8008 – História da Discoteca – Van McCoy


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Van Allen Clinton McCoy (Washington, 6 de janeiro de 1940 – Englewood, 6 de julho de 1979) foi um músico, produtor musical, arranjador, compositor e maestro norte-americano. É mais conhecido por grande sucesso da música The Hustle, em 1975. Tem direitos sobre 700 músicas e também produziu numerosos outros artistas, tais como Gladys Knight & the Pips, The Stylistics, Aretha Franklin, Brenda & The Tabulations, David Ruffin, Peaches & Herb e Stacy Lattisaw.

McCoy nasceu em 6 de janeiro de 1940, em Washington, DC, sendo o segundo filho de Norman S. McCoy, Sr. e Lillian Ray. Começou a tocar piano desde cedo e a cantar com o coro da igreja Metropolitana Batista desde criança e já escrevia canções paralelamente às participações em espetáculos locais com seu irmão mais velho, Norman Jr., aos 12 anos. Os dois formaram um conjunto de doo-wop chamado Starlighters com dois amigos no colégio, que lançou o single The Birdland em 1956, recebendo alguma atenção que os levaram a uma turnê com o baterista Vi Burnsides. Casamentos e outras questões levaram ao fim da banda, ainda nos anos 1950. Ele também cantou com um grupo chamado Marylanders.

Van McCoy entrou na Howard University para estudar psicologia algum tempo depois, apenas para sair após dois anos e se mudar para a Filadélfia, onde formou seu próprio selo Rockin’ Records, e lançou seu primeiro single, Hey Mr. DJ, em 1959. Esta música recebeu a atenção do dono da gravadora Scepter Records, Florence Greenberg, que contratou McCoy como compositor e representante. Durante a década de 1960 lançou algumas canções e auxiliou a produção de vários outros artistas, tais como Gladys Knight & The Pips, Chris Bartley e The Ad-Libs.

Van escreveu ou produzir consistentemente para alguns outros artistas. No início da década de 1970, McCoy começou uma longa e aclamada colaboração com o compositor e produtor Charles Kipps e fez os arranjos de vários sucessos do The Stylistics. Ele formou sua própria orquestra, Soul City Symphony, e com as cantoras Faith (Fé), Hope (Esperança) e Charity (Caridade) produziu numerosos álbuns e fez muitas apresentações.

☻ Mega Clássica

Em 1975, McCoy lançou um disco majoritariamente instrumental, Disco Baby para o selo Avco Records. Inesperadamente, um single desse álbum, chamado “The Hustle”, escrito sobre a dança de mesmo nome e gravado por último foi ao topo das paradas na Billboard, assim como no Reino Unido, onde a atingiu a 3ª posição e ganhou um Grammy. O álbum também recebeu uma indicação ao Grammy. McCoy, então reconhecido como criador de música disco, nunca repetiu o sucesso dessa canção, embora as faixas “Party,” “That’s The Joint” e “Change With The Times” tivessem recebido alguma execução nas rádios.

Morte
Ele morreu de um infarto agudo do miocárdio em Englewood, New Jersey em 6 de julho de 1979.

Master DJ Para Festas

Empregos e negócios, Serviços – Brasil, São Paulo, São Paulo. Data Maio 7

Serviços

7950 – Cinema – Como funciona o set?


Cinema, a 7ª Arte
Cinema, a 7ª Arte

A cena mostra apenas um casal se beijando, mas, ao redor dos atores, há um exército de trabalhadores. A equipe que atua no set – o local em que se faz um filme – pode ser de poucas dezenas a algumas centenas de pessoas, dependendo do tamanho da produção. Um curta-metragem, por exemplo, não exige mais que 10 a 20 profissionais. Já uma superprodução como a trilogia O Senhor dos Anéis precisou de mais de 300 pessoas trabalhando nas cenas de batalha, sem contar o elenco. Fora as pessoas no set, há outras tantas que sequer põem o pé no estúdio, como o montador (o sujeito que transforma vários rolos de película no produto final), o compositor da trilha sonora e a equipe de efeitos especiais. No set, a coisa só funciona com uma rígida hierarquia: o operador de câmera, subordinado ao diretor de arte, nunca recebe ordens imediatas do diretor do filme – o chefe máximo do estúdio. É o diretor que, quando tudo e todos estão prontos para começar a filmar, dá o grito de guerra: “Luz, som, câmera, ação!”

Veja quem é quem:

Núcleo de Direção
O diretor é o chefe geral do estúdio. Seus subordinados diretos são o assistente de direção, o elenco e o continuísta – sujeito que faz a marcação nos cortes para que, por exemplo, um personagem que usa óculos não apareça sem eles quando a filmagem for retomada

Núcleo de som
O engenheiro de som controla a captação dos diálogos, do som ambiente e de efeitos sonoros. Ele trabalha com um assistente e o microfonista, responsável pela instalação dos microfones de cena

Núcleo de arte
O diretor de arte é o responsável pelo visual do filme. Sob sua batuta, trabalham o assistente de direção de arte, maquiadores, figurinistas, o cenotécnico (responsável pela construção dos cenários) e o contra-regra (que zela pela conservação dos objetos de cena)

Núcleo de fotografia
Chefiado pelo diretor de fotografia, que determina o tipo de luz a ser usada, as lentes da câmera e a qualidade da película, entre outras coisas. Ele é assistido pelo operador de câmera e seus ajudantes. Neste núcleo, ainda trabalham os maquinistas (que operam gruas e outros aparelhos) e os eletricistas

Núcleo de produção
O diretor de produção é quem cuida da parte logística do filme: cronograma, negociação com fornecedores, contratação de pessoal. Com ele, trabalham alguns produtores e seus assistentes, que vão atrás de objetos que compõem o cenário, e até um produtor de alimentação para os trabalhadores do set. Também estão neste núcleo as equipes que fotografam e filmam o making of

Elenco
São as pessoas que aparecem no produto final: atores e figurantes

7912 – Quadrinhos – A Morte de Robin


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Roteirista diz que Robin precisa morrer para Batman triunfar
Ao blog da DC Comics, Grant Morrison contou que Damian Wayne não poderia almejar substituir o pai, já que Bruce nunca morre — diferente do Super-Homem.
O roteirista contou ao blog da editora americana DC Comics que o fim de Damian, filho de Bruce Wayne com a vilã Talia Al-Ghul, já estava planejado desde o começo. Segundo Morrison, Damian, que se tornou o quinto Robin do universo Batman, não pode crescer porque não pode almejar substituir o pai, que sempre será o principal herói de Gotham City.
“Eu escolhi criar a minha história em cima do trauma, do assassinato dos pais de Bruce Wayne, algo que pauta a conduta de Batman. Os principais vilões de Bruce são, para mim, baseados em arquétipos de péssimos pais”, escreveu Morrison. “Esse tema de famílias arruinadas esteve por trás da criação de Damian, o primeiro filho de Batman. De muitas maneiras, a história de Damian Wayne foi a história de Bruce e o seu fim estava planejado há tempos. Afinal, qual filho poderia esperar substituir o pai que nunca morre?”, explicou o roteirista.
A morte de Damian foi contada na edição da revista Batman Incorporated.
O garoto de 10 anos era fruto do affaire do ricaço Bruce Wayne com a filha de um dos seus principais rivais, Ra’s Al Ghul. Damian Wayne não é o primeiro Robin a morrer. Jason Todd foi morto pelo Coringa, e depois ressuscitou — coisa de novela, mas também de gibi — em 2005.
“Salva o mundo. Faz o seu trabalho como Robin e morre como herói absoluto”, disse o autor dos quadrinhos, Grant Morrison, em entrevista para o New York Post. Perguntado sobre a substituição de Robin, o escritor disse que “nunca se pode dizer nunca” no mundo dos quadrinhos. “Enfim, Batman terá sempre um parceiro.”

7883 – História da Música Eletrônica – A Batida House


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O elemento comum de quase toda a house music é uma batida 4/4 gerada numa bateria eletrônica, completada com uma sólida (muitas vezes também gerada eletronicamente) linha de baixo e, em muitos casos, acréscimos de “samplers”, ou pequenas porções de voz ou de instrumentos de outras músicas. Representa, de certa forma, também uma evolução da disco music dos anos 70. A maioria dos projetos (desenvolvidos por DJs e produtores) e grupos de house music têm como origem a Itália, a Alemanha, a Bélgica, além dos Estados Unidos e Reino Unido.

