na Bíblia, fazendo-a um tabu para os judeus e os cristãos que seguem o Levítico.
Cães da pradaria’ e Esquilos
Cães da pradaria e esquilos foram caçados para alimentação nos Estados Unidos até a metade do século XX, mas recentemente adquiriram o status de animais de estimação exóticos. O atrativo desses animais como alimento era sua abundância e a facilidade em capturá-los. Esquilos ainda são comidos, especialmente no sul daquele país. Cães da pradaria, assim como outros roedores, podem servir de transmissores de doenças.
Cães
Em alguns países, à parte do fato de serem mantidos como animais de estimação, certas raças de cães são abatidas como fonte de carne e criadas em fazendas com este propósito em alguns países, como China e Coreia do Sul.
Gatos
Gatos são comumente comidos em partes da China. Em Cantão, a imprensa revelou o consumo de um prato com carne de gato e de cobra, chamado O Tigre e o Dragão. Em tempos de desespero, as pessoas lançam mão desse tipo de carne, como aconteceu em uma favela em Rosario, Argentina, em 1996 (embora haja informações desmentindo esse fato).
Gatos também são usados para produzir poções medicinais, como o gato líquido coreano, um remédio para as articulações feito com carne de gato cozida misturada a temperos e por sua pele.
Cavalos
A carne de cavalo não pode ser comida pelos judeus e por alguns grupos de cristãos porque, segundo a Lei Mosaica, não têm a pata fendida. Entretanto, os muçulmanos podem comer, dado que é considerada halal.
Em 732 d.C., o Papa Gregório III começou um esforço com o objetivo de impedir a prática pagã de comer carne de cavalo – com os mesmos fundamentos bíblicos dos judeus – denominando-a abominável, sendo que o povo da Islândia alegadamente expressou relutância em fazê-lo e em função disso recusou-se a adotar o Cristianismo por algum tempo.
Camelos
Outro animal não utilizado como alimento em boa parte do Ocidente é o camelo, embora seu consumo não seja incomum no Oriente Médio, no Norte da África e na Ásia Central. O consumo da carne de camelo é proibido pela Lei Mosaica, porque embora os camelos sejam ruminantes, não têm a pata fendida. Mesmo não tendo cascos, há uma explicação para a proibição: a pata do camelo é dividida em duas estruturas semelhantes a dedos e pela fisiologia – sua gordura fica nas suas corcovas. Isto faz sua carne ser muito magra. Mesmo que isto seja o ideal para a remoção do calor corporal, não o é para a alimentação.
No Quênia, bebe-se leite de camelo.
Renas
Embora as renas sejam um alimento popular em lugares como Alasca, Noruega, Suécia, Finlândia, Rússia e Canadá, muitas pessoas nos Estados Unidos e na Irlanda são enjoadiças com a idéia de comer carne de rena. Isto vem do mito popular da rena como ajudante de Papai Noel, completamente oposta à visão de vacas do norte dos países setentrionais.
Sangue
Beber sangue é um tabu social muito forte em vários países, freqüentemente envolvido com a idéia de vampirismo (o consumo de sangue humano).
Embora o chouriço ou as tortas com sangue entre seus ingredientes sejam comuns em várias partes do mundo, também há muita repulsão. Na China e no Vietnã come-se sangue coagulado de porco, pato ou ganso com macarrão, sozinho ou com outros acompanhamentos.
Seguidores do judaísmo, do islamismo, os adventistas do sétimo dia e as Testemunhas de Jeová são proibidos de beber sangue ou ingerir produtos feitos com sangue.
Os povos masai e batemi da Tanzânia bebem sangue de vaca com leite como parte importante de sua dieta diária. Os masai coletam o sangue de gado fazendo uma pequena incisão no pescoço do animal, mas sem abatê-lo no processo.
Um prato especial chamado Dinguan (literalmente, “de sangue”) é servido nas Filipinas. Consiste de tripas de porco ou boi, fígado e outros órgãos cozidos em sangue de boi ou de porco.
Vacas
Muitos hindus se abstêm completamente de carne, principalmente a de origem bovina, dado que a vaca é um animal sagrado; mas não há impedimento ao uso do leite e dos laticínios em geral. Algumas castas inferiores podem comer carne de búfalo. Atualmente, o consumo da carne de vaca está ganhando popularidade na Índia.
A carne de vaca também é rejeitada pelos mais velhos em Taiwan. A razão para isso está na crença de que seja errado comer um animal tão útil na agricultura.
Insetos
Não é incomum entre culturas nativas de regiões tropicais o consumo de larvas coletadas de troncos de coqueiros e de outras árvores.
Exceto para certos tipos de gafanhoto, os insetos em geral são proibidos pelo judaísmo, mas no Ocidente em geral considera-se o consumo de insetos mais repulsivo do que propriamente imoral. Certos insetos e larvas são associados à comida estragada.
Mas muitos tipos de insetos e invertebrados são consumidos em culturas não-européias: gafanhotos, grilos, lagartas e formigas, principalmente no Extremo Oriente.
No Brasil há a tradição rural de se comer a parte traseira da içá ou tanajura, rainha das formigas típicas do Novo Mundo chamadas saúvas.
O consumo de certos insetos faz parte íntegra da cultura gastronômica do México.
Carne de porco
O consumo da carne de porco é proibido entre os muçulmanos, os judeus e os adventistas do sétimo dia. Entretanto, muitas pessoas não consomem carne de porco, em função da associação com sujeira e outras questões – como o fato de o porco reter sujeira no corpo, ser onívoro, chafurdar na lama para se refrescar à medida que não possuem glândulas sudoríparas, e nas fezes, sem contar a possibilidade da presença de vermes. A última questão pode ser resolvida com um cozimento adequado da carne. Apesar deste fato, o consumo da carne de porco está disseminado pelo mundo.
Primatas
Alguns consideram o consumo da carne de macaco e outros primatas como algo próximo ao canibalismo, em função da similaridade entre nossas espécies. Tal similaridade aumente o perigo de contaminações virais. Ainda se come carne de macaco na Indonésia e na África subsariana. Uma das principais teorias para o surgimento do vírus da imunodeficiência humana (VIH ou HIV) é o consumo da carne de primatas com um vírus similar que sofreu mutação.
Ratos
Nas culturas ocidentais, ratos são considerados sujos e inadequados para consumo humano. Entretanto, são consumidos em Gana, nas regiões rurais da Tailândia, no Vietnã, no Laos e no Camboja. Historicamente, isto não impediu seu consumo no Ocidente durante tempos de fome ou de emergência durante as guerras (como os cercos), assim como em prisões.
Baleias
A caça às baleias não é proibida somente na Noruega, na Islândia e no Japão. Nesse países, a carne de baleia é comida, mas sofre um declínio na popularidade em função da pressão internacional e da sua proteção ecológica.
Apesar do banimento da caça à baleia nos Estados Unidos e no Canadá, certos povos indígenas podem fazê-lo por razões culturais, sob restrições quanto à época e à quantidade. Por exemplo, o povo ameríndio Makah, da região costeira do noroeste do país, na localidade de Neah Bay, no estado de Washington, tem o direito garantido por tratado federal à sua longa tradição de caçar baleias. Apesar de várias décadas sem o abate desse animal, recentemente membros da tribo decidiram reativar tal costume, causando profundas controvérsias na mídia e entre a população em geral.
Carne humana
De todas as carnes objetos de tabus, a carne humana figura como a mais proibida. Historicamente, o ser humano cedeu ao uso dessa carne em rituais (como o de certas tribos brasileiras, como os tupinambá, que comiam a carne de inimigos vencidos e valentes, como forma de obter sua valentia), em acessos de loucura, ódio ou fome. Já o povo ameríndio Makah, natural do noroeste dos Estados Unidos, praticavam um canibalismo ritualístico simbólico em seus festivais de potlatch, conforme documentado durante os primeiros contatos com os exploradores europeus. Acredita-se que o canibalismo ainda é praticado em algumas culturas, muito embora o assunto seja muito debatido, questionado e, de acordo com muitos, sem provas concretas.
Ovos de galinha com embrião
Nas Filipinas, no Oriente, existe o costume de se comer ovos de galinha chocados, cozidos, que são chamados especificamente de balut, algumas pessoas apreciam mais o sabor e textura dos ovos contendo um pintinho menos ou mais desenvolvido, dependendo do gosto individual.

