8178 – Mega Memória – Sandra Brea


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(Rio de Janeiro, 11 de maio de 1952 — Rio de Janeiro, 4 de maio de 2000), conhecida profissionalmente como Sandra Bréa, foi uma atriz brasileira. Foi considerada símbolo sexual do país na década de 1970 e na década de 1980.
Ela era famosa não apenas pelos seus muitos trabalhos, mas também por ter assumido publicamente, em agosto de 1993, que foi contaminada pelo vírus da AIDS, lutando contra a discriminação. Contudo, a atriz faleceu vítima de câncer de pulmão, sete anos mais tarde.
Sandra Bréa iniciou sua carreira aos treze anos de idade, como modelo. Aos catorze, ela seguiu para o teatro de revista do Rio, onde estrelou Poeira de Ipanema.
Em 1972, o diretor Daniel Filho convidou-a para interpretar Telma, personagem da novela O Bem-amado, da Rede Globo.
Como atriz estreou, em 1968, na peça Plaza Suite, tendo sido escolhida para o papel pelo diretor João Bittencourt e pela atriz Fernanda Montenegro.
Contratada por Moacyr Deriquém, foi trabalhar na Rede Globo, estreando na telenovela Assim na Terra Como no Céu, em 1970. Seu primeiro grande papel, porém, foi no clássico O Bem Amado, de Dias Gomes, em 1973. Em seguida, atuou em Os Ossos do Barão e Corrida do Ouro, Escalada, O Pulo do Gato , Memórias de Amor, Elas por Elas, Sabor de Mel, Ti Ti Ti, Bambolê, Pacto de Sangue, Gente Fina e Felicidade. Com exceção de Sabor de Mel, feita na Rede Bandeirantes, todas as demais foram feitas na Rede Globo.
Logo que estreou na televisão, Sandra Bréa começou a fazer não apenas novelas, mas também shows, como Faça Humor, Não Faça Guerra, onde conheceu Luís Carlos Miele, que veio a ser seu parceiro em uma série de apresentações que misturavam canto, dança e humor, principalmente no programa Sandra e Miele, apresentado pela Rede Globo a partir de 1976, tornando-se um grande sucesso de crítica e de audiência.
Muito bonita, Sandra Bréa foi um dos principais símbolos sexuais do Brasil, principalmente na década de 1970, tendo posado nua diversas vezes para as revistas como Status e Playboy, entre outras. Sua beleza também rendeu convites para filmes eróticos (como Sedução; Cassy Jones, o magnífico sedutor; Herança dos devassos, Um uísque antes, um cigarro depois e Os mansos) e pornochanchadas. Seus primeiros nus foram feitos ainda na década de 1970, em pleno regime militar, quando esse tipo de coisa era bem menos comum.

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Desde que anunciou que era soropositiva, Sandra Bréa se afastou de tudo e de todos. Em dezembro de 1999, seus médicos detectaram um tumor maligno no pulmão em estágio avançado e lhe deram seis meses de vida. No mês seguinte, foi internada e submetida a uma biópsia. A proposta foi de um tratamento à base de quimioterapia e radioterapia. Sandra recusou. Escondeu por um tempo sobre a doença. Quando revelou-a, primeiramente disse ter se infectado em uma doação de sangue contaminada, pois em 1991 sofreu um grave acidente de carro em que precisou de transfusão. Porém, pesquisas constataram, que naquela época só eram infectadas mulheres no interior, onde não havia uma fiscalização adequada.
No final de abril de 2000, já praticamente sem voz, com muitas dores, insuficiência respiratória e febre, a atriz concordou em receber um oncologista.
Em 2 de maio de 2000, ela foi levada ao Hospital Barra D’or para fazer uma tomografia computadorizada. Não soube o resultado, pois morreu dois dias depois em sua casa, em Jacarepaguá. “Não morrerei de Aids”, dizia. “Vou morrer como qualquer um, atropelada.”
Ela deixou um filho adotado, Alexandre Bréa Brito, com quem alegadamente estava brigada à época de sua morte.

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8176 – Mega Sampa – CET aumenta percurso de ciclofaixa de lazer no centro de SP


ciclismo

A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) informou nesta sexta-feira que, a partir de domingo (12 de maio), a ciclofaixa de lazer Centro-Luz terá mais 700 metros.
Segundo a CET, a mudança atende a solicitações de usuários.
A partir do largo de São Bento, o ciclista poderá optar por dois ramais: um em direção ao parque da Luz e outro em direção ao largo do Arouche, não havendo mais ligação entre os dois extremos.
A finalidade será promover o acesso por bicicletas aos pontos de interesse turístico e cultural da região, de acordo com a companhia.
A ciclofaixa será desativada em trecho da rua Mauá, avenida Duque de Caxias e trecho do largo do Arouche, suprimindo a ligação entre o parque da Luz e o largo do Arouche.
O horário de funcionamento continua o mesmo das outras ciclofaixas, das 7h às 16h, sempre aos domingos e feriados nacionais.
Chegando ao Largo de São Bento, o ciclista poderá optar por um dos dois ramais:
Ramal Luz

– Largo de São Bento
– Viaduto Santa Efigênia
– Largo de Santa Efigênia
– Avenida Cásper Líbero
– Rua Mauá (à esquerda)
– Viaduto General Couto de Magalhães
– Parque da Luz
– Avenida Tiradentes (pista local, do lado direito)
– Rua Mauá
– Avenida Cásper Líbero
– Largo Santa Efigênia
– Viaduto de Santa Efigênia
– Largo de São Bento

Ramal Arouche

– Largo de São Bento
– Rua São Bento
– Praça do Patriarca
– Viaduto do Chá
– Rua Barão de Itapetininga
– Avenida Ipiranga (à direita)
– Rua Joaquim Gustavo
– Praça da República
– Avenida Vieira de Carvalho
– Largo do Arouche (contorno e retorno)
– Avenida Vieira de Carvalho
– Praça da República
– Rua Joaquim Gustavo
– Avenida Ipiranga (à esquerda)
– Rua Barão de Itapetininga (optando por seguir pela rua Marconi ou pelo viaduto do Chá)

8157 – Ouvidos Atentos


Os sons estão sempre em nossa volta e podem ser produzidos por nós mesmos, por outras pessoas, por animais ou pelas coisas que nos cercam. Podem nos deixar em estado de alerta, como o latido de um cão feroz ou a buzina de um carro. Podem despertar emoções, como a lembrança de uma música especial ou da comemoração de um gol do nosso time. Podem até causar irritação. Os sons chegam até nós por vibrações que viajam pelo ar, pela água ou por uma parede de tijolos. Quando tais vibrações alcançam nossas orelhas, logo percebemos se o telefone está tocando, se a chuva está forte ou se um copo caiu e se quebrou. O som viaja na forma de ondas, parecidas com as ondas da água e quanto mais longe, mais fraco.
O espaço é muito silencioso. Lá não há barulho. O som precisa de um meio para se propagar, como o ar líquido, a água ou os sólidos (vidro). Como no espaço não existe ar, o som não se propaga.

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Por que uma boa música soa tão bem e o som de uma britadeira parece uma tortura?
As ondas sonoras que saem dos instrumentos musicais são organizadas e harmônicas e por isso são alguns dos sons mais agradáveis a nossa percepção.
Todos os instrumentos, do saxofone ao tambor, possuem partes móveis que se movimentam, produzindo vibrações. Quando o músico sopra o saxofone, ele faz vibrar o ar dentro do instrumento e, ao apertar todas aquelas chaves, ele faz a vibração do ar ficar diferente, produzindo notas variadas. No tambor, é a membrana que vibra quando batemos nela com a baqueta ou com as mãos. Com um violão podemos perceber o som produzido pela vibração. Se você toca s cordas uma de cada vez, percebe que elas vibram e enquanto vibram você ouve o som. As mais grossas vibram mais devagar, por isso o som é mais grave, já as mais finas vibram mais rápido, e o som é agudo. Sons desagradáveis são chamados de ruídos. Isso acontece porque as ondas sonoras viajam de maneira desordenada, tornando-se desagradável de ouvir.