Basement Jaxx – Kish Kash (XL) Importado
Não se deixe enganar pela primeira audição. O que parece apenas uma tentativa de requentar a fórmula de “Rooty” revela-se, aos poucos, um intricado mosaico de groove, complexo o suficiente para desorientar o ouvinte. “Kish Kash” desvenda uma dimensão que o álbum anterior apenas sugeria. E essa nova dimensão reverbera numa maturidade dance rara nestes dias de superstars DJs. Os vocalistas convidados mostram a amplitude da dupla: o enfant terrible do hip hop inglês, Dizzee Rascal, a soul woman Me·Shell NdegeOcello, o ·N Sync JC Chasez e a irmã morte Siouxsie Sioux. No caldeirão polirrítmico, scratches, baixos emborrachados, freakolândia sampleada e talvez as batidas mais irresistíveis de 2003.
Vista Le Vie – Don·t (F Communications) Importado
A dupla francesa Max e Gilles, aka Vista Le Vie, é a nova aposta do selo de Laurent Garnier. O duo não se contenta em fazer apenas house, apesar do gênero funcionar como guia condutor no disco – na verdade, um EP, com seis músicas. O Vista Le Vie funde um pouco de dub, timbres de piano Rhodes, guitarras retrôs e baixo acústico para criar uma espécie de ambient house com bastante personalidade. Ainda podem soar um pouco perdidos e atirando pra muitos lados ao mesmo tempo. Mas tem futuro, é claro.
Junkie XL – A Broadcast From The Computer Hell Cabin (Sum) Nacional
Tom Holkenborg, o holandês do projeto Junkie XL, parece ter achado a mina do ouro: dar vida aos mortos. Depois de Elvis, Peter Tosh volta a cantar no ragga “Don’t Wake Up Policeman”. JXL também ressuscita gente que estava no limbo, como Terry Hall (The Specials), Robert Smith (The Cure), Gary Numan e até Dave Gahan (Depeche Mode). Todas as faixas trazem a herança de seus convidados especias, o que deixa o disco sem personalidade. Talvez por isso haja um CD bônus, no qual Holkenborg mostra suas produções solo…
I:Cube – 3 (Versatille) Importado
Nem só de loops de disco coados no filtro vive a música eletrônica francesa. Ainda bem. Nicolas Chaix já tem uma série de bons serviços prestados ao dub eletrônico. Neste disco, ele continua pisando fundo no grave, mas pensando na pista, como em “Vacuum Jackers” e “Fabu”. Tem até um ensaio hip house com a participação de RZA, o cérebro do Wu Tang Clan. Shake “le” ass.

7882 – História da Música Eletrônica


Hoje, é muito fácil extrair samples, fazer um remix. Até com computadorzinho meia-boca tem mané fazendo isso em casa (e nas paradas também). Agora, é fácil porque além da tecnologia temos as receitas, as referências. Uma matriz. Por exemplo: não dá pra imaginar música eletrônica sem loops, ecos e silêncios súbitos. Ora, isso tudo já faz parte do que conhecemos como música eletrônica.
Mas as origens dessa ciência estão no final dos anos 60, quando esse mundo era uma selva e os homens tinham de fumar um leão por dia. Trabalhando com velhos gravadores de apenas duas pistas, alguns jamaicanos começaram a inventar moda com aquele negócio de ter as vozes num canal e os instrumentos na outra. De vez em quando desligavam a voz (era no botão mesmo), valorizando algumas passagens instrumentais. Ou o contrário, deixavam a voz sozinha, reluzindo. Passaram a aplicar ecos onde nunca ninguém antes havia tentado. E aquilo ficou interessante, começou a tocar nos soundsystems e foi evoluindo, evoluindo e deu liga, tornando-se o que se conhece como dub.
É duro pra muita gente aceitar que a música eletrônica moderna, tão sofisticada, tenha alguma coisa a ver com o reggae, aquele som-favela, produzido por uns maconheiros cabeludos. Mas eis a verdade cristalina: um tal de Osbourne Ruddock, mais conhecido como King Tubby, é o pioneiro nessas técnicas de manipulação criativa de bases pré-gravadas, seguido de perto por Lee ”Scratch” Perry. E desse manancial surgem Augustus Pablo, Prince Jammy e Scientist, entre poucos outros graduados do gênero. E vai desculpando as generalizações, porque nem toda música eletrônica é sofisticada e nem todo jamaicano é cabeludo.
O termo “dub” hoje é usado na maior esculhambação, para qualquer coisa que tenha lá um ou dois efeitinhos. Para reconhecer um dub genuíno, aqui vai alguma munição. A regra primeira é que seja um reggae, ou que ao menos tenha um groove de reggae – um bom baixista, portanto, é essencial. Depois, é necessário que soe grave, muito grave – um bom baixista, portanto, é duas vezes essencial. Finalmente, podem entrar efeitos, da simples supressão da voz (total ou parcial) até a inclusão de balidos de carneiro.
Apesar das origens jamaicanas, o dub agora é cidadão do mundo. Com outra cultura e outras influências musicais, muitos americanos, europeus e até japoneses.

7871 – História da Discoteca – Patrick Juvet


Patrick Juvet - Master Serie - Front

Nascido em Montreux, 21 de agosto de 1950, é um músico suíço.
Desde cedo aprendeu a tocar piano. Depois dos 18 anos sonhava em se mudar para Paris, mas foi na Alemanha que começou sua carreira, mas nada ligado à música: com seu porte de bom rapaz e figura esbelta fez sucesso como modelo fotográfico. Após um curto período conseguiu realizar o seu sonho e foi morar na França, conhecendo lá o produtor Eddy Barclay em Saint-Tropez. Impressionado com o talento musical de Patrick, em outubro de 1971 ele o levou a um estúdio, onde gravou suas primeiras canções românticas. Fez muito sucesso na França, sendo reconhecido até os dias de hoje. Participou no Festival Eurovisão da Canção 1973, em representação da Suíça, com o tema “Je vais me marier, Marie”
Já era um pop star local quando decidiu mudar de rumo e seguindo a febre disco, gravou “Où sont les femmes” (1977) e o super hit “I Love America”, que alcançou o 1° lugar em 15 diferentes países, incluindo os Estados Unidos.
Com arranjos idênticos aos do Village People, eis um nome inesquecível dos disco maníacos.

7858 – Marketing – Nada se cria e propaganda se copia


http://www.ad-rag.com
Esse site é especialista em dedurar publicitários preguiçosos e sem criatividade que copiam outros publicitários preguiçosos e sem criatividade. Isso mesmo, não basta fazer um comercial ruim, que sempre vem alguém e copia. O melhor do AdLand só está disponível para quem paga uma mensalidade, mas vale a pena. É diversão garantida ver como um slogan para vender relógio na França serve para alertar os jovens para a necessidade do sexo seguro na Irlanda. Infelizmente não há material nacional (olha aí uma boa ideia. Ou será que eu copiei isso de algum lugar?).

7857 – História da Discoteca – Peaches & Herb


Pearches

Uma dupla norte – americana que fez muito sucesso no desfecho da década de 1970.
Herb Fama (nascido em 01 de outubro de 1942) e Francine “Peaches” Hurd Barker que infelizmente já se foi (28 de abril de 1947 – 13 de agosto de 2005).
Herb manteve-se em “Peaches & Herb” desde a sua criação em 1966, enquanto seis mulheres diferentes fizeram o papel de “Peaches”.
Ele trabalhou em uma loja de discos , onde conheceu o produtor Van McCoy. Assinou então com a Columbia.
Francine “Peaches” Barker (nascida Francine Edna Hurd, 28 de abril de 1947, em Washington, DC), usou o nome artístico Francine Day. Fama aposentou-se em 1970, quando, por razões pessoais, ele se matriculou na academia de polícia de Washington, e, posteriormente, juntou-se a cidade do departamento de polícia. Peaches & Herb permaneceu dormente até que ele decidiu voltar para o ramo da música em 1976.
Em sua busca por um novo “Peaches”, Herb novamente contou com a ajuda de Van McCoy , que sugeriu que Linda Greene seria adequado para a posição. Fama conheceu Greene e concordou.
Foi a a formação do mais bem sucedido dos “Peaches & Herb” até hoje. Seu primeiro single foi ” Shake Your groove thing”, que ganhou disco de ouro e alcançou a posição # 5 na Billboard Hot 100 em março de 1979. O single de acompanhamento, visto como “arma secreta” do álbum pelo produtor / compositor Freddie Perren, foi a tripla platina hit ” Reunited “. Esta canção, evocando os anos 1960 Peaches & Herb hit “reunited”, chegou a N º 1 tanto no Hot 100 e da Billboard de R & B . Foi também uma carta-topper no Canadá . “Reunited” foi nomeado para um Grammy de Canção do Ano.
Um quinto “Peaches”, Wanda Makle, posteriormente realizada com fama em aparições finais de semana, e em 2008 eles estavam planejando uma gravação juntos. Esses planos foram adissolvidos e, em vez disso Makle foi finalmente abandonado em favor do sexto “Peaches”, Meritxell Negre de Barcelona, ​​Espanha.
Juntos, Fama e Negre gravaram “Cores do Amor “, o primeiro álbum de Peaches & Herb desde 1983. Combinado com o clássico Fama do talento tenor, zesty, soulful Negre, a variedade alto-soprano substituiu Linda Greene, 25 anos após a Peaches & Herb” Album “Remember”.