5478 – Linguística – Quem mudou a palavra que estava aqui?


Ametista
Os gregos de 3 000 anos atrás se surpreenderiam ao saber que usamos essa pedra azul-violeta como um adorno e a guardamos numa caixinha de jóias. Para eles, a ametista era um amuleto para prevenir ressaca. Daí o nome: a, “sem”, e methystos, “embriaguez”.

Assassino
O mais antigo alucinógeno que se conhece é o haxixe, extraído das folhas do cânhamo. Há 18 séculos, os árabes já ficavam doidões mascando suas folhas. Acontece que algumas tribos árabes tinham também o hábito de torturar os inimigos capturados. E faziam isso em clima de festa, mascando haxixe. Essas tribos ficaram conhecidas como “comedoras de haxixe”, que, em árabe, se escreve hash-shas-hin, origem da palavra “assassino”.

Canário
O simpático passarinho amarelo tem nome de cachorro. Quando chegaram ao que hoje são as Ilhas Canárias, os romanos ficaram surpresos com a quantidade de cães selvagens que encontraram. Por isso, chamaram o arquipélago de insula canaria, “a ilha dos cães”.
Companhia
As empresas estão ficando cada vez mais impessoais e, além disso, a própria expressão “Companhia Limitada” não deixa de ser uma afronta ao sentido original da palavra. Em latim, cum, “junto”, e panis, “pão”, significava “vamos repartir o pão”. Pois é. Tudo mudou, desde as relações até o cardápio…

Cosméticos
A palavra grega para “ordem” era kosmos. Seu oposto era kaos, “bagunça”. Ao pé da letra grega, toda a parafernália hoje disponível de maquiagem e de produtos cosméticos serviria para consertar uma situação caótica. É claro que todos nós discordamos veementemente do sentido grego e ficamos com a definição atual de “realçar ainda mais o que já é belo”.

Dizimar
Um caso típico de exagero numérico. Se a gente lê que uma população foi “dizimada”, o que se entende é que não sobrou quase ninguém, quando, na verdade, deveriam ter sobrado exatos 90%. “Dizimar” vem do latim decimo, “dez”. Quando havia alguma rebelião em suas legiões, os romanos executavam um de cada dez soldados.

