Arquivo da categoria: Entretenimento

7517 – Mega Sampa – O Museu da Mágica


A porta branca de um pequeno prédio no Ipiranga dá acesso ao escondido Museu da Mágica. Para entrar, é preciso se identificar, enfrentar quatro andares de escada (o elevador está quebrado há um bom tempo) e pagar R$ 48 pela entrada (inteira, aos finais de semana). Tudo isso para ser recebido pelo mágico Mister Basart, responsável pelo local.
O lugar é pequeno, cabe no máximo 20 pessoas, mas o mágico conta que já chegou a acomodar 60 interessados em seus números. A apresentação de mágica é feita de acordo com o público. “Crianças costumam gostar de coisas com cores”, explica. Já os feitos com baralhos são voltados para os mais velhos.
Em uma hora, realiza-se um passeio completo pelo mundo da magia. Mister Basart (que na verdade chama-se Basílio Artero Sanchez) começa sempre com a ilusão mais antiga que existe, datada em 5 mil anos. A mágica envolve apenas uma bolinha que passa pelos dedos cruzados de quem está assistindo até se transformar em duas.
Outros cacarecos, como estrelas prateadas que viram coloridas, peão que perde a cor, ovo que desaparece, caleidoscópios, ampulheta de geleca, boneca que é cortada ao meio e coelhinhos de espuma, se amontoam pelo chão.
A coleção conta com objetos recolhidos por todo o mundo, passando por Japão, China e Índia. Até uma carta recebida por Basart do famoso ilusionista David Copperfield está pendurada na parede. Um dos cartazes mais antigos, de 1898, só pode ser visto após muita insistência.

No espaço também são dadas aulas para pessoas de todas as idades. “Quanto menor, mais vai progredir e aprender com facilidade”, diz Basart.

O recomendável, porém, é que os alunos tenham no mínimo quatro anos. Em cada aula, é passado um exercício diferente. O primeiro número que Basart aprendeu, por exemplo, foi o de três cordas que viram uma só em um piscar de olhos.

Museu da Mágica
r. Silva Bueno, 519, cj. 42 (tel 0/xx/11 2068-7000)
diariamente, das 9h às 19h (necessário agendar)
R$ 24; fim de semana e feriados, R$ 48 (crianças pagam meia-entrada)

Museu da Mágica

7503 – Quem inventou os quadrinhos?


A primeira história em quadrinhos (HQ) moderna foi criada pelo artista americano Richard Outcault em 1895. “A linguagem das HQs, com a adoção de um personagem fixo, ação fragmentada em quadros e balõezinhos de texto, surgiu nos jornais sensacionalistas de Nova York com o Yellow Kid (‘Menino Amarelo’)”, diz o historiador e jornalista Álvaro de Moya, autor do livro História da História em Quadrinhos. A tirinha de Outcault fez tanto sucesso que os grandes jornais nova-iorquinos entraram em pé de guerra para ter o Yellow Kid em suas páginas. Mas é claro que esse formato original para contar uma história não surgiu na cabeça de Outcault de uma hora para outra. Se a gente for buscar as primeiras raízes das HQs, podemos chegar às pinturas rupestres feitas pelos homens pré-históricos, que serviam para contar, por exemplo, como eram suas aventuras nas caçadas.
Os quadros das igrejas medievais que retratavam a via sacra – os últimos momentos da vida de Jesus na Terra – também podem ser considerados antepassados das tirinhas. A grande diferença é que esses ancestrais das HQs não tinham texto, os enredos eram desenvolvidos apenas com uma seqüência de desenhos. “As histórias em quadrinhos constituem um meio de comunicação de massa que agrega dois códigos distintos para transmitir uma mensagem: o lingüístico (texto) e o pictórico (imagem)”, diz um pesquisador da USP.

1895 – YELLOW KID

De Richard Outcault

Angelo Agostini e outros pioneiros criaram embrioes de HQs, mas a primeira HQ moderna foi Yellow Kid. Na verdade, esse era o nome do principal personagem da tira At the Circus in Hogan’s Alley, que saía uma vez por semana no jornal New York World.

1934 – FLASH GORDON

De Alex Raymond

O personagem surgiu para disputar mercado com outro herói espacial: Buck Rogers. Mas, graças ao talento de Raymond, em pouco tempo as aventuras intergalácticas de Flash Gordon superaram a popularidade do grande rival.

quadrinhos

1952 – MAD

De Harvey Kurtzmann

Mad foi uma revista que revolucionou o gênero com seu humor debochado. Era uma forma original de reagir à crescente censura aos quadrinhos nos Estados Unidos, quando os temas mais violentos começaram a perder espaço.

1929 – TARZAN

De Hal Foster e Burne Hogarth

Hal Foster desenhou em tiras o romance de Edgar Rice Burroughs para ser publicado em jornais. O público adorou Tarzan e até hoje as histórias do herói continuam sendo publicadas. Em 1937, Hogarth passou a desenhar o personagem e criou o traço mais vigoroso do “Rei dos Macacos”, conferindo às histórias uma ação ininterrupta.

1930 – MICKEY MOUSE

De Walt Disney

Mickey Mouse, símbolo do império de Walt Disney, fez sua estréia num desenho animado de 1928. Foi só dois anos depois que ele virou tira de jornal. Com o sucesso inicial, o ratinho logo ganharia uma revista mensal a Mickey Mouse Magazine.

1985 – O CAVALEIRO DAS TREVAS

De Frank Miller

Esse artista inaugurou uma nova fase nas HQs: o quadrinho de autor. Em “o Cavaleiro das Trevas” (the Dark kNight Returns, no original em inglês), Miller retrata um Batman vulnerável e inseguro. Com essa humanização do personagem, o artista criou uma das melhores histórias do herói.

1986 – MAUS

De Art Spiegelman

Os judeus são retratados como ratos e os nazistas como gatos na história de um sobrevivente do holocausto. a saga ganhou um Pulitzer especial, importante prêmio jornalístico dos estados unidos.

7474 – Teledramaturgia – Aos 82, ator Walmor Chagas é achado morto no interior de São Paulo