Você confere o sucesso Shake Your Groove Thing aqui no Mega

7851 – Música – Barry Manilow


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Barry Alan Pincus, mais conhecido como Barry Manilow, nascido em Brooklyn, 17 de junho de 1943, é um cantor e compositor norte americano, muito conhecido pelos seus hits dos anos 70 I Write the Songs, Mandy e Copacabana.

A carreira sem igual de Barry Manilow está calcada numa sólida reputação como cantor, compositor, arranjador e produtor. Ele lota casas de espetáculos, bate recordes de audiência na televisão, compõe trilhas de cinema para a Broadway e já vendeu 60 milhões de discos no mundo todo. Seu sucesso está devidamente ilustrado por uma coleção de prêmios Grammy, Emmy e Tony Awards, além de uma indicação ao Oscar. Portanto, não é à toa que a bíblia da indústria fonográfica Radio & Records o considera imbatível na categoria Adulto Contemporâneo de Todos os Tempos.
O envolvimento de Manilow com a música começou com aulas de piano e acordeão na casa de um vizinho. Ele ainda morava no Brooklin quando decidiu que faria disso uma carreira e assim que entrou na Escola de Música de Nova York, conseguiu um emprego de contínuo na CBS para pagar suas despesas, sem jamais imaginar que este seria o primeiro passo para o estrelato.
O golpe de sorte aconteceu numa tarde em que lhe pediram para procurar canções de domínio público para a adaptação do melodrama musical The Drunkard, mas ao invés de atender o pedido, ele compôs a trilha inteira! E o musical fez tanto sucesso que permaneceu em cartaz por oito anos.
Após o debut, Barry se tornou o diretor musical do seriado Callback, acumulando as funções de compositor, produtor e cantor dos jingles para a rádio e TV CBS. Paralelamente, também cantava no clube Upstairs at the Dowstairs, onde conheceu a atriz Bette Midler, que o convidou para ser o pianista e arranjador de seu primeiro disco, The Divine Miss M. Esse álbum recebeu disco de ouro e o Grammy de Melhor do Ano de 1972, o que induziu Barry a produzir o trabalho seguinte da cantora, o platinado Bette Midler (1973).
Na mesma época, ele assinou com a Bell Records — mais tarde, Arista Records — para gravar seu álbum de estréia, mas Midler o persuadiu a continuar como produtor em sua primeira turnê nacional. Ele aceitou, contanto que pudesse cantar três canções na segunda parte do show. Ela concordou. Quando Barry iniciou sua própria turnê em 1974, ‘Mandy’ já era um hit de 25 consecutivos Top 40, marca que foi superada nos anos seguintes por ‘Even Now’, ‘This One For You’, ‘Weekend in New England’, ‘I Write the Songs’, ‘Trying to Get the Feeling Again’ e outras canções de sua autoria.
Bastaram quatro anos para que ele igualasse o feito de Frank Sinatra e Johnny Mathis, com cinco álbuns emparelhados no topo das paradas. Um momento oportuno para a estréia do The Barry Manilow Special, show que obteve audiência de 37 milhões para a ABC-TV e um Emmy Award de Melhor Especial do Ano. Depois vieram The Second Barry Manilow Special (1978), The Third Barry Manilow Special (1979) e a superprodução One Voice (1980), que serviu de aquecimento para a turnê In the Round World (1981-82), cujos melhores momentos estão no box set que bateu o recorde de vendas dos Rolling Stones.

Em 1985, incansável, ele acrescentou um álbum de estúdio às paradas, o primeiro após três anos na estrada, e estreou na CBS a comédia musical Copacabana, baseada na canção homônima que ganhou o Grammy de 1978. Ele conta que a idéia da canção surgiu durante a viagem que fez ao Rio de Janeiro com seu parceiro de composições Bruce Sussman. Ficaram hospedados no Copacabana Palace e de tanto ler o nome do hotel em cinzeiros, toalhas e toda sorte de produtos, passaram a achar a palavra incrivelmente sonora. O espetáculo entrou no Top Ten de produções para TV daquele ano e foi revisitado em 2000 para comemorar os 54 anos de Manilow. A montagem com Franc D’Ambrosio e as Copa Girls foi novamente dirigida por ele e percorreu 32 cidades norte-americanas.

Entre turnês sucessivas, Barry produziu o álbum With My Lover Beside Me, da cantora de jazz Nancy Wilson, além de compor melodias para letras inéditas de Johnny Mercer. O que já havia feito, com a canção ‘When October Goes’, para o álbum Paradise Cafe (1984). Quando as gravações terminaram, ele partiu para uma aventura no mundo da animação, compondo trilhas para os filmes Thumbelina, The Peeble and the Penguin e Rapunzel.
Seu 30º álbum rendeu tributo a Frank Sinatra reunindo canções que fizeram grande sucesso na voz do cantor. O disco recebeu duas indicações ao Grammy de 1998 e entrou no repertório da turnê realizada no Reino Unido. No ano seguinte, Manilow recrutou trinta músicos de estúdio para encorpar a banda que o acompanharia ao Carnegie Hall, para um show em prol dos vitimados pela Aids.
Sem dúvida foi uma apresentação espetacular. Com quatro décadas de experiência, Barry Manilow sabe o que seus fãs querem ouvir: ‘Even Know’, ‘Somewhere Down the Road’, ‘Copacabana’, ‘Can’t Smile Without You’, ‘Mandy’… “Nunca houve uma escolha entre a música e qualquer outra coisa, ninguém, nada conseguiu despertar um sentimento aproximado a essa paixão que me guia através dos anos. Sou totalmente comprometido com a minha música e meus fãs”, ele afirma com convicção.

7848 – De onde vem o termo heavy metal?


Heavy metal significa metal pesado, como chumbo ou mercúrio. Muitos críticos musicais dizem que o termo, dissociado de seu sentido original, foi cunhado pelo escritor americano William Burroughs nos anos 60. Entretanto, já no século 19, heavy metal era uma gíria para designar canhões ou, em um sentido mais amplo, força bruta. Na música pop, a expressão apareceu com destaque pela primeira vez em Born to Be Wild, paulada do grupo Steppenwolf, em 1968. Ainda assim, o verso heavy metal thunder (“trovão de metal pesado”) não se refere ao barulho das guitarras, mas ao ronco das motocicletas que a letra da música enaltece. Um pouco mais tarde, heavy metal se tornaria sinônimo de um subgênero do rock com guitarras distorcidas e batidas pesadas – rock pauleira.
As bandas que abraçam o rótulo costumam caprichar na pose de mau, nas longas madeixas, nas roupas negras e/ou nas letras com menção a rituais de magia. A expressão hard rock (em tradução livre, rock pesado), também usada para definir o som metaleiro, abrange um leque maior de estilos: do blues pesado de Jimi Hendrix ao grunge do Nirvana.
A Rolling Stone Encyclopaedia of Rock’n’Roll (“Enciclopédia do Rock’n’roll Rolling Stone”, inédita no Brasil) diz que a expressão heavy metal, no sentido de estilo musical, foi cunhada pelo cronista Lester Bangs. Ele a teria escrito em 1972, numa resenha de um álbum do Black Sabbath para a revista Creem. Mas há uma briga pela paternidade do termo: o jornalista Mike Saunders diz tê-lo usado um ano antes, na mesma Creem, ao criticar o disco de uma banda chamada Sir Lord Baltimore. Para que ninguém se esqueça de sua suposta façanha, Saunders adotou o pseudônimo Metal Mike.
Blues
Em inglês, o adjetivo blue (azul) pode também significar “triste”. Por decorrência, o substantivo blues passou a ser sinônimo de melancolia e da música dos negros que trabalhavam nas plantações de algodão do sul dos Estados Unidos, no fim do século 19. Da fusão do blues com a música caipira americana, nasceu o rock.
Expoentes: Robert Johnson, John Lee Hooker, Muddy Waters
Rock’n’roll
O verbo to rock quer dizer “balançar”. To roll significa “rolar”. No blues, a expressão “rock’n’roll” era usada como um eufemismo para falar de sexo – equivalente à gíria brasileira “rala-e-rola”. Como gênero musical, surgiu nos anos 50.
Expoentes: Chuck Berry, Little Richard, Elvis Presley (nos anos 50)
Punk
A palavra significa “madeira apodrecida”, mas também servia para rotular pequenos criminosos e vagabundos de rua. Na década de 70, rapazes brancos da classe operária inglesa e americana resolveram vestir a carapuça e criaram o movimento punk. A música punk é um rock pesado, raivoso e muito simples – uma clara oposição ao frufru da discothèque e do rock erudito que dominava as paradas de sucesso na época.
Expoentes: The Clash, Ramones, Sex Pistols
Rap
Na verdade, é uma sigla: as três primeiras letras da expressão rhythm and poetry (“ritmo e poesia”). O ritmo vem das batidas eletrônicas e a poesia, das letras declamadas. O rap, principal expressão musical dos negros americanos desde os anos 80, surgiu nos bairros pobres das grandes cidades. As letras costumam ser agressivas – não raro, rappers são acusados de apologia da violência.
Expoentes: Dr. Dre, 2pac, Public Enemy

7843 – Entretenimento – As Explosão dos Herois


Eles estão nos quadrinhos, TV, desenhos animados, games e cinema.
Começou com o Super Homem em 1938.

