9133 – Mega Notícias – Uma floresta que morreu de frio


The_Mere,_Ellesmere

A descoberta de vegetais petrificados no Pólo Norte, revela que há 45 milhões de anos a região era povoada por árvores de até 30 metros de altura e bichos grandes como as antas
A paisagem é desoladora. Um vasto deserto gelado, do qual emergem, aqui e ali, algumas flores polares, uns poucos salgueiros anões e líquens, circundado por montanhas que chegam a atingir 2 600 metros de altitude. De resto, só pedras e areia. Assim é Ellesmere, a maior das ilhas que compõem o conjunto das Ilhas Rainha Elizabeth, com 196 236 quilômetros quadrados, no longínquo Ártico canadense.

Tal ilha faz parte da Região de Qikiqtaaluk do território canadense de Nunavut. Situada no arquipélago ártico canadense, é considerado parte das Ilhas Rainha Elizabeth, com Cabo Columbia sendo o ponto mais setentrional da terra, no Canadá. Compreende uma área de 196.235 km2 (75.767 sq mi) eo comprimento total da ilha é de 830 km (520 milhas), tornando-se o décimo maior ilha do mundo e terceira maior ilha do Canadá. O sistema ártico Cordilheira montanha cobre grande parte de Ellesmere Island, tornando-o mais montanhosa do arquipélago ártico canadense. O salgueiro Ártico é o único espécies lenhosas para crescer em Ellesmere Island.
Os primeiros habitantes humanos da ilha de Ellesmere eram pequenas bandas desenhadas para a área de caribu Peary, muskox, e mamíferos marinhos caça cerca de 2000-1000 aC. Como foi o caso para os (ou Palaeoeskimo) caçadores de Dorset e Neoeskimos pioneira, a Ilha de Pós-ruína e tarde Thule cultura Inuit usados ​​região Bache Península extensivamente verão e no inverno até que as circunstâncias ambientais, ecológicos e sociais provocados possivelmente a área a ser abandonado. Foi a última região do Alto Ártico canadense a ser despovoada durante a “Pequena Idade do Gelo”, que atesta a sua importância econômica em geral como parte do Smith Som esfera da cultura da qual era ocasionalmente uma parte e, por vezes, o componente de liquidação diretor. Vikings da Groenlândia colônias atingiram Ellesmere Island, Skraeling Island and Ruin Ilha durante expedições de caça e comércio com os grupos Inuit. Estruturas incomuns sobre Bache península podem ser os restos de um final de período Dorset pedra maloca. O primeiro europeu a avistar a ilha após o auge da “Pequena Idade do Gelo” foi William Baffin em 1616. Ilha Ellesmere foi nomeado em 1852 pela expedição de Edward Inglefield após Francis Egerton, 1 º conde de Ellesmere. A expedição americana liderada por Adolphus Greely, em 1881, atravessou a ilha de leste a oeste.

9132 – Como o camelo resiste tanto tempo sem beber água?


O camelo é capaz de beber até 100 litros de água por vez. O líquido é usado para hidratar o organismo. “Com isso, seu corpo fica preparado para enfrentar a seca”. O camelo possui ainda alguns truques que evitam que ele perca muito líquido e possa ficar até três semanas sem beber água. O primeiro está nas narinas. A parte interna delas tem a forma de cones e espirais, evitando que a areia entre, ajudando a manter a umidade. As paredes da cavidade nasal têm a capacidade de absorver água. Quando o animal expira, as paredes retêm a umidade do ar que está saindo e quando inspira, o ar seco passa pelas paredes e leva para dentro o que havia sido absorvido. O dorso do camelo é recoberto por um pêlo denso que ajuda a proteger do calor solar e diminui a transpiração. A quantidade de urina que o animal elimina também é pequena, se comparada à quantidade de bebida que ele ingere. Além de adaptado para viver em lugares secos, o camelo também está preparado para se virar com pouca comida. Suas corcovas são uma grande reserva de gordura que se acumulam nos meses em que há alimento, para consumir durante a escassez. A língua e o céu da boca são bastante resistentes, e ele pode comer até plantas com espinho, comuns nas regiões desérticas onde vive e que também fornecem ao animal pequenas quantidades de água.

9131 – Saúde – Como uma forte emoção pode provocar um infarto?


Quando uma pessoa sente uma forte emoção como um susto, por exemplo, as glândulas adrenais (localizadas na parte superior dos rins) liberam adrenalina. Ela entra na corrente sanguínea e prepara o organismo para enfrentar a situação. No coração, provoca o aumento dos batimentos. Com isso, mais sangue é bombeado para os músculos e a pessoa pode correr, se for o caso. A adrenalina estimula, ainda, uma contração dos vasos sanguíneos, que serve para “empurrar” o sangue e melhorar a irrigação em centros vitais, como o cérebro. O aumento de intensidade do trabalho cardíaco e o estreitamento dos vasos podem ocasionar o infarto – morte de tecidos por falta de oxigenação – se já houver alguma artéria coronariana (as que levam sangue ao coração) semi-obstruída. O coração é um músculo que, como qualquer outro, precisa de oxigênio. Quando o trabalho se intensifica, também aumenta a necessidade do gás. Se uma artéria que atende aquela região do corpo tiver alguma obstrução, vai deixar passar menos sangue do que o necessário e aí acontece o infarto. Outra possibilidade é que a contração de uma artéria que já tenha certo entupimento resulte em um bloqueio total, também causando o infarto. “Muitas vezes a pessoa nem sabe que o órgão está doente, mas nessa hora o problema se manifesta”, explica um cardiologista do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas, em São Paulo.

9128 – Asteroide passou ‘perto’ da Terra e voltará em 2032


Um asteroide descoberto no dia 8 de outubro se aproximou (bem pouco) da Terra na última quarta-feira e deve voltar aos arredores do planeta em 2032. Segundo a agência espacial americana, o risco de impacto será minúsculo.
O asteroide batizado de 2013 TV135 passou a 6,7 milhões de quilômetros da Terra nesta semana e foi descoberto por astrônomos na Ucrânia. Apesar de só terem uma semana de observações para estimar sua trajetória, eles acreditam que o asteroide vai voltar em 2032.
A chance de um impacto com a Terra é de um em 63 mil, segundo eles. “Ou seja, isso coloca a probabilidade de não haver impacto em 2032 em 99,998%”, afirmou Don Yeomans, da Nasa.
O asteroide tem quase 400 m de largura. O programa da Nasa de observação de objetos próximos à Terra já identificou mais de 10 mil asteroides e cometas na vizinhança do planeta até agora.

