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7547 – Música – SOUL II SOUL: INFLUÊNCIA NOS ANOS 80 E 90


Soul II Soul

Apesar de ter surgido no final dos anos 80, um dos nomes mais influentes da música naquela década e na seguinte foi o Soul II Soul.
O grupo, liderado por Jazzie B, deu um novo tempero ao R&B e alcançou o sucesso com o lançamento de “Keep on Movin'”, seu terceiro single, lançado em 1989. Tendo Caron Wheeler nos vocais, o hit entrou rapidamente na parada Top Ten na Inglaterra, país de origem do Soul II Soul. Em seguida foi a vez de “Back To Life” conseguir o mesmo sucesso.
Na Inglaterra, o primeiro álbum recebeu o título de Club Classics Vol.1.; na América foi chamado de Keep on Movin’.
Antes de gravarem o segundo álbum, Caron Wheeler deixou o Soul II Soul para seguir carreira solo. Mesmo sem a sua participação, o álbum chegou ao primeiro lugar na parada britânica imediatamente após o lançamento.
Inúmeros artistas se inspiraram no que se chamou de “ritmo Soul II Soul”. O grupo teve nos anos 90 influência semelhante a de Afrika Bambaataa e seu clássico “Planet Rock” nos anos 80. Ambos tiveram grande importância para o R&B e Hip-Hop.

7546 – Cinema – Amargo Pesadelo


História
Quatro amigos, Ed Gentry (Jon Voight), Lewis Medlock (Burt Reynolds), Bobby Trippe (Ned Beatty) e Drew Ballinger (Ronny Cox), decidem descer de canoa um rio das florestas da Geórgia, antes que toda a região se transforme em uma represa. Depois de advertências dos habitantes locais, Drew participa de um Duelo de Banjos com um menino mudo e então eles iniciam a viagem. Inicialmente se exultam com a beleza da natureza e a emoção inicial das correntezas. No entanto, no dia seguinte, as coisas começam a tomar um rumo pior, quando Bobby e Ed decidem descansar na margem, depois de se separarem de Lewis e Drew. Dois montanheses armados saem da floresta, amarram Ed e um deles estupra Bobby. Lewis e Drew os resgatam, mas o ataque que sofreram muda totalmente o clima da viagem. Além disso o rio fica cada vez mais perigoso.

- Sam Peckinpah tinha interesse em levar a estória de James Dickey ao cinema, mas John Boorman foi mais rápido ao assegurar os direitos de sua adaptação para o cinema.
– Para minimizar os custos de produção o filme não teve dublês, obrigando os atores a realizar todas as suas cenas.
– O diretor John Boorman tentou contratar os atores Marlon Brando, James Stewart e Henry Fonda para interpretar o personagem Lewis Medlock. Todos recusaram a proposta devido a exigência de rodar suas próprias cenas perigosas no filme.
– Burt Reynolds fraturou uma costela ao realizar uma de suas cenas.
– O orçamento de
Amargo Pesadelo
foi de US$ 2 milhões.

Título original – Deliverance
Ano: 1972

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7533 – Artes – Madama Butterfly


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É uma ópera em três atos (originalmente em dois atos) de Giacomo Puccini, com libreto de Luigi Illica e Giuseppe Giacosa, baseado no drama de David Belasco, o qual por sua vez se baseia numa história escrita pelo advogado americano John Luther Long. Estreou no teatro Scala de Milão a 17 de fevereiro de 1904. É sobre um tenente da marinha que se apaixona por uma gueixa. A trama da ópera recebeu, mais tarde, uma citação na peça teatral chamada M. Butterfly, cuja história, apesar de bastante diferente, também fala de um amor ilusório. Neste caso, apenas o nome Butterfly faz a ligação entre as duas histórias.

Cio-Cio-San (Butterfly) (uma gueixa) soprano
Suzuki (aia de Butterfly) mezzo-soprano
B.F. Pinkerton, (Lugar-tenente da marinha dos Estados Unidos) tenor
Sharpless, (Cônsul dos Estados Unidos em Nagasaki) barítono
Goro, (nakodo) (Agente imobiliário e matrimonial) tenor
Príncipe Yamador, (prometido à mão de Cio-Cio-Sam) barítono
Um bonzo, (monge budista), (tio de Cio-Cio-Sam) baixo
Comissário Imperial baixo
Um notário barítono
Kate Pinkerton, (esposa americana de Pinkerton) mezzo-soprano
A história se passa em Nagasaki, Japão, por volta de 1900.

O Japão era um país quase totalmente isolado do resto do mundo, até que por volta de 1870 um presidente americano mandou uma expedição de reconhecimento a Sua Majestade Imperial, cujo intuito era forjar laços de amizade com o Império do Sol Nascente. Nas décadas que se seguiram, vários oficiais da marinha americana visitaram o Japão e contraíram matrimônios temporários com jovens japonesas. A história de Cio-Cio-San (Butterfly, ou Borboleta), portanto, se baseia em fatos reais, e descreve as trágicas consequências de um desses matrimônios contraídos com leviandade.
Benjamin Franklin Pinkerton, oficial da marinha dos Estados Unidos em Nagasaki, acaba de fazer um excelente negócio: comprou não somente uma casa na colina, com vista para o mar e o porto de Nagasaki, mas também leva de brinde uma gueixa, Cio-Cio-San, garota de apenas quinze anos de idade, que irá morar com ele na casa. Goro, o agente imobiliário e matrimonial, mostra a Pinkerton sua nova casa, quando chegam Suzuki, sua nova serva, aia de Butterfly, e Sharpless, cônsul dos Estados Unidos em Nagasaki. Pinkerton oferece um uísque ao amigo, e explica a ele o negócio que acaba de fazer. Sharpless o adverte, porém, de que seria um grande pecado machucar os sentimentos da garota, que parece acreditar na seriedade desse casamento e está perdidamente apaixonada por ele. Pinkerton, numa atitude discriminatória e ignorante, ergue um brinde ao dia em que se casará de verdade com uma esposa americana.

Chega Butterfly com suas amigas, que cantam um hino à beleza da paisagem e à ternura das garotas do Japão, enquanto Cio-Cio-San canta seu amor por Pinkerton. Chegam convidados, os parentes todos de Butterfly, com exceção do tio, um monge budista que se opõe a esse casamento. Butterfly, porém, confessa que visitou a missão americana em Nagasaki e se converteu à religião de Pinkerton – prova da sinceridade dos seus sentimentos.
A cerimônia de casamento de Butterfly e Pinkerton é interrompida pela chegada do tio bonzo, que ficou sabendo que Butterfly havia renunciado à fé dos seus antepassados, e lança uma maldição contra ela. Butterfly chora, mas é consolada pelo marido. Os convidados se retiram, e Butterfly e Pinkerton estão finalmente a sós. A noite cai. Segue-se um dueto de amor entre ambos.
Esta é apenas a introdução.

