Arquivo da categoria: Entretenimento

7348 – Como são produzidos os closed captions para programas ao vivo?


Closed caption ou CC – que pode ser traduzido como “legenda oculta” – são aqueles textos que reproduzem na tela da TV o que os apresentadores dos programas estão falando. Como esse recurso é especialmente usado para ajudar os deficientes auditivos, o CC não é igual à legenda dos filmes: ele também indica em palavras os outros sons do vídeo, como “chuva” ou “passos”. Em programas gravados, o CC que os espectadores vêem na tela é o mesmo texto que aparece no teleprompter, um aparelho acoplado à câmera do estúdio que mostra o que o apresentador deve ler. Quando o show é ao vivo, existem dois métodos principais para produzir o CC. O primeiro, mais comum nos Estados Unidos, é a estenotipia. Nesse processo, um profissional especializado (o estenotipista) registra tudo que é dito no programa em um teclado especial, cujos botões são baseados em fonemas em vez de letras. Com isso, ele escreve 200 palavras por minuto. No Brasil, a TV Globo bolou um segundo método: o reconhecimento de voz. Funciona assim: um operador repete tudo o que os apresentadores falam, o computador converte a voz do cara em texto e o resultado desse “ditado” vai para a tela. O único problema é que o grau de precisão desse sistema é um pouco menor. Às vezes, o computador pode confundir alguns fonemas, como “lhe” e “lie”. Tirando isso, é uma bela ferramenta para quem não pode ouvir.

O passo inicial para a produção de um closed caption ao vivo é, claro, a fala dos apresentadores. De dentro do estúdio, eles transmitem as notícias do telejornal falando com naturalidade, como se não houvesse pessoas com problemas de audição assistindo à TV
Durante o programa, um profissional treinado assiste a tudo dentro de uma sala e repete as falas dos apresentadores e dos repórteres em um microfone. A voz do profissional é captada por um computador e alimenta um programa de reconhecimento de voz
Calibrado especialmente para a voz do profissional — que passa por um treinamento para aprender a falar com clareza —, o programa de reconhecimento de voz transforma os sons da voz em palavras na tela do computador
Antes de soltar as legendas para a TV, o profissional usa o teclado para acrescentar palavras que ajudem os deficientes auditivos a entender a imagem, como “risos” ou “som alto”. Com um toque no teclado, o operador libera as legendas para uma linha de dados
As informações dessa linha de dados são transmitidas para as casas junto com a imagem e o som da TV, mas só aparecem quando o telespectador aperta a tecla CC (closed caption). Essa opção, você sabe, só está disponível nos televisores mais modernos.

7332 – Qual a diferença entre TVs de LCD, LED e plasma?


A estrutura da tela dos três modelos é parecida, mas a maneira como geram luz (o chamado backlight) faz toda a diferença.
Em comum, os três tipos de TV formam cada pontinho da imagem (chamado de pixel) usando três cores básicas – verde, vermelho e azul. Variações de luz em cada uma dessas cores criam as tonalidades secundárias, como o amarelo. Quem controla essas variações é um conjunto de processadores de alta definição, parte do “cérebro” da máquina.
Cada pixel em uma tela de LCD é gerado por CCFL , sigla em inglês para lâmpada fluorescente de catodo frio. Só que a luz gerada por essa tecnologia não tem cor – por isso, ela precisa passar por um filtro colorido chamado RGB (sigla para vermelho, verde e azul, em inglês). Também é função desse filtro controlar a intensidade das imagens.
Todas as TVs de tela plana são formadas por camadas que parecem um sanduíche. O “recheio” central, o backlight, é prensado entre duas camadas de eletrodo, que servem para levar eletricidade ao sistema. Depois, vem uma vedação de células de óxido de magnésio, que protege o backlight. Por fim, as duas camadas mais externas são lâminas de vidro.
LED é a sigla em inglês para diodo emissor de luz. São eles que compõem o backlight deste modelo. Para cada pixel na tela, há um conjunto com um LED azul , um verde e um vermelho. Diferentemente do que acontece na LCD, a luz já é gerada na cor e intensidade certas, dispensando o uso do fi ltro RGB. Por isso, as TVs de LED são mais finas.

O SEGREDO DO PLASMA
O backlight da TV de plasma é o mais diferente. Ele é composto de uma malha de minúsculas células revestidas de fósforo colorido . Nelas, há gases que, ativados pela eletricidade, emitem luz fluorescente. Assim como na TV de LED, cada pixel é formado por uma célula com fósforo verde, uma azul e uma vermelha, de intensidade regulável.
O plasma surge quando uma descarga elétrica altera a posição dos elétrons no átomo dos gases (geralmente, neônio e xenônio). Assim, são liberados íons (átomos carregados positivamente) e elétrons (partículas carregadas negativamente). São esses elementos que, circulando livremente e se chocando, produzem os fótons – as partículas de luz. O fósforo na célula estimula essa reação.