O ator Walmor Chagas morreu nesta sexta-feira (18-01-2013), aos 82 anos, na casa em que morava em Guaratinguetá, região do Vale do Paraíba, no interior de São Paulo.
A causa da morte foi um disparo no peito, segundo a Polícia Civil.
Walmor morava no interior havia muitos anos, num hotel-fazenda chamado Sete Nascentes, no bairro das Pedrinhas. O ator era dono da pousada.
José Arteiro de Almeida, administrador do estabelecimento, foi quem encontrou o corpo, por volta das 16h40 da tarde desta sexta, e chamou a polícia logo em seguida.
Almeida, que trabalhava com Walmor havia 30 anos, afirmou que todos os funcionários já tinham ido embora e só ele e o ator estavam no local. Almeida saiu para tomar banho e, quando voltou, encontrou o corpo.
Segundo Almeida, embora Walmor estivesse sofrendo de diabetes, ele aparentava estar normal e sem apresentar indícios de que poderia cometer suicídio.
A região onde fica o hotel-fazenda está na encosta da serra da Mantiqueira, um lugar de difícil acesso.
Segundo informações da polícia, um delegado do 2º DP e investigadores de plantão estão no local. Como a comunicação com a equipe é difícil, não há mais informações sobre o caso até o momento.
Nascido em Porto Alegre, o ator estreou com uma pequena participação num episódio do “Grande Teatro Tupi”, da TV Tupi, em 1953. No cinema, estreou em 1965, em “São Paulo S.A.”, de Luís Sérgio Person. Um de seus últimos papéis foi vivido no filme “Cara ou Coroa” (2012), de Ugo Giorgetti. Em 2008, foi premiado pelo conjunto de sua obra cinematográfica no Festival de Gramado.
Na TV, participou de novelas como “A Favorita” (2008), “Pé na Jaca” (2006), “Esperança” (2002), “Selva de Pedra” (1986) e “Vereda Tropical” (1984), na Globo, e “Caminhos do Coração” (2007), na Record.
Walmor Chagas foi uma das estrelas do TBC, o Teatro Brasileiro de Comédia –uma das referências de arte dramática no país nos anos 50 e 60–, ao lado de Cacilda Becker (1921-1969), com quem se casou e teve uma filha, a cantora Maria Clara Becker, adotada pelo casal em 1964. Em março deste ano, o ator seria homenageado pelos 64 anos de teatro na cerimônia do Prêmio Shell, no Rio.
Em 2011, em entrevista à série “Grandes Atores”da GloboNews, falou sobre as poucas aparições nos últimos anos e disse que passou a se sentir deslocado no circuito das artes. “É como um atleta: tem um período de auge, depois começa a decair.” Disse, ainda, que um ator tem de saber a hora de sair de cena.
“Apesar dos problemas físicos, como uma doença que tinha na vista, ele era uma pessoa alegre e bem-humorada. Tinha uma voz impressionante, idêntica à voz dos tempos em que filmou ‘São Paulo S/A’. Vivia absolutamente sozinho no sítio, mas parecia gostar muito disso. Quando vinha filmar ficava ansioso para voltar para casa”, diz Julia Ianina, 29, atriz que fez o papel de neta de Walmor no filme “Cara ou Coroa”.

Trabalhos na TV
1965 – “A Outra”
1965 – “Teresa”
1966 – “O Amor Tem Cara de Mulher”
1967 – “Presídio de Mulheres”
1969 – “Nenhum Homem É Deus”
1970 – “As Bruxas”
1974 – “Corrida do Ouro”
1975 – “O Grito”
1977 – “Locomotivas”
1979 – “Como Salvar Meu Casamento”
1980 – “Coração Alado”
1981 – “O Amor É Nosso”
1982 – “Avenida Paulista”
1982 – “Final Feliz”
1983 – “Eu Prometo”
1984 – “Caso Verdade, Esperança”
1984 – “Vereda Tropical”
1986 – “Selva de Pedra”
1987 – “Mandala”
1988 – “O Pagador de Promessas”
1993 – “Sex Appeal”
1993 – “Sonho Meu”
1996 – “Salsa e Merengue”
1997 – “Malhação”
2000 – “Marcas da Paixão”
2001 – “Os Maias”
2002 – “Esperança”
2005 – “Mad Maria”
2006 – “Pé na Jaca”
2007 – “Caminhos do Coração”
2008 – “A Favorita”
2009 – “Os Mutantes”

Walmor

7460 – Mega Clássicos – James Ingram – Juice Once


James Ingram (1991) - Greatest Hits The Power 0f Great Music

James Ingram (Akron, Ohio, 16 de fevereiro de 1952)
Autodidata, aprendeu a tocar piano, guitarra, baixo, bateria e sintetizador. Começou na música como um membro do grupo Revelation Funk. Durante este tempo, Ingram desenvolveu uma reputação na área de Los Angeles como um cantor de estúdio e chamou a atenção de Lamont Dozier, ex-compositor da Motown Records e produtor.
Na década de 1980, Ingram ficou mais conhecido por suas colaborações. Ele foi número 1 nas paradas pop com Patti Austin em Baby, Come to Me.
Em 1981, Ingram fez os vocais da mega clássica Just Once. Por seu trabalho neste álbum, ele ganhou um prêmio Grammy (Oscar da Música) de melhor vocalista de R&B.

7441 – Quais desenhos animados já foram censurados?


O personagem mais polêmico da atualidade é, possivelmente, Bob Esponja. O porífero amarelo já foi alvo de críticas muitas vezes, devido a sua suposta orientação sexual. A última delas foi na Ucrânia, em agosto, onde a Comissão Nacional de Proteção da Moralidade Pública entrou com um pedido para que o desenho seja proibido. “É um país com tradição de autoritarismo. E a homofobia é uma questão cultural em toda a ex-União Soviética”, diz Christian Lohbauer, professor do Instituto de Relações Internacionais da USP. A censura a programas infantis é comum. Em 1999, grupos cristãos americanos declararam guerra a Teletubbies porque Tinky Winky, o da bolsa vermelha, seria gay. Já Os Simpsons, que irritou vários países ao satirizar estereótipos (o Rio ameaçou processar o desenho), é proibido nas manhãs da Venezuela desde 2008. Detalhe: foi substituído na programação por Baywatch e suas moças correndo de maiô. E desenhos adultos, claro, sofrem mais. Promotores russos quiseram proibir South Park em 2008, acusando-o de pornográfico e imoral. Mas represálias não são exclusividade de desenhos novos. Clássicos também já sofreram.

Pernalonga do mal
Na década de 1940, Pernalonga imitou negros pedindo para não apanhar e tirou sarro de orientais, indígenas e esquimós. Esses episódios foram retirados do ar nos EUA em 1968 por serem considerados ofensivos. Mas estão no YouTube.

Mickey racista
O filme da Disney A Canção do Sul (1946) foi acusado de racismo pela Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor, pois mostrava “uma relação idílica entre senhor e escravo”. Por conta disso, o filme nunca foi lançado em DVD.

Presuntinho bêbado
Tiny Toon tem um episódio banido nos EUA. Os personagens ficam bêbados, roubam um carro policial, batem e morrem. A ideia era ensinar as consequências do abuso do álcool. Também tem no YouTube.

7433 – Mega Memória – O Ano de 1979


Um ano inesquecível para quem viveu. Minha idade na época: 15 anos
Foi declarado pela ONU como o “Ano Internacional da Criança e Ano Internacional de Solidariedade com o Povo da Namíbia” e corresponde, no ciclo de doze anos que forma o calendário chinês a um ano do signo “Cabra”.
Um ano de excelentes produções musicais, científicas, cinematográficas e etc, além de importantes acontecimentos políticos.
Fevereiro
• 22 de Fevereiro – Independência de Santa Lúcia.
Março
• 15 de Março – O general João Baptista Figueiredo substitui o general Ernesto Geisel no posto de presidente do Brasil.
Maio
• 10 de Maio – Os Estados Federados da Micronésia se tornam auto-governantes.
Julho
• 12 de Julho – Independência de Kiribati
• 16 de Julho – O Presidente Iraquiano Hasan al-Bakr renuncia e o Vice Presidente Saddam Hussein o substitui.
Setembro
• 21 de Setembro – José Eduardo dos Santos, tomou posse como Presidente da República de Angola
Datas desconhecidas
• Luís Herrera Campíns substitui Carlos Andrés Pérez no cargo de presidente da Venezuela.
• Mikhail Gorbachev é eleito para o Politburo do PCUS.