9127 – Mega Ciência – A Arqueologia


É a ciência que se preocupa em estudar o modo de vida das pessoas em épocas passadas e surgiu no século 16 na Europa. Nessa época, porém, a Arqueologia consistia em apenas colecionar antiguidades, como objetos que assinalavam a presença do homem no mundo, desde a pré-história.
Dentro da arqueologia existem várias subdivisões ou campos de estudo que variam de acordo com o foco do que está sendo estudado ou mesmo da maneira como o estudo é feito. A etnoarqueologia, por exemplo, é um campo que estuda as sociedades atuais (indígenas, caiçaras, etc.) com o fim de compreender, através da observação destas, o modo de vida das sociedades extintas. Em locais como o Brasil e a África, onde ainda existem muitas comunidades tradicionais este campo de estudo da arqueologia é bastante desenvolvido. Outros campos da arqueologia são a arqueologia histórica, zooarqueologia, arqueologia pública, arqueologia de contrato, geoarqueologia, etc.
Ao contrário do que estamos acostumados a ver em filmes do Indiana Jones, ou no jogos da Lara Croft, a vida de um arqueólogo, embora possa ter bastante episódios inusitados, é um pouco mais calma. O profissional da arqueologia, o arqueólogo, costuma trabalhar através da investigação científica e muito estudo para tentar interpretar cada achado da forma correta. Via de regra, é necessário o conhecimento de outras áreas, ou então o trabalho em equipe com outros profissionais especializados em antropologia, paleontologia, história, química, botânica, biologia e até matemática.

O local onde o arqueólogo trabalha, escavando objetos, é chamado de “sítio arqueológico”. Um exemplo, bastante famoso é o Vale dos Reis, no Egito, onde foram encontrados túmulos de diversos faraós egípcios (aliás, o Egito é um imenso sítio arqueológico!).

A história da arqueologia começa com a curiosidade do homem no século XV e XVI, quando aparecem as primeiras escavações na Europa feita por clérigos e nobres que gostavam apenas de colecionar relíquias antigas. O primeiro grande feito da arqueologia foi a descoberta das cidades de Pompéia e Vesúvio (Itália) que haviam sido soterradas pela erupção de um vulcão em 79 a.C.. Depois disso, em 1822, o fato mais notável foi a tradução da “Pedra de Roseta” pelo francês Jean-François Champollion e, 100 anos depois, a descoberta do túmulo intacto de Tutancâmon, o faraó jovem, pelo inglês Howard Carter. Esses fatos deram um impulso à arqueologia, tornando-a conhecida no mundo inteiro. O primeiro constituiu o “ponta-pé” inicial para o estudo do Antigo Egito e o período apaixonado das grandes descobertas arqueológicas.
Mas, um aspecto ruim dessa popularização da arqueologia foi o tráfico de antiguidades. Em todas as localidades onde existiram civilizações importantes, principalmente no Egito, centenas de relíquias foram saqueadas por pessoas que não sabiam nem um pouco de seu valor histórico e estavam apenas interessados em conseguir um bom preço por elas. A maioria destes saqueadores são pessoas simples (“são” porque este costume existe até hoje, embora o Egito tenha criado leis para tentar impedir o tráfico de antiguidades), camponeses e suas famílias que transformaram o tráfico de antiguidades em uma forma de ganhar dinheiro. No Egito o saque aos túmulos dos antigos faraós são tão antigos quanto a existência deles. Por isso que a descoberta do túmulo de Tutancâmon causou tanto frisson. Era quase impossível encontrar um túmulo faraônico tal qual fora lacrado.

9126 – A Egiptologia


A Ciência que se dedica aos estudos do Egito Antigo é chamada Egiptologia. Por se tratar de uma região rica em manifestações culturais e de importância histórica, o território egípcio desperta o interesse de pesquisadores desde a antiguidade. Um exemplo destes estudiosos é Heródoto, historiador e geógrafo grego que apresentou em suas obras as primeiras impressões sobre o Egito de que se tem notícia. Além de ter escrito a obra “Histórias”, uma das primeiras tentativas humanas de sistematizar o conhecimento de suas atividades ao longo dos anos, alcunhou uma das frases mais famosas da história: “O Egito é uma dádiva do Rio Nilo”.
Apesar disso, o desenvolvimento desta ciência ocorreu apenas durante o século XIX, depois de Napoleão Bonaparte, líder político e militar francês, ter estabelecido campanha no Egito no século XVIII. Além dos soldados que faziam parte de seu exército, Napoleão levou pesquisadores de diversas áreas ao território egípcio. Apesar de terem fracassado militarmente, o desenvolvimento cultural foi um sucesso na região, pois, após esta expedição, estudiosos lançaram livros e despertaram um enorme interesse da comunidade científica em explorar melhor o Egito Antigo. Apesar dos pesquisadores de Napoleão terem descoberto tesouros importantes para a História, não foram capazes de decifrá-los. Assim, reuniram as observações em 19 volumes, posteriormente publicadas com o nome de “Uma Descrição do Egito”.
A partir deste momento, foram realizadas escavações intermináveis no Egito, onde foram descobertos inúmeros materiais de valor histórico. Porém, duas descobertas foram primordiais para que a Egiptologia ganhasse respeito e se desenvolvesse: os hieróglifos, traduzidos por Jean-François Champollion por meio da Pedra de Roseta (século XIX) e a tumba de Tutancâmon, por Howard Carter (século XX).
No caso da Pedra de Roseta, foram revelados inúmeros segredos históricos da sociedade egípcia. Antes, os ocidentais já demonstravam grande fascínio pelo Egito. Com essa descoberta, o interesse apenas aumentou, pois, com essa quantidade de dados sobre a região, era possível entender mais sobre aquela sociedade. Já a tumba de Tutancâmon, chamava a atenção pela a quantidade de ouro que conservava. A tumba estava escondida dentro de inúmeros cômodos dourados, o que possibilitou sua conservação e impediu a ação de ladrões. Assim, o Egito torna-se um dos destinos turísticos mais procurados na Europa, pessoas começaram a utilizar adornos que remetiam ao Egito Antigo, além dos diversos estudos que eram iniciados no campo da Egiptologia.