Era moderna(1986 em diante)
Violência e morte. Após uma Era de Bronze (1973-1985) sem brilho, a DC passa a deixar seus personagens em situações delicadas. Uns são mortos, outros matam. Ou aleijam.

Novo Superboy (1993)
Meses depois da morte do azulão, quatro novos “Homens de Aço” ocupam seu lugar. entre eles está O novo superboy. O verdadeiro super-homem ressuscita após algum tempo.

Batman Paraplégico (1993)
Outro super-herói a sofrer uma dura provação foi Batman, que fica paraplégico na saga A Queda do Morcego. Para substituí-lo, é criado Azrael, o Anjo Vingador. depois, tudo volta ao normal.

A Morte do Super-Homem capa
Morte do Super-Homem (1993)
Com manchetes em jornais e na TV, A Morte do Super-homem é o evento de maior repercussão do universo dos quadrinhos. A morte vem no confronto com o vilão apocalypse.

Sandman (1988)
Outros personagens com esse nome existiram antes, mas é o branquelo mestre dos sonhos que se torna um ícone e conquista uma legião de fãs no mundo todo.

Crise (1985)
Depois de décadas de atividade, o universo DC havia se tornado uma enorme confusão. A Crise nas Infinitas Terras foi uma espécie de faxina geral. vários heróis morreram, entre eles flash e supermoça.

Morte de Robin (1988)
Um dos acontecimentos mais traumáticos dos gibis tem lugar quado o coringa mata a pauladas o segundo Robin. Foram os leitores americanos que votaram pela morte do menino-prodígo.

Watchmen (1986)
A obra Watchmen revoluciona o gênero dos super-heróis, ao mostrar a face humana dos super-heróis e com um estilo de narrativa até então inédito.

Zero Hora (1994)
Com o tempo, personagens desaparecidos ressurgiram modificados, como Flash e Supergirl. A mega-saga Zero Hora é uma tentativa de limpar novamente a área. Mas seu maior efeito é a transformação do lanterna verde Hal Jordan num vilão.

Reino do Amanhã (1996)
O futuro apocalíptico dos heróis DC é mostrado na histórica minissérie O Reino do Amanhã. Super-homem virou um fazendeiro. Batman lidera um esquadrão de vigilantes e o capitão marvel, quem diria, trabalha para o malvado lex luthor.

Cavaleiro das Trevas (1986)
Heróis clássicos passam por reformulações. A primeira delas transforma batman num homem mais velho e violento como nunca se viu.

Era de prata (1956-1972)
Renascimento e tensão social. Heróis são reformulados e, além de combater ameaças cósmicas, eles se preocupam com a Terra. É um reflexo de todas as mudanças políticas que revolucionam o planeta.

Lanterna Verde (1959)
O piloto de testes Hal Jordan chega para ocupar o lugar do antigo Lanterna Verde. em 1970, Uma parceria inesperada tem início com o novo Arqueiro Verde. em vez de poderosos vilões interestelares, a dupla verde combate ameaças terrestres, como fome, miséria e racismo

Os Novos Titãs (1966)
Chega a vez dE os jovens auxiliares dos heróis formarem seu próprio grupo. Assim surgem os Novos Titãs, compostos a princípio por Robin, Aqualad, Kid Flash e Moça-Maravilha

Batgirl (1961)
Seguindo exemplo da família super, surge a batgirl. Sobrinha do comissário gordon, barbara segue os passos de bruce wayne no combate ao crime. Nos anos 80, ela toma um tiro do coringa e acaba numa cadeira de rodas

Liga da Justiça (1960)
O Lanterna, Ajax, Mulher-Maravilha, Flash e Aquaman fundam a Liga da Justiça. Mais tarde, o time seria reforçado com a entrada de Super-homem e Batman, tornando-se a maior equipe de heróis do planeta

Legião dos Super-Heróis (1958)
Atuando no futuro, esse grupo de superadolescentes começou com apenas três integrantes, mas logo se expandiu para combater as ameaças de seu tempo. Até o superboy se unia a eles de vez EM quando

Monstro do Pântano (1971)
Nos charcos imundos da louisiânia afunda o cientista alec holland e emerge um dos mais amados heróis dos quadrinhos, o ecológico Monstro do Pântano

Aupergirl (1959)
A família do Homem de Aço fica maior com a estréia de Supergirl, a versão de saias do herói. Com ela, aparecem Krypto, o Supercão, além do Supergato, o Supercavalo etc

Flash (1956)
Primeiro herói da era de prata, barry allen era um cientista da polícia quando um raio atingiu seu laboratório. Após um banho forçadO com produtos químicos, ele se torna flash. Seu uniforme cabe no anel que leva no dedo

Era de ouro (1938-1955)
Ingênuos e hiperpoderosos. Assim eram os primeiros heróis do mundo. A derrocada vem nos anos 50, quando um psiquiatra culpa os gibis pela delinqüência juvenil e homossexualismo

Arqueiro Verde (1941)
Com seu traje de robin hood, o milionário oliver queen jamais matou ninguém com suas flechas certeiras. prefere as setas com truques, como a de luva de boxe na ponta, perfeita para nocautear inimigos. o companheiro ricardito luta ao seu lado

Homem-Borracha (1941)
Após um Acidente com um ácido secreto, o surrealista herói de plástico passa a se transformar em qualquer coisa que quiser. até numa borracha

Mulher-Maravilha (1941)
A primeira super-heroína da história é uma amazona que dirige um avião invisível. Em seu cinto, ela leva um laço dourado que obriga seus inimigos a dizerem somente a verdade

Adam Strange (1951)
Apenas um humano comum na terra, strange tem a vida mudada após ser apanhado por um raio e transportado para o planeta rann, em alfa centauri, onde combate ameaças cósmicas
Gavião Negro (1940)
Príncipe egípcio numa vida anterior, carter hall usava suas enormes asas emplumadas e uma máscara com bico para combater o crime

Batman (1939)
O morcego humano inicia sua guerra ao crime de gotham city em 1939. Um ano depois, com a chegada do menino-prodígio robin, nasce a dupla dinâmica. também em 1940, o vilão coringa entra em cena. Santa risada, batman!

Super-Homem (1938)
Mais Rápido que uma bala, mais FORTE que uma locomotiva, o homem de aço tem visão de raios x, corpo invulnerável e voa pelos céus de metrópolis. sua identidade secreta É clark kent, jornalista quatro-olhos do planeta diário

Ajax (1955)
O caçador de marte chega à Terra após a destruição de sua raça e passa a usar seus poderes telepáticos contra os malfeitores de nosso mundo. Ele pode ficar invisível

Superboy (1945)
A versão juvenil do super-homem vive suas aventuras adolescentes em smallville, quando clark kent ainda morava com seus pais adotivos e paquerava lana Lang

Joel Ciclone (1940)
Ser humando mais rápido do mundo, joel ciclone inaugura a série de heróis velocistas. Após inalar acidentalmente um vapor diferente, o jovem jay garrick adquire velocidade sobre-humana.

Aquaman (1941)
Filho humano de um cientista, arthur foi treinado para viver debaixo d’água. A adaptação às profundezas marinhas lhe deu o poder da telepatia, para se comunicar com os animais subaquáticos.

Lanterna Verde (1940)
Dotado de um anel alienígena capaz de materializar tudo o que imaginar, alan scott só precisa recarregá-lo diariamente numa lanterna extraterrestre.

Capitão Marvel (1940)
Shazam! Ao gritar essa palavra mágica, o jornaleiro billy batson se transforma no poderoso caPitão marvel. tão poderoso que foi acusado de ser plágio do super-homem.

7824 – Cinema – Robert Redford


robert redford

(Santa Mônica, 18 de agosto de 1936) é um ator e diretor de filmes norte-americano, atuante principalmente nas décadas de 1960 e 70, quando era considerado um dos maiores sex symbols masculinos do cinema americano.
Como ator, estrelou alguns dos maiores sucessos de Hollywood da época, como The Chase (br: Caçada Humana / pt: Perseguição Impiedosa), Butch Cassidy and the Sundance Kid, Barefoot in the Park (br: Descalços no Parque), Three Days of the Condor (br: Os Três Dias do Condor), Jeremiah Johnson, The Sting (br: Golpe de Mestre / pt: A Golpada), All the President’s Men (br: Todos os Homens do Presidente).
Ainda atua nos dias atuais, tendo feito recentemente dois filmes de sucesso popular, Indecent Proposal (br: Proposta Indecente) e Spy Game (br/pt: Jogo de Espiões).