Nascimentos
• 3 de janeiro – Paulo Vilhena, ator, diretor e repórter brasileiro.
• 7 de fevereiro – Fábio Azevedo, ator, diretor, produtor, dublador e apresentador brasileiro.
• 12 de abril – Jennifer Marie Morrison, atriz e modelo estadunidense.
• 14 de abril – Rebecca DiPietro, modelo estadunidense.
• 21 de abril – James McAvoy, ator escocês.
• 25 de junho – Busy Philipps, atriz estadunidense.
• 15 de setembro – Dave Annable , ator norte-americano.
• 27 de setembro – Danilo Gentili, humorista brasileiro.

Falecimentos
• 7 de Fevereiro – Josef Mengele, criminoso de guerra alemão (n. 1911).
• 30 de março – José María Velasco Ibarra, presidente do Equador de 1934 a 1935, de 1944 a 1947, de 1952 a 1956, de 1960 a 1961 e de 1968 a 1972 (n. 1893)
• 15 de julho – Gustavo Díaz Ordaz Bolaños, presidente do México de 1964 a 1970 (n. 1911).
• 10 de Setembro – Agostinho Neto, nacionalista e escritor angolano, foi Presidente de Angola de 1975 a 1979 (n. 1922).
• 14 de setembro – Nur Mohammad Taraki, presidente da República Democrática do Afeganistão de 1978 a 1979 (n. 1917)
• 29 de setembro – Francisco Macías Nguema, presidente da Guiné Equatorial de 1968 a 1979 (n. 1924).
• 26 de Outubro – Park Chung-hee, presidente da Coreia do Sul de 1963 a 1979 (n. 1917).
• 27 de Dezembro – Hafizullah Amin, presidente da República Democrática do Afeganistão em 1979 (n. 1929)

Prêmio Nobel
• Física – Sheldon Glashow, Abdus Salam, Steven Weinberg[
• Química – Herbert C. Brown, Georg Wittig
• Medicina – Allan M. Cormack, Godfrey N. Hounsfield.
• Literatura – Odysseus Elytis.
• Paz – Madre Teresa de Calcutá.
• Economia – Theodore W. Schultz e Sir Arthur Lewis.

Novelas: Dancin Days e Pai Herói (Globo)
Acontecimentos
30 de Janeiro – O cargueiro Boeing 707-323C prefixo PP-VLU operado pela Varig desapareceu sobre o oceano Pacífico trinta minutos após ter partido de Tóquio. Era pilotado pelo mesmo comandante do vôo 820. Nenhum sinal da queda (destroços ou corpos) jamais foi encontrado. A aeronave estava transportando 153 pinturas no valor de USD 1,24 milhões.
28 de novembro – O Voo Air New Zealand 901 terminou quando o avião colidiu com o Monte Erebus, na Ilha de Ross (Oceano Antártico), matando todas as 257 pessoas a bordo, sendo 237 passageiros e 20 tripulantes.

Música Disco – Em plena atividade, um ano de grandes produções, como esta do Chic:

chic

• 13 de Janeiro – A ACM processa o Village People por difamação por causa de sua música YMCA.
• 29 de Março – O Supertramp lança seu álbum de maior sucesso Breakfast in America, que passou 26 semanas na lista da Billboard Top 200, dessas, 5 no primeiro lugar.
• Michael Jackson lança seu primeiro álbum em carreira solo em fase adulta: Off the Wall, com aproximadamente 20 milhões de cópias vendidas, até hoje é o álbum de música Black mais vendido da história.
• Forma-se a banda Cockney Rejects.
• Novembro – O Pink Floyd lança o álbum The Wall
• Bee Gees lança seu álbum de mais sucesso Spirits Having Flown que lhe rendeu grammys pelas músicas e por sua turnê de 38 shows.
• A cantora Simone é escolhida para interpretar Começar de novo, canção-tema da série de TV Malu Mulher, da Rede Globo e maior sucesso daquele ano.

Cinema:
• 10, de Blake Edwards, com Dudley Moore, Julie Andrews e Bo Derek
• 1941, de Steven Spielberg, com Dan Aykroyd, John Belushi e Toshirô Mifune
• Alien, de Ridley Scott, com Sigourney Weaver, Harry Dean Stanton e John Hurt
• Allegro barbaro, de Miklós Jancsó
• The Amityville Horror, de Stuart Rosenberg, com James Brolin e Margot Kidder
• L’amour en fuite, de François Truffaut, com Jean-Pierre Léaud
• And Justice for All, de Norman Jewison, com Al Pacino, Jack Warden e Lee Strasberg
• Apocalypse Now, de Francis Ford Coppola, com Martin Sheen, Marlon Brando e Robert Duvall
• Being There, de Hal Ashby, com Peter Sellers e Shirley MacLaine
• Die Blechtrommel, de Volker Schlöndorff
• Calígula, de Bob Guccione, com Malcolm McDowell, Teresa Ann Savoy, Helen Mirren e Peter O’Toole
• Cristo si è fermato a Eboli, de Francesco Rosi, com Gian Maria Volonté
• Die dritte Generation, de Rainer Werner Fassbinder
• Die Ehe der Maria Braun, de Rainer Werner Fassbinder, com Hanna Schygulla
• Don Giovanni, de Joseph Losey
• Escape from Alcatraz, de Don Siegel, com Clint Eastwood
• Hair, de Milos Forman, com John Savage, Treat Williams e Beverly D’Angelo
• Hardcore, de Paul Schrader, com George C. Scott
• L’ingorgo – Una storia impossibile, de Luigi Comencini, com Marcello Mastroianni, Gérard Depardieu, Patrick Dewaere e Stefania Sandrelli
• Kramer vs. Kramer, de Robert Benton, com Dustin Hoffman e Meryl Streep
• Life of Brian, de Terry Jones, com Eric Idle, Terry Gilliam, John Cleese, Graham Chapman e Michael Palin
• La luna, de Bernardo Bertolucci
• Mad Max, de George Miller, com Mel Gibson
• Rocky II, de e com Sylvester Stallone
The Warriors, de Walter Hill, com Michael Beck e James Remar

7006 – Música na TV – Soul Train


soul-train

Em 1974, o lendário programa da TV americana “Soul Train” apresentava grandes nomes do soul e R&B. O tema de abertura deste programa foi gravado por MFSB & The Three Degrees e seu nome era TSOP, que significa The Song of Philadelphia. Essa música chegou ao primeiro lugar na parada pop da Billboard.
Um programa de televisão musical que estreou em 2 de outubro de 1971 nos Estados Unidos, sendo finalizado apenas em 25 de março de 2006, com 35 anos de existência.No Brasil só um programa chegou perto deste, o Som na Caixa da TV Corcovado do RJ, mas que ficou pouco tempo no ar. Durante todo este tempo, o programa mostrava, basicamente, performances de grupos e cantores de soul, hip hop e R&B, ainda que grupos de jazz e gospel também fossem mostrados por vezes. Soul Train foi criado por Don Cornelius, que também foi seu primeiro apresentador e produtor executivo. A produção foi suspensa na temporada 2005-2006 mas, ainda assim, uma versão de “melhores momentos” (The Best of Soul Train) foi criada e continuou no ar por dois anos.Esse programa teve participação em um episódio de The Fresh Prince of Bel-Air

7375 – Publicidade vende Ilusão


Usar medo e punição para vender é uma arma poderosa, que se enraíza em nossos instintos de sobrevivência e controle do ambiente. Ninguém quer passar por dificuldades por causa de uma decisão errada na hora de gastar. Tocar o terror lembra você disso. E a razão está em um mecanismo do seu cérebro – os chamados “marcadores somáticos”, descritos pela primeira vez pelo neurocientista português António Damásio. Esses marcadores são atalhos que nos ajudam a fazer escolhas com base naquilo que já vivemos ou sabemos, tornando automáticas nossas ações do dia a dia. Por exemplo, não colocamos a mão no fogo porque o cérebro aprendeu que isso provoca dor. O marcador para “fogo” é associado ao marcador “dor”, e isso nos livra de ter que raciocinar toda vez que chegamos próximo a uma fogueira. A estratégia do medo usa esse mecanismo, segundo Martin Lindstrom, autor de A Lógica do Consumo.