9123 – Biologia – O que é controle biológico?


vespas

É uma área retrata que todas as espécies de plantas e animais têm inimigos naturais, os quais atacam vários estágios de vida de seus alvos. Dentre os inimigos naturais existem grupos bastante diversificados como insetos, vírus, fungos, bactérias, aranhas, peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos.
O termo “Controle Biológico” foi mencionado pela primeira vez em 1919 por H.S. Smith para referenciar o uso de inimigos naturais no controle de insetos-praga em cultivos. Em seguida esse termo passou a ser utilizado para todas as formas de controles alternativos aos produtos químicos, que envolvessem organismos vivos.
O controle biológico é um fenômeno natural, o qual consiste no controle do número de plantas e animais pelos seus inimigos naturais ou introduzidos. Podendo ser útil para o controle de patógenos, pragas e “ervas daninhas”. Para isto, envolve o mecanismo de densidade recíproca, onde uma população é controlada por outra população, isto é, um inseto praga é sempre controlado por outro inseto, que por sua vez é predador do inseto praga e assim mantem o equilíbrio natural do ambiente, onde se uma das populações aumenta simultaneamente a outra também irá aumentar.
Os controladores biológicos pode ser definidos de três maneiras:
Parasitoides: São seres vivos que parasitam outros seres impossibilitando-os chegar à fase reprodutiva. O parasitoide passa um período em desenvolvimento internamente ou externamente em um único hospedeiro, que no final do ciclo o mata.
Predadores: Durante todo seu ciclo de vida ou parcialmente são organismo de vida livre que buscam ativamente e matam suas presas. Normalmente são maiores que suas presa e precisam de mais do que uma presa para completar seu ciclo de vida. Ex: Marimbondos e Gaviões.
Patógenos: Os agentes patogênicos são organismos microscópicos que podem se multiplicar no organismo do seu hospedeiro, podendo causar infecções e outras complicações.
Existem quatro tipos de controle biológico:

Controle Biológico Artificial: interferência artificial de forma que ocorre aumento de seres predadores, parasitoides ou patogênicos, sendo eles seres vivos mais atuantes no controle biológico natural como insetos, fungos, vírus, bactérias, nematoides e ácaros.
Controle Biológico Clássico: introdução por meio de importação e colonização de predadores ou parasitoides, focando ao controle de pragas exóticas, ocasionalmente nativos. A liberação é realizada com um número reduzido de indivíduos por algumas vezes no local, como uma medida de controle a longo prazo, pois a população dos inimigos naturais tende a aumentar com o passar do tempo e, portanto, somente se aplica a culturas especificas como semiperenes ou perenes.
Controle Biológico Natural: refere-se a populações de inimigos naturais que ocorrem naturalmente no local, responsáveis pela mortalidade natural no agroecossistema e, consequentemente, pela manutenção de um nível de equilíbrio das pragas.
Controle Biológico Aplicado: trata-se de liberações em massa de predadores ou parasitoides, após criação laboratorial de larga escala. Esse tipo de controle biológico é bem aceito pelo mercado, pois tem um tipo de ação rápida, muito semelhante à de inseticidas convencionais.
A procura pelos programas de controle biológico de pragas tem crescido consideravelmente no mundo em função do novas diretrizes internacionais de produção agrícola de favorecer a conservação e o uso sustentável dos recursos biológicos, medida básica para Convenção da Biodiversidade. O mercado internacional e nacional demandam fortemente alternativas para o Controle Químico (agrotóxicos), e a utilização de inimigos naturais é uma alternativa promissora.
O Brasil utiliza por ano, cerca de 260 mil toneladas de agrotóxicos nas lavouras, onde o consumo de pesticidas aumentou 60% na última década. O controle biológico parece ser uma alternativa não apenas ecologicamente correta, mas também economicamente viável.

9119 – Mergulhadores recuperam fragmento de meteorito na Rússia


Mergulhadores recuperaram, no fundo de um lago na Rússia, o que muito provavelmente é um gigantesco pedaço de um meteorito que caiu no país em fevereiro deste ano.
O fragmento, de aproximadamente 500 kg, foi retirado do lago Tchebarkul, na região da cidade de Tcheliabisnk, no sudoeste do país.
Apesar do procedimento ter sido realizado com cautela, o meteorito se partiu no momento em que foi erguido do solo para ser pesado.
De acordo com cientistas, a rocha retirada do lago era mesmo um meteorito devido a suas características: uma crosta escura formada após as elevadas temperaturas que o objeto enfrentou ao entrar na atmosfera terrestre.
Em 15 de fevereiro, a região onde fica Tcheliabisnk foi surpreendida com a entrada de um objeto vindo do espaço. Mais de mil pessoas ficaram feridas por estilhaços causados pelas ondas de choque provocadas pela explosão do objeto pouco após entrar na atmosfera terrestre.
Cientistas estimam que o objeto tinha aproximadamente 10 mil toneladas.

9118 – Mega Tour – O que são os Hostels?


Hostel no Japão
Hostel no Japão

É um tipo de acomodação que se caracteriza pelos preços convidativos e pela socialização dos hóspedes, onde cada convidado pode arrendar uma cama ou beliche, num dormitório partilhado, com casa de banho partilhada, lavandaria e por vezes cozinha. Os quartos podem ser misturados entre sexos, como divididos entre eles, incluindo igualmente quartos privados. Os hostels são geralmente baratos para os ocupantes onde se praticam preços intitulados de low-cost; muitos hostéis têm residentes de longo termo acabando por trabalhar como recepcionistas temporariamente ou mesmo troca de acomodação gratuita.
Em alguns países, a palavra “hostel”, tal como o Reino Unido, Irlanda, Índia, e Austrália, sugere estes estabelecimentos como pensões, providenciando acomodação de longo termo (principalmente trabalhadores de trabalho temporário tal como enfermeiras, trabalhadores de construção civil, etc). Mas ao longo do tempo esta descrição do termo “hostel” foi modificada para o resto dos países como se tratasse de um albergue para Backpackers (palavra mais utilizada) viajantes ou mochileiro. Estes albergues assemelham-se quase na íntegra com as conhecidas pousadas da juventude portuguesas, embora para um público mais abrangente.