Formidável
Quando alguém nos diz que um trabalho que apresentamos é formidável, nós agradecemos o elogio. Há 1 000 anos, teríamos ficado deprimidos. Porque, então, formidare queria dizer “assustar” em latim. A mesma coisa aconteceu com “um assombro”, que hoje quer dizer “uma maravilha” e antigamente era só sinônimo de “tenebroso”.

Ginástica
Quem decide malhar numa academia de ginástica sabe que vai ter, entre outras coisas, que gastar uma boa grana com equipamentos e roupas especiais. Os gregos achariam isso um desperdício total de dinheiro, porque a palavra gymnos queria dizer, pura e simplesmente, “nu”. E gymnazo, de onde derivou “ginástica”, era “treinar pelado”.
Histérica
Para os gregos, as mulheres eram emocionalmente mais instáveis que os homens e, na falta de uma explicação mais científica, atribuíram essa instabilidade ao fato de elas possuírem útero, ou hystera.

Idéia
Se hoje “ter uma idéia” quer dizer “pensar”, no tempo dos antigos gregos queria dizer exatamente o oposto: id em grego era “ver”, e idea era alguma coisa “enxergada” com os próprios olhos. Alguém que não conseguisse “ter idéias” era, portanto, cego. Nós devemos aos filósofos essa idéia de que idéia é uma abstração. Santa filosofia!

Insulto
Um ataque físico é uma agressão, enquanto um ataque moral é um insulto. Mas houve um tempo em que o insulto era exatamente o mais físico dos ataques: a palavra vem do latim in, “em cima” e salio, “pulo”. Insultar era, literalmente, voar no pescoço do oponente. Quem disse que não estamos ficando mais civilizados?

Medíocre
Esse termo difamatório e seu irmão, “ordinário” eram, até há bem pouco tempo, usados com o sentido de “normal”. Ordinário é algo que está em ordem e medíocre é qualquer coisa que se situa na média. A mudança é o reflexo da competição acirrada dos tempos modernos: hoje em dia, ser igual aos outros ou atuar na média é uma tremenda desvantagem.

Nepotismo
A prática de arrumar uma boquinha para os parentes ganharem um troco sem precisar fazer muita coisa é um hábito antigo. O que mudou foi o grau de parentesco: nepotis era “sobrinho” em latim. Hoje, vale qualquer parente, até primo em quinto grau.

Precário
Precis, em latim, era “oração”, ou “prece”. Antigamente se acreditava que algo conseguido precariamente, ou seja, através da fé, era mais do que sólido. A mudança no sentido da palavra mostra que, com o tempo, os povos foram se convencendo de que ter fé é bom, mas insuficiente: além de rezar, é preciso fazer algo mais prático para conseguir se aprumar na vida.

Químico
Os árabes passaram séculos tentando encontrar uma maneira de transformar metais em ouro puro. Da palavra árabe para “ouro” al-kimia, derivaram duas ciências: a própria alquimia, meio esotérica, e a química, mais científica, que se expandiu e hoje parece capaz de transformar qualquer coisa em qualquer coisa, menos metais em ouro.

Senador
A palavra latina senex quer dizer “velho”. É dela que vem, por exemplo, “senil”. Aqueles que conseguiam chegar à velhice sem caducar passavam a ser considerados sábios. E os povos antigos respeitavam esses velhinhos, tanto que eram reunidos numa espécie de Clube da Terceira Idade, a quem os jovens iam pedir opiniões e conselhos. Daí vieram os “senadores”, ou “associação de velhos”.

Sarcófago
Impressiona perceber que os sarcófagos egípcios conservaram as múmias quase intactas por milhares de anos. Mas os egípcios atribuiriam esse fato a uma falha de projeto. A palavra vem do grego sarx, “carne” e phagein, “comer”. Ou seja, a finalidade do sarcófago não era a de preservar o corpo do falecido, mas a de facilitar sua decomposição. Ou então, se não for isso, quem inventou a palavra estava falando grego…

Virilidade
Pra ver como antigamente tinha um pessoal bem machista… Virtus, em latim, era “virtude”. Por exemplo, falar com perfeição, ter excelentes padrões de moralidade, combater com coragem. A “virilidade”, ou a soma das virtudes, tanto se aplicava ao homem quanto à mulher. Mas aí o tempo foi passando, passando e “virilidade” se tornou sinônimo de “masculino”. Para a mulher, teve que ser criada a variação “virtuosa”.

5477 – De onde surgiu a expressão: “trocar gato por lebre”?