CONTRASTE – As células do backlight na TV de plasma conseguem ir do escuro total a uma grande intensidade de luz

ÂNGULO DE VISÃO – A plasma permite um ângulo de até 180º sem distorcer a imagem. Nos modelos concorrentes, o limite é 160º

COR – Os três têm a mesma qualidade de cor. Invista nas melhores marcas,que costumam usar melhores componentes

MOVIMENTO – As células de plasma têm melhor velocidade de renovação (mudança do escuro total para qualquer nível de luz)

CONSUMO DE ENERGIA – Apesar de as TVs de LCD e LED terem funcionamento parecido, o diodo emissor de luz exige menos eletricidade

VIDA ÚTIL- O LCD e o LED têm maior autonomia. Com seis horas de uso diário, a expectativa média é que a TV dure 20 anos

PREÇO – Comparando o valor médio entre os modelos mais comercializados (de 40 e 42 polegadas), a de LED é a mais cara.

7311 – Mega Divas – Barbara Tucker


By Master DJ Carlos

A Diva da House Music
A Diva da House Music

(nascida em 19 de março de 1967) é uma cantora afro-americana de house, R&B e Soul. Seu impacto na cena musical foi sentido mais na Europa, do que em seu país de origem.
Tucker criou e se formou dentro do ambiente gospel. Se destaca por suas atuações em shows ao vivo pela sua espetacular, energía, talento e originalidade fazendo com que cada um seja um verdadeiro acontecimento com novos sons, movimentos e descobrimentos.
É co-fundadora do “The Underground Network”, uma discoteca noturna com mais história de Nova Iorque, reconhecido como símbolo da cena musical, que abriu as portas da fama ao redor do mundo. Constatemente se dedica a promover e melhorar o “Underground Network” através de passeios, eventos e produções de novos artistas, de Tóquio, Sydney, Chicago a Londres.
Barbara fez turnê e gravou com vocal de artistas como Moby, Cerrone, Pet Shop Boys, Dave Steward, Deee-Lite, Wyclef Jean, George Clinton, Reel 2 Real e Janet Jackson. Também coreografou para Shannon, C+C Music Factory, Jay Williams, Sabel, BWP, Johnny O, Jovann, Butch Quick, Soul System e Too Nice.
A cantora marcou seis canções na primeira posição na parada americana da Billboard Hot Dance Club Songs na década de 1990 e 2000, bem como vários hits na parada britânica UK Singles Chart.
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7281 – Mega Almanaque Futebol – O Presidente Vicente Mateus


Vicente Matheus

Vicente Matheus, (Zamora, Espanha, 28 de maio de 1908 — São Paulo, 8 de fevereiro de 1997) foi um empresário espanhol naturalizado brasileiro que atuava como empresário da construção civil pesada, mineração de pedreiras (extração de pedras e areia para construção civil).
Tornou-se nacionalmente conhecido como presidente do Sport Club Corinthians Paulista por oito mandatos, sendo eleito pela primeira vez em 1959 além de ter logrado a eleição de sua esposa, Marlene Matheus, para sucedê-lo. Era considerado um dirigente à moda antiga, que usava recursos próprios para financiar projetos do clube. Era uma figura folclórica que produzia máximas (alguns dizem que propositadamente) carregadas de incorreções e divertiam amigos e desafetos. Foi sepultado no cemitério da Quarta Parada em São Paulo.
Sua primeira esposa, Ruth Pereira Matheus, filha de um grande desenvolvista do bairro de Guaianases se encontra sepultada no Cemitério do Lajeado, no mesmo bairro. Vicente Matheus e sua primeira esposa tiveram duas filhas, Abigail Matheus e Dalva Matheus. Maria da Gloria Gonçalves de Souza foi sua empregada.

Projeto Tóquio era o grande sonho de Vicente Mateus
Ele tentou várias vezes levar o Corínthinas ao título da Copa Libertadores da América e consequentemente disputar a Taça Intercontinental em Tóquio, mas fracassou. Ele chamava de “Projeto Tóquio”, mas somente 15 anos após a sua morte tal facanha acabou se concretizando.