Existem grandes diferenças entre hostels e hotéis, tais como:
Hostels têm preços mais acessíveis; são consideravelmente baixos, e muitos hostels têm programas para partilha de livros, DVDs entre outros items.
Para os viajantes que preferem um tratamento ou um ambiente menos formal, os hostels geralmente não têm o mesmo nível de formalidade que os hotéis.
Para os viajantes que preferem socializar entre outros fregueses, os hostels normalmente têm áreas mais comuns entre todos e com oportunidades de socialização que os hotéis oferecem. Os dormitórios partilhados nos hostels também incrementa este fator social.

Há menos privacidade num hostel que num hotel. Principalmente nos quartos partilhados. Partilhando acomodação num dormitório é bem diferente do que ficar num quarto privado num hotel ou casa de hóspedes, e poderá não ser aconselhado para os que requerem mais privacidade. Mas este fator contribui mesmo assim para outro de potencial bastante interessante. O fator social e de interação entre os viajantes.
O barulho pode ser um fator menos positivo, principalmente em certas ocasiões quando pessoas ressonam, atividades sexuais, ou mesmo alguém a chegar bastante tarde. Mas nestes casos o viajante pode sempre controlar este problema por colocação de tampões contra ruído.
A qualidade destes hostels têm melhorado consideravelmente ao longo dos anos. Para além da simples dormida e socialização, estes estabelecimentos oferecem cada vez mais atrações concorrenciais entre outros de forma a cativar cada vez mais o viajante curioso. Entre essas “ofertas” alguns hostels providenciam refeições caseiras gratuitas, provas de vinhos, licores ou bebidas espirituosas da região, passeios gratuitos, entre outros items interessantes em determinados e únicos dias da semana.
A indústria dos hostels independentes tem crescido em grandes cidades de todo o mundo, tornando-se num forte modelo de negócio, em algumas cidades os hostels têm se tornado mais lucrativos que os próprios hotéis. Muitos hostels têm reportado uma ocupação em constante crescimento, enquanto que os hotéis detectam o contrário. Num estudo recente, avaliou-se que os viajantes backpackers ou mochileiros, gastam mais que os viajantes normais, tendo em consideração o tempo que permanecem fora nestes locais.

hostel brasil

Hostel em Sampa:

Sobre Friendstel do próprio site:
Nós criamos para vocês um ambiente amigável e aconchegante, onde oferecemos todas as facilidades que você precisa para uma estadia confortável. Estamos ansiosos para recebê-lo com os melhores preços para viver uma experiência inesquecível em um ambiente muito caloroso.
Informação de localização
Nós estamos no coração de São Paulo, 10 minutos da Avenida Paulista, a mais famosa e importante rua comercial do Brasil, e a 10 minutos da estação Consolação do metro. Fácil acesso a paradas de onibus para varias destinações, ex: jardins, higienópolis, itaim, vila mariana,vila madalena. e em geral a qualquer ponto de São Paulo, rápido e barato.

Para você que vem de carro, existe acesso a estacionamento. Para fazer compras, você pode visitar o shopping center FREI CANECA, apenas 2 passos da nossa porta. Para a sua diversão estamos ao lado da famosa rua Augusta e frei caneca, onde encontrara lojas, bares,restaurantes e discotecas para todos os gostos.
Na região temos fácil acesso a cinemas, teatros, supermercados, bancos, restaurantes, bares, estacionamento e tudo o que você precisa a poucos passos. Toda quinta-feira tem feira (mercado de rua) e é uma boa oportunidade para experimentar e saborear deliciosas frutas do Brasil!

9117 – Segredos da Lua


Lua Cheia

Muito antes do astronauta Neil Amstrong pisar pela 1ª vez no solo lunar, no histórico 20 de juilho de 1969, depois de uma viagem de quase 4 dias, a bordo da Apollo 11, muita gente já perguntava o que poderia haver naquele astro, tão próximo da Terra e semelhante a um queijo suíço.
No latim Lua quer dizer “luminosa”, pois para os antigos, de fato ela parecia um astro liso e brilhante. A primeira investida no sentido de melhor definí-la foi do Italino Galileu Galilei (1565-1642), que no ano de 1610 apontou uma luneta em sua direção, observando que ela era esburacada, coberta de montanha e sulcada por vales profundos. Foi ele também que constatou que a Lua não é lisa, nem esférica.
A ciência vê a Lua ora como satélite, ora como planeta, embora tenha um diâmetro 4 vezes menor que a Terra, sendo considerada um dos maiores satélites do sistema solar, perdendo pouco para Mercúrio, o menor dos planetas. Estima-se que tenha mais de 500 mil crateras com diâmetro superior a 1 km, que refletem um passado de colisões ocorridas há mais de 4 bilhões de anos. Naquela época, como definem os geólogos, o Sistema Solar mais parecia um campo de batalha, onde asteroides e cometas faziam o papel de canhão, caindo por todos os lados.

9116 – Biologia – Elefantes são capazes de entender o gesto humano de apontar com as mãos