7531 – Cinema – Steve McQueen


Steve mcqueen

Terrence Steven McQueen, mais conhecido como Steve McQueen (Indianapolis, Indiana, 24 de março de 1930 — Ciudad Juárez, México, 7 de novembro de 1980), foi um ator americano, sempre lembrado pelos filmes de ação que protagonizou. Apelidado de “The King of Cool”. É considerado um dos maiores atores de todos os tempos. Em 1974, ele se tornou o astro de cinema mais bem pago do mundo. Ele era também um piloto ávido de motocicletas e carros. Enquanto ele estudou atuação, ele passava os finais de semana competindo em corridas de moto, e comprou sua primeira moto com seus ganhos. Ele é reconhecido também por ele próprio realizar suas cenas de ação dispensando o uso de dublês, especialmente a maioria durante as cenas de perseguição de alta velocidade. McQueen também desenhou e patenteou um assento e transbrake para carros de corrida.

Steve foi menino de fazenda, conviveu com hippies, delinquentes e transviados. Passou dois anos num reformatório da Califórnia e aos quinze anos abandonou a sua família para ser marinheiro, carregador, empregado de posto de gasolina e vendedor. A sorte chegou quando lhe calhou ganhar quinze dólares por semana para dizer um pequeno diálogo por noite num teatro off na Broadway.
Filmes como Fugindo do Inferno (The Great Escape, 1963), também de John Sturges, O Canhoneiro de Yang-Tsé (The Sand Pebbles, 1966), de Robert Wise e, principalmente, Bullitt (Bullitt, 1968), de Peter Yates, estabeleceram McQueen como o típico durão hollywoodiano, versão anos 1960, papel que ele herdou de Humphrey Bogart, John Wayne e outras lendas do passado e transmitiria a Clint Eastwood, Bruce Willis, Sylvester Stallone etc.
Na década seguinte, o sucesso continuou em diversas películas bem acolhidas pelo público, como Papillon (Papillon, 1973), de Frank J. Schaffner, e Inferno na Torre (The Towering Inferno, 1974), de John Guillermin e Irwin Allen. No entanto, McQueen era um solitário por natureza e sua insociabilidade atingiu o ápice entre 1974 e 1978, quando preferia ficar trancado em casa, bebendo cerveja e engordando. Chegou a recusar convites milionários, como atuar em Apocalypse Now, de Francis Ford Coppola ou trabalhar ao lado de Sophia Loren. Seu único interesse eram os carros e chegou ao ponto de pedir a seu mecânico para ler os roteiros que recebia e mostrar a ele apenas os mais interessantes. Finalmente, voltou ao cinema no fracassado O Inimigo do Povo (An Enemy of the People, 1978), de George Schaefer, drama adaptado da peça de Henrik Ibsen. Sua última atuação foi no thriller Caçador Implacável (The Hunter, 1980), de Buzz Kulik, já debilitado pela doença que o levaria à morte.
McQueen casou-se três vezes, a primeira com a cantora e dançarina Neile Adams (1956-1972), com quem teve seus dois filhos, depois com a atriz Ali MacGraw (1973-1978), que conheceu durante as filmagens de Os Implacáveis (The Getaway, 1972), de Sam Peckinpah, e por último com Barbara Minty (Janeiro a Novembro de 1980). Os dois primeiros terminaram em divórcio.
O ator foi vítima de um mesotelioma, câncer na membrana que envolve os pulmões e é por vezes chamado de “a doença do amianto”, aos cinquenta anos de idade. Quando faleceu possuía sua própria empresa cinematográfica, a Solar, e era um dos mais populares astros norte-americanos.

Veja abaixo sua extensa filmografia:
1956 Marcado Pela Sarjeta (Somebody Up There Likes Me); não creditado
1957 Império de um Gangster (Never Love a Stranger)
1958 A Bolha Assassina (The Blob)
1958 O Grande Roubo de St. Louis (The Great St. Louis Bank Robbery)
1959 Quando Explodem as Paixões (Never So Few)
1960 Sete Homens e um Destino (The Magnificent Seven)
1961 A Máquina do Casamento (The Honeymoon Machine)
1962 O Inferno É Para os Heróis (Hell Is for Heroes)
1962 O Amante da Guerra (The War Lover)
1963 Fugindo do Inferno (The Great Escape)
1963 Quanto Vale um Homem (Soldier in the Rain)
1963 O Preço de um Prazer (Love with the Proper Stranger)
1964 O Gênio do Mal (Baby, the Rain Must Fall)
1965 A Mesa do Diabo (The Cincinnati Kid)
1965 Nevada Smith (Nevada Smith)
1966 O Canhoneiro do Yang-Tsé (The Sand Pebbles)
1968 Crown, O Magnífico (The Thomas Crown Affair)
1968 Bullitt (Bullitt)
1969 Os Rebeldes (The Reivers)
1971 As 24 Horas de Le Mans (Le Mans)
1972 Dez Segundos de Perigo (Junior Bonner)
1972 Os Implacáveis (The Getaway)
1973 Papillon (Papillon)
1974 Inferno na Torre (The Towering Inferno)
1978 O Inimigo do Povo (An Enemy of the People)
1980 Tom Horn (Tom Horn)
1980 Caçador Implacável (The Hunter)

7530 – Clássicos do Cinema – Papillon


Um filme norte-americano de 1973 realizado por Franklin J. Schaffner e estrelado por Steve McQueen, Dustin Hoffman, Victor Jory, Don Gordon e Anthony Zerbe. O argumento é da autoria de Lorenzo Semple Jr. e Dalton Trumbo, adaptando o livro autobiográfico de Henri Charrière com o mesmo nome.
Conta a história de um homem injustamente preso na Ilha do Diabo, na Guiana Francesa.
O filme passa-se nos anos 1930, contando a fascinante história verídica de Henri Charrière, interpretado por Steve McQueen, um homem conhecido por Papillon por ter tatuada no peito uma grande borboleta (que, em francês, é “papillon”). Apesar de reclamar inocência da acusação de assassinato, é condenado à prisão perpétua e enviado para cumprir a sentença na costa da Guiana Francesa, próximo à Ilha do Diabo. É também avisado de que qualquer tentativa de fuga será punida com dois anos de permanência na solitária, passando a cinco anos se houver reincidência. Todavia, isso não assusta Papillon, que planeja novamente fugir. Na prisão conhece Louis Dega, interpretação de Dustin Hoffman, um famoso falsário de quem se torna amigo. Dega está preocupado com a sua segurança, uma vez que tem tido sucesso material à custa de outros prisioneiros na sequência das suas falsificações. Assim, estabelece um acordo com Papillon: ajudá-lo nas tentativas de fuga em troca de protecção. Papillon não perde tempo a planejar fugas, muitas das quais falham. Em uma delas – que dá origem a uma das melhores sequências do filme – consegue chegar juntamente com Dega a uma colônia de hansenianos (“leprosos”) e depois a uma tribo de índios caribenhos. Quase conseguindo ser bem-sucedida, a fuga termina como consequência de uma traição e Papillon é reenviado para a prisão francesa. Como castigo, é enviado para a inexpugnável Ilha do Diabo, prisão de onde nunca ninguém tinha conseguido escapar.

O filme foi nomeado para o Oscar de Melhor trilha sonora, da autoria de Jerry Goldsmith, e para o Globo de Ouro de Melhor Ator Dramático, pela interpretação de Steve McQueen.