8154 – Museu dedicado à banda Abba é inaugurado na Suécia


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As músicas cativantes, figurinos extravagantes e botas cintilantes que fizeram do Abba um fenômeno global são destaques em um novo museu dedicado à banda, inaugurado esta semana em Estocolmo, na Suécia.
Os organizadores esperam atrair centenas de milhares de pessoas anualmente em uma viagem nostálgica pop.
Os visitantes vão poder cantar sucessos do Abba ao lado de hologramas em tamanho natural do grupo – e, em seguida, transferir as imagens pela Internet.
“Eu estaria interessado, mesmo que eu odiasse o Abba, em saber como a banda realmente aconteceu e porquê”, disse o ex-membro do ABBA Bjorn Ulvaeus nesta segunda-feira no museu.
Ulvaeus, agora um avô de 68 anos, rejeitou sugestões de que a abertura poderia coincidir com uma reunião da banda. Uma casa de apostas britânica estava fazendo apostas em abril sobre um retorno após a cantora Agnetha Faltskog insinuar um possível reencontro.
O Abba, formado por Ulvaeus, Faltskog, Anni-Frid Lyngstad e Benny Andersson, saltou para fama quando ganhou o concurso Eurovision em 1974 com a canção “Waterloo”.
Para reviver os dias de glória da banda, o museu oferece uma pista de dança com discos dos anos 1970 para os vistantes praticarem seus passos, gravações para a escolha de um “quinto” membro da banda e a oportunidade de sentar-se no interior do helicóptero que é destaque na capa do álbum “Arrival”.

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As paredes do museu estão repletas de recortes de jornais, cartas de fãs e vídeos. Os visitantes podem olhar os bastidores de um camarim, admirar discos de ouro e platina do Abba e ver uma reconstituição do estúdio onde a banda compôs canções.

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O Abba se tornou um dos maiores produtos de exportação da Suécia, com canções de sucesso como “Dancing Queen” e “Gimme Gimme Gimme! (A Man After Midnight)”.
O grupo vendeu cerca de 370 milhões de álbuns no total e faz parte de uma tradição pop da Suécia, que inclui Roxette, Ace of Base, Europa e Kent.

8142 – Mega Tecnologias – A Escrita


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Na Pré-História o homem buscou se comunicar através de desenhos feitos na paredes das cavernas. Através deste tipo de representação (pintura rupestre), trocavam mensagens, passavam idéias e transmitiam desejos e necessidades. Porém, ainda não era um tipo de escrita, pois não havia organização, nem mesmo padronização das representações gráficas.

Criação da escrita e sua história
Foi somente na antiga Mesopotâmia que a escrita foi elaborada e criada. Por volta de 4000 a.C, os sumérios desenvolveram a escrita cuneiforme. Usavam placas de barro, onde cunhavam esta escrita. Muito do que sabemos hoje sobre este período da história, devemos as placas de argila com registros cotidianos, administrativos, econômicos e políticos da época.
Os egípcios antigos também desenvolveram a escrita quase na mesma época que os sumérios. Existiam duas formas de escrita no Antigo Egito: a demótica (mais simplificada) e a hieroglífica (mais complexa e formada por desenhos e símbolos). As paredes internas das pirâmides eram repletas de textos que falavam sobre a vida dos faraós, rezas e mensagens para espantar possíveis saqueadores. Uma espécie de papel chamada papiro, que era produzida a partir de uma planta de mesmo nome, também era utilizado para escrever.
Já em Roma Antiga, no alfabeto romano havia somente letras maiúsculas. Contudo, na época em que estas começaram a ser escritas nos pergaminhos, com auxílio de hastes de bambu ou penas de patos e outras aves, ocorreu uma modificação em sua forma original e, posteriormente, criou-se um novo estilo de escrita denominado uncial. O novo estilo resistiu até o século VIII e foi utilizado na escritura de Bíblias lindamente escritas.
Na Alta Idade Média, no século VIII, Alcuíno, um monge inglês, elaborou outro estilo de alfabeto atendendo ao pedido do imperador Carlos Magno. Contudo, este novo estilo também possuía letras maiúsculas e minúsculas.
Com o passar do tempo, esta forma de escrita também passou por modificações, tornando-se complexa para leitura. Contudo, no século XV, alguns eruditos italianos, incomodados com este estilo complexo, criaram um novo estilo de escrita.
No ano de 1522, um outro italiano, chamado Lodovico Arrighi, foi o responsável pela publicação do primeiro caderno de caligrafia. Foi ele quem deu origem ao estilo que hoje denominamos itálico.
Com o passar do tempo outros cadernos também foram impressos, tendo seus tipos gravados em chapas de cobre (calcografia). Foi deste processo que se originou a designação de escrita calcográfica.
A Paleografia é a ciência que estuda as escritas antigas, seus símbolos e significado.
A grafia é uma tecnologia de comunicação, historicamente criada e desenvolvida na sociedade humana, e basicamente consiste em registrar marcas em um suporte.
Como meio de representação, a escrita é uma codificação sistemática de sinais gráficos que permite registrar com grande precisão a linguagem falada por meio de sinais visuais regularmente dispostos; óbvia exceção a esta regra é a bastante moderna escrita Braille, cujos sinais são táteis. A escrita se diferencia dos pictogramas em que estes não só têm uma estrutura sequencial linear evidente. Existem dois principais tipos de escrita, a baseada em ideogramas, que representa a conceitos e a baseada em grafemas, que representam a percepção de sons ou grupos de sons; um tipo de escrita baseada em grafemas é a alfabética.
As escritas hieroglíficas são as mais antigas das escritas propriamente ditas (por exemplo; a escrita cuneiforme foi primeiramente hieroglífica até que certos hieróglifos obtiveram um valor fonético) e se observam como uma transição entre os pictogramas e os ideogramas.
Nos tempos modernos a escrita hieroglífica tem sido deixada de lado, existindo então atualmente dois conjuntos de escritas principais: as baseadas em grafemas (isto é, escritas cujos sinais representam a percepção de sons) e escritas ideogrâmicas (isto é, escritas cujos sinais representam conceitos, “ideias”).
Mesmo que, habitualmente, a função central atribuída à escrita seja a de registro de informações, não se pode negar sua relevância para a difusão de informações e a construção de conhecimentos. O avanço das novas tecnologias e as interações entre diferentes suportes (por exemplo, papel, tela) e linguagens (verbal ou não verbal) têm permitido, inclusive, o aparecimento de formas coletivas de construção de textos, como é exemplo o próprio ☻Mega Arquivo.
O(s) instrumento(s) usados para se escrever e os suportes em que ela é registrada podem, em princípio, ser infinitos. Embora, tradicionalmente, conceba-se que a escrita tem durabilidade enquanto a fala seria mais “volátil”, os instrumentos, suportes, formas de circulação, bem como a função comunicativa do texto escrito, são determinantes para sua durabilidade ou não.
Na maioria das vezes, a intenção da escrita é a produção de textos que serão alvos da atividade de leitura.
Origem
Como dissemos na introdução ao Mega Arquivo, não se sabe exatamente quem ou qual indivíduo começou a desenvolver a escrita, mas a escrita é um processo simbólico que possibilitou ao homem expandir suas mensagens para muito além do seu próprio tempo e espaço, criando mensagens que se manteriam inalteradas por séculos e que poderiam ser proferidas a quilômetros de distância. Acredita-se que tenha se originado a partir dos simples desenhos de ideogramas: por exemplo, o desenho de uma maçã a representaria, e um desenho de duas pernas poderia representar tanto o conceito de andar como de ficar em pé. A partir daí os símbolos tornaram-se mais abstratos, terminando por evoluir em símbolos sem aparente relação aos caracteres originais. Por exemplo, a letra M em português na verdade vem de um hieróglifo egípcio que retratava ondas na água e representava o mesmo som. A palavra egípcia para água contém uma única consoante: /m/. Aquela figura, portanto,veio representar não somente a ideia de água, mas também o som /m/.
O sistema de escrita original dos mesopotâmicos era derivado do seu método de contabilidade. Por volta do fim do quarto milênio a.C., isso envolvia usar um instrumento pontiagudo de forma triangular, pressionado em argila mole para gravar números. Este processo foi evoluindo para uma escrita pictográfica, usando instrumentos pontiagudos e afiados para indicar o que estava sendo contado. As escritas com instrumento pontiagudo foram gradualmente substituídas pela escrita usando um instrumento em forma de cunha, (de onde veio o termo cuneiforme), inicialmente apenas para logogramas, mas evoluindo para incluir elementos fonéticos por volta do século XXIX a.C. Em torno do século XXVI a.C., a escrita cuneiforme começou a representar silabários de fala suméria. Também neste período, a escrita cuneiforme tornou-se de uso geral para logogramas, silabários e números, e esta escrita foi adaptada para outra língua mesopotâmica, a acádia e dali para outras tais como a hurrita e hitita. Escritas similares em aparência incluem aquelas usadas na ugarítica e persa antiga.