Desde muito cedo, os seres humanos aprendem o gesto de apontar, como uma forma de direcionar a atenção das pessoas a um ponto específico. Um novo estudo mostrou que essa habilidade está presente também nos elefantes, que podem utilizá-la como uma pista para encontrar comida, sem precisar de treinamento. Segundo os pesquisadores, muitos primatas, como chimpanzés e gorilas, não conseguem entender o mesmo gesto.
“Mostrando que um elefante-africano entende espontaneamente um humano apontando, sem nenhum treinamento, nós mostramos que a habilidade de compreender isso não é apenas humana, mas também evoluiu em uma linhagem animal muito distante dos primatas”, afirma Richard Byrne, pesquisador da Universidade de Universidade de St Andrews, na Escócia, e coautor do estudo, publicado na última quinta-feira, no periódico Current Biology.
Segundo Byrne, os elefantes compartilham com os humanos o fato de viverem em uma rede complexa, na qual apoio, empatia e ajuda são essenciais para a sobrevivência. “Pode ser que só nesse tipo de sociedade a habilidade de entender o ato de apontar tenha valor adaptativo, ou a sociedade de elefantes pode ter selecionado a habilidade de entender quando os outros estão tentando se comunicar com eles”.
O estudo foi realizado com 11 elefantes-africanos que “trabalhavam” levando nas costas pessoas em passeios turísticos, na região das Cataratas Vitória, no sul da África. Eles eram treinados para seguir alguns comandos vocais, mas não para o ato de apontar. Durante o estudo, os elefantes mais acostumados com humanos, ou aqueles nascidos em cativeiro, não se saíram melhor em seguir a direção indicada do que os menos habituados ou nascidos na natureza. Todos conseguiram seguir o gesto para encontrar comida escondida. Para os pesquisadores, é possível que os elefantes tenham entre si algum gesto parecido com o de apontar como uma forma de comunicação, usando a tromba.
“É claro que nós esperávamos que os elefantes conseguissem aprender a seguir a direção apontada por um humano. Mas o que realmente nos surpreendeu foi que eles, aparentemente, não precisaram aprender nada. Sua compreensão foi tão boa na primeira tentativa quanto na última, e nós não conseguimos encontrar sinais de aprendizagem ao longo do experimento”, conta Anna Smet, uma das autoras do estudo.
A descoberta pode ajudar a explicar como, há milhares de anos, os humanos já utilizavam elefantes capturados na natureza para transportar materiais ou mesmo durante guerras. Segundo os pesquisadores, esses animais têm uma capacidade natural de interagir com humanos, apesar de, diferentemente dos cavalos, cachorros e camelos, nunca terem sido domesticados.

9114 – Evolução de Espécies – Desenvolvimento do cérebro humano seguiu a mesma programação genética dos outros primatas


Um novo estudo mostra que o tamanho das áreas cerebrais responsáveis pela cognição humana não é produto de mutações exclusivas dos Homo sapiens, mas sim fruto de uma mesma programação genética presente entre todos os primatas — desde os pequenos saguis até o ser humano. Ao comparar o cérebro de diferentes primatas, os pesquisadores mostraram que o tamanho dessas áreas varia de forma previsível durante a evolução das espécies: quanto maior o órgão, mais desenvolvidas são essas regiões. A pesquisa, que teve participação de pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro, foi publicada no periódico Journal of Neuroscience.
Os cientistas já sabiam que a estrutura cerebral mantinha um padrão semelhante entre todos os primatas, apesar da grande variação existente no tamanho do órgão. O que eles não conseguiam explicar é o fato de os cérebros maiores não serem simples cópias aumentadas dos menores — algumas áreas crescem de forma desproporcional, principalmente aquelas ligadas à cognição avançada.

Em seu estudo, os cientistas compararam a estrutura cerebral entre macacos dos gêneros Callithrix (que inclui os saguis), Cebus (do macaco-prego) e Macaca (do macaco rhesus). Em seguida, fizeram a mesma comparação entre o cérebro dos seres humanos e dos rhesus. Descobriram, assim, que o crescimento do órgão seguia um padrão comum entre as espécies.
A descoberta sugere que os circuitos neurais responsáveis por atividades consideradas exclusivamente humanas, como planejar, tomar decisões complexas e falar, podem ter surgido como uma consequência natural do crescimento cerebral. “Nós sabemos há muito tempo que algumas áreas do cérebro humano são muito maiores do que se poderia esperar com base na organização do cérebro dos macacos”, afirma Marcello Rosa, pesquisador da Universidade de Monash, na Austrália, e um dos autores. “Mas o que ninguém tinha percebido é que esse aumento seletivo é parte de uma tendência que tem estado presente desde o surgimento dos primatas”.
Os resultados do estudo mostraram que duas regiões, o córtex pré-frontal ventrolateral e a junção parieto-temporal, se expandiram de forma desproporcional ao restante do cérebro. A primeira está relacionada ao planejamento de longo prazo, expressão de personalidade, tomada de decisões e modificação do comportamento, enquanto a segunda participa da consciência e noção de individualidade.

Os pesquisadores demonstraram que o crescimento dessas áreas nos cérebros humanos faz parte de um padrão genético que é visto ao longo de todas as espécies de primatas, conforme o tamanho de seus cérebros cresce. “Quando você vai de um macaco pequeno para um grande, o córtex pré-frontal e a junção parietal temporal aumentam em relação ao restante do córtex, e o mesmo acontece ao comparar esses animais com os humanos”, explica Tristan Chaplin, também da Universidade de Monash e principal autor do estudo.
Marcello Rosa destaca que esse padrão se manteve mesmo em espécies que evoluíram de forma completamente separada. “Se você comparar um Cebus da América do Sul com um Macaca da Ásia, seus cérebros serão quase idênticos, apesar de terem se desenvolvido em lados opostos do mundo. Os dois refletem o plano genético de como o cérebro de um primata deve crescer”, afirma. Em seus próximos estudos, os pesquisadores esperam fazer comparações com primatas mais próximos do ser humano, como gorilas e chimpanzés, para verificar se o padrão se mantém.
“É possível que essa programação genética não tenha servido apenas para guiar a evolução do cérebro humano até o ponto atual, mas que continue a modificá-lo no futuro. “Estes mecanismos evolucionários ainda estão em estudo, mas podemos esperar que, com a evolução, algumas áreas possam aumentar e outras diminuir. Poderíamos, por exemplo, ganhar novas habilidades que nos permitiriam conviver melhor com as novas tecnologias e perder outras, como a escrita manual, cada vez menos praticada”