Até Camões caía nesse tipo de golpe
Levar gato por lebre é ser engana­do, levar algo sem valor acreditando ser bem mais caro. A expressão teve origem em Portugal, onde o “churras­quinho de gato” era bem mais apre­ciado do que por aqui. Os lusitanos gostavam tanto da carne do pobre bi­chano que, no século 19, a caçada aos gatos para fins culinários virou moda entre os estudantes de Coimbra.
Como a carne do felino era mais barata, algumas estalagens de Portu­gal e da Espanha serviam gato como se fosse lebre. Era uma prática tão co­mum que Luís de Camões, no Auto dos Enfatriões, escreveu: “Fantasia de don­zela / não há quem como eu as quebre / porque certo cuidam elas / que com palavrinhas belas / nos vendem gato por lebre.” LíVIA LOMBARDO. (AVENTURAS NA HISTÓRIA – Ed. Abril)

5476 – De onde surgiu a expressão: “fazer de gato e sapato”


Expressão pode ter surgido de uma brincadeira

Quando alguém é tratado com desprezo, dizemos que a pessoa foi feita de gato-sapato. A origem mais provável para a alcunha está em um jogo antigo conhecido como gato­-sapato. Na brincadeira, uma criança de olhos vendados tinha de agarrar um colega. Enquanto tentava, outras crianças batiam nela com sapatos. Daí a expressão “fazer de gato-sapato”.
Já o escritor Marcelo Duarte apon­ta outra possível origem para a ex­pressão. Segundo ele, tudo poderia ter começado numa época em que era moda abreviar palavras. Sapato, que se escrevia com “ç”, era reduzido para “çato”. Dependendo da letra de quem escrevia ou da atenção de quem lia, “çato” poderia ser facilmente confun­dido com “gato”. LÌVIA LOMBARDO. (AVENTURAS NA HISTÓRIA – Ed. Abril)

5475 – O que é ouvido absoluto?


É a capacidade de perceber e dar nome a cada uma das notas que chegam ao seu ouvido. Não só música, mas todos os sons como os de buzina, chiados da Natureza, vozes de animais, barulhos de máquina. A explicação para tal dom não está no aparelho auditivo e sim na cabeça. ndivíduos assim possuem mais capacidade de receber e interpretar estímulos do lado esquerdo do cérebro, onde os sons são processados e uma a cada 10 mil pessoas tem tal habilidade, mas não se sabe explocar o porquê. Alguns acham que é característica herdada geneticamente, outros que é talento e treino.
Jimi Hendrix – Sem grana para comprar um diapasão, ele foi na loja e dedilhou um instrumento aberto e afinou seu 1° violão. Aprendia todo o repertório de uma banda nova ouvindo as músicas uma só vez.
Mozart – Aos 5 anos já tocava piano e compunha músicas internas.
João Gilberto – Parte de seu mau humor vem de seu ouvido absoluto. Não tolera celular,cohilos na platéia, ar condicionado barulhento ou caixas desreguladas.
Hermeto Pascoal – Quando criança transformava bacias com água, panelas, penicos em instrumentoas afinadíssimos.

5474 – Fitness – O cansaço nosso de cada dia


Uma boa malhação na academia de ginástica geralmente produz mudanças químicas nos músculos, percebidas como cansaço. Sensação semelhante ocorre após oito horas de trabalho com muita concentração mental atrás de uma mesa de escritório. Mas as alterações químicas são diferentes. Com a ajuda de um espectrômetro de ressonância magnética, capaz de acompanhar a movimentação dos compostos químicos no organismo, médicos americanos descobriram que a sensação de cansaço é diretamente proporcional à liberação pelos músculos de uma substância chamada fosfato monovalente. Essa substância limita a capacidade de contração das fibras musculares.
Nos casos de cansaço devido a pesados exercícios físicos, ocorre uma grande liberação de fosfato monovalente, mas quase não há alterações nos sinais enviados pelo sistema nervoso aos músculos. O contrário ocorre após um dia extenuante no escritório, quando a sensação de cansaço repousa inteiramente no sistema nervoso e ocorrem, naturalmente, poucas alterações químicas nos músculos.

5473 – Sonda Cassini detecta oxigênio em lua de Saturno


Folha Ciência

A sonda espacial Cassini detectou oxigênio em baixa concentração na lua Dione, o que indica que o planeta teria uma tênue atmosfera, embora muito menos densa que a da Terra.
“A sonda Cassini encontrou pela primeira vez oxigênio na gelada lua de Saturno, Dione”, anunciou a equipe encarregada da missão.
No entanto, o oxigênio está muito disperso (um por cada 11 centímetros cúbicos), o que faz esta concentração equivalente à da atmosfera da Terra a uma altura de 480 quilômetros.
“Agora sabemos que Dione, da mesma forma que os anéis de Saturno e sua lua Rhea, é uma fonte de moléculas de oxigênio”, indicou Robert Tokar, um membro da missão Cassini no Laboratório Nacional de Los Álamos, nos EUA.
A descoberta feita pela sonda espacial Cassini indica que o oxigênio é comum no sistema de luas de Saturno e que pode surgir em processos que não implicam formas de vida.
O oxigênio, elemento básico para a vida na Terra, onde sua concentração na atmosfera chega a cerca de 21%, poderia se originar nas luas de Saturno devido a fótons solares ou partículas de energia que impactam contra a superfície de água gelada do satélite.
Os cientistas não pensavam que Dione, devido a seu pequeno tamanho, pudesse abrigar uma atmosfera.
A sonda Cassini, lançada em 1997, é um investimento que conta com a participação da Nasa, da ESA (Agência Espacial Europeia) e da Agência Espacial Italiana, cujo objetivo é estudar as mudanças climáticas em Saturno e em suas luas.