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Lançamento
7 de janeiro de 1974 (2h 31min)
Dirigido por
Franklin J. Schaffner
Com
Steve McQueen, Dustin Hoffman, Victor Jory
Gênero
Aventura
Nacionalidade
EUA , França

Curiosidades:
Dustin Hoffman baseou seu personagem no roteirista do filme, Dalton Trumbo, particularmente no seu jeito tímido, que Hoffman percebeu logo no primeiro encontro com ele.
Dustin Hoffman teve que usar lentes de contato para que ele pudesse enxergar corretamente através dos óculos de lentes grossas que ele usa no filme.

A história que deu origem ao filme pode ser falsa
Embora tenha-se dito que a história de Henri Carrière é verdadeira, muitos franceses que vivem na Guiana Francesa afirmam que foi fabricada. Isso porque documentos mostram que Papillon foi para o cárcere em Saint Laurent e provavelmente escapou de lá, e que ele nunca esteve preso na Ilha do Diabo (hoje conhecida como Iles du Salut), como é mostrado no filme. Além do mais, o filme e o livro mostram a ilha com um terreno de pedras montanhosas, sendo que essa não é a real geografia do local.

O filme é uma adaptação para os cinemas do romance autobiográfico de Henri Carrière, que tinha o apelido de Papillon (borboleta em francês), por possuir o animal tatuado no peito.
O verdadeiro Papillon, Henri Carrière, tinha apenas 25 anos quando foi mandado para a Ilha do Diabo.
“Papillon” é um dos raros filmes que tiveram duas grandes distribuidoras envolvidas na estreia.
Primeiro, Allied Artists e depois Columbia.

7524 – Mega Memória Música – Alone Again, 40 anos


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Esta música que está fazendo 40 anos e foi top da Bilboard tem muita história pra contar.
Em 1972 o cantor irlandês Gilbert O’Sullivan chegou ao primeiro lugar na Billboard com o hit “Alone Again (Naturally)”. Vendeu 2 milhões de cópias e foi indicado a 3 prêmios Grammy.
A música tem letra depressiva. Fala da noiva que o deixou esperando na igreja e também da morte de seus pais. Gilbert O’Sullivan nega que a canção seja autobriográfica, mas declarou que não permitiria que fosse usada comercialmente. Não foi exatamente o que aconteceu.
Em 1991 o rapper Biz Markie fez um sample de “Alone Again”, que foi incluído sem autorização em seu disco I Need A Haircut. O caso parou nos tribunais e Gilbert O’Sullivan ganhou a ação. A Warner Bros., gravadora de Biz Markie, foi obrigada a retirar o disco de circulação.
A partir de então, as gravadoras tiveram que “limpar” todos os samples antes de lançar um disco de hip-hop.

Gilbert O’Sullivan (Waterford, 1 de Dezembro de 1946), nome artístico de Raymond Edward O’Sullivan, é um cantor e compositor irlandês.
Teve como seus maiores sucessos os hits do início dos anos 70 “Alone Again (Naturally)”, “Clair” e “Get Down”

7523 – Mega Catástrofe – Centenas de mortos em um incêndio no RS


Folha de SP

A Polícia Civil prendeu na manhã desta segunda-feira três suspeitos pelo incêndio que atingiu a boate Kiss, em Santa Maria (RS), na madrugada de sábado para domingo (27-01-2013) . As prisões acontecem em cumprimento ao mandado de prisão temporária decretada pelo juiz Régis Adil Bertolini.
Ao todo, 231 pessoas morreram no incêndio em uma das principais casas noturnas da cidade, famosa por receber estudantes universitários. Segundo a Defesa Civil, o fogo começou na espuma de isolamento acústico quando um dos integrantes da banda que se apresentava acendeu um sinalizador, que atingiu o teto.
O secretário nacional de Defesa Civil, Humberto Viana, informou que o plano de combate a incêndio da casa está vencido desde agosto de 2012. Já a Polícia Civil afirmou que a casa estava com o alvará de funcionamento vencido também desde o ano passado, mas estava em processo de renovação.
Após o incêndio, 82 pessoas permaneciam internadas em hospitais em Santa Maria e outras 39 foram transferidas para Porto Alegre. Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, 20% dos feridos tiveram queimaduras consideradas graves, que correspondem a mais de 30% do corpo. A maioria sofreu intoxicação respiratória.
A direção da boate Kiss divulgou uma nota ontem afirmando que a casa estava dentro da normalidade e creditou o incêndio que matou 231 pessoas a uma “fatalidade”. A maior parte das vítimas morreu por asfixia e mais de cem pessoas também ficaram feridas.
“Lamentamos sinceramente a extensão da tragédia que excedeu a toda a normalidade e previsibilidade de qualquer atividade empresarial, creditando o terrível acontecimento a uma fatalidade que somente Deus tem condições de levar o consolo e o conforto espiritual que desejamos a todos os familiares e ao povo santa-mariense, gaúcho e brasileiro”, diz a nota.
Erros de gerenciamento da casa de shows foram a causa da tragédia de ontem, em Santa Maria, no interior gaúcho, segundo especialistas.
O pesquisador da Coppe/UFRJ (Coordenação de Programas em Pós-Graduação em Engenharia) Moacir Duarte diz que as pessoas foram vítimas de uma “desorganização primária”.
“Um vistoria simples, de menos de duas horas, feita por um bombeiro, bastaria para vetar o local para a realização de shows”, disse. “Há uma cadeia enorme de responsabilidades.”
Além das falhas na estrutura, Duarte cita ainda o problema da falta de rádios para a equipe de segurança.
Sem saber o que acontecia, seguranças na porta da boate pensaram inicialmente que o tumulto havia sido causado por uma briga e barraram as pessoas para que elas não deixassem o local sem pagar a conta. Enquanto isso, outros funcionários tentavam combater as chamas em outro local.
O enterro da maior parte das vítimas deverá ocorrer no cemitério municipal, onde o Exército já trabalhava desde ontem para abrir as covas, mas ainda não há previsão de horário. Muitos corpos foram levados para outras cidades próximas a Santa Maria e para Porto Alegre (RS).

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7517 – Mega Sampa – O Museu da Mágica


A porta branca de um pequeno prédio no Ipiranga dá acesso ao escondido Museu da Mágica. Para entrar, é preciso se identificar, enfrentar quatro andares de escada (o elevador está quebrado há um bom tempo) e pagar R$ 48 pela entrada (inteira, aos finais de semana). Tudo isso para ser recebido pelo mágico Mister Basart, responsável pelo local.
O lugar é pequeno, cabe no máximo 20 pessoas, mas o mágico conta que já chegou a acomodar 60 interessados em seus números. A apresentação de mágica é feita de acordo com o público. “Crianças costumam gostar de coisas com cores”, explica. Já os feitos com baralhos são voltados para os mais velhos.
Em uma hora, realiza-se um passeio completo pelo mundo da magia. Mister Basart (que na verdade chama-se Basílio Artero Sanchez) começa sempre com a ilusão mais antiga que existe, datada em 5 mil anos. A mágica envolve apenas uma bolinha que passa pelos dedos cruzados de quem está assistindo até se transformar em duas.
Outros cacarecos, como estrelas prateadas que viram coloridas, peão que perde a cor, ovo que desaparece, caleidoscópios, ampulheta de geleca, boneca que é cortada ao meio e coelhinhos de espuma, se amontoam pelo chão.
A coleção conta com objetos recolhidos por todo o mundo, passando por Japão, China e Índia. Até uma carta recebida por Basart do famoso ilusionista David Copperfield está pendurada na parede. Um dos cartazes mais antigos, de 1898, só pode ser visto após muita insistência.