7277 – Futebol – Corinthians supera o Chelsea e conquista 2° mundial de sua história


Bi Campeão Mundial - Poster dos Heróis
Bi Campeão Mundial – Poster dos Heróis

Corínthians
logo mundial

Com um gol do atacante peruano Paolo Guerrero, o Corinthians venceu o Chelsea por 1 a 0, em Yokohama, no Japão, e faturou o segundo título mundial de sua história. O primeiro foi faturado em 2000. A final foi acompanhada por 68.275 pagantes.
Corinthians supera o Chelsea e conquista 2° mundial de sua história
Com um gol do atacante peruano Paolo Guerrero, o Corinthians venceu o Chelsea por 1 a 0, em Yokohama, no Japão, e faturou o segundo título mundial de sua história. O primeiro foi faturado em 2000. A final foi acompanhada por 68.275 pagantes.
A equipe brasileira quebrou o tabu de nunca ter vencido um time inglês. Agora são três derrotas, um empate e uma vitória.
O Corinthians também encerrou uma hegemonia europeia. Desde 2006, um clube sul-americano não ganhava o torneio. No Japão, o time conquistou o campeonato mais longe de sua sede.
Corinthians e Chelsea entraram com formações diferentes para a decisão do Mundial. No time londrino, o técnico espanhol Rafa Benítez voltou a escalar Ramires, Lampard e Moses. Porém, Oscar ficou no banco de reservas
Na equipe paulista, Tite sacou o meia Douglas para a entrada de Jorge Henrique. A ideia de reforçar a marcação no setor esquerdo do ataque adversário, deu certo no primeiro tempo para o clube brasileiro.
No entanto, o lado direito ofensivo do Chelsea teve liberdade e criou chances para o time inglês. As melhores foram defendidas pelo goleiro Cássio, destaque corintiano na etapa inicial. Ele foi eleito o melhor jogador da partida e da competição.
Em um destes lances, o atleta chegou a fazer uma intervenção com as pernas em cima da linha fatal. Em outro, afastou um tento certo de Moses com as pontas dos dedos.
O Corinthians tentava responder com a velocidade de Emerson e a força de Guerrero, mas as conclusões eram falhas.
Na volta do intervalo, a equipe brasileira foi superior ao rival, porém errava o último passe. Até que aos 23min, após bate e rebate na área do time londrino, Guerrero cabeceou livre para fazer o gol corintiano.
Atrás do placar, Rafa Benítez colocou Oscar, Marin e Azpilicueta nas vagas de Moses, Hazard e Ivanovic. Tite respondeu com as entradas de Matínez e Wallace.
No fim do duelo, o zagueiro Cahill, do Chelsea, ainda foi expulso por ter acertado Emerson sem bola. E Cássio salvou o Corinthians em mais um arremate de Torres à queima-roupa. Mata teve a oportunidade do empate no último lance, mas não conseguiu.

7258 – Mega Clássicos – ET no Cinema


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Filmes com o diretor e produtor, o mestre Spielberg você logo percebe a diferença: eles tem um toque de magia e com ET, de 1980 não foi diferente, a começar por um marcante e inconfundível tema musical e mais uma vez ele emocionou o público.
ET, é considerado um dos maiores sucessos de bilheteria de toda a história do cinema, sendo o primeiro filme a ultrapassar a marca 700 milhões de dólares. Foi a maior bilheteria da história do cinema (sem correção da inflação) por onze anos até ser derrubado por Jurassic Park em 1993, outro filme de Spielberg. Atualmente ocupa a 34º entre os mais bem sucedidos.
Em 2002, o filme foi relançado nos cinemas como parte das comemorações de seus vinte anos de lançamento, em uma nova versão que continha cinco minutos de novas cenas (que tinham ficado de fora na versão original), além de novos efeitos especiais e uma remasterização digital realizada em todo o filme. As armas dos agentes do FBI também foram substituidas por walkie-talkies, através da intervenção de computadores no filme original. Na ocasião do relançamento, entendia-se que a presença de armas num fime infantil seria inadequada, justificando-se a intervenção.
Um alienígena perdido na Terra faz amizade com um garoto de dez anos, que o protege de todas as formas para evitar que ele seja capturado e transformado em cobaia pelo serviço secreto americano. O menino ajuda o ET a regressar ao seu planeta.

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Elenco

Henry Thomas …. Elliott
Drew Barrymore …. Gertie
Dee Wallace …. Mary
Peter Coyote …. Keys
Robert MacNaughton …. Michael
C. Thomas Howell …. Tyler
Pat Welsh …. voz do E.T.
Erika Eleniak …. jovem menina bonita
K.C. Martel …. Greg
Sean Frye …. Steve

Oscar 1983 (EUA)
Vencedor nas categorias de melhor trilha sonora, melhores efeitos especiais, melhores efeitos sonoros e melhor som.
Indicado nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor roteiro original, melhor fotografia e melhor edição.