Lua Dione, uma das dezenas de luas de Saturno

5472 – Instituições Científicas – O EMPRAPA


EMBRAPA, por onde estão espalhados os centros de pesquisas

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) é uma instituição pública de pesquisa vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Criada em 26 de abril de 1973, tem como objetivo o desenvolvimento de tecnologias, conhecimentos e informações técnico-científicas voltadas para a agricultura e a pecuária brasileira.
Tem como missão “Viabilizar soluções de pesquisa, desenvolvimento e inovação para a sustentabilidade da agricultura, em benefício da sociedade brasileira”.
A sua atuação junto à sociedade baseia-se numa estrutura organizacional composta de Unidades de Pesquisa, Unidades de Serviços e Unidades Centrais, contando com 9.248 empregados, dos quais 2.215 são pesquisadores. Suas unidades (centros de pesquisa) estão distribuídas em quase todos os Estados do Brasil e suas ações de pesquisa têm abrangência nacional.
Está sob a sua coordenação o Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária-SNPA, constituído por instituições públicas federais, estaduais, universidades, empresas privadas e fundações que, de forma cooperada, executam pesquisas nas diferentes áreas geográficas e campos do conhecimento científico.
Em termos de cooperação internacional, a Embrapa mantém 78 acordos bilaterais de cooperação técnica com mais de 56 países e 89 instituições, bem como acordos multilaterais com 20 organizações internacionais, envolvendo principalmente a pesquisa em parceria. Mantém ainda laboratórios virtuais no exterior (Labex) para o desenvolvimento de pesquisas e prospecção de tendências em temas na fronteira do conhecimento nos Estados Unidos, França, Inglaterra, Holanda e Coréia do Sul. Também possui um escritório em Gana para compartilhar conhecimento científico e tecnológico junto aos países africanos e, mais recentemente, no Panamá e Venezuela visando a uma atuação na América Latina.

5471 – ☻ Mega Conto – As estações


Um homem tinha quatro filhos. Ele queria que seus filhos aprendessem a não julgar as coisas de modo apressado, por isso, ele mandou cada um viajar para observar uma pereira que estava plantada em um distante local.
O primeiro filho foi lá no Inverno, o segundo na Primavera, o terceiro no Verão e o quarto e mais jovem, no Outono.
Quando todos eles retornaram, ele os reuniu e pediu que cada um descrevesse o que tinham visto.
O primeiro filho disse que a árvore era feia, torta e retorcida.
O segundo filho disse que ela era recoberta de botões verdes e cheia de promessas.
O terceiro filho discordou. Disse que ela estava coberta de flores, que tinham um cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele arriscaria dizer que eram a coisa mais graciosa que ele tinha visto.
O último filho discordou de todos eles; ele disse que a árvore estava carregada e arqueada, cheia de frutas, vida e promessas…
O homem, então, explicou a seus filhos que todos eles estavam certos, porque eles haviam visto apenas uma estação da vida da árvore…
Ele falou que não se pode julgar uma árvore, ou uma pessoa, por apenas uma estação, e que a essência de quem eles são e o prazer, a alegria e o amor que vêm daquela vida, podem apenas ser medidos ao final, quando todas as estações estiverem completas.
Se você desistir quando for Inverno, você perderá a promessa da Primavera, a beleza do Verão, a expectativa do Outono.
Não permita que a dor de uma estação destrua a alegria de todas as outras. Não julgue a vida apenas por uma estação difícil.

5470 – Mensagens de Paz – Humildade e Entendimento


Tenhamos a humildade para reconhecer,
que todos nós somos alunos nessa escola da vida chamada Terra.
Estamos aqui para aprendermos uns com os outros,
a trabalhar o nosso conhecimento, aprendizado e evolução.
Não somos melhores nem piores do que os outros,
pois o estágio em que cada um de nós se encontra é transitório.
Chegará o dia em que todos alcançaremos o entendimento,
e o conhecimento daquilo que realmente é importante para nós,
ou seja, o burilamento do nosso Espírito,
onde haverá espaço somente para os bons sentimentos,
e principalmente para o amor incondicional.
Sejamos humildes para reconhecer,
que ainda estamos muito longe da perfeição,
e do conhecimento das verdades da vida. Estamos caminhando.
Assim, sigamos pela estrada da vida com humildade,
aprendendo passo a passo,
construindo o nosso futuro sobre bases sólidas,
e acima de tudo respeitando e amando o nosso próximo!