No espaço também são dadas aulas para pessoas de todas as idades. “Quanto menor, mais vai progredir e aprender com facilidade”, diz Basart.

O recomendável, porém, é que os alunos tenham no mínimo quatro anos. Em cada aula, é passado um exercício diferente. O primeiro número que Basart aprendeu, por exemplo, foi o de três cordas que viram uma só em um piscar de olhos.

Museu da Mágica
r. Silva Bueno, 519, cj. 42 (tel 0/xx/11 2068-7000)
diariamente, das 9h às 19h (necessário agendar)
R$ 24; fim de semana e feriados, R$ 48 (crianças pagam meia-entrada)

Museu da Mágica

7503 – Quem inventou os quadrinhos?


A primeira história em quadrinhos (HQ) moderna foi criada pelo artista americano Richard Outcault em 1895. “A linguagem das HQs, com a adoção de um personagem fixo, ação fragmentada em quadros e balõezinhos de texto, surgiu nos jornais sensacionalistas de Nova York com o Yellow Kid (‘Menino Amarelo’)”, diz o historiador e jornalista Álvaro de Moya, autor do livro História da História em Quadrinhos. A tirinha de Outcault fez tanto sucesso que os grandes jornais nova-iorquinos entraram em pé de guerra para ter o Yellow Kid em suas páginas. Mas é claro que esse formato original para contar uma história não surgiu na cabeça de Outcault de uma hora para outra. Se a gente for buscar as primeiras raízes das HQs, podemos chegar às pinturas rupestres feitas pelos homens pré-históricos, que serviam para contar, por exemplo, como eram suas aventuras nas caçadas.
Os quadros das igrejas medievais que retratavam a via sacra – os últimos momentos da vida de Jesus na Terra – também podem ser considerados antepassados das tirinhas. A grande diferença é que esses ancestrais das HQs não tinham texto, os enredos eram desenvolvidos apenas com uma seqüência de desenhos. “As histórias em quadrinhos constituem um meio de comunicação de massa que agrega dois códigos distintos para transmitir uma mensagem: o lingüístico (texto) e o pictórico (imagem)”, diz um pesquisador da USP.

1895 – YELLOW KID

De Richard Outcault

Angelo Agostini e outros pioneiros criaram embrioes de HQs, mas a primeira HQ moderna foi Yellow Kid. Na verdade, esse era o nome do principal personagem da tira At the Circus in Hogan’s Alley, que saía uma vez por semana no jornal New York World.

1934 – FLASH GORDON

De Alex Raymond

O personagem surgiu para disputar mercado com outro herói espacial: Buck Rogers. Mas, graças ao talento de Raymond, em pouco tempo as aventuras intergalácticas de Flash Gordon superaram a popularidade do grande rival.

quadrinhos

1952 – MAD

De Harvey Kurtzmann

Mad foi uma revista que revolucionou o gênero com seu humor debochado. Era uma forma original de reagir à crescente censura aos quadrinhos nos Estados Unidos, quando os temas mais violentos começaram a perder espaço.

1929 – TARZAN

De Hal Foster e Burne Hogarth

Hal Foster desenhou em tiras o romance de Edgar Rice Burroughs para ser publicado em jornais. O público adorou Tarzan e até hoje as histórias do herói continuam sendo publicadas. Em 1937, Hogarth passou a desenhar o personagem e criou o traço mais vigoroso do “Rei dos Macacos”, conferindo às histórias uma ação ininterrupta.

1930 – MICKEY MOUSE

De Walt Disney

Mickey Mouse, símbolo do império de Walt Disney, fez sua estréia num desenho animado de 1928. Foi só dois anos depois que ele virou tira de jornal. Com o sucesso inicial, o ratinho logo ganharia uma revista mensal a Mickey Mouse Magazine.

1985 – O CAVALEIRO DAS TREVAS

De Frank Miller

Esse artista inaugurou uma nova fase nas HQs: o quadrinho de autor. Em “o Cavaleiro das Trevas” (the Dark kNight Returns, no original em inglês), Miller retrata um Batman vulnerável e inseguro. Com essa humanização do personagem, o artista criou uma das melhores histórias do herói.

1986 – MAUS

De Art Spiegelman

Os judeus são retratados como ratos e os nazistas como gatos na história de um sobrevivente do holocausto. a saga ganhou um Pulitzer especial, importante prêmio jornalístico dos estados unidos.

7474 – Teledramaturgia – Aos 82, ator Walmor Chagas é achado morto no interior de São Paulo


O ator Walmor Chagas morreu nesta sexta-feira (18-01-2013), aos 82 anos, na casa em que morava em Guaratinguetá, região do Vale do Paraíba, no interior de São Paulo.
A causa da morte foi um disparo no peito, segundo a Polícia Civil.
Walmor morava no interior havia muitos anos, num hotel-fazenda chamado Sete Nascentes, no bairro das Pedrinhas. O ator era dono da pousada.
José Arteiro de Almeida, administrador do estabelecimento, foi quem encontrou o corpo, por volta das 16h40 da tarde desta sexta, e chamou a polícia logo em seguida.
Almeida, que trabalhava com Walmor havia 30 anos, afirmou que todos os funcionários já tinham ido embora e só ele e o ator estavam no local. Almeida saiu para tomar banho e, quando voltou, encontrou o corpo.
Segundo Almeida, embora Walmor estivesse sofrendo de diabetes, ele aparentava estar normal e sem apresentar indícios de que poderia cometer suicídio.
A região onde fica o hotel-fazenda está na encosta da serra da Mantiqueira, um lugar de difícil acesso.
Segundo informações da polícia, um delegado do 2º DP e investigadores de plantão estão no local. Como a comunicação com a equipe é difícil, não há mais informações sobre o caso até o momento.
Nascido em Porto Alegre, o ator estreou com uma pequena participação num episódio do “Grande Teatro Tupi”, da TV Tupi, em 1953. No cinema, estreou em 1965, em “São Paulo S.A.”, de Luís Sérgio Person. Um de seus últimos papéis foi vivido no filme “Cara ou Coroa” (2012), de Ugo Giorgetti. Em 2008, foi premiado pelo conjunto de sua obra cinematográfica no Festival de Gramado.
Na TV, participou de novelas como “A Favorita” (2008), “Pé na Jaca” (2006), “Esperança” (2002), “Selva de Pedra” (1986) e “Vereda Tropical” (1984), na Globo, e “Caminhos do Coração” (2007), na Record.
Walmor Chagas foi uma das estrelas do TBC, o Teatro Brasileiro de Comédia –uma das referências de arte dramática no país nos anos 50 e 60–, ao lado de Cacilda Becker (1921-1969), com quem se casou e teve uma filha, a cantora Maria Clara Becker, adotada pelo casal em 1964. Em março deste ano, o ator seria homenageado pelos 64 anos de teatro na cerimônia do Prêmio Shell, no Rio.
Em 2011, em entrevista à série “Grandes Atores”da GloboNews, falou sobre as poucas aparições nos últimos anos e disse que passou a se sentir deslocado no circuito das artes. “É como um atleta: tem um período de auge, depois começa a decair.” Disse, ainda, que um ator tem de saber a hora de sair de cena.
“Apesar dos problemas físicos, como uma doença que tinha na vista, ele era uma pessoa alegre e bem-humorada. Tinha uma voz impressionante, idêntica à voz dos tempos em que filmou ‘São Paulo S/A’. Vivia absolutamente sozinho no sítio, mas parecia gostar muito disso. Quando vinha filmar ficava ansioso para voltar para casa”, diz Julia Ianina, 29, atriz que fez o papel de neta de Walmor no filme “Cara ou Coroa”.