Globo de Ouro 1983 (EUA)
Vencedor nas categorias de melhor filme – drama e melhor trilha sonora.
Indicado nas categorias de melhor diretor, melhor roteiro e melhor revelação masculina (Henry Thomas).

Grammy 1983 (EUA)
Vencedor na categoria de melhor trilha sonora composta para um filme.

Prêmio Saturno 1983 (Academy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films, EUA)
Vencedor nas categorias de melhor música, melhor filme de ficção científica, melhor roteiro e melhores efeitos especiais.
Indicado nas categorias de melho ator (Henry Thomas), melhor diretor e melhor atriz coadjuvante (Dee Wallace-Stone).

Prêmio Eddie 1983 (American Cinema Editors, EUA)
Indicado na categoria melhor edição.

Academia Japonesa de Cinema 1983 (Japão)
Vencedor nas categorias de melhor filme em língua estrangeira e atuação mais popular (ET).

BAFTA 1983 (Reino Unido)
Vencedor na categoria melhor trilha sonora.
Indicado nas categorias de melhor fotografia, melhor direção, melhor filme, melhor edição, melhor maquiagem, melhor direção de arte, melhor roteiro, melhor som, melhores efeitos especiais, melhor estreante (Henry Thomas), melhor estreante (Drew Barrymore).

Prêmio César 1983 (França)
Indicado na categoria melhor filme estrangeiro.

Prêmio David di Donatello 1983 (Itália)
Vencedor na categoria melhor diretor – filme estrangeiro.

People’s Choice Awards 1983 (EUA)
Escolhido como o filme mais popular.

American Film Institute’s 100 Most Inspiring Movies of All Times (2006)
Classificado em sexto lugar entre os cem melhores filmes de todos os tempos.

No Brasil, “E.T.” estreou no dia 25 de Dezembro de 1982.
A face do “E.T.” foi elaborada tendo como molde as faces do poeta Carl Sandburg e do cientista Albert Einstein.
O comunicador utilizado pelo “E.T.” no filme realmente funcionava e foi construído por Henry Feinberg, um especialista em ciência e tecnologia.
Durante os testes para a escolha do protagonista de E.T., o Extra-terrestre, Henry Thomas imaginou que seu cachorro tinha morrido e utilizou esta ideia em sua audição para o papel, para transmitir o sentimento de tristeza. Steven Spielberg gostou tanto que terminou chorando durante a audição, e o escolheu para protagonizar o filme.
O ator Harrison Ford fez uma pequena ponta, como o diretor da escola de “Elliot”; no entanto, na edição final do filme, Spielberg decidiu cortar todas as cenas em que ele aparecia, por achar que o personagem era dispensável e servia apenas para distrair o público da história principal.
Quando foi lançada nos Estados Unidos da América, a versão em VHS de E.T., o Extra-terrestre, a fita veio numa capa verde, exatamente para diferenciar as cópias originais das piratas.
Na cena do Halloween, pode-se ver uma criança vestida como Yoda, personagem da série Star Wars e que tinha aparecido pela primeira vez em O Império Contra-Ataca (1980).
Anos após o relançamento do filme, Steve Spielberg estava pensando fazer a sequencia do E.T o extraterrestre passados 20 anos após o acontecimento, e estava pensando escalar novamente o mesmo elenco do filme original.

Espiritismo e Teledramaturgia – A Viagem


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Foi uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo de 11 de abril a 22 de outubro de 1994, no seu horário das 19 horas, em 167 capítulos. Escrita por Ivani Ribeiro, com a colaboração de Solange Castro Neves, direção de Wolf Maya e Ignácio Coqueiro e direção geral de Wolf Maya.
Contou com Antônio Fagundes, Christiane Torloni, Guilherme Fontes, Maurício Mattar, Andréa Beltrão, Lucinha Lins, Miguel Falabella, Jonas Bloch, Laura Cardoso e Thaís de Campos nos papeis principais.