Como diretor consagrou-se ao receber o Óscar de melhor diretor por Ordinary People (br: Gente como a Gente), de 1980, mas também realizou The Milagro Beanfield War (br: Rebelião em Milagro), onde dirigiu a atriz brasileira Sonia Braga.
No fim da década de 1980 criou o maior festival americano de filmes independentes, o Sundance Film Festival.
É filiado ao NRDC (Natural Resources Defense Council) e dirige a Redford Foundation. Defende direitos dos índios dos EUA e causas ecológicas.

Prêmios
Recebeu duas indicações ao Óscar, na categoria de Melhor Realizador/Diretor, por “Ordinary People” (1980) e “Quiz Show” (1994). Venceu em 1980, com o filme Gente Como a Gente.
Recebeu uma nomeação ao Óscar, na categoria de Melhor Ator, por “The Sting” (1973).
Recebeu uma nomeação ao Óscar, na categoria de Melhor Filme, por “Quiz Show” (1994).
Ganhou um Óscar Honorário em 2002, por seu trabalho a favor do desenvolvimento do cinema.
Recebeu quatro nomeações ao Globo de Ouro, na categoria de Melhor Realizador, por “Ordinary People” (1980), “A River Runs Through It” (1992), “Quiz Show” (1994) e “The Horse Whisperer” (1998). Venceu em 1980.
Recebeu uma nomeação ao Globo de Ouro, na categoria de Melhor Revelação Masculina, por “Inside Daisy Clover” (1965).
Ganhou o Prémio Cecil B. DeMille, concedido pela Associação dos Jornalistas Estrangeiros em Hollywood, em 1994.
Ganhou o BAFTA de Melhor Ator, em 1969, por “Butch Cassidy and the Sundance Kid”, “Downhill Racer” e “Tell them Willie Boy is Here”.
Recebeu uma nomeação ao BAFTA, na categoria de Melhor Filme, por “Quiz Show” (1994).
Recebeu uma nomeação à Framboesa de Ouro, na categoria de Pior Ator, por “Indecent Proposal” (1993).

7805 – Mega Clássicos – Gino Vanelli, I Just Wanna Stop


Gino Vanelli

Gino Vannelli (nascido em 16 de junho, 1952) é um cantor canadense e no ano de 1978 emplacou com este grande sucesso que se tornou um clássico mundialmente conhecido, além de render um Grammy Award e single n°1 no Canadá e 4° nos EUA .
Apaixonado por música desde criança ele começou a tocar ainda em idade precoce. Herb Alpert, o trompetista impulsionou sua carreira.

Você confere o Videoclip aqui no ☻ Mega

7798 – História da Discoteca – O Village People


Vilage People

Na época das discotecas não havia certas “rotulagens” como nos dias atuais, onde as pessoas colocam o seu preconceito acima da Arte.
Num cenário então sem preconceitos na música surgiu o Village People, uma das mais consagradas bandas de Discoteca dos EUA.
Mais conhecido pelos seus mega-hits mundiais Macho Man e Y.M.C.A., ambos de 1978.
O grupo, surgido em boates gays nos Estados Unidos, foi criado entre 1976 e 1977 pelos produtores Jacques Morali e Henri Belolo. O nome originou-se do reduto gay de Nova Iorque na época, o Greenwich Village, e a banda ficou conhecida por apresentar-se com fantasias que evocavam símbolos de “masculinidade”: um policial (Victor Willis), um índio norte-americano (Felipe Rose), um cowboy (Jeff Olson), um operário (David “Scar” Hodo), um soldado (Alex Briley) e um motociclista (Glenn Hughes).
O sucesso aconteceu primeiro na Inglaterra, em 1977, com “San Francisco (You’ve Got Me)”. Nos Estados Unidos, o sucesso veio em 1978, com “Macho Man”. O grupo lançou também Y.M.C.A., In The Navy, Go West (regravada em 1993 pela dupla inglesa Pet Shop Boys) e várias outras que também alcançaram êxito. Em 1980, apareceram no filme baseado na história do grupo, chamado Can’t Stop the Music, que venceu e recebeu o troféu irônico Framboesa de Ouro, na categoria pior filme do ano.
Em 1995, Glenn Hughes foi substituído por Eric Anzalone. Os integrantes actuais do Village People são Felipe Rose (índio), Alex Briley (soldado), David “Scar” Hodo (operário), Jeff Olson (cowboy), Ray Simpson (policial, no lugar de Victor Willis) e Eric Anzalone (motociclista, no lugar de Glenn Hughes).
Em 2001, Glenn Hughes, o motociclista original do grupo, faleceu (vítima de câncer no pulmão). Jacques Morali, o fundador do grupo faleceu em 1991, vítima da AIDS. O produtor e empresário Henri Belolo continua actuando no mercado fonográfico, como um dos donos do selo francês Scorpio Music. A Black Scorpio, que nos anos 70 e 80 lançou os discos do Village People, é uma de suas afiliadas.

7770 – Mega Stars – Dione Warick


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Marie Dionne Warrick, 12 de dezembro de 1940) é uma cantora, atriz e apresentadora de TV norte-americana, mundialmente conhecida. É embaixadora das Nações Unidas da Organização para a Alimentação e Agricultura , e uma embaixadora dos Estados Unidos da saúde.
Com um toque mágico do maestro Burt Bacharach tememplacado sucessos. A partir de janeiro de 2013, Warwick está em segundo lugar atrás apenas de Aretha Franklin no hit parade da Bilboard. Warwick nasceu em East Orange, Nova Jersey, veio de uma família de cantores. Dionne mãe, tias e tios eram membros dos Cantores Drinkard, um renomado grupo musical evangélico. Suas primeiras performances foram televisionados em meados de 1950. Ela declarou em uma entrevista no The Biography Channel em 2002 que o bairro de East Orange “foi, literalmente, as Nações Unidas dos bairros. Tivemos todas as nacionalidades, todos os credos, todas as religiões ali na nossa rua.”
Foi premiada com uma bolsa de estudos em Educação Musical da Faculdade de Música Hartt , em Hartford, Connecticut (a escola em que ela recebeu seu Doutorado de Educação Musical em 1973).
Enquanto ela estava realizando fundo na gravação The Drifters da “Divórcio mexicano,” a voz de Warwick e da presença de estrelas foram notados pelo compositor da canção, Burt Bacharach , um Brill Building compositor que estava escrevendo músicas com muitos outros compositores, incluindo o letrista Hal David .
Meados dos anos 1960 a início de 1970 tornou-se um período de tempo ainda mais sucesso para Warwick, que viu uma série de álbuns mais vendidos de ouro e singles de sucesso Top 20 e Top 10.

Na quarta-feira 17 de setembro, 1969, CBS Television foi ao ar a primeira televisão de Dionne Warwick especial intitulada “O Dionne Warwick Chevy especial.” Dionne convidados eram Burt Bacharach, George Kirby , Glen Campbell , e Creedence Clearwater Revival .
Com a mudança para a Arista Records e do lançamento de seu certificado RIAA milhões de vendedor ” Eu nunca vou amar assim de novo “, em 1979, Dionne foi novamente desfrutando o sucesso topo das paradas. A canção foi produzida por Barry Manilow . O álbum de acompanhamento, Dionne , foi certificado de platina nos Estados Unidos por vendas superiores a um milhão de unidades. O álbum alcançou a posição # 12 na Billboard Album Chart e fez o Top 10 da Billboard álbuns de R & B.
Com a clássica “Déjà Vu”, Dionne se tornou a primeira artista feminina na história dos prêmios para ganhar nas duas categorias no mesmo ano. Seu álbum da Arista, 1980 é noite tão longa, vendeu 500.000 cópias nos EUA e contou com a faixa-título, que se tornou um grande sucesso – bater # 1 Adult Contemporary e # 23 na Billboard Hot 100 – e o álbum alcançou a posição # 23 na álbuns Billboard .

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Em 1985, outro grande momento, ela participou das gravações da música-evento We Are The World, com um time de artistas de primeira, já analisado em outro capítulo.
Uma longa e consagrada carreira com muitos importantes trabalhos, uma coleção de prêmios entre eles alguns Grammys; realmente uma artista top.

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7767 – Indústria do Marketing e a Saúde – Governo processa Cogumelo do Sol por publicidade enganosa


Alquimia na TV
Por suspeita de publicidade enganosa por parte da empresa Cogumelo do Sol Agaricus do Brasil, o Ministério da Justiça instaurou um processo administrativo para investigar o caso.
A denúncia partiu do Ministério Público de Minas Gerais, que entendeu não haver informações claras o suficiente na propaganda, o que poderia levar o consumidor ao erro de ver o produto como um medicamento, dotado de benefícios terapêuticos –e não da forma correta, na categoria de alimento.
“O principal neste caso é a falta de informação correta, o que é fundamental para o consumidor poder exercer o seu poder de escolha”, afirma Tamara Amoroso, coordenadora do departamento de proteção e defesa do consumidor do ministério.
A empresa tem dez dias para apresentar suas argumentações. A multa prevista nesta situação, desde que confirmada a denúncia, pode chegar a R$ 6,2 milhões.
A reportagem não conseguiu fazer contato com a empresa pelo 0800 disponível no site e não teve resposta no contato feito por e-mail.