Trabalhos na TV
1965 – “A Outra”
1965 – “Teresa”
1966 – “O Amor Tem Cara de Mulher”
1967 – “Presídio de Mulheres”
1969 – “Nenhum Homem É Deus”
1970 – “As Bruxas”
1974 – “Corrida do Ouro”
1975 – “O Grito”
1977 – “Locomotivas”
1979 – “Como Salvar Meu Casamento”
1980 – “Coração Alado”
1981 – “O Amor É Nosso”
1982 – “Avenida Paulista”
1982 – “Final Feliz”
1983 – “Eu Prometo”
1984 – “Caso Verdade, Esperança”
1984 – “Vereda Tropical”
1986 – “Selva de Pedra”
1987 – “Mandala”
1988 – “O Pagador de Promessas”
1993 – “Sex Appeal”
1993 – “Sonho Meu”
1996 – “Salsa e Merengue”
1997 – “Malhação”
2000 – “Marcas da Paixão”
2001 – “Os Maias”
2002 – “Esperança”
2005 – “Mad Maria”
2006 – “Pé na Jaca”
2007 – “Caminhos do Coração”
2008 – “A Favorita”
2009 – “Os Mutantes”

Walmor

7460 – Mega Clássicos – James Ingram – Juice Once


James Ingram (1991) - Greatest Hits The Power 0f Great Music

James Ingram (Akron, Ohio, 16 de fevereiro de 1952)
Autodidata, aprendeu a tocar piano, guitarra, baixo, bateria e sintetizador. Começou na música como um membro do grupo Revelation Funk. Durante este tempo, Ingram desenvolveu uma reputação na área de Los Angeles como um cantor de estúdio e chamou a atenção de Lamont Dozier, ex-compositor da Motown Records e produtor.
Na década de 1980, Ingram ficou mais conhecido por suas colaborações. Ele foi número 1 nas paradas pop com Patti Austin em Baby, Come to Me.
Em 1981, Ingram fez os vocais da mega clássica Just Once. Por seu trabalho neste álbum, ele ganhou um prêmio Grammy (Oscar da Música) de melhor vocalista de R&B.

7441 – Quais desenhos animados já foram censurados?


O personagem mais polêmico da atualidade é, possivelmente, Bob Esponja. O porífero amarelo já foi alvo de críticas muitas vezes, devido a sua suposta orientação sexual. A última delas foi na Ucrânia, em agosto, onde a Comissão Nacional de Proteção da Moralidade Pública entrou com um pedido para que o desenho seja proibido. “É um país com tradição de autoritarismo. E a homofobia é uma questão cultural em toda a ex-União Soviética”, diz Christian Lohbauer, professor do Instituto de Relações Internacionais da USP. A censura a programas infantis é comum. Em 1999, grupos cristãos americanos declararam guerra a Teletubbies porque Tinky Winky, o da bolsa vermelha, seria gay. Já Os Simpsons, que irritou vários países ao satirizar estereótipos (o Rio ameaçou processar o desenho), é proibido nas manhãs da Venezuela desde 2008. Detalhe: foi substituído na programação por Baywatch e suas moças correndo de maiô. E desenhos adultos, claro, sofrem mais. Promotores russos quiseram proibir South Park em 2008, acusando-o de pornográfico e imoral. Mas represálias não são exclusividade de desenhos novos. Clássicos também já sofreram.

Pernalonga do mal
Na década de 1940, Pernalonga imitou negros pedindo para não apanhar e tirou sarro de orientais, indígenas e esquimós. Esses episódios foram retirados do ar nos EUA em 1968 por serem considerados ofensivos. Mas estão no YouTube.

Mickey racista
O filme da Disney A Canção do Sul (1946) foi acusado de racismo pela Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor, pois mostrava “uma relação idílica entre senhor e escravo”. Por conta disso, o filme nunca foi lançado em DVD.

Presuntinho bêbado
Tiny Toon tem um episódio banido nos EUA. Os personagens ficam bêbados, roubam um carro policial, batem e morrem. A ideia era ensinar as consequências do abuso do álcool. Também tem no YouTube.

7433 – Mega Memória – O Ano de 1979


Um ano inesquecível para quem viveu. Minha idade na época: 15 anos
Foi declarado pela ONU como o “Ano Internacional da Criança e Ano Internacional de Solidariedade com o Povo da Namíbia” e corresponde, no ciclo de doze anos que forma o calendário chinês a um ano do signo “Cabra”.
Um ano de excelentes produções musicais, científicas, cinematográficas e etc, além de importantes acontecimentos políticos.
Fevereiro
• 22 de Fevereiro – Independência de Santa Lúcia.
Março
• 15 de Março – O general João Baptista Figueiredo substitui o general Ernesto Geisel no posto de presidente do Brasil.
Maio
• 10 de Maio – Os Estados Federados da Micronésia se tornam auto-governantes.
Julho
• 12 de Julho – Independência de Kiribati
• 16 de Julho – O Presidente Iraquiano Hasan al-Bakr renuncia e o Vice Presidente Saddam Hussein o substitui.
Setembro
• 21 de Setembro – José Eduardo dos Santos, tomou posse como Presidente da República de Angola
Datas desconhecidas
• Luís Herrera Campíns substitui Carlos Andrés Pérez no cargo de presidente da Venezuela.
• Mikhail Gorbachev é eleito para o Politburo do PCUS.

Nascimentos
• 3 de janeiro – Paulo Vilhena, ator, diretor e repórter brasileiro.
• 7 de fevereiro – Fábio Azevedo, ator, diretor, produtor, dublador e apresentador brasileiro.
• 12 de abril – Jennifer Marie Morrison, atriz e modelo estadunidense.
• 14 de abril – Rebecca DiPietro, modelo estadunidense.
• 21 de abril – James McAvoy, ator escocês.
• 25 de junho – Busy Philipps, atriz estadunidense.
• 15 de setembro – Dave Annable , ator norte-americano.
• 27 de setembro – Danilo Gentili, humorista brasileiro.

Falecimentos
• 7 de Fevereiro – Josef Mengele, criminoso de guerra alemão (n. 1911).
• 30 de março – José María Velasco Ibarra, presidente do Equador de 1934 a 1935, de 1944 a 1947, de 1952 a 1956, de 1960 a 1961 e de 1968 a 1972 (n. 1893)
• 15 de julho – Gustavo Díaz Ordaz Bolaños, presidente do México de 1964 a 1970 (n. 1911).
• 10 de Setembro – Agostinho Neto, nacionalista e escritor angolano, foi Presidente de Angola de 1975 a 1979 (n. 1922).
• 14 de setembro – Nur Mohammad Taraki, presidente da República Democrática do Afeganistão de 1978 a 1979 (n. 1917)
• 29 de setembro – Francisco Macías Nguema, presidente da Guiné Equatorial de 1968 a 1979 (n. 1924).
• 26 de Outubro – Park Chung-hee, presidente da Coreia do Sul de 1963 a 1979 (n. 1917).
• 27 de Dezembro – Hafizullah Amin, presidente da República Democrática do Afeganistão em 1979 (n. 1929)

Prêmio Nobel
• Física – Sheldon Glashow, Abdus Salam, Steven Weinberg[
• Química – Herbert C. Brown, Georg Wittig
• Medicina – Allan M. Cormack, Godfrey N. Hounsfield.
• Literatura – Odysseus Elytis.
• Paz – Madre Teresa de Calcutá.
• Economia – Theodore W. Schultz e Sir Arthur Lewis.