Enredo
Pego em flagrante num assalto, Alexandre Toledo, um jovem de classe média usuário de drogas e álcool, mata o homem que o surpreende e tenta fugir. Porém, seu irmão Raul e seu cunhado Téo o entregam à polícia. Tem uma irmã chamada Dináh, uma mulher bonita, charmosa e que tem muito ciúme de Téo, seu marido que é bem mais jovem que ela, com quem tem uma filha de 7 anos. Dináh é quem faz tudo para defender Alexandre. Vai procurar o renomado advogado Otávio Jordão para que represente Alexandre, mas se depara com um homem revoltado e disposto a fazer de tudo para condenar o rapaz, uma vez que o morto era seu melhor amigo. Assim sendo, Alexandre é condenado e preso, sofrendo muito. Para não passar mais de 20 anos sofrendo na cadeia, suicida-se, prometendo vingança “senão nessa vida, na outra”.
Com o suicídio de Alexandre, o médico e amigo da família Dr. Alberto Rezende põe-se a tentar ajudar a mãe dele, Dona Maroca, e a todos da família, dada a tragédia. Alberto é apaixonado por Dináh, mas depois volta suas atenções para Estela, irmã de Dináh, Raul e Alexandre. Estela tem problemas com sua filha adolescente Bia, que criou sozinha já que o marido, Ismael Novaes, é um mau caráter que a abandonou com a filha pequena. Porém, depois de anos de ausência, ele reaparece e passa a influenciar negativamente a filha contra a mãe.
Do lado cômico da trama existe a pensão de Dona Cininha, onde vivem Tibério, um bondoso funcionário público amigo de Estela e que acredita ter um amigo imaginário; Adonay, um homem misterioso apelidado de “Mascarado”, que esconde seu rosto horrivelmente deformado num acidente de adolescência; e o folgado Agenor, pai da jovem Lisa.
O Dr. Otávio, com quem Dináh passa a viver uma relação de ódio, culpando-o por tudo de ruim que aconteceu a seu irmão, é viúvo e pai de dois filhos: o jovem Tato e o garoto Dudu. Todavia, Alexandre, no vale dos suicídas, um lugar de dor e sofrimento para os que se matam, passa a atormentar a vida de todos, cumprindo o que prometera antes de morrer, como por exemplo deixando Tato drogado e alcoólatra, incentivando-o sem ele saber, para ele ir em prostíbulos e boates, além de bater em mulheres. Ele causa tudo isso para atingir Otávio.
Ele também acaba estragando o casamento de Raul e Andreza influenciando negativamente a sogra de seu irmão, Dona Guiomar, antes uma mulher doce que se torna uma víbora por causa de Alexandre. E ainda torna Téo um marido muito violento com Dináh. Seus principais alvos são o advogado, o irmão e o cunhado.
Dináh e Otávio acabam se apaixonando, bem como Téo e Lisa, ex-namorada de Alexandre que sofria muito por ele além de apanhar muito dele e ser abusada sexualmente quando não queria nada com ele. A única pessoa que se dá conta da malévola influência de Alexandre sobre os vivos é o Dr. Alberto, adepto do Espiritismo, que tenta fazer algo através de suas reuniões mediúnicas.
Morre o advogado Otávio (num acidente de carro provocado por Alexandre) e, depois, morre também Dináh (de um infarto fulminante após reencontrar sua sobrinhia, Bia que estava desaparecida, pois era sua última missão aqui na Terra). Eles se reencontram num lugar chamado “Nosso Lar”, uma colônia espiritual de fato existente para alguns espíritas, onde os espíritos evoluem e aprendem lições de amor e paz. De lá, juntos, com seu amor capaz de superar todas as barreiras, os dois tentam reverter a influência diabólica de Alexandre, que está preso no “Vale dos Suicídas”, sobre os seus entes queridos na Terra. Farão Alexandre perdoar a todos, e ir para colônia “Nosso Lar”, um lugar de paz, amor e evolução espiritual, para que Alexandre reencarne e se torne melhor, além de evoluir espiritualmente.

7249 – O que é a “Imprensa Marrom”?