☻ Nota do autor: Cuidado com propagandas de produtos que apregoam milagres. O elixir da longa vida ainda não foi descoberto. Desde o tempo dos alquimistas essa panaceia vem sido em vão procurada.

7750 – Tecnologias – Cadê o Rádio Digital?


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Ao longo do século 20, o rádio realizou uma das maiores revoluções da história das telecomunicações – levou informação a quem não tinha, ditou modas, derrubou governos. Agora, ele pretende mudar tudo de novo. Graças a novas tecnologias, programas de rádio estão conquistando todos os espaços e aparelhos que se puder imaginar: celulares, mp3 players, televisões e até satélites. Tudo isso com a promessa de um som perfeito, músicas sempre interessantes, opiniões que combinam com a sua e programas feitos só para você – sem chiados, sem jabás. As novas modalidades de rádio já ganharam milhões de adeptos por todo o mundo – até no Brasil. O problema são os formatos que precisam de um padrão, como as rádios digitais, por exemplo. Existem vários sistemas de transmissão e o governo deixou para as emissoras a tarefa de escolher o melhor – algumas estações até já começaram a fazer testes em São Paulo. A estimativa é que a completa digitalização da transmissão e recepção por aqui vá demorar ainda 10 anos. Mas, como em toda revolução, um dia ela chegará à sua casa.

Rádio digital
O que é: Parecido com o rádio comum, com a diferença que a informação é enviada em múltiplas ondas, que são depois sincronizadas pelo aparelho. O som sai sem interferências.
Revolução: Além de aumentar o número possível de emissoras, ele traz informações como, por exemplo, o nome da música que está tocando. O seu aparelho também pode gravar a música ou aumentar o volume quando tocar uma música do seu gosto.
Como usar: O rádio digital estreou no Brasil no dia 26 de setembro do ano passado. Por enquanto, o único efeito é uma ligeira melhora na qualidade do som, mas esperam-se muitas novidades para os próximos meses.

Rádio por satélite
O que é: Satélites a cerca de 35 mil km de altura emitem a programação recebida por aparelhos digitais.
Revolução: Viaje para qualquer região do país sem trocar de estação. Nos EUA, as transmissões já cobrem todo o território. O melhor é a variedade – o cardápio inclui de canais de opiniões políticas até estações que só tocam Elvis.
Como usar: Só indo para os EUA, onde as empresas XM e Sirius oferecem o serviço a uma mensalidade de cerca de 13 dólares. Alguns países da Europa, Ásia e África também têm um serviço, World Space, por 10 dólares por mês. Já o Brasil… bem, não há previsão para chegar aqui. Por enquanto, só a progamação bába das rádios comuns.

Rádio pelo celular
O que é: Celulares de 3a geração (3G), com mais velocidade e capacidade de armazenamento, recebem a programação da operadora de telefonia. Há também um programa, da empresa Mercora, que transmite as músicas do seu aparelho para outros celulares.
Revolução: Você terá sempre no bolso um aparelho que não só conecta várias rádios como pode virar de repente uma estação.
Como usar: A rádio Virgin, da famosa cadeia de lojas de discos, já transmite canais gratuitos para telefones da Europa e do Japão. No Brasil, aonde os primeiros aparelhos 4G acabaram de chegar, ainda não há um serviço que transmita estações de rádio.

Podcasting
O que é: Plugue o seu tocador de mp3 no computador e ele baixa automaticamente a última edição dos programas que você escolher – daí é só ouvir na hora e lugar em que quiser.
Revolução: Milhares de pessoas e companhias já criaram suas próprias miniemissoras, o que fez do formato uma espécie de versão radiofônica dos blogs. Coloque no rádio sua vida, suas opiniões, seu gosto musical ou o que der na telha.
Como usar: Softwares gratuitos como o iTunes (www.apple.com/br/itunes) acessam diretamente alguns serviços. Mas, se você quiser mais, pode procurar em http://www.ipodder.org.

WEB Rádios
A nova geração de rádios da internet já traz programação personalizada. Você avalia cada música, descarta as de que não gosta e a rádio adapta a programação ao seu gosto. A Last.fm vai além: compara os ouvintes e faz sugestões baseadas em pessoas com gosto semelhante ao seu.
Revolução: É quase o fim dos críticos de música. Para quê alguém precisa lhe dizer quais são os bons ou os maus lançamentos quando você tem uma rádio e uma comunidade gigantesca de pessoas dedicadas a oferecer canções do seu gosto?

O rádio, convenhamos, é mesmo um meio de comunicação do século passado, com seus chiados, falhas na transmissão, sintonia impossível em alguns locais e localização de estações por um processo que exige memorizar freqüências parecidas com fórmulas matemáticas. Ou melhor, era. Não porque esteja morrendo, mas sim porque está ressuscitando graças a uma nova tecnologia, a da transmissão digital. Sucesso no exterior, o novo sistema está em fase de testes no Brasil. Em agosto, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, deu sinal verde para que algumas redes – Sistema Globo de Rádio, Bandeirantes, Jovem Pan, RBS e Eldorado – iniciassem transmissões experimentais, que durarão pelo menos seis meses.
A Associação das Emissoras de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (Aesp) estima que o custo de migração de cada emissora ficará entre 50 000 e 150 000 dólares, dependendo do grau de digitalização existente na produção. “Como 70% das emissoras são de pequeno ou médio porte, a mudança será bastante gradual”, diz Nelia Del Bianco, professora da Universidade de Brasília e especialista em rádio digital.

O sistema adotado aqui, até agora, é o americano in-band on-channel (Iboc), que permite que as transmissões analógica e digital caminhem na mesma freqüência, sem necessidade de utilizar novos canais. Isso permite que o ouvinte continue a usar seu aparelho analógico atual, com chiado e interrupções. Mas quem comprar um rádio digital ouvirá AM com a qualidade de FM e FM com som de CD. O motivo é que as ondas analógicas convencionais sofrem a influência de fatores externos, como a presença de prédios ou nuvens carregadas. O sinal digital passa intacto por qualquer obstáculo.
A grande mudança, porém, não é simplesmente a qualidade superior do som. Segundo John Sykes, diretor do projeto de rádio digital da BBC, os ouvintes ingleses só passaram a comprar rádios digitais quando as emissoras lançaram novos programas. “Conteúdo novo é o estímulo mais potente para aumentar a demanda”, diz ele. Um equipamento simples para captar sinais digitais custa em torno de 250 dólares. Para que se justifique um investimento de mais de 500 reais por parte do consumidor, as emissoras terão de produzir algo especial. A rádio digital permite exatamente isso. Como os aparelhos têm tela de cristal líquido, as emissoras podem emitir informações por escrito, como nome da música e do cantor, previsão do tempo, dados sobre trânsito e propaganda. No futuro, poderão transmitir também imagens. Não como a televisão, antes que alguém pergunte. Basicamente, o canal digital servirá para mostrar gráficos e pequenos clipes. Haverá certamente maior segmentação, pois cada canal de rádio poderá transmitir até três programas simultaneamente. Com a superespecialização, surge inclusive a possibilidade de canais pagos, como acontece com a televisão.

Espera-se que as novas possibilidades do rádio digital sejam aproveitadas por um mercado cada vez mais segmentado. No passado, nem sempre isso aconteceu. A freqüência modulada, ou FM, foi lançada nos Estados Unidos na década de 1940. Embora transmitisse um som de qualidade superior à do rádio AM, tinha alcance mais limitado. Por isso, só foi despertar o interesse das emissoras brasileiras na década de 1970.
Embora a digitalização dos serviços radiofônicos seja considerada uma tendência mundial, ainda são poucos os países que operam o novo sistema – nas Américas, Estados Unidos, México e Canadá. “O Brasil foi um dos primeiros no mundo a usar o rádio como meio de comunicação. Agora, confirmamos nossa tendência ao pioneirismo”, gaba-se o diretor da Aesp, Antonio Rosa Neto. A questão, para o consumidor, é se essa primazia dará alternativas novas para o ouvinte.

Veja o que muda:
O som do rádio digital é superior?
A rádio AM passa a ter qualidade de FM; a rádio FM terá som de CD.

O sinal digital será transmitido em todo o território nacional?
Teoricamente, isso é possível, mas vai depender de cada emissora.

Será preciso jogar fora o aparelho atual?
Não. As emissoras brasileiras vão transmitir os dois sinais, o analógico e o digital.

Vai melhorar o som do aparelho convencional?
Não, porque o rádio analógico continuará recebendo o mesmo tipo de sinal.

O aparelho digital capta o sinal analógico?
Depende do aparelho. A maioria aceita os dois sistemas, sem que um interfira no outro.

Que outras vantagens tem o aparelho digital?
Os melhores modelos têm recursos como a gravação de músicas com registro de informações como autor e intérprete e a possibilidade de “voltar” para o começo de um programa que se pegou no meio.