Novelas: Dancin Days e Pai Herói (Globo)
Acontecimentos
30 de Janeiro – O cargueiro Boeing 707-323C prefixo PP-VLU operado pela Varig desapareceu sobre o oceano Pacífico trinta minutos após ter partido de Tóquio. Era pilotado pelo mesmo comandante do vôo 820. Nenhum sinal da queda (destroços ou corpos) jamais foi encontrado. A aeronave estava transportando 153 pinturas no valor de USD 1,24 milhões.
28 de novembro – O Voo Air New Zealand 901 terminou quando o avião colidiu com o Monte Erebus, na Ilha de Ross (Oceano Antártico), matando todas as 257 pessoas a bordo, sendo 237 passageiros e 20 tripulantes.

Música Disco – Em plena atividade, um ano de grandes produções, como esta do Chic:

chic

• 13 de Janeiro – A ACM processa o Village People por difamação por causa de sua música YMCA.
• 29 de Março – O Supertramp lança seu álbum de maior sucesso Breakfast in America, que passou 26 semanas na lista da Billboard Top 200, dessas, 5 no primeiro lugar.
• Michael Jackson lança seu primeiro álbum em carreira solo em fase adulta: Off the Wall, com aproximadamente 20 milhões de cópias vendidas, até hoje é o álbum de música Black mais vendido da história.
• Forma-se a banda Cockney Rejects.
• Novembro – O Pink Floyd lança o álbum The Wall
• Bee Gees lança seu álbum de mais sucesso Spirits Having Flown que lhe rendeu grammys pelas músicas e por sua turnê de 38 shows.
• A cantora Simone é escolhida para interpretar Começar de novo, canção-tema da série de TV Malu Mulher, da Rede Globo e maior sucesso daquele ano.

Cinema:
• 10, de Blake Edwards, com Dudley Moore, Julie Andrews e Bo Derek
• 1941, de Steven Spielberg, com Dan Aykroyd, John Belushi e Toshirô Mifune
• Alien, de Ridley Scott, com Sigourney Weaver, Harry Dean Stanton e John Hurt
• Allegro barbaro, de Miklós Jancsó
• The Amityville Horror, de Stuart Rosenberg, com James Brolin e Margot Kidder
• L’amour en fuite, de François Truffaut, com Jean-Pierre Léaud
• And Justice for All, de Norman Jewison, com Al Pacino, Jack Warden e Lee Strasberg
• Apocalypse Now, de Francis Ford Coppola, com Martin Sheen, Marlon Brando e Robert Duvall
• Being There, de Hal Ashby, com Peter Sellers e Shirley MacLaine
• Die Blechtrommel, de Volker Schlöndorff
• Calígula, de Bob Guccione, com Malcolm McDowell, Teresa Ann Savoy, Helen Mirren e Peter O’Toole
• Cristo si è fermato a Eboli, de Francesco Rosi, com Gian Maria Volonté
• Die dritte Generation, de Rainer Werner Fassbinder
• Die Ehe der Maria Braun, de Rainer Werner Fassbinder, com Hanna Schygulla
• Don Giovanni, de Joseph Losey
• Escape from Alcatraz, de Don Siegel, com Clint Eastwood
• Hair, de Milos Forman, com John Savage, Treat Williams e Beverly D’Angelo
• Hardcore, de Paul Schrader, com George C. Scott
• L’ingorgo – Una storia impossibile, de Luigi Comencini, com Marcello Mastroianni, Gérard Depardieu, Patrick Dewaere e Stefania Sandrelli
• Kramer vs. Kramer, de Robert Benton, com Dustin Hoffman e Meryl Streep
• Life of Brian, de Terry Jones, com Eric Idle, Terry Gilliam, John Cleese, Graham Chapman e Michael Palin
• La luna, de Bernardo Bertolucci
• Mad Max, de George Miller, com Mel Gibson
• Rocky II, de e com Sylvester Stallone
The Warriors, de Walter Hill, com Michael Beck e James Remar

7006 – Música na TV – Soul Train


soul-train

Em 1974, o lendário programa da TV americana “Soul Train” apresentava grandes nomes do soul e R&B. O tema de abertura deste programa foi gravado por MFSB & The Three Degrees e seu nome era TSOP, que significa The Song of Philadelphia. Essa música chegou ao primeiro lugar na parada pop da Billboard.
Um programa de televisão musical que estreou em 2 de outubro de 1971 nos Estados Unidos, sendo finalizado apenas em 25 de março de 2006, com 35 anos de existência.No Brasil só um programa chegou perto deste, o Som na Caixa da TV Corcovado do RJ, mas que ficou pouco tempo no ar. Durante todo este tempo, o programa mostrava, basicamente, performances de grupos e cantores de soul, hip hop e R&B, ainda que grupos de jazz e gospel também fossem mostrados por vezes. Soul Train foi criado por Don Cornelius, que também foi seu primeiro apresentador e produtor executivo. A produção foi suspensa na temporada 2005-2006 mas, ainda assim, uma versão de “melhores momentos” (The Best of Soul Train) foi criada e continuou no ar por dois anos.Esse programa teve participação em um episódio de The Fresh Prince of Bel-Air

7375 – Publicidade vende Ilusão


Usar medo e punição para vender é uma arma poderosa, que se enraíza em nossos instintos de sobrevivência e controle do ambiente. Ninguém quer passar por dificuldades por causa de uma decisão errada na hora de gastar. Tocar o terror lembra você disso. E a razão está em um mecanismo do seu cérebro – os chamados “marcadores somáticos”, descritos pela primeira vez pelo neurocientista português António Damásio. Esses marcadores são atalhos que nos ajudam a fazer escolhas com base naquilo que já vivemos ou sabemos, tornando automáticas nossas ações do dia a dia. Por exemplo, não colocamos a mão no fogo porque o cérebro aprendeu que isso provoca dor. O marcador para “fogo” é associado ao marcador “dor”, e isso nos livra de ter que raciocinar toda vez que chegamos próximo a uma fogueira. A estratégia do medo usa esse mecanismo, segundo Martin Lindstrom, autor de A Lógica do Consumo.

“Pirataria é crime”
A indústria audiovisual brasileira não se atualizou na velocidade dos downloads piratas. Qual a estratégia então? Campanhas voltadas para o medo da punição e para a chantagem emocional: dar o troco para o dvd pirata em balas de fuzil ou mostrar o pai de família ouvindo do filho que copiar a lição do coleguinha não tem problema.