É uma expressão pejorativa utilizada para se referir a veículos de comunicação (principalmente jornais, mas também revistas e emissoras de rádio e TV) considerados sensacionalistas, ou seja, que buscam elevadas audiências e vendagem através da divulgação exagerada de fatos e acontecimentos, sem compromisso com a autenticidade.
É o equivalente brasileiro e português do termo em lingua inglesa “yellow journalism”. Em ambos os casos registam-se transgressões da ética jornalística.
Nos Estados Unidos, a expressão yellow press surgiu por causa do personagem de histórias em quadrinhos The Yellow Kid, criado por Richard Felton Outcault e um dos focos da disputa entre os jornais New York World e New York Journal American. Como as duas publicações se destacavam também pela competição levada às últimas consequências, os críticos começaram a se referir a ambas como “imprensa amarela”.
A expressão acabou se estendendo a outros jornais que se utilizavam dos mesmos expedientes do New York World: manchetes em letras garrafais, grandes ilustrações e exploração de dramas pessoais.
Há diferentes versões para a mudança de cor na tradução da expressão para o português. Segundo Alberto Dines, o conceito foi utilizado pela primeira vez no Diário da Noite, em 1960. Ao noticiar o suicídio de um cineasta, ele escreveu que a tragédia era resultado da atuação irresponsável da “imprensa amarela”. O suicida havia sido vítima de chantagem por parte da revista Escândalo. O chefe de reportagem Calazans Fernandes, então, mudou para “imprensa marrom”, alegando que o amarelo é uma cor alegre, enquanto o marrom seria mais apropriado por ser a cor dos excrementos.
Embora “imprensa marrom” seja normalmente considerada o equivalente da “yellow press” norte-americana, Leandro Marshall propõe uma diferenciação. Para ele, a imprensa amarela seria uma fase anterior, marcada pelo sensacionalismo, com fatos sendo exagerados nas páginas de jornais apenas com o objetivo comercial de atrair mais leitores. Já a imprensa marrom seria mais caracteristicamente definida como a manipulação da notícia com fins políticos.
Outros autores, porém, argumentam que o escândalo, a intriga política e a chantagem já faziam parte dos métodos utilizados pelos primeiros jornais sensacionalistas.

7248 – Jornal Notícias Populares


NP jornal mentiroso

Popularmente conhecido como o jornal que “você torce, sai sangue”. Muito sensacionalista, misturava mentiras com algumas verdades para confundir os leitores.
Foi um jornal que circulou em São Paulo entre 15 de outubro de 1963 e 20 de janeiro de 2001e era conhecido por suas manchetes violentas e sexuais. É considerado até hoje “sinônimo de crime, sexo e violência. Seu slogan era “Nada mais que a verdade”. O jornal era publicado pelo Grupo Folha, mesma empresa que publica os jornais Folha de S. Paulo e Agora São Paulo e publicava o jornal Folha da Tarde.
A decisão de extinguir o jornal foi tomada com o sucesso de programas de televisão como Aqui Agora, que usavam o mesmo estilo do jornal e reduziram o interesse do público pelo mesmo, e o Grupo Folha decidiu concentrar seu jornalismo popular no Agora São Paulo.
O jornal Notícias Populares atraiu muitos desafetos dentro do meio jornalístico, que acusavam o veículo de exagerar nos noticiários e até inventar notícias.

Bebê Diabo
Uma das mais famosas polêmicas em que o Notícias Populares esteve envolvido foi a série de reportagens sobre o “Bebê Diabo”. Na ocasião, jornalistas do NP aproveitaram-se da notícia de que um bebê havia nascido com deformações para inventar uma série de reportagens que iam se desenrolando ao decorrer das edições. Para os leitores os fatos inventados pela redação do periódico eram apresentados como se fossem verídicos.

NP2

Outra polêmica famosa foi quando o NP noticiou o desaparecimento do cantor Roberto Carlos, em 1968. O jornal havia recebido a informação de que um repórter da Rede Record não conseguia entrar em contato com o cantor, que estava em Nova York, fato que a redação do NP usou como pretexto para lançar, em letras garrafais, a manchete “Desapareceu Roberto Carlos”. A manchete fez o jornal vender cerca de 20 mil exemplares a mais.No dia seguinte, o NP voltou a aproveitar-se do mesmo tema ao lançar a manchete “Acharam Roberto Carlos”.

Pelezão
História do indigente que virou “ídolo das madames” após ter sido “violentado” pela “psicóloga tarada de Perdizes”, na madrugada de 28 de agosto de 1984. O caso Pelezão rendeu tantas manchetes quantas teve o “Bebê-Diabo”, que, na metade da década de 1970, mexeu com os nervos e a imaginação dos leitores, seguindo o rastro do filme O Exorcista.

pelezao

Manchetes distorcidas

Uma das principais características do estilo NP era distorcer fatos de forma a criar manchetes polêmicas que atraíssem a atenção dos leitores. Algumas das polêmicas manchetes que o jornal publicou foram:
“Bicha põe rosquinha no seguro”
“Aumento de merda na poupança”
“Broxa torra o pênis na tomada”
“A morte não usa calcinha”
“Churrasco de vagina no rodízio do sexo”
“Traficantes derrubam avião no Jd. Ângela” (o avião no caso, é uma gíria para os garotos que repassam a droga entre o consumidor e o traficante)
Sucuri virou churrasco