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China
Nos historiadores chineses encontrou-se muito sobre documentos deixados para trás referentes às suas antigas dinastias. Da dinastia Shang, a maioria dos escritos sobreviveu em ossos ou artefatos de bronze. Marcações em cascos de tartarugas (usados como ossos de oráculos têm idade estimada (com base no carbono) por volta de 1500 a.C. Historiadores descobriram que o tipo de material usado teve um efeito no qual a escrita era documentada e como ela era usada.
Geralmente a linha divisória entre a pré-história e a história é atribuída ao tempo em que surgiram os registros escritos. A importância da escrita para a história e para a conservação de registros vem do fato de que estes permitem o armazenamento e a propagação de informações não só entre indivíduos (privilégio também da linguagem), mas também por gerações.

8117 – Cinema – O Segredo do Abismo


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Um filme norte-americano de 1989 de ficção e suspense de James Cameron, para este filme foram necessárias oito semanas de filmagens subaquáticas. Os efeitos especiais inovadores, usados para dar forma aos alienígenas subaquáticos, foram depois reutilizados pelo diretor em seu filme seguinte, Terminator 2: Judgment Day, para criar o fabuloso andróide T 1000.
Este thriller de primeira classe, filmado debaixo de água, conta a história do inexplicável naufrágio de um submarino americano.
Uma equipe de cientistas em uma platorma civil de exploração de petróleo se vê repentinamente com a missão de tentar resgatar o USS Montana, um submarino nuclear que afundou misteriosamente com 156 tripulantes e, após o ocorrido, não houve mais contato. A plataforma é usada para a “Operação Salvo”, a operação de resgate que visa resgatar a tripulação do Montana, pois apesar de saberem onde está o submarino um furacão se aproxima e, assim, a Marinha não terá tempo hábil de chegar ao local. Com isso, a equipe da plataforma se torna a melhor opção para realizar o salvamento, ficando acertado que o tenente Coffey (Michael Biehn) supervisionará as operações. Entretanto, Bud Brigman (Ed Harris), um mergulhador que chefia a plataforma, diz à operação que acaba de pressentir que sua equipe corre perigo, mas Brigman não poderia imaginar que iria se deparar com algo totalmente surpreendente.

James Cameron, dirigiu também Titanic e a saga O Exterminador do Futuro
James Cameron, dirigiu também Titanic e a saga O Exterminador do Futuro

8113 – Cinema – A Trilha Sonora


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De muito grande relevância, aliás, o que seria do Cinema sem a trilha sonora?

Conhecida em inglês como soundtrack1 é, tecnicamente falando, “todo o conjunto sonoro de um filme, incluindo além da música, os efeitos sonoros e os diálogos.” Isso também inclui peças de um programa de televisão ou de jogos eletrônicos. Pode incluir música original, criada de propósito para o filme, ou outras peças musicais, canções e excertos de obras musicais anteriores ao filme. A definição de “trilha sonora” se expandiu na década de 1990, com coletâneas do tipo “Music Inspired By”. Alguns exemplos bem sucedidos dessa tendência foram as trilhas de O Corvo (nos Estados Unidos ) e Trainspotting (no Reino Unido).
Um filme pode popularizar uma obra musical já existente, mas menos conhecida pelo grande público. 2001 – Uma Odisseia no Espaço deu uma popularidade sem precedentes ao poema sinfônico Assim falou Zaratustra, de Richard Strauss. O filme Elvira Madigan, de Bo Widerberg, ao utilizar o concerto para piano n.º 21 de Wolfgang Amadeus Mozart, popularizou de tal forma esse tema musical que, apesar de já existir há muito, passou a ser cognominado de Elvira Madigan.
Desde a primeira e histórica projeção dos irmãos Lumière, em 1895, as imagens da 7º arte já tinham um acompanhamento musical. Porém, o fundo musical era geralmente uma improvisação solo feita por pianistas ou organistas, e a música raramente coincidia com as narrativas da tela. A partir de 1910 começaram a ser editadas partituras para piano e orquestra, que transmitiriam os “climas” apropriados para cenas específicas. No entanto, o problema de sincronização entre cena e trilha sonora ainda não tinha sido resolvido.Só na década seguinte se chegou a uma solução para este impasse, com a encomenda dos primeiros scores, ou seja: música incidental feita exclusivamente para determinado filme.
A música do filme está de harmonia com o diálogo e a imagem, estabelecendo o tom de um filme. Independentemente de ser clássica, jazz, electrônica ou qualquer outro gênero, todo o material musical expressamente composto ou exibido num filme pode ser definido como a música do filme.
Pelo contrário, um álbum que seja uma banda sonora não contém necessariamente a música do filme, uma vez que muitas das canções que apresenta podem não ter sido gravadas tendo o filme como objectivo (por exemplo, as constantes em American Graffiti, The Big Chill, Dirty Dancing) ou podem nem ter sido exibidas no filme (por exemplo, Batman Forever).
Tal como a Música do Filme, os Temas Cinematográficos são retirados dos filmes. A diferença é que, enquanto os álbuns de Música do Filme apresentam as gravações originais, as coleções de Temas Cinematográficos reúnem material gravado por intérpretes que não tiveram envolvidos com o filme.
Música de desenhos animados
As origens da história da música de desenhos animados estão intimamente ligadas ao trabalho do compositor Carl Stalling, o qual trabalhou nos estúdios de animação Warner Bros. durante duas décadas.
Stalling trilhou um novo caminho ao seguir a trajetória visual da acção no écran por oposição às regras aceites de composição. O resultado – não alicerçado nos tradicionais tempo, ritmo e desenvolvimento temático – foi de grande extremismo, à medida que a melodia, o estilo e a forma se misturavam em som e imagem intimamente ligados.
Essa fórmula continua a ser a atualmente utilizada nas composições desenvolvidas para a animação, embora, desde a era do rock, as canções pop também tenham destaque nas produções de desenhos animados, por vezes com vultos da pop, como Celine Dion e Peabo Bryson , Elton John e Phil Collins.
Música de espionagem
Os filmes de espionagem são um gênero cinematográfico popular desde a década de 1960. Não só os filmes são bem conhecidos, como a sua música também. De facto, a música que exibiam tornou-se quase inseparável deles próprios, em especial no caso do agente secreto James Bond. A música de John Barry definiu o tom musical do gênero, cujos princípios têm sido seguidos desde então.
Glossário
Cues: cada trecho de música de um filme, por menor que seja, é chamado de cue. Fazendo uma analogia com a música popular, ela seria equivalente à faixa de um disco, com a diferença de poder durar apenas alguns segundos.
Decupagem: a decupagem, ou spotting em inglês, é o processo que define aonde a música vai estar presente no filme, de acordo com a cena escolhida.
Leitmotif: recurso musical associado à personagens e eventos específicos, empregado de forma recorrente. Ela foi a técnica favorita de Max Steiner (1888-1971), considerado o pai da música do cinema.
Mickeymousing: é uma técnica de composição onde os movimentos da imagem da tela têm um paralelo sincronizado na orquestração. É freqüentemente associada à desenhos animados (daí o nome), e têm como função exercer um efeito cômico. O mickeymousing é considerada uma técnica controversa.
Música original: o termo música original do filme refere-se à parte musical instrumental composta exclusivamente para determinado filme. Seu equivalente em inglês é score, traduzido literalmente como partitura.
Source music: no jargão da indústria cinematográfica, é a música que tanto os espectadores quanto os personagens do filme ouvem. Um exemplo clássico do uso de source music é Sam (Dooley Wilson) tocando “As times goes by” no filme Casablanca (1942).
Tema: um tema (theme, em inglês) é, em geral, “a parte mais reconhecível em uma obra ou trecho musical”.
Temp tracks: uma abreviação de temporary tracks, são peças musicais pré-existentes utilizadas como referência para a composição da música original. Os temp tracks que o diretor George Lucas utilizou para Guerra nas Estrelas – composições de Antonín Dvořák, Franz Liszt e Gustav Holst – serviram de guia para John Williams compor seu premiado score, por exemplo.
Desde sua incepção, os críticos têm sido impiedosos com o estilo. A música original do cinema é tida como uma arte menor, talvez herdando um pouco do discriminação que a sétima arte têm sofrido desde sempre.