Já existem aparelhos de rádio digital à venda no Brasil?
Ainda não. Algumas emissoras estão fazendo transmissões experimentais. Era Prevista a chegada de aparelhos ao mercado em 2006, mas até agora, nada!

7692 – Cinema – Velhinhos no Espaço


spacecowboys

Enredo:
Um militar da Força Aérea Americana, o comandante Frank Corvin (Clint Eastwood), que pertenceu a antiga Equipe Daedalus formado pelos militares: Frank Corvin, Hawk Hawkins, Jerry O’Neil e Tank Sullivan e que faziam parte do projeto pioneiro de lançamento dos primeiros astronautas americanos ao espaço e que foi cancelado em 1958, é chamado à última hora para “consertar”, no espaço, um antigo satélite soviético que está com diversos problemas técnicos de funcionamento e o motivo de sua presença no voo do “resgate” é porque ele é o único detentor do conhecimento do sistema e programa utilizado no equipamento, porém, Frank impõe só uma condição: levar consigo toda a sua equipe (a Daedalus) e o detalhe importante é que todos já estão aposentados e assim a missão de resgate torna-se difícil e arriscada
Em 1958, quatro jovens pilotos perderam a chance de ser os primeiros americanos no espaço, a então recém-criada NASA preferiu tripular a nave com um chimpanzé; mas 40 anos depois e já aposentados, eles são chamados às pressas por serem os únicos homens capazes de consertar um satélite russo do colapso. A ideia de colocar numa nave espacial 4 homens as voltas com o envelhecimento é boa, mas o filme abusa dos lugares comuns. Clint Eastwood dirigiu, também participa Tommy Lee Jones de MIB, Homens de Preto.

7682 – Cinema – O Mestre Sir Alfred Joseph Hitchcock


Hitchcock-PD

(Leytonstone, Londres, 13 de agosto de 1899 — Bel Air, Los Angeles, 29 de abril de 1980)
Um cineasta inglês, considerado o mestre dos filmes de suspense, um dos mais conhecidos e populares realizadores de todos os tempos.
Alfred Hitchcock nasceu no bairro de Leytonstone, bairro no nordeste de Londres, filho de Emma e William Hitchcock. O seu pai vendia frutas e verduras e ele tinha mais dois irmãos.
A figura de seu pai esteve sempre presente. Quando ele tinha quatro ou cinco anos, ele o enviou à polícia com uma carta e um policial ao ler o relato trancou Hitchcock em uma cela por alguns minutos, dizendo: “Isto é o que se faz com as crianças más.”. Hitchcock nunca entendeu a razão para esta piada, porque seu pai o chamava de seu “cordeiro sem manchas”. Sua infância foi disciplinada, embora um pouco excêntrica. Solitário, estava sempre isolado mas atento ao que se passava à sua volta.
Seu pai era um comerciante autoritário da região de East End. Aqui começa o interesse do diretor pela questão da transgressão, presente em todos os seus filmes. Hitchcock raramente falava de sua mãe.
Em 1913 ele deixou a escola e passou a definir sua carreira profissional. Começou a estudar engenharia na School of Engineering and Navigation, e fez cursos de desenho no departamento de Belas Artes da Universidade de Londres, ao mesmo tempo, ajudando os pais em seu comércio. Foi então que descobriu um novo hobby para o seu tempo de lazer, o cinema, que estava começando a se estabelecer como uma das mais importantes atividades recreativas em Londres. A capital tinha mais de quatrocentos dispositivos de projeção, instalados no entorno de pistas de patinação.
Em 1920, aos vinte e um anos, o jovem leu em uma revista que uma empresa de cinema dos Estados Unidos, a Famous Players-Lasky Company, iria criar um estúdio em Londres. Hitchcock apresentou-se nos escritórios da Famous levando consigo alguns esboços de letreiros para filmes mudos que tinha projetado com a ajuda de seu chefe no departamento de publicidade da Henley. Imediatamente, a empresa o contratou como desenhista de letreiros, e quando salário que passou a ganhar no novo emprego lhe permitiu, ele deixá-lo o emprego na Henley. No primeiro ano trabalhou como letrista em vários filmes, e no ano seguinte passou a ser responsável por cenários e pequenos diálogos em novos filmes. Ele escrevia sob a direção de George Fitzmaurice, que também lhe ensinou as primeiras técnicas de filmagem.
Nos estúdios, Hitchcock conheceu Alma Reville, uma rapariga da mesma idade, nascida em Nottingham. Extremamente pequena e magra, e grande fã de cinema, ela trabalhou nos estúdios de uma empresa londrina desde os 16 anos, a Film Company, e logo passou a trabalhar na Famous. Alma e Hitchcock colaboraram em vários filmes dirigidos por Graham e Cutts, e em 1923 viajaram para a Alemanha para produzir um filme cujo roteiro ele mesmo havia escrito, The prude’s fall. No navio de retorno a Inglaterra, Hitchcock declarou-se a Alma e logo iniciaram um longo noivado.
Em 1925, Balcon lhe propôs dirigir uma co-produção anglo-alemã intitulada The Pleasure Garden. Era sua primera oportunidade como diretor. O resultado, agradou os dirigentes do estúdio e naquele mesmo ano ele veio a dirigir outros dois filmes The mountain eagle ( que não existe mais, o que apenas sobrou foram seis fotos) The Lodger: A Story of the London Fog, foi seu início no suspense, que mostra a história de uma família que desconfia que seu inquilino seja Jack, o Estripador. O três filmes estrearam em 1927.
Na estreia, os filmes foram bem recebidos pelo público e críticos. Neles, o diretor aparecia discretamente como figurante, sem ser incluído como parte do elenco ou roteiro, era a sua maneira de assinatura em seus filmes, que mais tarde se tornou tão popular. Aproveitando o sucesso, ele mudou de produtora, e no final de 1927 filmou The Ring, ele também assinava o roteiro do filme que foi produzido pela British International Pictures. Com este filme se tornou um dos diretores mais conhecidos da Inglaterra e deu início ao seu caminho para a fama internacional.
Em 1929, Hitchcock obteve o seu primeiro sucesso no Reino Unido com Blackmail, filme este que abriria um período de vários clássicos do suspense dirigidos por ele ainda em solo britânico.
Período em Hollywood
Hitchcock mudou-se para os Estados Unidos em 1939 e tornou-se cidadão norte-americano em 1955.
A estreia de Alfred Hitchcock em Hollywood foi com Rebecca (1940), que veio a vencer o Oscar de melhor filme. Este foi o único filme do diretor a ganhar um Oscar nessa categoria. A obra gira em torno do romance entre um rico viúvo e uma inocente jovem, que acabam se casando rapidamente. Tudo parecia perfeito, até que Rebecca, a falecida esposa, volta para assombrar a jovem. O elenco do filme contava com Laurence Olivier e Joan Fontaine.
Rope (Festim Diabólico / A Corda) de 1948, foi baseado na peça teatral de Patrick Hamilton. Embora não tenha sido seu primeiro filme como diretor e produtor, foi o primeiro em que recebeu o crédito por isso. Foi também o primeiro de uma série de filmes de sucesso estrelados por James Stewart. Baseado na história verídica do caso de Leopold e Loeb, dois assassinos, Rope é tido como tendo um conteúdo homossexual.
O filme Strangers on a Train (Pacto Sinistro / O Desconhecido do Norte-Expresso), de 1951, foi baseado no romance de Patricia Highsmith (que também escreveu The Talented Mr. Ripley (O Talentoso Ripley)) e apresentou sua filha Patricia Hitchcock em um pequeno papel. Foi seu primeiro filme distribuído pela Warner Bros e, anos mais tarde, seria fonte de inspiração para Throw Momma from the Train (Jogue a Mamãe do Trem), de 1987, com Billy Crystal e Danny DeVito. Segundo Roger Ebert, vencedor do Prêmio Pulitzer e crítico de filmes, Strangers on a Train era o melhor filme de todos os tempos.
No começo da década de 1950 a MCA e o agente Lew Wasserman, que tinha como clientes James Stewart e Janet Leigh, tiveram grande importância nos filmes de Hitchcock. Com a ajuda de Wasserman, Hitchcock teve grande liberdade criativa para trabalhar em seus filmes.
Em 1955, ganhou um programa de televisão chamado Alfred Hitchcock Presents. Tratava-se de um programa com vários episódios criminais que fez muito sucesso, servindo para aumentar ainda mais a sua popularidade.
Psycho (Psicose / Psico), de 1960, ajudou a mudar a abordagem cinematográfica sobre o terror, A reação do público foi impressionante, com filas que dobravam os quarteirões e muita gritaria na plateia nas cenas mais aterrorizantes. O filme teve como protagonista Janet Leigh, Anthony Perkins e Vera Miles, venceu o Globo de Ouro na categoria melhor atriz coadjuvante (Janet Leigh). O filme trouxe uma das cenas mais conhecidas da história do cinema, a famosa cena do chuveiro, quando a personagem de Janet Leigh é assassinada a facadas. O filme ficou na décima oitava posição entre os 100 melhores filmes do Instituto de Cinema Americano.
The Birds (Os Pássaros), de 1963 é baseado num conto de mesmo nome da escritora britânica Daphne Du Maurier e é protagonizado por Rod Taylor, Jessica Tandy e Tippi Hedren, esta última uma descoberta de Hitchcock. O filme inovou na trilha sonora e em efeitos especiais, e por este último motivo foi nomeado para o Oscar. Tippi Hedren, mãe da futura atriz Melanie Griffith, ganhou o Globo de Ouro.
Topaz (Topázio), filmado entre 1968 e 1969, fala sobre a Guerra Fria, e conta a história de um espião, com roteiro baseado no livro de mesmo nome escrito por Leon Uris. Foi um filme que não trouxe nenhuma grande estrela, na verdade, apenas nomes desconhecidos. Muitos acreditam que Hitchcock não quis chamar nenhuma estrela de Hollywood para este filme após alguns conflitos com Paul Newman em seu último filme.
Em 1972 Hitchcok lançou Frenzy (Frenesi / Frenzy, Perigo na Noite), um thriller sobre crime que trouxe pela primeira vez cenas de nudez e palavras de baixo calão em um de seus filmes.
O seu último filme foi Family Plot (Trama Macabra / Intriga em Família) com Karen Black e Bruce Dern. Data de 1976.
Morte
Em 1980 Alfred Hitchcock recebeu a KBE da Ordem do Império Britânico, das mãos da Rainha Elizabeth II. Ele morreu quatro meses depois, de insuficiência renal, em sua casa em Los Angeles.
O suspense de Hitchcock trouxe inovações técnicas nas posições e movimentos das câmeras, nas elaboradas edições e nas surpreendentes trilhas sonoras que realçam os efeitos de suspense e terror.
O vilão inocente
Um dos recursos de suspenses mais utilizados por Hitchcock é o do vilão inocente, através dele um inocente é erroneamente acusado ou condenado por um crime e que, para se ver livre, acaba assumindo a missão de perseguir e encontrar o real culpado.
Hitchcock usou em vários de seus filmes o que é conhecido como cameo (literalmente camafeu, significando uma “participação especial”, em português), onde uma pessoa famosa aparece em um filme. Porém, nos filmes de Hitchcock, quem aparecia era ele próprio. Ele é visto em aparições breves, geralmente no início de seus filmes. Para não distrair o público do enredo principal, no decorrer de sua obra o diretor passou a aparecer logo no início dos filmes.
Alguns exemplos de aparições de Hitchcock são:
Rear Window (pt./br. Janela Indiscreta) – aparece dentro do apartamento do pianista
Psycho (pt. Psycho / br. Psicose) – passa a frente do escritório de Marion trabalho com chapéu de cowboy
Torn Courtain (pt./br. Cortina Rasgada) – aparece logo aos oito minutos segurando um bebê no hall do hotel em que os protagonistas se hospedam.
Frenzy (pt. Frenesim /br. Frenesi) – aparece no início do filme, no meio da multidão que está às margens do rio quando um corpo da vítima aparece boiando.