Pertencimento ao grupo
O slogan “Eu sou brahmeiro”, da Brahma, deixa claro: quem bebe essa cerveja tem comportamento e valores próprios, que o diferenciam de outras pessoas. É algo importante para o brahmeiro, mas que pouco diz, por exemplo, sobre a bebida. A campanha “Existem razões para acreditar”, da Coca-Cola, divide o mundo entre uma maioria de pessoas boas (com as quais ela se identifica) e uma minoria má, responsável por guerras, poluição e corrupção. Aqui, o foco não é mostrar o produto, mas estar do lado do bem e inspirar otimismo. Para isso, não faltam coral infantil, cenas de aniversário e imagem do sol estourado no céu azul.
Você pode não gostar de um produto, mas basta notar que as pessoas à sua volta acham o contrário para você pensar duas vezes. Somos muito influenciáveis, e mostrar que várias pessoas já aprovam algo é uma maneira de vender sem necessariamente falar do que está à venda, segundo David H. Schaefer, professor de administração e marketing no Sacramento College. Uma das explicações é que certas áreas do nosso cérebro ativadas quando nos sentimos bonitos ou temos dor também são ativadas ao observarmos alguém na mesma situação. A campanha da Dove que mostrava mulheres fora do padrão de beleza de celebridades era um recado da Unilever: você pode usar também, como todas essas pessoas do mundo real.
“Todo mundo adora”
Mais direto que esse bordão de uma campanha recente da montadora Volkswagen, impossível. Ao apelar para a popularidade, ela espera que você se renda também, sem partir para argumentos mais racionais.

“A marca no 1 em recomendação dos dentistas”
O slogan da Oral-B é um clássico das marcas de escovas e pastas de dente. Se os dentistas recomendam, por que nós iríamos discordar? Assim fica fácil a Maria ir com as outras. Mas quem são esses dentistas? Quantos deles recomendam? Isso não fica em primeiro plano.
HUMOR
A publicidade brasileira é craque em fazer anúncios com humor ou coisas absurdas. A intenção é criar uma boa lembrança de seus produtos. Você se lembra da piada, dá uma risada e a associa, ainda que inconscientemente, à marca. Não que você sairá comprando porque achou uma sacada engraçada. Mas a decisão de compra é influenciada por fatores irracionais como essa lembrança. Martin Lindstrom explica em A Lógica do Consumo que todo dia novos marcadores são acrescentados ao nosso cérebro e as empresas estão na disputa para entrar nesse arquivo de atalhos mentais. A estratégia, então, é criar uma situação memorável que será associada ao “marcador” do produto. O único cuidado é para não cair em campanhas em que a piada é memorável, mas a marca, não.
Quem anuncia quer atenção, certo? Nem sempre. Uma técnica importante para quem quer vender é desviar a atenção do produto. Isso acontece porque alguns deles têm algo de desagradável ou inconveniente. Em As Mentiras na Propaganda e na Publicidade, Guy Durandin, professor de psicologia social da Universidade Paris 5, diz que, no final dos anos 1970, as companhias aéreas descobriram, por meio de estudos psicológicos, que seus passageiros tinham sentimentos angustiantes de separação e perigo. Elas passaram, então, a focar em outros aspectos não relacionados ao voo, como o conforto da classe executiva e a ausência de escalas. Isso pode acontecer com qualquer produto. A ideia é diluir coisas que possam estimular sentimentos negativos.
Estilo de vida
Nos anos 1980 e 1990, as campanhas do cigarro Free incluíam frases que beiravam a filosofia de boteco e imagens de um estilo de vida bacana – pintores e músicos em seus estúdios, jovens na praia… Nisso, o lado negativo do cigarro ficava em segundo plano.

Alfredo…
A imagem de um cachorrinho comunica muito mais fofura do que qualquer descrição de papel higiênico. Mas pétalas de rosa, coelhinhos, elefantinhos e o Reynaldo Gianecchini vestido de mordomo também desviam o consumidor da, digamos, finalidade do produto.
Se você comprar, vai se sentir como as pessoas da propaganda. O mecanismo usado pelos anúncios com celebridades é o dos neurônios-espelho – aqueles que fazem refletir na gente aquilo que outros experimentam. Aqui, pouco importa o que o produto tem a oferecer em termos práticos, mas sim a capacidade do anúncio de reproduzir sentimentos. Para a publicidade, portanto, a importância de quem aparece é grande. Os garotos-propaganda têm que ser modelos não só de beleza, mas de sucesso, talento e ficha-limpa. Ídolos por definição.
A musa
Anúncios de produtos para cabelo, como este da linha Clear, mostram modelos com fios que nenhum ser humano normal é capaz de manter.

7373 – Mega Memória – Comercial da Virada “Marcas do que se foi”


Um comercial que marcou época. O ano: 1976. Num tempo onde não havia o recurso da computação gráfica, era necessário muita criatividade dos publicitários.

Este ano quero paz no meu coração
Quem quiser ter um amigo
Que me dê a mão

O tempo passa
E com ele caminhamos todos juntos
Sem parar

Nossos passos pelo chão
Vão Ficar

Marcas do que se foi
Sonhos que vamos ter
Como todo dia nasce
Novo em cada amanhecer

Marcas do que se foi
Sonhos que vamos ter
Como todo dia nasce
Novo em cada amanhecer

Este ano quero paz no meu coração
Quem quiser ter um amigo
Que me dê a mão

O tempo passa
E com ele caminhamos todos juntos
Sem parar

Nosso passos pelo chão
Vão ficar

Marcas do que se foi
Sonhos que vamos ter
Como todo dia nasce
Novo em cada amanhecer

7372 – São Silvestre 2012 – Queniano vence, pra variar


S Silvestre 2012
S Silvestre 2012

O queniano Edwin Kipsang venceu a prova masculina da São Silvestre na manhã desta segunda-feira, com o tempo de 44min04s. O brasileiro melhor colocado foi Giovani dos Santos, que terminou a prova na quarta colocação.
A prova teve total domínio do Quênia, que, além da vitória com Kipsang, conseguiu ainda a segunda e terceira colocação, com Joseph Aperumoi (44min14s) e Mark Korir (44min50). Este último liderou parte da corrida, mas perdeu fôlego no fim.
Hafid Chani, do Marrocos, terminou a prova na quinta colocação, com o tempo de 45min54s.
A edição deste ano da São Silvestre foi a primeira com largada pela manhã. A elite feminina largou às 8h40, enquanto a masculina, às 9h. O valor do prêmio também mudou. Passou de R$ 35 mil para R$ 50 mil.
A prova perdeu prestígio e atrai cada vez menos famosos. Muitos atletas da elite da África (continente que faturou 15 dos últimos 21 títulos) não correram neste ano. Foram os casos dos campeões de 2011, a queniana Priscah Jeptoo e o etíope Tariku Bekele. O continente foi representado por seu segundo escalão, mas mesmo assim obteve sucesso.

Veja os dez primeiros:

1) Edwin Kipsang (QUE), 44min05min
2) Joseph Aperumoi (QUE), 44min14seg
3) Mark Korir (QUE), 44min21seg
4) Giovani dos Santos (BRA), 44min51seg
5) Hafid Chani (MAR), 45min55seg
6) Najim El Qady (MAR), 46min34seg
7) Alphonce Simbu (TAN), 46min37seg
8) Ubiratan dos Santos (BRA),46min38seg
9) Ahmed Baday (MAR), 46min40seg
10) Paulo Roberto de Almeida Paula (BRA), 46min49seg

7371 – Festejos – Quem inventou o Réveillon?