Da obra Gotas de Paz

5469 – MPB – As águas de março


É uma canção brasileira do compositor, músico, arranjador, cantor e maestro Tom Jobim, de 1972. A canção foi lançada inicialmente em compacto simples e, a seguir, no álbum Matita Perê, no ano seguinte. Em 1974, uma versão em dueto com Elis Regina foi lançada no LP Elis & Tom. Posteriormente, Tom Jobim compôs uma versão em língua inglesa, que manteve a estrutura e a metáfora central do significado da letra.
A canção chegou a inspirar uma campanha publicitária da empresa Coca-Cola na década de 1980, com um arranjo mais próximo do rock e outros versos. A versão em inglês da música foi também utilizada, já na década de 1990, como tema publicitário para o lançamento do Ayala Center, nas Filipinas.
Em 2001, foi nomeada como a melhor canção brasileira de todos os tempos em uma pesquisa de 214 jornalistas brasileiros, músicos e outros artistas do Brasil, conduzida pelo jornal Folha de São Paulo. Na pesquisa realizada pela edição brasileira da revista Rolling Stone, em 2009, a canção ocupa o segundo lugar, atrás de Construção, de Chico Buarque de Holanda.
“Águas de Março” teve, ao menos, duas grandes fontes de inspiração. Uma é o poema “O caçador de esmeraldas”, do poeta parnasiano Olavo Bilac (“Foi em março, ao findar da chuva, quase à entrada / do outono, quando a terra em sede requeimada / bebera longamente as águas da estação. Outra é um ponto de macumba, gravado com sucesso por J.B. de Carvalho, do Conjunto Tupi (“É pau, é pedra, é seixo miúdo, roda a baiana por cima de tudo”).
A metáfora central das “Águas de março” é tomada como imagem da passagem da vida cotidiana, seu motocontínuo, sua inevitável progressão rumo à morte – como as chuvas do fim de março, que marcam o final do verão no sudeste do Brasil. A letra aproxima a imagem da “água” a uma “promessa de vida”, símbolo da renovação.
A letra e a música operam progressões lentas e graduais, à maneira das enxurradas. Os efeitos de orquestração chegam a ser cinematográficos, a partir das relações que estabelecem entre elementos musicais e imagens do texto. Algumas metáforas são dignas de nota pela sutileza e propriedade, como o quase imperceptível “tombo da ribanceira”, que acontece numa rara variação rítmica da linha do contrabaixo, além de vários movimentos de crescendo e decrescendo do naipe de cordas, reforçando o apelo da imagem da chuva na letra.

5468 – Geografia do Brasil – Rondônia


Cacoal, no meio da Amazônia

Está localizado na região Norte e tem como limites os estados do Mato Grosso (a leste), Amazonas (ao norte), Acre (a oeste) e a República da Bolívia (a oeste e sul). O estado possui 52 municípios e ocupa uma área de 237.576,167 quilômetros quadrados, sendo aproximadamente cinco vezes maior que a Croácia, e mais de duas vezes maior que a Bulgária. Sua capital e maior município é Porto Velho. Outras cidades importantes são: Ariquemes, Cacoal, Guajará-Mirim, Espigão do Oeste, Jaru, Ji-Paraná, Rolim de Moura e Vilhena.
Com 1.576.423 habitantes (IBGE/2011), Rondônia é o 3º estado mais populoso e o mais denso da região Norte, sendo o 23º mais populoso do Brasil. A população rondoniense é uma das mais diversificadas do Brasil, composta de migrantes oriundos de todas as regiões do país, dentre os quais destacam-se os paranaenses, paulistas, mineiros, gaúchos, capixabas, baianos e matogrossenses (cuja presença é marcante nas cidades do interior do estado), além de cearenses, maranhenses, amazonenses e acreanos, que fixaram-se na capital, preservando-se ainda os fortes traços amazônicos da população nativa nas cidades banhadas por grandes rios, sobretudo em Porto Velho e Guajará-Mirim, as duas cidades mais antigas do estado.
O antigo território do Guaporé, criado pelo decreto-lei nº 5.812, de 13 de setembro de 1943, chamou-se Rondônia desde 17 de fevereiro de 1956, em homenagem ao sertanista brasileiro Cândido Mariano da Silva Rondon (1865-1958), desbravador da região, Guaporé, rio entre o Brasil e a Bolívia, é, segundo o naturalista alemão von Martius (1794-1868), o tupi wa “campo” e poré “catarata”, isto é, “cachoeira do campo, rio campestre”. Como em muitos casos da geonímia, o nome Guaporé designou inicialmente o rio, passando em seguida a se referir à região.
O estabelecimento definitivo do antigo território do Acre, em 1903, deu impulso ao desenvolvimento da região, pois o Tratado de Petrópolis obriga o Brasil a construir a ferrovia Madeira-Mamoré. A rede telegráfica estabelecida pelo marechal Cândido Rondon foi outro importante fator que contribuiu para a integração do extremo oeste brasileiro. Em 1943 foi constituído o Território Federal de Guaporé, com capital em Porto Velho, com o desmembramento de parte de Mato Grosso e do Amazonas. A intenção era apoiar de maneira mais direta a ocupação e o desenvolvimento da área. Em 1956, o território passou a se chamar Rondônia.
Até a década de 1960, a economia se resumia à extração de borracha e de castanha-do-pará. O crescimento acelerado só começou a ocorrer, de fato, a partir dos anos 1960 e 1970. Os incentivos fiscais aos empreendimentos privados e os investimentos do governo federal, bem como os projetos de construção de rodovias e de implantação de núcleos de colonização, estimularam a migração, em grande parte originária do Centro-Sul.
No decorrer de 1979 tomou corpo o projeto de transformar Rondônia em estado, medida que se tornava cada vez mais necessária em vista do agravamento dos problemas do território, em sua maioria em consequência do grande afluxo de imigrantes. O primeiro passo nesse sentido foi a assinatura, em janeiro de 1980, de um convênio entre os ministérios do Interior e da Fazenda, pelo qual Rondônia passava a arrecadar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICM) e o Imposto Único sobre Minerais (IUM).
Em dezembro de 1981 o Congresso aprovou o projeto ordinário do poder executivo pelo qual o território de Rondônia era elevado a estado da União. O governo do novo estado, o 23º da federação brasileira, instalou-se em 4 de janeiro de 1982, com a posse do coronel Jorge Teixeira de Oliveira, que já governava o território desde 15 de março de 1979.
Em 2007, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) divulga um possível aumento de desmatamento entre setembro de 2006 e setembro de 2007. O Ibama aponta como possíveis causas a expectativa para a construção das usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, no rio Madeira (com conclusões previstas para até 2012), e a transferência parcial do poder do Ibama de dar concessões a empresas para que comprem madeira e a vendam à Secretaria Estadual do Desenvolvimento Ambiental (Sedam). Mas os dados divulgados pelo Inpe indicam para o período de agosto de 2006 a julho de 2007 uma queda da área desmatada de 2.049 para 1.611 quilômetros quadrados. A fiscalização federal e estadual e o Licenciamento Ambiental Rural são considerados os principais fatores para essa queda.