“Pirataria é crime”
A indústria audiovisual brasileira não se atualizou na velocidade dos downloads piratas. Qual a estratégia então? Campanhas voltadas para o medo da punição e para a chantagem emocional: dar o troco para o dvd pirata em balas de fuzil ou mostrar o pai de família ouvindo do filho que copiar a lição do coleguinha não tem problema.

Pertencimento ao grupo
O slogan “Eu sou brahmeiro”, da Brahma, deixa claro: quem bebe essa cerveja tem comportamento e valores próprios, que o diferenciam de outras pessoas. É algo importante para o brahmeiro, mas que pouco diz, por exemplo, sobre a bebida. A campanha “Existem razões para acreditar”, da Coca-Cola, divide o mundo entre uma maioria de pessoas boas (com as quais ela se identifica) e uma minoria má, responsável por guerras, poluição e corrupção. Aqui, o foco não é mostrar o produto, mas estar do lado do bem e inspirar otimismo. Para isso, não faltam coral infantil, cenas de aniversário e imagem do sol estourado no céu azul.
Você pode não gostar de um produto, mas basta notar que as pessoas à sua volta acham o contrário para você pensar duas vezes. Somos muito influenciáveis, e mostrar que várias pessoas já aprovam algo é uma maneira de vender sem necessariamente falar do que está à venda, segundo David H. Schaefer, professor de administração e marketing no Sacramento College. Uma das explicações é que certas áreas do nosso cérebro ativadas quando nos sentimos bonitos ou temos dor também são ativadas ao observarmos alguém na mesma situação. A campanha da Dove que mostrava mulheres fora do padrão de beleza de celebridades era um recado da Unilever: você pode usar também, como todas essas pessoas do mundo real.
“Todo mundo adora”
Mais direto que esse bordão de uma campanha recente da montadora Volkswagen, impossível. Ao apelar para a popularidade, ela espera que você se renda também, sem partir para argumentos mais racionais.

“A marca no 1 em recomendação dos dentistas”
O slogan da Oral-B é um clássico das marcas de escovas e pastas de dente. Se os dentistas recomendam, por que nós iríamos discordar? Assim fica fácil a Maria ir com as outras. Mas quem são esses dentistas? Quantos deles recomendam? Isso não fica em primeiro plano.
HUMOR
A publicidade brasileira é craque em fazer anúncios com humor ou coisas absurdas. A intenção é criar uma boa lembrança de seus produtos. Você se lembra da piada, dá uma risada e a associa, ainda que inconscientemente, à marca. Não que você sairá comprando porque achou uma sacada engraçada. Mas a decisão de compra é influenciada por fatores irracionais como essa lembrança. Martin Lindstrom explica em A Lógica do Consumo que todo dia novos marcadores são acrescentados ao nosso cérebro e as empresas estão na disputa para entrar nesse arquivo de atalhos mentais. A estratégia, então, é criar uma situação memorável que será associada ao “marcador” do produto. O único cuidado é para não cair em campanhas em que a piada é memorável, mas a marca, não.
Quem anuncia quer atenção, certo? Nem sempre. Uma técnica importante para quem quer vender é desviar a atenção do produto. Isso acontece porque alguns deles têm algo de desagradável ou inconveniente. Em As Mentiras na Propaganda e na Publicidade, Guy Durandin, professor de psicologia social da Universidade Paris 5, diz que, no final dos anos 1970, as companhias aéreas descobriram, por meio de estudos psicológicos, que seus passageiros tinham sentimentos angustiantes de separação e perigo. Elas passaram, então, a focar em outros aspectos não relacionados ao voo, como o conforto da classe executiva e a ausência de escalas. Isso pode acontecer com qualquer produto. A ideia é diluir coisas que possam estimular sentimentos negativos.
Estilo de vida
Nos anos 1980 e 1990, as campanhas do cigarro Free incluíam frases que beiravam a filosofia de boteco e imagens de um estilo de vida bacana – pintores e músicos em seus estúdios, jovens na praia… Nisso, o lado negativo do cigarro ficava em segundo plano.

Alfredo…
A imagem de um cachorrinho comunica muito mais fofura do que qualquer descrição de papel higiênico. Mas pétalas de rosa, coelhinhos, elefantinhos e o Reynaldo Gianecchini vestido de mordomo também desviam o consumidor da, digamos, finalidade do produto.
Se você comprar, vai se sentir como as pessoas da propaganda. O mecanismo usado pelos anúncios com celebridades é o dos neurônios-espelho – aqueles que fazem refletir na gente aquilo que outros experimentam. Aqui, pouco importa o que o produto tem a oferecer em termos práticos, mas sim a capacidade do anúncio de reproduzir sentimentos. Para a publicidade, portanto, a importância de quem aparece é grande. Os garotos-propaganda têm que ser modelos não só de beleza, mas de sucesso, talento e ficha-limpa. Ídolos por definição.
A musa
Anúncios de produtos para cabelo, como este da linha Clear, mostram modelos com fios que nenhum ser humano normal é capaz de manter.

7373 – Mega Memória – Comercial da Virada “Marcas do que se foi”


Um comercial que marcou época. O ano: 1976. Num tempo onde não havia o recurso da computação gráfica, era necessário muita criatividade dos publicitários.

Este ano quero paz no meu coração
Quem quiser ter um amigo
Que me dê a mão

O tempo passa
E com ele caminhamos todos juntos
Sem parar

Nossos passos pelo chão
Vão Ficar

Marcas do que se foi
Sonhos que vamos ter
Como todo dia nasce
Novo em cada amanhecer

Marcas do que se foi
Sonhos que vamos ter
Como todo dia nasce
Novo em cada amanhecer

Este ano quero paz no meu coração
Quem quiser ter um amigo
Que me dê a mão

O tempo passa
E com ele caminhamos todos juntos
Sem parar

Nosso passos pelo chão
Vão ficar

Marcas do que se foi
Sonhos que vamos ter
Como todo dia nasce
Novo em cada amanhecer

7372 – São Silvestre 2012 – Queniano vence, pra variar


S Silvestre 2012
S Silvestre 2012

O queniano Edwin Kipsang venceu a prova masculina da São Silvestre na manhã desta segunda-feira, com o tempo de 44min04s. O brasileiro melhor colocado foi Giovani dos Santos, que terminou a prova na quarta colocação.
A prova teve total domínio do Quênia, que, além da vitória com Kipsang, conseguiu ainda a segunda e terceira colocação, com Joseph Aperumoi (44min14s) e Mark Korir (44min50). Este último liderou parte da corrida, mas perdeu fôlego no fim.
Hafid Chani, do Marrocos, terminou a prova na quinta colocação, com o tempo de 45min54s.
A edição deste ano da São Silvestre foi a primeira com largada pela manhã. A elite feminina largou às 8h40, enquanto a masculina, às 9h. O valor do prêmio também mudou. Passou de R$ 35 mil para R$ 50 mil.
A prova perdeu prestígio e atrai cada vez menos famosos. Muitos atletas da elite da África (continente que faturou 15 dos últimos 21 títulos) não correram neste ano. Foram os casos dos campeões de 2011, a queniana Priscah Jeptoo e o etíope Tariku Bekele. O continente foi representado por seu segundo escalão, mas mesmo assim obteve sucesso.