8105 – Marvel no Cinema – Homem de Ferro 3


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Tony Stark tem um coração. Um pouco danificado e ofuscado pela mente racional e brilhante de seu dono, mas ele está ali, protegido e calado dentro de seu abrigo duro e luminoso. E é este lado humano, e até mesmo piegas, que o diretor Shane Black decidiu extrair do protagonista, vivido por Robert Downey Jr. O argumento principal de Homem de Ferro 3, que concluiu a trilogia iniciada com Homem de Ferro (2008), seguida por Homem de Ferro 2 (2010), humaniza seu herói, sem deixar de lado as conhecidas sequências de ação e o humor afiado.
Nesta terceira parte, Black assume a direção e deixa Jon Favreau – diretor e ator dos dois longas anteriores – apenas com uma participação especial com seu personagem Happy, amigo e segurança de Stark. A mudança de liderança entre os filmes é perceptível, mas não atrapalha o andamento do contexto geral. Se Favreau fez do Homem de Ferro o bilionário irônico e petulante que o público ama, Black o tirou de dentro da armadura e mostrou as fraquezas emocionais e físicas do personagem.
A história continua não do ponto em que parou o segundo filme, mas sim da conclusão do sucesso de bilheteria Os Vingadores. A inserção do longa no meio da trilogia alterou o curso da história, já que antes Tony Stark não teve que lidar com ameaças alienígenas, deuses mitológicos ou “buracos de minhoca” abertos no céu de Nova York. Suas preocupações eram mais mundanas como o governo americano ou inimigos no Afeganistão. Nada que não pudesse ser resolvido com a combinação de seu poder econômico, uma indestrutível armadura de ferro e seu QI de gênio.
Sendo assim, depois de lutar ao lado de Thor e se despir de sua forte vaidade ao se oferecer como mártir para salvar o mundo e, claro, sua amada Pepper Potts (Gwyneth Paltrow), Em Homem de Ferro 3, Tony Stark entra em uma séria crise de estresse, e luta com problemas cotidianos, como insônia e ataques de pânico.
Não bastassem seus dilemas pessoais, surge Mandarin (Ben Kingsley), um novo e temido terrorista, um dos mais importantes da história em quadrinho de onde o herói foi extraído. Em um desafio pessoal com Stark, os capangas de Mandarin destroem a famosa mansão do bilionário em Malibu, cenário importante nos dois filmes anteriores e também de Os Vingadores. Após o confronto, Stark acaba em uma cidade pequena no meio do nada. Sozinho, sem armadura e ainda sofrendo ataques, o personagem durão acaba, para surpresa de todos, amigo de um garotinho, Harley (Ty Simpkins), que se torna seu principal aliado.
Com este foco, Robert Downey Jr. é quem ganha. Comparado aos anteriores, o ator aparece mais e mostra que está em forma física para encarar cenas de luta. O restante do elenco também consegue segurar bem o roteiro, até a insossa Pepper Potts ganha destaque e se torna uma personagem que pode ser bem aproveitada em Os Vingadores 2.

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No geral, o filme é distinto, mas mantém o tipo de enredo que construiu ao longo dos anos a reputação da franquia. Desta maneira, o herói da Marvel, que já arrecadou com os dois longas anteriores 1,2 bilhão de dólares, fecha bem a trilogia, e deixa poucas pontas para um retorno. Mesmo assim, não dá para bater o martelo do fim, já que, com franquias bilionárias, nunca se sabe.

8097 – Cinema – Ao Sucesso com Hollywood


Ao Sucesso com Hollywood, o famoso comercial de cigarros da década de 70
Ao Sucesso com Hollywood, o famoso comercial de cigarros da década de 70

Efeitos especiais de tirar o fôlego, atrizes bonitonas e violentas cenas de ação não são a única explicação para tanto sucesso.
Parte do segredo é pura matemática.
Pesquisadores estudaram 150 filmes produzidos entre 1935 e 2005, representantes de 5 gêneros cinematográficos: ação, aventura, animação, comédia e drama. Depois de aplicadas várias fórmulas matemáticas concluíram que a atenção humana segue um determinado padrão, que chamaram de 1/f. Em linguagem simplificada esse tal de 1/f pode ser descrito como um conceito da teoria do caos que corresponde a uma constante universal que também costuma ser encontrada na música, na economia, engenharia e até no processo que determina a nossa atenção.
O surpreendente é que sem ter consciência do que faziam, diretores e editores de filmes de vários países e épocas diferentes foram aos poucos chegando a um padrão semelhante, que também se repete no sr humano e na natureza. Seria como se o cinema tivesse passado por um processo de seleção natural. Isso provavelmente ocorreu porque os primeiros bons filmes a fazer sucesso foram sendo imitados, até convergirem para um mesmo padrão.
A conclusão final é que os filmes de ação são os que mais se aproximam do padrão 1/f, seguidos pelos de aventura, animação, comédia e drama.

8089 – Rádio – Siglas esquisitas são a sua identidade


As siglas são o RG da emissora. Elas surgiram durante a II Guerra Mundial para organizar o tráfego aéreo e marítimo e continuam em uso. Segundo o secretário de Radiodifusão do Ministério das Comunicações, Paulo Menecucci, toda emissora, quando começa a funcionar, recebe um prefixo (as letras) e um canal (os números). O ZY significa apenas que se trata de uma rádio. A letra que se segue determina se é AM, FM ou ondas curtas, mas a convenção varia regionalmente. Os números indicam a faixa de freqüência na qual ela transmite sua programação. “É como se fosse uma rua, reservada apenas para um tipo de onda sonora”. Assim, as transmissões de uma não interferem nas da outra, desde que não seja pirata, é claro.
O prefixo indica o caminho que a transmissão da emissora deve fazer no ar. Veja o exemplo da Rádio Guaíba AM, de Porto Alegre.
AM 720
ZYK276
O ZY mostra apenas que se trata de uma rádio comercial.
A letra K indica que a emissora é AM. Dependendo da região, outras letras podem ser usadas.
O 276 significa que a rádio encontra-se na freqüência 720 do mostrador. O número é determinado pelo Ministério das Comunicações.