Rio Madeira em Porto Velho

Cerca de setenta por cento da superfície de Rondônia é recoberta pela floresta pluvial amazônica. Os restantes trinta por cento correspondem a cerrados e cerradões que revestem a superfície tabular do chapadão. No entanto, causa preocupação o desmatamento, que se acelerou em meados da década de 1980, para a exploração de minérios.
Ecologia
Com o objetivo de proteger a natureza e garantir a preservação ambiental de extensas áreas não habitadas, o Governo Federal passou a criar parques e reservas naturais na região Amazônica. O Parque Nacional de Pacaás Novos foi criado em 1979 e ocupa área de 765.000 hectares nos municípios de Porto Velho, Guajará-Mirim, Ariquemes e Ji-Paraná. Com extensa área de plateau coberta por espessa vegetação de cerrado, nele se encontra a Chapada dos Pacaás Novos, na região oeste do Estado.
Na fronteira com o Estado de Mato Grosso às margens do rio Ji-Paraná, encontra-se a Reserva Biológica Nacional do Jaru, com área de 268.150 hectares, também criada em 1979.
Na região sul do Estado encontra-se a Reserva Natural do Guaporé, que cobre uma área de 600.000 hectares. O acesso à região é feito por barco. Dentro da reserva, a três dias de viagem da cidade de Guajará-Mirim, podem ser visitadas as ruínas do Real Forte Príncipe da Beira, construído no século XVIII pelos colonizadores portugueses.
Reserva Roosevelt
Na Reserva Roosevelt, formada por 2,7 mihões de hectares e de propriedade dos Indíos Cintas-Largas, localizada em Espigão do Oeste, habitam cerca de 1.200 indíos.
Um estudo inédito que mapeou as reservas minerais do Brasil, apontou que o garimpo do Roosevelt é de uma espécie raríssima. Elaborado pela Companhia de Pesquisa e Recursos Minerais (CPRM), o levantamento apontou que o kimberlito tem 1,8 bilhão de anos e uma capacidade de produção de no mínimo um milhão de quilates por ano. Esse número subestimado coloca a Roosevelt, no mínimo, entre as cinco maiores minas de diamantes do mundo.