Veja os dez primeiros:

1) Edwin Kipsang (QUE), 44min05min
2) Joseph Aperumoi (QUE), 44min14seg
3) Mark Korir (QUE), 44min21seg
4) Giovani dos Santos (BRA), 44min51seg
5) Hafid Chani (MAR), 45min55seg
6) Najim El Qady (MAR), 46min34seg
7) Alphonce Simbu (TAN), 46min37seg
8) Ubiratan dos Santos (BRA),46min38seg
9) Ahmed Baday (MAR), 46min40seg
10) Paulo Roberto de Almeida Paula (BRA), 46min49seg

7371 – Festejos – Quem inventou o Réveillon?


Réveillon vem do verbo francês réveiller, que significa “acordar” — é o “despertar do ano”, pegou? A palavra surgiu no século 17 para identificar eventos muito populares entre os nobres franceses: jantares longos e chiques, que iam até depois da meia-noite, nas vésperas de datas importantes. Esses regabofes gastronômicos noturnos eram realizados várias vezes ao ano, mas com o tempo foram ficando para o Ano-Novo mesmo.
No século 19, o Réveillon virou moda nas colônias e áreas de influência da França – que eram muitas, já que ela era a superpotência cultural da época. No Brasil, os primeiros Réveillons foram realizados na corte de dom Pedro 2º, no Rio, e logo copiados pelas elites paulistas. Mas alguns detalhes foram incorporados depois, recheando o jantar francês com um sincretismo bem brasileiro.

Tradições:
Uvas
Simpatia trazida pelos vinicultores portugueses, que guardavam a semente do seu produto para ter fartura.
Lentilhas
Os italianos trouxeram essa tradição, que resultaria em um ano de fartura.
Roupa Branca
É a roupa dos devotos de Iemanjá, orixá que já na África era homenageada com oferendas no mar na passagem do ano.
Pular ondas
Hábito comum desde os gregos, que acreditavam “recarregar baterias” pelo mar, fonte da vida.

7348 – Como são produzidos os closed captions para programas ao vivo?


Closed caption ou CC – que pode ser traduzido como “legenda oculta” – são aqueles textos que reproduzem na tela da TV o que os apresentadores dos programas estão falando. Como esse recurso é especialmente usado para ajudar os deficientes auditivos, o CC não é igual à legenda dos filmes: ele também indica em palavras os outros sons do vídeo, como “chuva” ou “passos”. Em programas gravados, o CC que os espectadores vêem na tela é o mesmo texto que aparece no teleprompter, um aparelho acoplado à câmera do estúdio que mostra o que o apresentador deve ler. Quando o show é ao vivo, existem dois métodos principais para produzir o CC. O primeiro, mais comum nos Estados Unidos, é a estenotipia. Nesse processo, um profissional especializado (o estenotipista) registra tudo que é dito no programa em um teclado especial, cujos botões são baseados em fonemas em vez de letras. Com isso, ele escreve 200 palavras por minuto. No Brasil, a TV Globo bolou um segundo método: o reconhecimento de voz. Funciona assim: um operador repete tudo o que os apresentadores falam, o computador converte a voz do cara em texto e o resultado desse “ditado” vai para a tela. O único problema é que o grau de precisão desse sistema é um pouco menor. Às vezes, o computador pode confundir alguns fonemas, como “lhe” e “lie”. Tirando isso, é uma bela ferramenta para quem não pode ouvir.

O passo inicial para a produção de um closed caption ao vivo é, claro, a fala dos apresentadores. De dentro do estúdio, eles transmitem as notícias do telejornal falando com naturalidade, como se não houvesse pessoas com problemas de audição assistindo à TV
Durante o programa, um profissional treinado assiste a tudo dentro de uma sala e repete as falas dos apresentadores e dos repórteres em um microfone. A voz do profissional é captada por um computador e alimenta um programa de reconhecimento de voz
Calibrado especialmente para a voz do profissional — que passa por um treinamento para aprender a falar com clareza —, o programa de reconhecimento de voz transforma os sons da voz em palavras na tela do computador
Antes de soltar as legendas para a TV, o profissional usa o teclado para acrescentar palavras que ajudem os deficientes auditivos a entender a imagem, como “risos” ou “som alto”. Com um toque no teclado, o operador libera as legendas para uma linha de dados
As informações dessa linha de dados são transmitidas para as casas junto com a imagem e o som da TV, mas só aparecem quando o telespectador aperta a tecla CC (closed caption). Essa opção, você sabe, só está disponível nos televisores mais modernos.

7332 – Qual a diferença entre TVs de LCD, LED e plasma?


A estrutura da tela dos três modelos é parecida, mas a maneira como geram luz (o chamado backlight) faz toda a diferença.
Em comum, os três tipos de TV formam cada pontinho da imagem (chamado de pixel) usando três cores básicas – verde, vermelho e azul. Variações de luz em cada uma dessas cores criam as tonalidades secundárias, como o amarelo. Quem controla essas variações é um conjunto de processadores de alta definição, parte do “cérebro” da máquina.
Cada pixel em uma tela de LCD é gerado por CCFL , sigla em inglês para lâmpada fluorescente de catodo frio. Só que a luz gerada por essa tecnologia não tem cor – por isso, ela precisa passar por um filtro colorido chamado RGB (sigla para vermelho, verde e azul, em inglês). Também é função desse filtro controlar a intensidade das imagens.
Todas as TVs de tela plana são formadas por camadas que parecem um sanduíche. O “recheio” central, o backlight, é prensado entre duas camadas de eletrodo, que servem para levar eletricidade ao sistema. Depois, vem uma vedação de células de óxido de magnésio, que protege o backlight. Por fim, as duas camadas mais externas são lâminas de vidro.
LED é a sigla em inglês para diodo emissor de luz. São eles que compõem o backlight deste modelo. Para cada pixel na tela, há um conjunto com um LED azul , um verde e um vermelho. Diferentemente do que acontece na LCD, a luz já é gerada na cor e intensidade certas, dispensando o uso do fi ltro RGB. Por isso, as TVs de LED são mais finas.

O SEGREDO DO PLASMA
O backlight da TV de plasma é o mais diferente. Ele é composto de uma malha de minúsculas células revestidas de fósforo colorido . Nelas, há gases que, ativados pela eletricidade, emitem luz fluorescente. Assim como na TV de LED, cada pixel é formado por uma célula com fósforo verde, uma azul e uma vermelha, de intensidade regulável.
O plasma surge quando uma descarga elétrica altera a posição dos elétrons no átomo dos gases (geralmente, neônio e xenônio). Assim, são liberados íons (átomos carregados positivamente) e elétrons (partículas carregadas negativamente). São esses elementos que, circulando livremente e se chocando, produzem os fótons – as partículas de luz. O fósforo na célula estimula essa reação.