O MacGuffin é um conceito original nos filmes de Hitchcock, um termo usado pelo cineasta para inserir um objecto que serve de pretexto para avançar na história sem que ele tenha muita importância no conteúdo da mesma. O MacGuffin de Psycho é o dinheiro roubado do patrão. O dinheiro só serve para conduzir a personagem Marion Crane até o Motel Bates, mas ao chegar ao motel o dinheiro perde a importância no desenrolar da história. Já o MacGuffin de Torn Courtain é a fórmula que possibilitaria a construção de um antimíssil. É para conseguir a fórmula que o personagem principal parece desertar para Berlim Oriental, é seguido pela noiva e daí desenvolve-se o enredo.

Principais prêmios
Alfred Hitchcock recebeu o Prêmio Irving Thalberg da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood pelo conjunto de sua obra; entretanto, apesar de indicado seis vezes ao Oscar, cinco vezes como melhor diretor e uma como melhor produtor, jamais recebeu a cobiçada estatueta, juntando-se a outro gênio cinematográfico também nunca agraciado com o prêmio máximo da academia, Stanley Kubrick.
Suas seis indicações aos Oscar foram pelos filmes Rebecca (1940), Lifeboat (1944), Spellbound (1945), Rear Window (1954) e Psycho (1960), como diretor; e Suspicion (1941), como produtor.
É considerado pelo The Screen Directory, uma publicação sobre cinema, como o “maior diretor de todos os tempos”.

Oscar
Ano Categoria Filme Resultado
1941 Melhor diretor Rebecca Indicado
1945 Melhor diretor Lifeboat Indicado
1946 Melhor diretor Spellbound Indicado
1955 Melhor diretor Rear Window Indicado
1961 Melhor diretor Psycho Indicado
1968 Prêmio Irving Thalberg Venceu

7632 – O Cinema Viaja no Tempo


SUPER-HOMEM
Richard Donner, 1978

– Volta o tempo em alguns minutos em 1978
Para evitar o ataque nuclear que mata Lois Lane, o Super-Homem voa em torno da Terra numa velocidade tão alta que inverte sua rotação. Assim, regride o tempo em alguns minutos e salva sua amada. Foi o método mais tosco já criado no cinema: o tempo não voltaria e um megaterremoto destruiria a superfície terrestre, que seria ainda lavada por um tsunami inimaginável.

DE VOLTA PARA O FUTURO 1
Robert Zemeckis, 1985

– De 1985 para 1955
O cientista Doc Brown cria em 1985 uma máquina do tempo ao instalar um “capacitor de fluxo”, movido a plutônio, num esportivo DeLorean. Basta passar dos 140 km/h para o equipamento transportar o passageiro ao tempo desejado. O problema começa quando o adolescente Marty McFly chega por acidente ao ano de 1955 e estraga o momento em que seus pais se conheceriam.

FEITIÇO DO TEMPO
Harold Ramis, 1993

– O dia 2 de fevereiro de 1993 se repete.
O repórter Phil Connors precisa cobrir um evento enfadonho: a aparição de um roedor capaz de prever a duração do inverno. Mas eis que Phil acorda, e o dia se repete. Ao perceber que isso continuará a acontecer, Phil passa a se dedicar a atividades como aprender francês e a esculpir. Segundo o diretor, o repórter passou ao menos 10 anos vivendo o mesmo dia.

O EXTERMINADOR DO FUTURO 1
James Cameron, 1984

– De 2029 para 12 de maio de 1984
Em 2029, a Terra é dominada pelo computador Skynet. Sua única ameaça é John Connor, líder da resistência humana. Para evitar que Connor nasça, Skynet envia a 1984 o ciborgue T-101, com objetivo de matar sua mãe. A máquina é o Time Displacement Equipment, capaz de transportar só tecidos vivos e o material do qual são feitos os exterminadores.

MEIA-NOITE EM PARIS
Woody Allen, 2011

– De 2011 para 1920 e de 1920 para 1890
Sozinho e bêbado numa esquina parisiense enquanto sua noiva se diverte com outros, o escritor americano Gil Pender pega carona num antigo Peugeot Landaulet 184 que o transporta para a Paris da década de 1920 – e encontra ídolos como Scott Fitzgerald, Ernest Hemingway e Salvador Dalí. Mais tarde, pega uma carruagem que o leva à Belle Époque, na década de 1890.

A MÁQUINA DO TEMPO
George Pal, 1960

– De 1899 para 802 701, e de volta
No fim do século 19, um aventureiro inventa uma máquina capaz de levá-lo ao passado e ao futuro. De 1899 ele parte para o século 20, mas, para fugir da bomba nuclear que eliminará a humanidade, avança 800 milênios e encontra na Terra seres chamados Elois, que servem de alimento para Morlocks subterrâneos. É baseado no livro de H. G. Wells de 1895.

STAR TREK 4
Leonard Nimoy, 1986

– De 2286 para 1986
Para catapultar a espaçonave Ave de Rapina do ano de 2286 para 1986 com uma supervelocidade, o capitão Kirk aproveita a força gravitacional do Sol, fazendo uma manobra em torno do astro – é o chamado de Efeito Estilingue. Seu objetivo é resgatar uma baleia jubarte, único ser capaz de decifrar as mensagens emitidas por uma sonda prestes a destruir a vida na Terra.


PLANETA DOS MACACOS

Franklin Schaffner, 1968

– De 1972 a 3978
Uma equipe de astronautas é posta em hibernação induzida em 1972 a bordo de uma espaçonave quase tão rápida quanto a luz. Eles viajam por 2006 anos – que parecem apenas 18 meses por conta da dilatação do tempo – até que um acidente os faz chegar num planeta onde humanos vivem primitivamente, subjugados por outros primatas civilizados. Esse planeta é a Terra.