9113 – Mega Sampa – A Esquina mais Famosa da Cidade


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O encontro de avenidas mais famoso de São Paulo é, sem dúvida, a esquina da Ipiranga com a São João. Imortalizado na música “Sampa” de Caetano Veloso, o ponto era e continua sendo um dos mais frequentados da cidade.
Conhecido no mundo musical, o Bar Brahma ainda permanece no mesmo local desde sua fundação, em 1948. Exatamente na esquina, no “coração da cidade”como o próprio se define, o estabelecimento reunia ilustres frequentadores como Jânio Quadros, Fernando Henrique Cardoso, Adoniram Barbosa, Ari Barroso, entre outros. Hoje, é reduto de shows de clássicos da MPB e tem atraçõs do nível de Demônios da Garoa e Cauby Peixoto, além de outros grandes grupos e intérpretes.
Construções históricas podem ser contempladas no decorrer das duas avenidas. A Ipiranga, que antes era apenas uma rua, traz arquiteturas que fazem parte de cartões postais e da mente dos paulistanos. O Edifício Itália e o Copan enfeitam a paisagem e enchem os olhos de todos os habitantes que por ali passam e o Cine Ipiranga ainda traz o clima do cinema de rua que antes dominava vários pontos do centro.
Já a Avenida São João é residência do local que reúne as mais diversas tribos – a Galeria do Rock. Agregando os amantes musicais dos mais variados estilos e idades, nos andares da galeria são vendidos os mais variados CD’s, discos, roupas, acessórios e, claro, tudo que possa remeter ao Rock n’ Roll.
Sede de edifícios históricos como o Martinelli, por exemplo, a São João ainda traz a Galeria Olido, um dos mais importantes espaços culturais paulistanos com exposições, cinema, teatro e mais uma infinidade de atividades para paulistanos e turistas.
Bateu a fome? Pode passar em um pequeno boteco com apenas um balcão e alguns bancos para acomodação. Não animou com a descrição? Mas temos que ressaltar que no número 633 da São João funciona a famosa e premiada Casa da Mortadela, que delicia os seus assíduos frequentadores há mais de 25 anos.
Contudo, é necessário discordar um pouco dos versos de Caetano, afinal quando se cruza a Ipiranga com a São João não acontece algo só com o coração – seria uma completa injustiça ignorar a satisfação completa que este local pode proporcionar e que obtém grande êxito.

Caetano
“Sampa”, uma das músicas mais respeitadas e representativas da metrópole, é considerada um depoimento de carinho do cantor baiano à cidade que o acolheu na década de 60, de onde ele se projetou nacionalmente. A música é do LP “Muito (Dentro da Estrela Azulada)”.
Caetano morou na avenida São Luís, a poucos metros da esquina das duas ruas, símbolo de nostalgia paulistana.
O espetáculo começará às 23h de sábado e terá como convidados os cantores Nando Reis, Jair Rodrigues, José Miguel Wisnik e Jair Oliveira. Ainda não foi definida a ordem de entrada dos cantores, mas já é certo que Caetano estará no palco perto de meia-noite para cantar “Sampa” munido apenas de um violão.
A relação de Caetano Veloso com São Paulo é muito forte. Foi na cidade que ele participou dos festivais musicais da TV Record, especialmente quando cantou “Alegria, Alegria”, em 1967.

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9109 – Biologia – Por que sentimos nojo?


Porque o nojo é vantajoso para a sobrevivência, então tornou-se uma herança evolutiva e cultural comum na humanidade. O nojo nos ajuda a ficar longe de coisas que podem nos adoecer, como comidas estragadas, secreções corporais e animais infectos (baratas, ratos etc.). Também há um componente cultural forte: a aversão instintiva nos leva ao desejo de aprender o que devemos evitar. Basicamente, o nojo te ajuda a sobreviver para procriar e passar a sabedoria e os genes adiante. A parte do cérebro responsável pelo nojo, a ínsula, também está ligada a emoções. Por isso sentimos nojo de coisas abstratas, como de crueldade e da política brasileira.

9107 – Medicina – A Síndrome de Kawasaki


Também conhecida como doença de Kawasaki, é uma vasculite que pode provocar aneurismas, principalmente das artérias coronárias.
A doença de Kawasaki é uma enfermidade que envolve a boca, a pele e nódulos linfáticos e afeta, tipicamente, crianças abaixo de 5 anos de idade. Muitas vezes é confundida com cocos (streptococus). Sua causa ainda é desconhecida, mas se seus sintomas forem reconhecidos logo, as crianças com esta doença podem se recuperar completamente em poucos dias. Se não tratada, pode levar a sérias complicações que podem envolver o coração.
Os registros históricos apontam a primeira descrição realizada pelo pediatra japonês Tomisaku Kawasaki, em 1967. Ele descreveu uma parcela significativa de crianças com vermelhidão na boca e garganta, febre, manchas na pele, inchaço nos gânglios, mãos e pés, dando nome a este conjunto de síndrome muco-cutâneo-ganglionar. Depois, foram incluídos os problemas vasculares como aneurismas.
Este tipo de doença é rara. Ocorre geralmente em crianças pequenas, num percentual de cerca 80% em menores de 5 anos.
A Síndrome de Kawasaki não é uma doença hereditária, mas pode existir predisposição genética. A população japonesa é a mais afetada, porém existem casos ao redor do mundo em não-japoneses. Também não é uma doença contagiosa.
A sintomatologia inicia-se com febre alta (acima de 39°C), sem razão aparente por aproximadamente 5 dias. Depois, o paciente apresenta irritabilidade e conjuntivite. Surgem, vermelhidão na pele, muito parecidas com doenças da infância, tais como sarampo e escarlatina. As irritações na pele situam-se principalmente o tronco, virilhas e nádegas.
Os transtornos vasculares são os de maior monta. Podem ocorrer diversos problemas a longo prazo, como arritimias, sopros cardíacos, pericardite, miocardite e problemas nas válvulas coronárias. Todavia, a principal característica é o aneurisma.
Um estudo realizado pelos pesquisadores Jeffrey S. Kahn e colaboradores da Yale University, revelou que a doença de Kawasaki pode estar associada com infecção pelo coronavírus New Haven. Eles analisaram secreções respiratórias de 11 crianças diagnosticadas com a doença de Kawasaki. Oito (73%) dos pacientes de Kawasaki foram positivos para o novo coronavírus New Haven.
Durante quase 5 dias os médicos administram altas doses de imunoglobulina via endovenosa e aspirina pela via oral. Cessando a febre, são prescritas doses baixas de aspirina, durante vários meses para evitar aparecimento de coágulos e proteger contra risco de lesão coronariana.
Os aneurismas do coração são tratados com anticoagulantes e aspirina. Já aneurismas de menor monta, utiliza-se somente aspirina.
Para evitar a síndrome de Reye, em casos de gripe e varicela, podem ser usados, no lugar da aspirina dipiridamol.