7243 – Instrumentos Musicais – O Saxofone


Partes-de-Saxofone

Também conhecido popularmente como sax, é um instrumento de sopro patenteado em 1846 pelo belga Adolphe Sax, um respeitado fabricante de instrumentos, que viveu na França no século XIX. Os saxofones são instrumentos transpositores, ou seja, a nota escrita não é a mesma nota que ouvimos (som real ou nota de efeito). A maior parte dos saxofones são em B (como o sax tenor e o soprano) ou em E (como o sax alto e o barítono).
Ao contrário da de muitos dos modos de instrumentos tradicionais, que para chegar ao seus formatos atuais foram evoluídos de instrumentos mais antigos, dos quais muitas vezes não se conhece o inventor, o saxofone foi um instrumento deliberadamente inventado. Seu inventor foi o belga Antonie Joseph Sax, mais conhecido pela alcunha de Adolphe Sax. Filho de um fabricante de instrumentos musicais, Adolphe Sax aos 25 anos foi morar em Paris, onde começou a trabalhar no projeto de novos instrumentos. Ao adaptar uma boquilha semelhante à do clarinete a um oficleide, Sax teve a ideia de criar o saxofone. A data exata da criação do instrumento foi em 28 de junho de 1840.
Ao longo do tempo, diversas modificações foram feitas, como a chave de registro automática, introduzida no início do século XX em substituição às duas chaves de registro que deveriam ser alternadas manualmente pelo instrumentista. Entretanto, as características gerais do instrumento permanecem as mesmas dos originais criados por Adolphe Sax.
É um instrumento fabricado em metal, geralmente latão, com chaves, numa mecânica semelhante à do clarinete e à da flauta. É composto basicamente por um tubo cônico, com cerca de 26 orifícios que têm as aberturas controladas por cerca de 23 chaves vedadas com sapatilhas feitas de couro e uma boquilha que pode ser de metal ou de resina, na qual se acopla uma palheta de bambu ou de material sintético.

A família do saxofone é extensa. Todos os membros compartilham a mesma digitação e a escrita é sempre em clave de sol, variando a transposição de acordo com o registro do instrumento. Dentre os sete instrumentos originalmente produzidos, há:
Saxofone sopranino – É o membro mais agudo da família dos saxofones. É afinado em E♭ ou, raramente, em F. Seu corpo é reto.
Saxofone soprano – É o integrante mais agudo do quarteto de saxofones clássico. Afinado em B♭. Há também sopranos afinados em C, mas são muito raros. O tradicional é o de corpo reto, mas há também sopranos curvos.
Saxofone alto – Um dos tipos mais comuns de saxofone. De registro médio-agudo, tem a tessitura próxima à da viola. É afinado em E♭.
Saxofone tenor – Também é um instrumento muito comum. Tem registro médio-grave. Afinado em B♭. Há também os afinados em C.
Saxofone barítono – É o integrante mais grave do quarteto de saxofones clássico. Afinado em E♭. É comum encontrar barítonos com uma nota a mais para o grave (A grave, que soa C), recurso raramente encontrado em saxofones mais agudos.
Saxofone baixo – Muito utilizado em bandas sinfônicas e em grandes conjuntos de saxofones. É afinado em B♭. Também pode contar com recurso do A grave (que soa G).
Saxofone contrabaixo – É o membro mais grave da família original do saxofone. É afinado em E♭.
O projeto de Adolphe Sax previa um instrumento ainda mais grave que o saxofone contrabaixo, entretanto, esse instrumento não chegou a ser produzido.

A boquilha é a peça que se encaixa na extremidade mais fina do saxofone e na qual é fixada a palheta. Seu funcionamento é semelhante ao de um apito, que gera as vibrações que irão percorrer o corpo do instrumento. As boquilhas podem ser fabricadas em diversos materiais: massa plástica, metais, acrílico, madeira, vidro e até mesmo osso, contudo as de massa plástica e de metais são as mais utilizadas.
O formato das boquilhas também pode variar, tanto externamente quanto internamente. Alterações nos formatos implicam alterações significativas do som produzido, e devido a este fato, a escolha da boquilha é uma decisão muito pessoal para cada saxofonista. Não existe um padrão entre as fábricas e cada fabricante produz, geralmente, boquilhas com várias aberturas.
A palheta está para o saxofone assim como a corda está para os instrumentos de corda. Ela é a responsável pela emissão do som pelo instrumento. Ao soprarmos a boquilha, é gerada uma coluna de ar que faz vibrar a palheta, produzindo o som.
As palhetas são fabricadas com madeira, geralmente cana ou bambu, porém palhetas sintéticas, como a Fibracell, feita de um material de fibra e a Légere e Bari, confeccionada em acrílico. Existem numerações para determinar o nível de dureza e de resistência à envergadura de uma palheta, mas esta numeração não é padronizada, varia de fabricante para fabricante. Quanto mais dura é a palheta, maior é o esforço para a emissão da nota, contudo menor é o esforço para manter o controle da afinação.