8068 – História da Discoteca – Chic & Cia


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A historia do Chic começa em 1970 quando Nile Rodgers e Bernard Edwards se conhecem a acabam por formar uma banda de rock chamada The Boys que posteriormente mudou o nome para Big Apple, mas foram impedidos pelo fato de serem negros, então em 1976 eles se juntam ao ex-percussionista das bandas Labelle e Ecstacy, Passion & Pain Tony Thompson e começam a tocar inicialmente como um trio. Mas a banda precisava de um vocalista, e no mesmo ano Norma Jean entra na banda, e juntos em 1977 lançam o álbum de estréia  que foi puro sucesso trazendo canções disco como Dance Dance Dance (Yowsah Yowsah Yowsah) e Everybory Dance, o álbum rendeu a banda logo de cara um disco de ouro. Logo após o disco de estréia Nile e Bernard (os cabeças da banda) começam a preparar o disco solo de Norma, o disco foi lançado no mesmo ano com o nome de Norma Jean e trouxe o sucesso dançante Saturday. Ao sair da banda Norma indicou sua amiga Luci Martin para ser a nova vocalista, mas antes de sair da banda Norma participau do histórico disco We Are Family, do quarteto Sister Sledge, que era produzido por Nile e Bernard. Com a saída de Norma, Luci Martin foi admitida na banda, mas não como vocalista e sim como back up, pois a vocalista Alfa Anderson que havia trabalha com a banda no disco de estréia ganhou o honrado posto.
No mesmo ano de 78 a banda já com Alfa nos vocais lança um obra-prima da Disco Music, o álbum C’est Chic que ganha o disco duplo de platina e traz inesquecíveis canções como I Want Your Love e a imortal Le Freak (maior Hit da banda), o sucesso foi tanto que ate hoje o disco é o mais vendido da gravadora Atlantic (hoje Warner) com quase 7 milhões de copias na época. No ano seguinte 1979 mais um imenso sucesso, o álbum Risque que trouxe átona canções eternas como My Feet Keep Dancing, My Forbidden Lover e a grandiosa Good Times que influenciou a maioria das bandas de disco e funk da época, alem de ter servido como base para as primeiras musicas de Hip Hop.
Arranjos como estes nunca mais…!
O chic é considerada a maior e melhor banda de Disco de todos os tempos, fora seus álbuns, Nile e Bernard produziram artistas como Sister Sledge, Sheila B. Devotion, Madonna, David Bowie’s e Dianna Ross. Alem de influenciarem banda como The Smiths, e Sugar Hill Gang’s. Madonna em especial de os seus hits Holiday, Into To The Groove, Like A Virge e Erótica a dupla Nile e Bernard, alem da banda Change ser considera (Chic Jr). Nos anos’80 com a queda da Disco Music a banda lutou para manter musicas nas paradas e fazer com que seus álbuns vendesem; o fraco sucesso e as baixas vendas levaram ao fim da banda em 1985. Porém, em 1992 a banda se juntou novamente e lançam o álbum Chic-Ism com a canção Chic Mystique, aclamada por publico e critica levando a banda a uma nova turnê mundial como nos velhos tempos. No mesmo ano Nile recebeu o titulo de Top Productor World, foi incluído no hall da fama dos compositores, mas infelizmente no dia 18 de abril de 1996 seu eterno parcero Bernard Edwards morreu vitima de pneumonia aos 43 anos, mesmo sem ele o Chic continuou com os shows, em 2003 foi a vez de Thompson, vitima de câncer nos rins no dia 12 de novembro de 2003 aos 48 anos.

8032 – Música – Teddy Pendergrass


Teddy

(26 março de 1950 – 13 de janeiro de 2010) era um cantor e compositor americano de R&B e Soul. Pendergrass primeiro ganhou fama como vocalista do Harold Melvin & the Blue Notes em 1970 antes de uma carreira solo de sucesso no final da década. Em 1982, ele foi gravemente ferido em um acidente de carro na Filadélfia , resultando em paralisia da cintura para baixo. Depois de sua lesão, ele fundou a Aliança Teddy Pendergrass, uma fundação que ajuda as pessoas com lesões na medula espinhal. Pendergrass comemorou 25 anos de vida depois de sua lesão medular, com evento cheio, “Teddy 25 – A Celebração da Vida ‘na Filadélfia Kimmel Center. Sua última apresentação foi em um especial PBS em Borgata de Atlantic City Casino, em novembro de 2008.
Quando Pendergrass ainda era muito jovem, seu pai deixou a família; Jesse Pendergrass foi assassinado quando Teddy tinha 12 anos. Pendergrass cresceu na Filadélfia e cantou muitas vezes na igreja. Ele sonhava em ser um pastor e teve seu desejo, quando, aos 10, ele foi ordenado um ministro .
Em 1972, Harold Melvin e os Blue Notes lançou seu primeiro single, uma balada lenta e solene intitulado “I Miss You”. A canção foi escrita originalmente para os Dells , mas o grupo passou sobre ele. Observando como Pendergrass soou como chumbo Dells cantor Marvin Junior, Kenny Gamble decidiu construir a canção com Pendergrass, apenas 21 anos na época da gravação. Pendergrass canta muito da canção em uma rouca voz de barítono que se tornaria sua marca registrada.

Em 18 de março de 1982, no Cataratas Oriente secção de Filadélfia em Lincoln Drive near Rittenhouse Street, Pendergrass foi envolvido em um acidente de automóvel. Ele perdeu o controle de seu Spirit Rolls-Royce Silver – o carro bateu em um guard-rail, atravessou para a pista de tráfego oposto, e atingiu duas árvores. Pendergrass e seu passageiro, Tenika Watson, intérprete boate transexual com quem Pendergrass estava familiarizado, ficaram presos nas ferragens por 45 minutos. Enquanto Watson saiu do acidente com ferimentos leves, Pendergrass sofreu uma lesão da medula espinhal, deixando-o paraplégico, paralisado do peito para baixo.

Em 1984 fez um dueto com a então desconhecida Whitney Houston. Outro grande dueto foi com Sthephanie Mills, com o single Two Heart.

Em 1998, Pendergrass lançou sua autobiografia intitulada, verdadeiramente abençoado.
Em 2006, Pendergrass anunciou sua aposentadoria do mundo da música.
Em 5 de junho de 2009, Pendergrass passou por uma cirurgia bem sucedida para o câncer de cólon e se recuperou para voltar para casa. Algumas semanas depois, ele voltou ao hospital com problemas respiratórios. Depois de sete meses, ele morreu de insuficiência respiratória em 13 de janeiro de 2010, aos 59 anos com a esposa Joan ao seu lado.

8019 – Mega Personagens – Tarzan


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É um personagem de ficção criado pelo escritor norte-americano Edgar Rice Burroughs na revista pulp All-Story Magazine em 1912 e publicado em formato livro em 1914. O personagem apareceu em mais vinte e quatro livros e em diversos contos avulsos. Outros escritores também escreveram obras com o herói: Barton Werper, Fritz Leiber, Philip José Farmer etc.
Tarzan é filho de aristocratas ingleses que desembarcam em uma selva africana após um motim, . Com a morte de seus pais, Tarzan é criado por macacos (“manganis”, na linguagem dos símios, criada por Burroughs) na África, depois da morte de seus pais. Seu verdadeiro nome é John Clayton III, Lorde Greystoke. Tarzan é o nome dado a ele pelos macacos e significa “Pele Branca”. É uma adaptação moderna da tradição mitológico-literária de heróis criados por animais. Uma destas histórias é a de Rômulo e Remo, que foram criados por lobos e posteriormente fundaram Roma.
Por ter sobrevivido na selva desde sua infância, Tarzan mostra habilidades físicas superiores às de atletas do “mundo civilizado”, além de poder se comunicar com os animais.
No final do primeiro volume, Tarzan renuncia ao amor de Jane e ao título, por acreditar que ambos estariam melhor com o primo. Somente no romance seguinte, The Return of Tarzan, de 1913, o casal passa a viver junto.
A visão da África criada por Burroughs tem pouco a ver com a realidade do continente, pois ele inventa que a selva africana esconderia civilizações perdidas e criaturas estranhas. Burroughs, entretanto, nunca esteve na África.