CONTRASTE – As células do backlight na TV de plasma conseguem ir do escuro total a uma grande intensidade de luz

ÂNGULO DE VISÃO – A plasma permite um ângulo de até 180º sem distorcer a imagem. Nos modelos concorrentes, o limite é 160º

COR – Os três têm a mesma qualidade de cor. Invista nas melhores marcas,que costumam usar melhores componentes

MOVIMENTO – As células de plasma têm melhor velocidade de renovação (mudança do escuro total para qualquer nível de luz)

CONSUMO DE ENERGIA – Apesar de as TVs de LCD e LED terem funcionamento parecido, o diodo emissor de luz exige menos eletricidade

VIDA ÚTIL- O LCD e o LED têm maior autonomia. Com seis horas de uso diário, a expectativa média é que a TV dure 20 anos

PREÇO – Comparando o valor médio entre os modelos mais comercializados (de 40 e 42 polegadas), a de LED é a mais cara.

7311 – Mega Divas – Barbara Tucker


By Master DJ Carlos

A Diva da House Music
A Diva da House Music

(nascida em 19 de março de 1967) é uma cantora afro-americana de house, R&B e Soul. Seu impacto na cena musical foi sentido mais na Europa, do que em seu país de origem.
Tucker criou e se formou dentro do ambiente gospel. Se destaca por suas atuações em shows ao vivo pela sua espetacular, energía, talento e originalidade fazendo com que cada um seja um verdadeiro acontecimento com novos sons, movimentos e descobrimentos.
É co-fundadora do “The Underground Network”, uma discoteca noturna com mais história de Nova Iorque, reconhecido como símbolo da cena musical, que abriu as portas da fama ao redor do mundo. Constatemente se dedica a promover e melhorar o “Underground Network” através de passeios, eventos e produções de novos artistas, de Tóquio, Sydney, Chicago a Londres.
Barbara fez turnê e gravou com vocal de artistas como Moby, Cerrone, Pet Shop Boys, Dave Steward, Deee-Lite, Wyclef Jean, George Clinton, Reel 2 Real e Janet Jackson. Também coreografou para Shannon, C+C Music Factory, Jay Williams, Sabel, BWP, Johnny O, Jovann, Butch Quick, Soul System e Too Nice.
A cantora marcou seis canções na primeira posição na parada americana da Billboard Hot Dance Club Songs na década de 1990 e 2000, bem como vários hits na parada britânica UK Singles Chart.
Curta a clássica Stay Togheter aqui no ☻ Mega

7281 – Mega Almanaque Futebol – O Presidente Vicente Mateus


Vicente Matheus

Vicente Matheus, (Zamora, Espanha, 28 de maio de 1908 — São Paulo, 8 de fevereiro de 1997) foi um empresário espanhol naturalizado brasileiro que atuava como empresário da construção civil pesada, mineração de pedreiras (extração de pedras e areia para construção civil).
Tornou-se nacionalmente conhecido como presidente do Sport Club Corinthians Paulista por oito mandatos, sendo eleito pela primeira vez em 1959 além de ter logrado a eleição de sua esposa, Marlene Matheus, para sucedê-lo. Era considerado um dirigente à moda antiga, que usava recursos próprios para financiar projetos do clube. Era uma figura folclórica que produzia máximas (alguns dizem que propositadamente) carregadas de incorreções e divertiam amigos e desafetos. Foi sepultado no cemitério da Quarta Parada em São Paulo.
Sua primeira esposa, Ruth Pereira Matheus, filha de um grande desenvolvista do bairro de Guaianases se encontra sepultada no Cemitério do Lajeado, no mesmo bairro. Vicente Matheus e sua primeira esposa tiveram duas filhas, Abigail Matheus e Dalva Matheus. Maria da Gloria Gonçalves de Souza foi sua empregada.

Projeto Tóquio era o grande sonho de Vicente Mateus
Ele tentou várias vezes levar o Corínthinas ao título da Copa Libertadores da América e consequentemente disputar a Taça Intercontinental em Tóquio, mas fracassou. Ele chamava de “Projeto Tóquio”, mas somente 15 anos após a sua morte tal facanha acabou se concretizando.

7277 – Futebol – Corinthians supera o Chelsea e conquista 2° mundial de sua história


Bi Campeão Mundial - Poster dos Heróis
Bi Campeão Mundial – Poster dos Heróis

Corínthians
logo mundial

Com um gol do atacante peruano Paolo Guerrero, o Corinthians venceu o Chelsea por 1 a 0, em Yokohama, no Japão, e faturou o segundo título mundial de sua história. O primeiro foi faturado em 2000. A final foi acompanhada por 68.275 pagantes.
Corinthians supera o Chelsea e conquista 2° mundial de sua história
Com um gol do atacante peruano Paolo Guerrero, o Corinthians venceu o Chelsea por 1 a 0, em Yokohama, no Japão, e faturou o segundo título mundial de sua história. O primeiro foi faturado em 2000. A final foi acompanhada por 68.275 pagantes.
A equipe brasileira quebrou o tabu de nunca ter vencido um time inglês. Agora são três derrotas, um empate e uma vitória.
O Corinthians também encerrou uma hegemonia europeia. Desde 2006, um clube sul-americano não ganhava o torneio. No Japão, o time conquistou o campeonato mais longe de sua sede.
Corinthians e Chelsea entraram com formações diferentes para a decisão do Mundial. No time londrino, o técnico espanhol Rafa Benítez voltou a escalar Ramires, Lampard e Moses. Porém, Oscar ficou no banco de reservas
Na equipe paulista, Tite sacou o meia Douglas para a entrada de Jorge Henrique. A ideia de reforçar a marcação no setor esquerdo do ataque adversário, deu certo no primeiro tempo para o clube brasileiro.
No entanto, o lado direito ofensivo do Chelsea teve liberdade e criou chances para o time inglês. As melhores foram defendidas pelo goleiro Cássio, destaque corintiano na etapa inicial. Ele foi eleito o melhor jogador da partida e da competição.
Em um destes lances, o atleta chegou a fazer uma intervenção com as pernas em cima da linha fatal. Em outro, afastou um tento certo de Moses com as pontas dos dedos.
O Corinthians tentava responder com a velocidade de Emerson e a força de Guerrero, mas as conclusões eram falhas.
Na volta do intervalo, a equipe brasileira foi superior ao rival, porém errava o último passe. Até que aos 23min, após bate e rebate na área do time londrino, Guerrero cabeceou livre para fazer o gol corintiano.
Atrás do placar, Rafa Benítez colocou Oscar, Marin e Azpilicueta nas vagas de Moses, Hazard e Ivanovic. Tite respondeu com as entradas de Matínez e Wallace.
No fim do duelo, o zagueiro Cahill, do Chelsea, ainda foi expulso por ter acertado Emerson sem bola. E Cássio salvou o Corinthians em mais um arremate de Torres à queima-roupa. Mata teve a oportunidade do empate no último lance, mas não conseguiu.