Réveillon vem do verbo francês réveiller, que significa “acordar” — é o “despertar do ano”, pegou? A palavra surgiu no século 17 para identificar eventos muito populares entre os nobres franceses: jantares longos e chiques, que iam até depois da meia-noite, nas vésperas de datas importantes. Esses regabofes gastronômicos noturnos eram realizados várias vezes ao ano, mas com o tempo foram ficando para o Ano-Novo mesmo.
No século 19, o Réveillon virou moda nas colônias e áreas de influência da França – que eram muitas, já que ela era a superpotência cultural da época. No Brasil, os primeiros Réveillons foram realizados na corte de dom Pedro 2º, no Rio, e logo copiados pelas elites paulistas. Mas alguns detalhes foram incorporados depois, recheando o jantar francês com um sincretismo bem brasileiro.

Tradições:
Uvas
Simpatia trazida pelos vinicultores portugueses, que guardavam a semente do seu produto para ter fartura.
Lentilhas
Os italianos trouxeram essa tradição, que resultaria em um ano de fartura.
Roupa Branca
É a roupa dos devotos de Iemanjá, orixá que já na África era homenageada com oferendas no mar na passagem do ano.
Pular ondas
Hábito comum desde os gregos, que acreditavam “recarregar baterias” pelo mar, fonte da vida.

7348 – Como são produzidos os closed captions para programas ao vivo?


Closed caption ou CC – que pode ser traduzido como “legenda oculta” – são aqueles textos que reproduzem na tela da TV o que os apresentadores dos programas estão falando. Como esse recurso é especialmente usado para ajudar os deficientes auditivos, o CC não é igual à legenda dos filmes: ele também indica em palavras os outros sons do vídeo, como “chuva” ou “passos”. Em programas gravados, o CC que os espectadores vêem na tela é o mesmo texto que aparece no teleprompter, um aparelho acoplado à câmera do estúdio que mostra o que o apresentador deve ler. Quando o show é ao vivo, existem dois métodos principais para produzir o CC. O primeiro, mais comum nos Estados Unidos, é a estenotipia. Nesse processo, um profissional especializado (o estenotipista) registra tudo que é dito no programa em um teclado especial, cujos botões são baseados em fonemas em vez de letras. Com isso, ele escreve 200 palavras por minuto. No Brasil, a TV Globo bolou um segundo método: o reconhecimento de voz. Funciona assim: um operador repete tudo o que os apresentadores falam, o computador converte a voz do cara em texto e o resultado desse “ditado” vai para a tela. O único problema é que o grau de precisão desse sistema é um pouco menor. Às vezes, o computador pode confundir alguns fonemas, como “lhe” e “lie”. Tirando isso, é uma bela ferramenta para quem não pode ouvir.

O passo inicial para a produção de um closed caption ao vivo é, claro, a fala dos apresentadores. De dentro do estúdio, eles transmitem as notícias do telejornal falando com naturalidade, como se não houvesse pessoas com problemas de audição assistindo à TV
Durante o programa, um profissional treinado assiste a tudo dentro de uma sala e repete as falas dos apresentadores e dos repórteres em um microfone. A voz do profissional é captada por um computador e alimenta um programa de reconhecimento de voz
Calibrado especialmente para a voz do profissional — que passa por um treinamento para aprender a falar com clareza —, o programa de reconhecimento de voz transforma os sons da voz em palavras na tela do computador
Antes de soltar as legendas para a TV, o profissional usa o teclado para acrescentar palavras que ajudem os deficientes auditivos a entender a imagem, como “risos” ou “som alto”. Com um toque no teclado, o operador libera as legendas para uma linha de dados
As informações dessa linha de dados são transmitidas para as casas junto com a imagem e o som da TV, mas só aparecem quando o telespectador aperta a tecla CC (closed caption). Essa opção, você sabe, só está disponível nos televisores mais modernos.

7332 – Qual a diferença entre TVs de LCD, LED e plasma?


A estrutura da tela dos três modelos é parecida, mas a maneira como geram luz (o chamado backlight) faz toda a diferença.
Em comum, os três tipos de TV formam cada pontinho da imagem (chamado de pixel) usando três cores básicas – verde, vermelho e azul. Variações de luz em cada uma dessas cores criam as tonalidades secundárias, como o amarelo. Quem controla essas variações é um conjunto de processadores de alta definição, parte do “cérebro” da máquina.
Cada pixel em uma tela de LCD é gerado por CCFL , sigla em inglês para lâmpada fluorescente de catodo frio. Só que a luz gerada por essa tecnologia não tem cor – por isso, ela precisa passar por um filtro colorido chamado RGB (sigla para vermelho, verde e azul, em inglês). Também é função desse filtro controlar a intensidade das imagens.
Todas as TVs de tela plana são formadas por camadas que parecem um sanduíche. O “recheio” central, o backlight, é prensado entre duas camadas de eletrodo, que servem para levar eletricidade ao sistema. Depois, vem uma vedação de células de óxido de magnésio, que protege o backlight. Por fim, as duas camadas mais externas são lâminas de vidro.
LED é a sigla em inglês para diodo emissor de luz. São eles que compõem o backlight deste modelo. Para cada pixel na tela, há um conjunto com um LED azul , um verde e um vermelho. Diferentemente do que acontece na LCD, a luz já é gerada na cor e intensidade certas, dispensando o uso do fi ltro RGB. Por isso, as TVs de LED são mais finas.

O SEGREDO DO PLASMA
O backlight da TV de plasma é o mais diferente. Ele é composto de uma malha de minúsculas células revestidas de fósforo colorido . Nelas, há gases que, ativados pela eletricidade, emitem luz fluorescente. Assim como na TV de LED, cada pixel é formado por uma célula com fósforo verde, uma azul e uma vermelha, de intensidade regulável.
O plasma surge quando uma descarga elétrica altera a posição dos elétrons no átomo dos gases (geralmente, neônio e xenônio). Assim, são liberados íons (átomos carregados positivamente) e elétrons (partículas carregadas negativamente). São esses elementos que, circulando livremente e se chocando, produzem os fótons – as partículas de luz. O fósforo na célula estimula essa reação.

CONTRASTE – As células do backlight na TV de plasma conseguem ir do escuro total a uma grande intensidade de luz

ÂNGULO DE VISÃO – A plasma permite um ângulo de até 180º sem distorcer a imagem. Nos modelos concorrentes, o limite é 160º

COR – Os três têm a mesma qualidade de cor. Invista nas melhores marcas,que costumam usar melhores componentes

MOVIMENTO – As células de plasma têm melhor velocidade de renovação (mudança do escuro total para qualquer nível de luz)

CONSUMO DE ENERGIA – Apesar de as TVs de LCD e LED terem funcionamento parecido, o diodo emissor de luz exige menos eletricidade

VIDA ÚTIL- O LCD e o LED têm maior autonomia. Com seis horas de uso diário, a expectativa média é que a TV dure 20 anos

PREÇO – Comparando o valor médio entre os modelos mais comercializados (de 40 e 42 polegadas), a de LED é a mais cara.