Personagem no Brasil
Dezoito livros de Tarzan foram publicados no Brasil pela Companhia Editora Nacional a partir de 1933, na coleção Terramarear. As traduções foram feitas por importantes escritores, como Monteiro Lobato, Godofredo Rangel, Manuel Bandeira e outros. Na década de 1970, a Editora Record relançou desses oito volumes, com capas de Burne Hogarth. Já em Portugal, a editora Portugal Press, de Lisboa, editou a obra completa do herói.
Uma extensa lista de suas obras vai de 1912 a 1965.

Cinema
O primeiro Tarzan do cinema foi Elmo Lincoln, no filme Tarzan, O Homem Macaco ou Tarzan dos Macacos (Tarzan of the Apes), de 1918. Lincoln também estrelou o filme seguinte, O Romance de Tarzan ou Os Amores de Tarzan (The Romance of Tarzan, 1918) e o seriado As Aventuras de Tarzan (The Adventures of Tarzan, 1921, quinze episódios).
Na era muda foram produzidos quatro filmes e quatro seriados com o herói; além de Lincoln, ele foi interpretado, entre outros, por Gene Pollar e James Pierce.
O primeiro Tarzan do cinema sonoro foi também o mais famoso: o nadador estadunidense Johnny Weissmuller,como vimos no outro capítulo, que encarnou o herói em doze fitas, primeiro na MGM, depois na RKO. O refinado lorde dos livros foi transformado por Weissmuller em um selvagem que conseguia apenas grunhir e emitir frases monossilábicas, do tipo “me Tarzan, you Jane” (que ele, a bem da verdade, nunca disse. O que ele disse no filme Tarzan, O Filho das Selvas/Tarzan the Ape Man foi, simplesmente “Tarzan… Jane”, apontando para si mesmo e depois para Jane Porter).

Weissmuller é responsável por emitir, pela primeira vez, o famoso grito de vitória de Tarzan. Esse grito, que seria reproduzido por todos os Tarzans subsequentes, não passava de uma hábil mixagem dos sons de um barítono, uma soprano e de cães treinados.
Devido à censura da época, os trajes de Weissmuller e, principalmente, de O’Sullivan foram aumentando de tamanho de filme para filme; a censura também é responsável pela ausência de filhos da dupla, que não era legalmente casada: Boy (vivido por Johnny Sheffield), introduzido em O Filho de Tarzan (Tarzan Finds a Son!, 1939) não era filho do casal e, sim, adotado, conforme mostra o título original. Nos livros, no entanto, Tarzan e Jane são pais do menino Korak, que chega à idade adulta nos romances finais.
Depois de atuar em Tarzan e a Caçadora (Tarzan and the Huntress, 1947), Johnny Sheffield disse adeus ao papel de Boy, porque já estava com dezesseis anos. Ele foi para a Monogram e fez os doze filmes da série Bomba, o Filho das Selvas/Bomba The Jungle Boy (um personagem inspirado em Tarzan, publicado em uma série de livros publicada entre 1926 e 1938, entre 1949 e 1955.

Quando já não possuía o físico necessário para viver o herói, Weissmuller estrelou a série Jim das Selvas/Jungle Jim para a Columbia. Foram dezesseis filmes entre 1948 e 1955. Nesse ano, o herói foi para a televisão, onde foram feitos vinte e seis episódios de meia hora cada, com um Weissmuller já gordo e envelhecido.
Outros Tarzans que ficaram famosos foram Lex Barker, que substituiu Weissmuller a partir de 1948 e Gordon Scott, que é considerado por alguns críticos como o ator que melhor interpretou o herói. Já Mike Henry é visto como o mais parecido com os desenhos de Burne Hogarth.
Na televisão, Tarzan foi vivido por Ron Ely, em uma cultuada série que teve cinquenta e sete episódios entre 1966 e 1968. Alguns episódios duplos foram fundidos e exibidos nos cinemas.
Das atrizes que interpretaram Jane, a única lembrada é Maureen O’Sullivan, que fez os seis primeiros filmes da série com Johnny Weissmuller e depois saiu porque não queria ficar presa à personagem. Jane não aparece em todos os filmes de Tarzan: ela esteve em apenas um dos cinco filmes com Gordon Scott e esteve ausente de todas as produções com os Tarzans Jock Mahoney, Mike Henry e Ron Ely.

tarzan cinema

Foi noticiado que a personagem Cheeta, a macaca (Cheeta, na verdade era um macho) que protagonizou os filmes da década de 1930 e 1940 e do seriado para televisão da década de 1960, faleceu em 2011, aos 80 anos de idade, notícia essa, entretanto, colocada em dúvida por uma reportagem da agência de notícias Associated Press, pela ausência de documentos que comprovem se tratar do mesmo primata, além de outras inconsistências apontadas.

Tarzan, o homem macaco foi o 1° filme em 1918 e o último foi Tarzan e a Cidade Perdida em 1998.

Quadrinhos
Hal Foster foi o primeiro artista a desenhar o herói: em 1929 foram publicadas as sessenta tiras diárias de “Tarzan of the Apes”; Foster só voltaria ao personagem em 1931, desenhando páginas dominicais coloridas. Ele é responsável por várias inovações de inspiração cinematográfica: campo e contra-campo, grandes planos e contra-luz. Ele seguiu fielmente os livros de Burroughs e nunca usou balões e, sim, textos incorporados aos quadrinhos. A partir de 1937, Foster foi substituído por Burne Hogarth, o maior ilustrador do herói. Influenciado por Michelângelo e pelo expressionismo alemão, Hogarth utilizou seus conhecimentos de anatomia para mostrar uma explosão de músculos, um turbilhão de movimentos, paisagens atormentadas mas vibrantes, selvas fantasmagóricas e raízes com formas monstruosas. Ele desenharia essas páginas até 1950, quando foi substituído pelo também importante Bob Lubbers, mas voltou em 1972, com uma nova versão da história de Tarzan em forma de livro.

Em 1972, a DC consegue a licença de Tarzan e inicia uma série de quadrinhos produzida por Joe Kubert, a primeira edição da revista é a número 207, continuando a numeração da Dell.

Em 1977, a DC publica seu último número de Tarzan, encerrada na edição 259, nesse mesmo ano o personagem passa a ser publicado pela Marvel Comics, na Marvel a numeração é reiniciada, a revista teve 29 edições e possuia arte de John Buscema.