7258 – Mega Clássicos – ET no Cinema


et1

Filmes com o diretor e produtor, o mestre Spielberg você logo percebe a diferença: eles tem um toque de magia e com ET, de 1980 não foi diferente, a começar por um marcante e inconfundível tema musical e mais uma vez ele emocionou o público.
ET, é considerado um dos maiores sucessos de bilheteria de toda a história do cinema, sendo o primeiro filme a ultrapassar a marca 700 milhões de dólares. Foi a maior bilheteria da história do cinema (sem correção da inflação) por onze anos até ser derrubado por Jurassic Park em 1993, outro filme de Spielberg. Atualmente ocupa a 34º entre os mais bem sucedidos.
Em 2002, o filme foi relançado nos cinemas como parte das comemorações de seus vinte anos de lançamento, em uma nova versão que continha cinco minutos de novas cenas (que tinham ficado de fora na versão original), além de novos efeitos especiais e uma remasterização digital realizada em todo o filme. As armas dos agentes do FBI também foram substituidas por walkie-talkies, através da intervenção de computadores no filme original. Na ocasião do relançamento, entendia-se que a presença de armas num fime infantil seria inadequada, justificando-se a intervenção.
Um alienígena perdido na Terra faz amizade com um garoto de dez anos, que o protege de todas as formas para evitar que ele seja capturado e transformado em cobaia pelo serviço secreto americano. O menino ajuda o ET a regressar ao seu planeta.

drew-barrymore-ficou-conhecida-ao-fazer-seu-primeiro-filme-et-quando-tinha-seis-anos-porem-a-atriz-fazia-comerciais-desde-bebe-1336072990393_900x500

Elenco

Henry Thomas …. Elliott
Drew Barrymore …. Gertie
Dee Wallace …. Mary
Peter Coyote …. Keys
Robert MacNaughton …. Michael
C. Thomas Howell …. Tyler
Pat Welsh …. voz do E.T.
Erika Eleniak …. jovem menina bonita
K.C. Martel …. Greg
Sean Frye …. Steve

Oscar 1983 (EUA)
Vencedor nas categorias de melhor trilha sonora, melhores efeitos especiais, melhores efeitos sonoros e melhor som.
Indicado nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor roteiro original, melhor fotografia e melhor edição.

Globo de Ouro 1983 (EUA)
Vencedor nas categorias de melhor filme – drama e melhor trilha sonora.
Indicado nas categorias de melhor diretor, melhor roteiro e melhor revelação masculina (Henry Thomas).

Grammy 1983 (EUA)
Vencedor na categoria de melhor trilha sonora composta para um filme.

Prêmio Saturno 1983 (Academy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films, EUA)
Vencedor nas categorias de melhor música, melhor filme de ficção científica, melhor roteiro e melhores efeitos especiais.
Indicado nas categorias de melho ator (Henry Thomas), melhor diretor e melhor atriz coadjuvante (Dee Wallace-Stone).

Prêmio Eddie 1983 (American Cinema Editors, EUA)
Indicado na categoria melhor edição.

Academia Japonesa de Cinema 1983 (Japão)
Vencedor nas categorias de melhor filme em língua estrangeira e atuação mais popular (ET).

BAFTA 1983 (Reino Unido)
Vencedor na categoria melhor trilha sonora.
Indicado nas categorias de melhor fotografia, melhor direção, melhor filme, melhor edição, melhor maquiagem, melhor direção de arte, melhor roteiro, melhor som, melhores efeitos especiais, melhor estreante (Henry Thomas), melhor estreante (Drew Barrymore).

Prêmio César 1983 (França)
Indicado na categoria melhor filme estrangeiro.

Prêmio David di Donatello 1983 (Itália)
Vencedor na categoria melhor diretor – filme estrangeiro.

People’s Choice Awards 1983 (EUA)
Escolhido como o filme mais popular.

American Film Institute’s 100 Most Inspiring Movies of All Times (2006)
Classificado em sexto lugar entre os cem melhores filmes de todos os tempos.

No Brasil, “E.T.” estreou no dia 25 de Dezembro de 1982.
A face do “E.T.” foi elaborada tendo como molde as faces do poeta Carl Sandburg e do cientista Albert Einstein.
O comunicador utilizado pelo “E.T.” no filme realmente funcionava e foi construído por Henry Feinberg, um especialista em ciência e tecnologia.
Durante os testes para a escolha do protagonista de E.T., o Extra-terrestre, Henry Thomas imaginou que seu cachorro tinha morrido e utilizou esta ideia em sua audição para o papel, para transmitir o sentimento de tristeza. Steven Spielberg gostou tanto que terminou chorando durante a audição, e o escolheu para protagonizar o filme.
O ator Harrison Ford fez uma pequena ponta, como o diretor da escola de “Elliot”; no entanto, na edição final do filme, Spielberg decidiu cortar todas as cenas em que ele aparecia, por achar que o personagem era dispensável e servia apenas para distrair o público da história principal.
Quando foi lançada nos Estados Unidos da América, a versão em VHS de E.T., o Extra-terrestre, a fita veio numa capa verde, exatamente para diferenciar as cópias originais das piratas.
Na cena do Halloween, pode-se ver uma criança vestida como Yoda, personagem da série Star Wars e que tinha aparecido pela primeira vez em O Império Contra-Ataca (1980).
Anos após o relançamento do filme, Steve Spielberg estava pensando fazer a sequencia do E.T o extraterrestre passados 20 anos após o acontecimento, e estava pensando escalar novamente o mesmo elenco do filme original.

Espiritismo e Teledramaturgia – A Viagem


a viagem

Foi uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo de 11 de abril a 22 de outubro de 1994, no seu horário das 19 horas, em 167 capítulos. Escrita por Ivani Ribeiro, com a colaboração de Solange Castro Neves, direção de Wolf Maya e Ignácio Coqueiro e direção geral de Wolf Maya.
Contou com Antônio Fagundes, Christiane Torloni, Guilherme Fontes, Maurício Mattar, Andréa Beltrão, Lucinha Lins, Miguel Falabella, Jonas Bloch, Laura Cardoso e Thaís de Campos nos papeis principais.