Um caso famoso ocorreu com o filho de John Travolta, Jett Travolta, de 16 anos. Jett, portador desta síndrome morreu dia 2 de janeiro de 2009, ao ter um ataque no banheiro do hotel Old Bahama Bay e bater a cabeça. O garoto também sofria de asma. Outro caso famoso é do filho do Backstreet Boy Brian Littrell.Seu filho,o pequeno Baylee Littrell,sofre também desta doença.A artéria coronária de Baylee estava 3.3 na escala.– quando o normal em uma criança é entre .05 até .08

Exames:

Ecocardiograma
Contagem de glóbulos completa pode revelar anemia normocítica e eventualmente trombocitose
Sedimentação taxa de eritrocite será elevado
Proteína C-reativa (CRP) será elevado
Testes de função mais ao vivo podem mostrar evidência de inflamação hepática e baixa albumina de soro
Eletrocardiograma pode mostrar evidência de deficiência orgânica ventricular ou, ocasionalmente, arritmia devido à miocardite.
Ecocardiograma pode mostrar artéria coronária sutil muda ou, aneurismas posteriores, verdadeiros.
Punção Lombar pode mostrar evidência de meningites assépticas.
Angiograma para descobrir aneurisma de artérias coronárias.

9106 – Química – A Sacarina


É um dos mais antigos adoçantes. Descoberto em 1879 por Ira Remsen e Constantine Fahlberg da Universidade Johns Hopkins
Químicamente é uma Imida o-sulfobenzóica, cuja fórmula química é C7H5O3NS · 2H2O. É uma substância artificial derivada do petróleo (tolueno mais ácido cloro-sulfônico).
É usada como adoçante não-calórico, e na medicina quando é contraindicada a ingestão de açúcar. É trezentas vezes mais doce que a sacarose. A sacarina não é metabolizada, e é excretada sem alterações pelo organismo. Não existe comprovação da sua toxicidade em humanos, apesar de químicos não descartarem a possibilidade do consumo em excesso de sacarina estar ligado a casos de câncer.
Em 1884, Fahlberg patenteou nos Estados Unidos e na Alemanha um método de produção em grandes quantidades. Em 1886, Fahlberg iniciou em Nova Iorque a produção de 5 kg de sacarina por dia.
Atualmente, a sacarina é muito utilizada como adoçante em refrigerantes de baixo valor calórico.

9105 – Biologia- Insetos, os seres mais antigos


Há 440 milhões de anos, os insetos primitivos, provenientes do mar, começaram a povoar a Terra. Portanto, os insetos poderiam ser considerados os mais antigos ocupantes dos continentes. A palavra inseto vem do grego e significa “corpo segmentado”.

Vai uma baratinha aí?

Por que você deve começar a comê-los?
O nojo é relativo.
Insetos podem, sim, ser bons substitutos para bois, porcos e frangos. No “pasto”, eles ajudariam a economizar água e custariam menos, além de serem mais nutritivos do que outras carnes. Tudo muito legal se não fosse um detalhe: imagine como seria mastigar uma larva. Sentir a textura do bicho e o jeito que ele explode dentro da sua boca. Ruim? Saiba que o nojo que você sente é natural, mas pode ser domesticado. Tanto que existem provas de gente capaz de comer insetos espalhadas pelo mundo todo. Dos índios brasileiros, que adoram formigas, aos glutões japoneses, viciados em gafanhotos, passando por povos do México e aborígenes da Austrália. Você também pode dizer que a questão não está só na cabeça, mas no próprio bicho: eles são sujos.

Insetos não são sempre sujos
Está vendo as larvas deste macarrão? Elas cresceram protegidas da sujeira, comendo ração em fazendas especializadas na criação de insetos. Para Gilberto Schickler, um dos responsáveis pelo desenvolvimento deste gado meio diferente, nenhum animal é sujo por natureza. “Tudo depende do jeito que você cria. Porcos, por exemplo, podem crescer em granjas ou em lixões.” Schickler trabalha na Nutrinsecta, que forneceu os bichos mostrados nesta matéria. Com planos de produzir insetos para consumo humano, a empresa de Minas Gerais foi a primeira do Brasil a consultar o Ministério da Agricultura sobre o assunto. Agora, planejam abrir um restaurante na região para divulgar a iguaria.

Veja as regiões onde insetos são mais populares. E quantas espécies eles podem comer.

África
Espécies comestíveis – 524
Países que consomem – 62%

Ásia
Espécies comestíveis – 349
Países que consomem – 58%

Oceania
Espécies comestíveis – 152
Países que consomem – 56%

América
Espécies comestíveis – 679
Países que consomem – 41%

Europa
Espécies comestíveis – 41
Países que consomem – 21%

Insetos estão cheios de energia
Adicione um fator importante à limpeza: eles são ricos em proteína. E costumam carregar mais deste nutriente do que outros bichos. Compare: enquanto a carne de boi é composta por apenas 28% de proteína, o corpo de moscas e mosquitos chega a quase 59%, e libélulas têm 58% (veja mais no gráfico). “Eles também são ricos em vitaminas, principalmente a B, e minerais, como ferro e cálcio”, enumera Marcel Dicke, professor de entomologia da Universidade de Wageningen, na Holanda. Para terminar, possuem ácidos graxos essenciais, um tipo de gordura também encontrada em peixes, que ajuda nosso corpo a metabolizar energia.

Quantidade de proteína
Moscas têm quase o dobro de proteínas que bois. Veja a quantidade de nutrientes de outros insetos.

Moscas e mosquitos – 59%
Libélulas – 58%
Percevejos – 55%
Cigarras e cigarrinhas – 51%
Besouros – 50%
Formigas E abelhas – 47%
Borboletas e mariposas – 45%
Baratas e grilos – 44%
Boi – 28%
Porco – 25%
Frango – 23%

Quantidade de ração
A mesma quantidade de alimento produz muito mais carne de inseto do que carne de boi.

10 kg de ração
1 kg de carne de boi
8 kg de carne de inseto

Desperdício de carne
Boa parte dos animais é perdida. Mas, em média, apenas 20% do corpo dos insetos não vai para o prato.