A EBAL lançou também diversas edições especiais:

1973 – Tarzan, O Filho das Selvas, o livro quadrinizado por Burne Hogarth em 1972
1974 – Coleção Tarzan em dois volumes (A Origem de Tarzan e A Volta de Tarzan), ilustrados por Joe Kubert
1975 – Tarzan, de Harold Foster, a primeira história com o herói
1975 – Coleção Tarzan/Russ Manning, em cinco volumes, com as páginas dominicais de 1968 a 1972
1976 – Edição Gloriosa em dois volumes (O Mundo que o Tempo Esqueceu e O Poço do Tempo), ilustrados por Russ Manning
1978 – O Livro da Selva, adaptação do romance O Tesouro de Tarzan em três volumes, com ilustrações de John Buscema e roteiro de Roy Thomas
1980 – O Massacre dos Inocentes, com ilustrações do artista espanhol Jaime Brocal Remohi
1980 – O Lago da Vida, com ilustrações de José Ortiz

8008 – História da Discoteca – Van McCoy


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Van Allen Clinton McCoy (Washington, 6 de janeiro de 1940 – Englewood, 6 de julho de 1979) foi um músico, produtor musical, arranjador, compositor e maestro norte-americano. É mais conhecido por grande sucesso da música The Hustle, em 1975. Tem direitos sobre 700 músicas e também produziu numerosos outros artistas, tais como Gladys Knight & the Pips, The Stylistics, Aretha Franklin, Brenda & The Tabulations, David Ruffin, Peaches & Herb e Stacy Lattisaw.

McCoy nasceu em 6 de janeiro de 1940, em Washington, DC, sendo o segundo filho de Norman S. McCoy, Sr. e Lillian Ray. Começou a tocar piano desde cedo e a cantar com o coro da igreja Metropolitana Batista desde criança e já escrevia canções paralelamente às participações em espetáculos locais com seu irmão mais velho, Norman Jr., aos 12 anos. Os dois formaram um conjunto de doo-wop chamado Starlighters com dois amigos no colégio, que lançou o single The Birdland em 1956, recebendo alguma atenção que os levaram a uma turnê com o baterista Vi Burnsides. Casamentos e outras questões levaram ao fim da banda, ainda nos anos 1950. Ele também cantou com um grupo chamado Marylanders.

Van McCoy entrou na Howard University para estudar psicologia algum tempo depois, apenas para sair após dois anos e se mudar para a Filadélfia, onde formou seu próprio selo Rockin’ Records, e lançou seu primeiro single, Hey Mr. DJ, em 1959. Esta música recebeu a atenção do dono da gravadora Scepter Records, Florence Greenberg, que contratou McCoy como compositor e representante. Durante a década de 1960 lançou algumas canções e auxiliou a produção de vários outros artistas, tais como Gladys Knight & The Pips, Chris Bartley e The Ad-Libs.

Van escreveu ou produzir consistentemente para alguns outros artistas. No início da década de 1970, McCoy começou uma longa e aclamada colaboração com o compositor e produtor Charles Kipps e fez os arranjos de vários sucessos do The Stylistics. Ele formou sua própria orquestra, Soul City Symphony, e com as cantoras Faith (Fé), Hope (Esperança) e Charity (Caridade) produziu numerosos álbuns e fez muitas apresentações.

☻ Mega Clássica

Em 1975, McCoy lançou um disco majoritariamente instrumental, Disco Baby para o selo Avco Records. Inesperadamente, um single desse álbum, chamado “The Hustle”, escrito sobre a dança de mesmo nome e gravado por último foi ao topo das paradas na Billboard, assim como no Reino Unido, onde a atingiu a 3ª posição e ganhou um Grammy. O álbum também recebeu uma indicação ao Grammy. McCoy, então reconhecido como criador de música disco, nunca repetiu o sucesso dessa canção, embora as faixas “Party,” “That’s The Joint” e “Change With The Times” tivessem recebido alguma execução nas rádios.

Morte
Ele morreu de um infarto agudo do miocárdio em Englewood, New Jersey em 6 de julho de 1979.

Master DJ Para Festas

Empregos e negócios, Serviços – Brasil, São Paulo, São Paulo. Data Maio 7

Serviços

7950 – Cinema – Como funciona o set?


Cinema, a 7ª Arte
Cinema, a 7ª Arte

A cena mostra apenas um casal se beijando, mas, ao redor dos atores, há um exército de trabalhadores. A equipe que atua no set – o local em que se faz um filme – pode ser de poucas dezenas a algumas centenas de pessoas, dependendo do tamanho da produção. Um curta-metragem, por exemplo, não exige mais que 10 a 20 profissionais. Já uma superprodução como a trilogia O Senhor dos Anéis precisou de mais de 300 pessoas trabalhando nas cenas de batalha, sem contar o elenco. Fora as pessoas no set, há outras tantas que sequer põem o pé no estúdio, como o montador (o sujeito que transforma vários rolos de película no produto final), o compositor da trilha sonora e a equipe de efeitos especiais. No set, a coisa só funciona com uma rígida hierarquia: o operador de câmera, subordinado ao diretor de arte, nunca recebe ordens imediatas do diretor do filme – o chefe máximo do estúdio. É o diretor que, quando tudo e todos estão prontos para começar a filmar, dá o grito de guerra: “Luz, som, câmera, ação!”

Veja quem é quem:

Núcleo de Direção
O diretor é o chefe geral do estúdio. Seus subordinados diretos são o assistente de direção, o elenco e o continuísta – sujeito que faz a marcação nos cortes para que, por exemplo, um personagem que usa óculos não apareça sem eles quando a filmagem for retomada

Núcleo de som
O engenheiro de som controla a captação dos diálogos, do som ambiente e de efeitos sonoros. Ele trabalha com um assistente e o microfonista, responsável pela instalação dos microfones de cena

Núcleo de arte
O diretor de arte é o responsável pelo visual do filme. Sob sua batuta, trabalham o assistente de direção de arte, maquiadores, figurinistas, o cenotécnico (responsável pela construção dos cenários) e o contra-regra (que zela pela conservação dos objetos de cena)

Núcleo de fotografia
Chefiado pelo diretor de fotografia, que determina o tipo de luz a ser usada, as lentes da câmera e a qualidade da película, entre outras coisas. Ele é assistido pelo operador de câmera e seus ajudantes. Neste núcleo, ainda trabalham os maquinistas (que operam gruas e outros aparelhos) e os eletricistas

Núcleo de produção
O diretor de produção é quem cuida da parte logística do filme: cronograma, negociação com fornecedores, contratação de pessoal. Com ele, trabalham alguns produtores e seus assistentes, que vão atrás de objetos que compõem o cenário, e até um produtor de alimentação para os trabalhadores do set. Também estão neste núcleo as equipes que fotografam e filmam o making of

Elenco
São as pessoas que aparecem no produto final: atores e figurantes

7912 – Quadrinhos – A Morte de Robin


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Roteirista diz que Robin precisa morrer para Batman triunfar
Ao blog da DC Comics, Grant Morrison contou que Damian Wayne não poderia almejar substituir o pai, já que Bruce nunca morre — diferente do Super-Homem.
O roteirista contou ao blog da editora americana DC Comics que o fim de Damian, filho de Bruce Wayne com a vilã Talia Al-Ghul, já estava planejado desde o começo. Segundo Morrison, Damian, que se tornou o quinto Robin do universo Batman, não pode crescer porque não pode almejar substituir o pai, que sempre será o principal herói de Gotham City.
“Eu escolhi criar a minha história em cima do trauma, do assassinato dos pais de Bruce Wayne, algo que pauta a conduta de Batman. Os principais vilões de Bruce são, para mim, baseados em arquétipos de péssimos pais”, escreveu Morrison. “Esse tema de famílias arruinadas esteve por trás da criação de Damian, o primeiro filho de Batman. De muitas maneiras, a história de Damian Wayne foi a história de Bruce e o seu fim estava planejado há tempos. Afinal, qual filho poderia esperar substituir o pai que nunca morre?”, explicou o roteirista.
A morte de Damian foi contada na edição da revista Batman Incorporated.
O garoto de 10 anos era fruto do affaire do ricaço Bruce Wayne com a filha de um dos seus principais rivais, Ra’s Al Ghul. Damian Wayne não é o primeiro Robin a morrer. Jason Todd foi morto pelo Coringa, e depois ressuscitou — coisa de novela, mas também de gibi — em 2005.
“Salva o mundo. Faz o seu trabalho como Robin e morre como herói absoluto”, disse o autor dos quadrinhos, Grant Morrison, em entrevista para o New York Post. Perguntado sobre a substituição de Robin, o escritor disse que “nunca se pode dizer nunca” no mundo dos quadrinhos. “Enfim, Batman terá sempre um parceiro.”