Enredo
Pego em flagrante num assalto, Alexandre Toledo, um jovem de classe média usuário de drogas e álcool, mata o homem que o surpreende e tenta fugir. Porém, seu irmão Raul e seu cunhado Téo o entregam à polícia. Tem uma irmã chamada Dináh, uma mulher bonita, charmosa e que tem muito ciúme de Téo, seu marido que é bem mais jovem que ela, com quem tem uma filha de 7 anos. Dináh é quem faz tudo para defender Alexandre. Vai procurar o renomado advogado Otávio Jordão para que represente Alexandre, mas se depara com um homem revoltado e disposto a fazer de tudo para condenar o rapaz, uma vez que o morto era seu melhor amigo. Assim sendo, Alexandre é condenado e preso, sofrendo muito. Para não passar mais de 20 anos sofrendo na cadeia, suicida-se, prometendo vingança “senão nessa vida, na outra”.
Com o suicídio de Alexandre, o médico e amigo da família Dr. Alberto Rezende põe-se a tentar ajudar a mãe dele, Dona Maroca, e a todos da família, dada a tragédia. Alberto é apaixonado por Dináh, mas depois volta suas atenções para Estela, irmã de Dináh, Raul e Alexandre. Estela tem problemas com sua filha adolescente Bia, que criou sozinha já que o marido, Ismael Novaes, é um mau caráter que a abandonou com a filha pequena. Porém, depois de anos de ausência, ele reaparece e passa a influenciar negativamente a filha contra a mãe.
Do lado cômico da trama existe a pensão de Dona Cininha, onde vivem Tibério, um bondoso funcionário público amigo de Estela e que acredita ter um amigo imaginário; Adonay, um homem misterioso apelidado de “Mascarado”, que esconde seu rosto horrivelmente deformado num acidente de adolescência; e o folgado Agenor, pai da jovem Lisa.
O Dr. Otávio, com quem Dináh passa a viver uma relação de ódio, culpando-o por tudo de ruim que aconteceu a seu irmão, é viúvo e pai de dois filhos: o jovem Tato e o garoto Dudu. Todavia, Alexandre, no vale dos suicídas, um lugar de dor e sofrimento para os que se matam, passa a atormentar a vida de todos, cumprindo o que prometera antes de morrer, como por exemplo deixando Tato drogado e alcoólatra, incentivando-o sem ele saber, para ele ir em prostíbulos e boates, além de bater em mulheres. Ele causa tudo isso para atingir Otávio.
Ele também acaba estragando o casamento de Raul e Andreza influenciando negativamente a sogra de seu irmão, Dona Guiomar, antes uma mulher doce que se torna uma víbora por causa de Alexandre. E ainda torna Téo um marido muito violento com Dináh. Seus principais alvos são o advogado, o irmão e o cunhado.
Dináh e Otávio acabam se apaixonando, bem como Téo e Lisa, ex-namorada de Alexandre que sofria muito por ele além de apanhar muito dele e ser abusada sexualmente quando não queria nada com ele. A única pessoa que se dá conta da malévola influência de Alexandre sobre os vivos é o Dr. Alberto, adepto do Espiritismo, que tenta fazer algo através de suas reuniões mediúnicas.
Morre o advogado Otávio (num acidente de carro provocado por Alexandre) e, depois, morre também Dináh (de um infarto fulminante após reencontrar sua sobrinhia, Bia que estava desaparecida, pois era sua última missão aqui na Terra). Eles se reencontram num lugar chamado “Nosso Lar”, uma colônia espiritual de fato existente para alguns espíritas, onde os espíritos evoluem e aprendem lições de amor e paz. De lá, juntos, com seu amor capaz de superar todas as barreiras, os dois tentam reverter a influência diabólica de Alexandre, que está preso no “Vale dos Suicídas”, sobre os seus entes queridos na Terra. Farão Alexandre perdoar a todos, e ir para colônia “Nosso Lar”, um lugar de paz, amor e evolução espiritual, para que Alexandre reencarne e se torne melhor, além de evoluir espiritualmente.

7249 – O que é a “Imprensa Marrom”?


É uma expressão pejorativa utilizada para se referir a veículos de comunicação (principalmente jornais, mas também revistas e emissoras de rádio e TV) considerados sensacionalistas, ou seja, que buscam elevadas audiências e vendagem através da divulgação exagerada de fatos e acontecimentos, sem compromisso com a autenticidade.
É o equivalente brasileiro e português do termo em lingua inglesa “yellow journalism”. Em ambos os casos registam-se transgressões da ética jornalística.
Nos Estados Unidos, a expressão yellow press surgiu por causa do personagem de histórias em quadrinhos The Yellow Kid, criado por Richard Felton Outcault e um dos focos da disputa entre os jornais New York World e New York Journal American. Como as duas publicações se destacavam também pela competição levada às últimas consequências, os críticos começaram a se referir a ambas como “imprensa amarela”.
A expressão acabou se estendendo a outros jornais que se utilizavam dos mesmos expedientes do New York World: manchetes em letras garrafais, grandes ilustrações e exploração de dramas pessoais.
Há diferentes versões para a mudança de cor na tradução da expressão para o português. Segundo Alberto Dines, o conceito foi utilizado pela primeira vez no Diário da Noite, em 1960. Ao noticiar o suicídio de um cineasta, ele escreveu que a tragédia era resultado da atuação irresponsável da “imprensa amarela”. O suicida havia sido vítima de chantagem por parte da revista Escândalo. O chefe de reportagem Calazans Fernandes, então, mudou para “imprensa marrom”, alegando que o amarelo é uma cor alegre, enquanto o marrom seria mais apropriado por ser a cor dos excrementos.
Embora “imprensa marrom” seja normalmente considerada o equivalente da “yellow press” norte-americana, Leandro Marshall propõe uma diferenciação. Para ele, a imprensa amarela seria uma fase anterior, marcada pelo sensacionalismo, com fatos sendo exagerados nas páginas de jornais apenas com o objetivo comercial de atrair mais leitores. Já a imprensa marrom seria mais caracteristicamente definida como a manipulação da notícia com fins políticos.
Outros autores, porém, argumentam que o escândalo, a intriga política e a chantagem já faziam parte dos métodos utilizados pelos primeiros jornais sensacionalistas.

7248 – Jornal Notícias Populares


NP jornal mentiroso

Popularmente conhecido como o jornal que “você torce, sai sangue”. Muito sensacionalista, misturava mentiras com algumas verdades para confundir os leitores.
Foi um jornal que circulou em São Paulo entre 15 de outubro de 1963 e 20 de janeiro de 2001e era conhecido por suas manchetes violentas e sexuais. É considerado até hoje “sinônimo de crime, sexo e violência. Seu slogan era “Nada mais que a verdade”. O jornal era publicado pelo Grupo Folha, mesma empresa que publica os jornais Folha de S. Paulo e Agora São Paulo e publicava o jornal Folha da Tarde.
A decisão de extinguir o jornal foi tomada com o sucesso de programas de televisão como Aqui Agora, que usavam o mesmo estilo do jornal e reduziram o interesse do público pelo mesmo, e o Grupo Folha decidiu concentrar seu jornalismo popular no Agora São Paulo.
O jornal Notícias Populares atraiu muitos desafetos dentro do meio jornalístico, que acusavam o veículo de exagerar nos noticiários e até inventar notícias.

Bebê Diabo
Uma das mais famosas polêmicas em que o Notícias Populares esteve envolvido foi a série de reportagens sobre o “Bebê Diabo”. Na ocasião, jornalistas do NP aproveitaram-se da notícia de que um bebê havia nascido com deformações para inventar uma série de reportagens que iam se desenrolando ao decorrer das edições. Para os leitores os fatos inventados pela redação do periódico eram apresentados como se fossem verídicos.

NP2

Outra polêmica famosa foi quando o NP noticiou o desaparecimento do cantor Roberto Carlos, em 1968. O jornal havia recebido a informação de que um repórter da Rede Record não conseguia entrar em contato com o cantor, que estava em Nova York, fato que a redação do NP usou como pretexto para lançar, em letras garrafais, a manchete “Desapareceu Roberto Carlos”. A manchete fez o jornal vender cerca de 20 mil exemplares a mais.No dia seguinte, o NP voltou a aproveitar-se do mesmo tema ao lançar a manchete “Acharam Roberto Carlos”.

Pelezão
História do indigente que virou “ídolo das madames” após ter sido “violentado” pela “psicóloga tarada de Perdizes”, na madrugada de 28 de agosto de 1984. O caso Pelezão rendeu tantas manchetes quantas teve o “Bebê-Diabo”, que, na metade da década de 1970, mexeu com os nervos e a imaginação dos leitores, seguindo o rastro do filme O Exorcista.

pelezao

Manchetes distorcidas

Uma das principais características do estilo NP era distorcer fatos de forma a criar manchetes polêmicas que atraíssem a atenção dos leitores. Algumas das polêmicas manchetes que o jornal publicou foram:
“Bicha põe rosquinha no seguro”
“Aumento de merda na poupança”
“Broxa torra o pênis na tomada”
“A morte não usa calcinha”
“Churrasco de vagina no rodízio do sexo”
“Traficantes derrubam avião no Jd. Ângela” (o avião no caso, é uma gíria para os garotos que repassam a droga entre o consumidor e o traficante)
Sucuri virou churrasco