5467 – Fauna Brasileira – O Uirapuru


Uirapuru, assim como irapuru, guirapuru, arapuru, irapurá, virapuru, tangará, rendeira, pássaro-de-fandango e realejo, é a designação comum a diversas aves da família dos Pipridae, especialmente as mais coloridas dos gêneros Pipra L., Chiroxiphia Cab. e Teleonema Reich.
É um pássaro ativo que se locomove muito rapidamente. Alimenta-se de frutas e, principalmente de pequenos insetos. Tem os pés grandes, plumagem pardo-avermelhada, laranja entre outras. Vive em meio a floresta úmida, nas Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia, e encontra-se em quase toda região amazônica brasileira. O seu canto mavioso é longo e melodioso parecido com uma flauta e só é ouvido ao amanhecer, enquanto constroi o ninho para atrair a fêmea, durante uns 15 dias por ano.
Na Região Norte do Brasil, a população acredita que levar o uirapuru empalhado consigo traz sorte na vida e no amor, o que é uma das causas pela qual o pássaro se encontra ameaçado de extinção.
(Cyphorhinus aradus) é uma ave canora conhecida pelo seu canto particularmente elaborado, o que justifica que também seja conhecido vulgarmente como músico ou corneta. É reconhecido, também, apenas por uirapuru ou arapuru, guirapuru, rendeira, tangará ou virapuru. O termo é originário da língua Tupi-guarani “wirapu ‘ru” e aplica-se ainda a outros trogloditíneos e pipríneos amazônicos. É famoso pelo seu canto e pelas lendas que o envolvem. É usado como talismã para trazer sorte na vida e no amor, sendo empalhado ou utilizado a sua pele.
O seu habitat preferencial é o estrato inferior da floresta úmida, tanto em terra firme como, principalmente, em florestas de várzea. É nativo da América do Sul – Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia, – podendo ser encontrado em quase toda a Amazónia brasileira, excepto no alto Rio Negro e na região oriental do Rio Tapajós.
Come, principalmente, insetos, mas também se alimenta de frutas. Acredita-se que o uirapuru, como vários outros pássaros amazônicos, alimenta-se mais ativamente durante as estações chuvosas, quando formigas taocas saem dos formigueiros e passam a atacar animais rasteiros próximos, provocando movimentação que atrai os pássaros. Igualmente, crê-se que o uirapuru tenha o hábito de esperar até que outras espécies deixem o local para se alimentar, inspirando o ditado de que “enquanto os outros comem, o uirapuru canta”.
O uirapuru locomove-se rapidamente no solo ou no meio das folhagens. Pode formar casais ou ficar em conjunto com outras espécies de pássaros. Há uma lenda que diz que ele atrai bandos de aves com a sua bela melodia; entretanto, ele apenas integra bandos em busca de alimento. Seus voos são curtos e sussurrantes em movimentos de vai-e-vens (voa e volta para o mesmo lugar), em área limitada.
No folclore do norte do Brasil, o uirapuru é conhecido por ter um dos mais belos cantos entre as aves, fazendo com que todos os outros pássaros param de cantar para ouvi-lo. Também se diz que, por lembrar um flautim, flauta ou clarinete, o canto do uirapuru inspiraria poetas.
O compositor Villa-Lobos compôs em 1917 o poema sinfônico “Uirapuru”, baseado em material do folclore coletado em viagens pelo interior do Brasil. Na lenda que inspirou a obra, o pássaro encantado – “rei do amor” – é flechado no coração por uma moça embevecida com a suave canção e transforma-se em um bonito jovem.
O canto do uirapuru pode ser curto e forte, quando pretende demonstrar domínio do território; ou longo e melodioso, quando sua intenção é a atração sexual. Dura de 10 a 15 minutos ao amanhecer e ao anoitecer, na época da construção do ninho, e canta apenas cerca de quinze dias por ano.
Algumas lendas sobre o uirapuru:
“Um pássaro de canto perfeito é atingindo por uma flecha de uma moça apaixonada e se transforma em um belo guerreiro. Cheio de inveja, um perverso feiticeiro toca uma bela canção em sua flauta encantada e faz com que o rapaz suma. A partir daí, só a maravilhosa voz do guerreiro permaneceu na mata. É raro observar o uirapuru, entretanto frequentemente seu canto é ouvido na mata.”
“O homem que obtiver uma pena, terá sorte nos negócios e com as mulheres. A mulher que conseguir um pedaço do ninho terá a pessoa que ama apaixonada e fiel pelo resto da vida. Quem ouvir o canto deverá fazer um pedido, que será rapidamente realizado.”
” Havia uma tribo de índios, onde duas índias lindas amavam o cacique. Com dúvida em qual escolher, o cacique prometeu casar-se com aquela que tivesse melhor pontaria, então propôs um desafio: a índia que acertasse a flecha no alvo seria sua amada. Apenas uma das índias acertou a flecha no alvo, e foi a que casou-se com o cacique, a outra, triste, pediu ao deus dos índios, Tupan, que a transformasse em um pássaro para poder observá-los discretamente e hoje, dizem que o homem que obtiver uma pena terá sorte nos negócios e com as mulheres. A mulher que conseguir um pedaço do ninho terá a pessoa que ama apaixonada e fiel pelo resto da vida. Quem ouvir o canto deverá fazer um pedido, que será rapidamente realizado.”

Ouça o canto do Uirapuru:

5466 – Calendário – Por que o mês de fevereiro tem só 28 dias?


No ano de 46 aC, o imperador romano Júlio César promoveu uma reforma no calendário e um dia foi acrescentado a cada 4 anos, daí o ano bissexto, e os meses passaram a ter 31 dias. Nos anos bissextos, o mês de que tinha 29 dias, ficava com 30. Em 44 aC, no 2° ano de vigência de tal calendário juliano, o senado decidiu homenagear o imperador e propôs que o mês de quintilhis, que tinha 31 dias, passasse a se chamar Julius. 36 Anos depois, em 8 aC, o nome do 8° mês, sextílio, foi mudado para augustus (agosto), em honra ao então imperador César Augusto. Mas, como o mês esclhido para a homenagem tinha 30 dias, um a menos que o de Júlio César, optou-se por tirar um de fevereiro, que ficou então com 28. Para manter o critério de alternância do calendário juliano, setembro passou a ter 30 dias e assim sucessivamente.

5465 – Música -The Jones Girls


Mais uma grande banda feminina dos EUA.
São um trio de irmãs de Detroit,Michigan nos EUA. Brenda, Valorie e Shirley Jones. Trabalharam com Diana Ross de 1975 a 1978. Seu maior sucesso foi “You Gonna Make Me Love Somebody Else”. A canção quebrou a Billboard Magazine Top 40 em 38 em maio de 1979. A canção também foi um Top 5 hit R & B.
Após o lançamento eo fracasso de seu álbum EUA quarta, no alvo, a vocalista Shirley Jones seguiu uma carreira solo e teve um # 1 R & B hit na Billboard com “Do You Get Enough Love”, de seu álbum de estreia top-ten sempre na Mood. “Você Get Enough Love” foi escrita por Coelho Sigler , que também produziu com Kenny Gamble.
Infelizmente, Valorie Jones morreu em 2 de dezembro de 2001, em Detroit, Michigan, aos 45 anos de idade.