Inseto – 20%
Porco – 30%
Frango – 35%
Boi – 45%

9101 – Astronomia – Os Vulcões Marcianos


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Vulcões em Tarsis
O Monte Olimpo, o maior deles, tem 500 quilômetros de diâmetro na base e eleva-se 27 quilômetros acima da altitude média marciana. Os outros três montes ao seu lado, Ascraeus, Pavonis e Arsia, têm altura superior a 15 quilômetros. As manchas brancas que aparecem sobre os vulcões são nuvens, comuns naquela área no meio das tardes marcianas.
O Monte Olimpo, localizado em marte, é a maior montanha do nosso sistema solar, ele tem três vezes a altura do Everest chegando a ter 25 km de altura, 80km de diâmetro e três de profundidade. Ele já foi um vulcão ativo e agora é uma bela paisagem vista a distância.

O mesmo foi descoberto pela NASA, em 1971, embora já fosse conhecido por astrônomos desde o século XIX.
Vale Marineris
O imenso cânion no equador de Marte tem quase 5 000 quilômetros de extensão. O altímetro a bordo da Mars Global Surveyor descobriu diferentes profundidades ao longo da fenda. O ponto mais fundo fica no centro do vale. Os especialistas desconfiam que a água que um dia encheu o Marineris tenha brotado da terra, ali mesmo. Na foto acima, você vê o detalhe de uma das escarpas do Marineris.
Bacia Hellas
Esta imensa depressão, criada pela queda de um bólido há bilhões de anos, tem mais de 2 000 quilômetros de diâmetro e 9 quilômetros de profundidade. Ali dentro caberia, inteirinho, o Monte Everest, o mais alto da Terra, com 8 848 metros, e ainda sobrariam uns 200 quilômetros de borda.
Mesetas da Planície Elysium
Esta região, próxima ao equador, é relativamente baixa, mas povoada por pequenos montes com o topo achatado. Os cientistas acham que esses morrotes, de pouco mais de 1 quilômetro de diâmetro, são o que restou da erosão no solo da região. A área coberta pela imagem ao lado tem 3 quilômetros de largura.

9100 – Casa de Plástico – A Casa do Futuro


A General Electric Plastics, a divisão de plásticos da General Electric Company, começou a construir nos Estados Unidos sua “casa do futuro”, para demonstrar a possibilidade de uso dos plásticos como matérias de construção. Está sendo erguida em um bairro residencial, a cerca de 2 quilômetros do centro de tecnologia da empresa, em Pittsfield, Massachusetts. Segundo a G.E., a “casa do futuro”, que deverá custar 4 milhões de dólares, vai servir como laboratório para aplicação de novos materiais.

“Nosso projeto vai demonstrar todas as possibilidades da engenharia com plásticos, que não fica a dever aos materiais usados tradicionalmente”, afirmava na época o vice- presidente da empresa.
Com dois andares e ocupando uma área de 278 metros quadrados, a casa será aberta no próximo mês de julho. Uma das suas principais novidades são as paredes, que terão painéis plásticos responsáveis pelos sistemas de refrigeração e aquecimento.

9098 – Dopping – Cuidado com o “dequinha”!


DecaDurabolin

Este esteroide, também encontrado no Brasil, originalmente foi desenvolvido pela Organon na década de 60, mas atualmente diversos outros laboratórios produzem este esteroide, como o Extraboline da Grécia e o Dynabolon da Itália que é uma variação do decanoato de nandrolone sendo mais androgênico do que a Deca original. A Deca em sua forma original é moderadamente androgênico com boas propriedades anabólica, sendo utilizado para ganho de massa muscular e pré-competição, porém, alguns atletas tendem a reter muito líquido com esta droga. A Deca é muito usada como uma droga de base para todo ciclo de esteroide (desde que fora de temporada) por evitar inflamações e dores articulares que podem ocorrer devido a realização de treinamento pesado. A diferença da Deca produzida no Brasil é que esta vem com a concentração de 25mg/ml ou 50mg/ml, enquanto no exterior existe concentração de 100mg/ml.

Apresentação: Ampolas de 25 ou 50mg/ml. É produzido no Brasil pela ORGANON.
A nandrolona, também comercializada com o nome Deca, é um anabolizante derivado da testosterona, hormona produzida pelos testículos que é a responsável pela voz grave do homem, desenho facial, tendências mais agressivas, ereção do órgão sexual, entre outras. A nandrolona é comercializada na forma de éster do ácido decanoico.

Efeitos Colaterais
Um dos mais comuns é a retenção de líquidos vindo a causar a hipertensão; o mau funcionamento do fígado; perda de peso; aumento da próstata; marcas irreversíveis na pele como acne; calvície prematura e o crescimento das glândulas mamarias.
O atrofio dos testículos pode ser o efeito mais grave para os homens. Com o consumo da nandrolona o organismo do homem pode perder sua função mais importante que é a produção da testosterona, ele deixa de produzir espermatozoides chegando até a esterilidade, mas para isto poderá ser feita uma aplicação de hormônio.
Nas mulheres, registra-se um aumento de características masculinas, aumento de pelos e problemas de ovulação(Atraso na Menstruação) porém o principal problema se dá na voz,laboratórios clandestinos de fabricação de Deca principalmente paraguaios (LanderLan,Miuti..) usam alta concentração de Nandrolona aprox.70% provocando assim inchaço muscular e sérios problemas androgênicos.

Uso no atletismo
Em alguns indivíduos a massa muscular pode aumentar até 16% a 20%, o peso mais ou menos entre cinco e nove kg e sua resistência física. No caso dos atletas ela melhora a contração muscular e quanto maior a energia acumulada, melhor será o desempenho nos exercícios físicos e se tornará mais fácil a recuperação física. Nos últimos anos o consumo deste produto por atletas tem crescido assustadoramente, com o desenvolvimento de substâncias equivalentes à nandrolona, que apenas são detectáveis até dois dias depois de consumidas.
Geralmente mais utilizadas no atletismo, natação, basquetebol e levantamento de peso. No MMA, o caso mais famoso foi o do ex-campeão Royce Gracie.

A nandrolona é encontrada no organismo através de exame de urina, mas será detectada somente se fizer o teste pouco tempo depois de ser ingerida, caso contrário não.