7883 – História da Música Eletrônica – A Batida House


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O elemento comum de quase toda a house music é uma batida 4/4 gerada numa bateria eletrônica, completada com uma sólida (muitas vezes também gerada eletronicamente) linha de baixo e, em muitos casos, acréscimos de “samplers”, ou pequenas porções de voz ou de instrumentos de outras músicas. Representa, de certa forma, também uma evolução da disco music dos anos 70. A maioria dos projetos (desenvolvidos por DJs e produtores) e grupos de house music têm como origem a Itália, a Alemanha, a Bélgica, além dos Estados Unidos e Reino Unido.

Basement Jaxx – Kish Kash (XL) Importado
Não se deixe enganar pela primeira audição. O que parece apenas uma tentativa de requentar a fórmula de “Rooty” revela-se, aos poucos, um intricado mosaico de groove, complexo o suficiente para desorientar o ouvinte. “Kish Kash” desvenda uma dimensão que o álbum anterior apenas sugeria. E essa nova dimensão reverbera numa maturidade dance rara nestes dias de superstars DJs. Os vocalistas convidados mostram a amplitude da dupla: o enfant terrible do hip hop inglês, Dizzee Rascal, a soul woman Me·Shell NdegeOcello, o ·N Sync JC Chasez e a irmã morte Siouxsie Sioux. No caldeirão polirrítmico, scratches, baixos emborrachados, freakolândia sampleada e talvez as batidas mais irresistíveis de 2003.
Vista Le Vie – Don·t (F Communications) Importado
A dupla francesa Max e Gilles, aka Vista Le Vie, é a nova aposta do selo de Laurent Garnier. O duo não se contenta em fazer apenas house, apesar do gênero funcionar como guia condutor no disco – na verdade, um EP, com seis músicas. O Vista Le Vie funde um pouco de dub, timbres de piano Rhodes, guitarras retrôs e baixo acústico para criar uma espécie de ambient house com bastante personalidade. Ainda podem soar um pouco perdidos e atirando pra muitos lados ao mesmo tempo. Mas tem futuro, é claro.
Junkie XL – A Broadcast From The Computer Hell Cabin (Sum) Nacional
Tom Holkenborg, o holandês do projeto Junkie XL, parece ter achado a mina do ouro: dar vida aos mortos. Depois de Elvis, Peter Tosh volta a cantar no ragga “Don’t Wake Up Policeman”. JXL também ressuscita gente que estava no limbo, como Terry Hall (The Specials), Robert Smith (The Cure), Gary Numan e até Dave Gahan (Depeche Mode). Todas as faixas trazem a herança de seus convidados especias, o que deixa o disco sem personalidade. Talvez por isso haja um CD bônus, no qual Holkenborg mostra suas produções solo…
I:Cube – 3 (Versatille) Importado
Nem só de loops de disco coados no filtro vive a música eletrônica francesa. Ainda bem. Nicolas Chaix já tem uma série de bons serviços prestados ao dub eletrônico. Neste disco, ele continua pisando fundo no grave, mas pensando na pista, como em “Vacuum Jackers” e “Fabu”. Tem até um ensaio hip house com a participação de RZA, o cérebro do Wu Tang Clan. Shake “le” ass.

7882 – História da Música Eletrônica


Hoje, é muito fácil extrair samples, fazer um remix. Até com computadorzinho meia-boca tem mané fazendo isso em casa (e nas paradas também). Agora, é fácil porque além da tecnologia temos as receitas, as referências. Uma matriz. Por exemplo: não dá pra imaginar música eletrônica sem loops, ecos e silêncios súbitos. Ora, isso tudo já faz parte do que conhecemos como música eletrônica.
Mas as origens dessa ciência estão no final dos anos 60, quando esse mundo era uma selva e os homens tinham de fumar um leão por dia. Trabalhando com velhos gravadores de apenas duas pistas, alguns jamaicanos começaram a inventar moda com aquele negócio de ter as vozes num canal e os instrumentos na outra. De vez em quando desligavam a voz (era no botão mesmo), valorizando algumas passagens instrumentais. Ou o contrário, deixavam a voz sozinha, reluzindo. Passaram a aplicar ecos onde nunca ninguém antes havia tentado. E aquilo ficou interessante, começou a tocar nos soundsystems e foi evoluindo, evoluindo e deu liga, tornando-se o que se conhece como dub.
É duro pra muita gente aceitar que a música eletrônica moderna, tão sofisticada, tenha alguma coisa a ver com o reggae, aquele som-favela, produzido por uns maconheiros cabeludos. Mas eis a verdade cristalina: um tal de Osbourne Ruddock, mais conhecido como King Tubby, é o pioneiro nessas técnicas de manipulação criativa de bases pré-gravadas, seguido de perto por Lee ”Scratch” Perry. E desse manancial surgem Augustus Pablo, Prince Jammy e Scientist, entre poucos outros graduados do gênero. E vai desculpando as generalizações, porque nem toda música eletrônica é sofisticada e nem todo jamaicano é cabeludo.
O termo “dub” hoje é usado na maior esculhambação, para qualquer coisa que tenha lá um ou dois efeitinhos. Para reconhecer um dub genuíno, aqui vai alguma munição. A regra primeira é que seja um reggae, ou que ao menos tenha um groove de reggae – um bom baixista, portanto, é essencial. Depois, é necessário que soe grave, muito grave – um bom baixista, portanto, é duas vezes essencial. Finalmente, podem entrar efeitos, da simples supressão da voz (total ou parcial) até a inclusão de balidos de carneiro.
Apesar das origens jamaicanas, o dub agora é cidadão do mundo. Com outra cultura e outras influências musicais, muitos americanos, europeus e até japoneses.

7871 – História da Discoteca – Patrick Juvet


Patrick Juvet - Master Serie - Front

Nascido em Montreux, 21 de agosto de 1950, é um músico suíço.
Desde cedo aprendeu a tocar piano. Depois dos 18 anos sonhava em se mudar para Paris, mas foi na Alemanha que começou sua carreira, mas nada ligado à música: com seu porte de bom rapaz e figura esbelta fez sucesso como modelo fotográfico. Após um curto período conseguiu realizar o seu sonho e foi morar na França, conhecendo lá o produtor Eddy Barclay em Saint-Tropez. Impressionado com o talento musical de Patrick, em outubro de 1971 ele o levou a um estúdio, onde gravou suas primeiras canções românticas. Fez muito sucesso na França, sendo reconhecido até os dias de hoje. Participou no Festival Eurovisão da Canção 1973, em representação da Suíça, com o tema “Je vais me marier, Marie”
Já era um pop star local quando decidiu mudar de rumo e seguindo a febre disco, gravou “Où sont les femmes” (1977) e o super hit “I Love America”, que alcançou o 1° lugar em 15 diferentes países, incluindo os Estados Unidos.
Com arranjos idênticos aos do Village People, eis um nome inesquecível dos disco maníacos.

7858 – Marketing – Nada se cria e propaganda se copia


http://www.ad-rag.com
Esse site é especialista em dedurar publicitários preguiçosos e sem criatividade que copiam outros publicitários preguiçosos e sem criatividade. Isso mesmo, não basta fazer um comercial ruim, que sempre vem alguém e copia. O melhor do AdLand só está disponível para quem paga uma mensalidade, mas vale a pena. É diversão garantida ver como um slogan para vender relógio na França serve para alertar os jovens para a necessidade do sexo seguro na Irlanda. Infelizmente não há material nacional (olha aí uma boa ideia. Ou será que eu copiei isso de algum lugar?).