Os mais conhecidos fabricantes de saxofones no mundo são Buffet Crampon, Julius Keilwerth, Leblanc (Vito), Jupiter (Habro), Selmer, Conn, Cannonball, King, Buescher, Martin, Yamaha, e Yanagisawa. Já dentre os fabricantes de boquilhas estão Selmer, Claude Lackey, Rico, Dukoff, Yanagisawa, Meyer, ARB, Otto Link, Meyer, Beechler, Bari e Vandoren. Os principais fabricantes de palhetas são Vandoren, Rico, Fibracell, Platicôver e Gonzales.
Um dos fabricantes de saxofones mais respeitados pelos saxofonistas é a companhia francesa Selmer Company, que conquistou a preferência de grandes saxofonistas como John Coltrane – que celebrizou o tenor modelo Mark VI – e Coleman Hawkins. Também há modelos famosos, como os da Conn: New Wonder, Lady Face, NAked LAdy; da King: Super20 e King Zephyr; da Buescher: Big B e Top Hat and Cane.
Dos fabricantes orientais, o destaques são Yanagisawa e Yamaha. Atualmente, diversos fabricantes chineses, como Eagle e Dolphin fabricam saxofones de qualidade inferior aos demais e que tem um tempo de vida muito curto, além disso, sua qualidade sonora pode variar muito de um exemplar para outro e também ao longo do tempo.

7242 – Cinema – O Mundo de Andy


o mundo de andy

Se você esperava humor, vai se surpreender com um drama

O Mundo de Andy) é um filme norte-americano de 1999, dirigido por Milos Forman e que tem Jim Carrey no papel de Andy Kaufman.
A produção do filme começou três anos antes do lançamento com pesquisas e entrevistas com amigos, familiares e até mesmo inimigos de Andy Kaufman para que o roteiro ficasse o mais próximo possível da conturbada vida de Kaufman.
Apesar de figurar na categoria comédia, o filme mostra o drama da vida de um artista que queria se superar e não aceitava convenções. Andy Kaufman sonhava alto. Queria ser o maior artista do mundo e se esforçava para isso interpretando durante toda sua vida inúmeros papéis diferentes. O filme tenta de forma dramática e ao mesmo tempo engraçada mostrar quem de fato foi Andy Kaufman.
O filme destacou-se pela intensidade da interpretação de Jim Carrey no papel de Kaufman e pela excelente trilha sonora contando com músicas do próprio Andy Kaufman e canções da banda norte-americana R.E.M.
Man on the Moon foi premiado com Globo de Ouro de Melhor Ator em Comédia/Musical (Jim Carrey) e foi ainda indicado na categoria de Melhor Filme em Comédia/Musical.
Ganhou também o Urso de Ouro de Melhor Diretor, no Festival de Berlim.

7208 – Mega Stars – Madonna


Você está no ☻ Mega Arquivo

madonna

Madonna Louise Veronica Ciccone (Bay City, 16 de agosto de 1958), mais conhecida como Madonna, é uma cantora, compositora, atriz, dançarina, empresária e produtora musical e cinematográfica norte-americana. Ela se mudou para Nova Iorque em 1977 para seguir a carreira na dança moderna. Após se apresentar nos grupos musicais Breakfast Club e Emmy, ela lançou seu álbum de estreia em 1983. Em seguida, uma série de álbuns bem sucedidos a trouxeram popularidade, quebrando as barreiras do conteúdo lírico da música popular tradicional e da imagem em seus videoclipes, que se tornaram constantemente exibidos na MTV. Ao longo de sua carreira, várias de suas canções se tornaram bastante lembradas e executadas, entre elas “Like a Virgin”, “Papa Don’t Preach”, “Like a Prayer”, “Vogue”, “Frozen”, “Music”, “Hung Up” e “4 Minutes”.
Madonna tem sido elogiada pela crítica por suas produções musicais diversificadas que servem ao mesmo tempo como meio de chamar atenção para controvérsias religiosas e sexuais.
Sua carreira foi reforçada por participações em filmes que começaram em 1979, apesar dos comentários mistos.
Ela ganhou aclamação da crítica e um Globo de Ouro de Melhor Atriz em Comédia ou Musical por seu papel em Evita, mas tem recebido duras críticas por outros papéis no cinema. Outras ocupações de Madonna incluem ser escritora de livros infantis, diretora de cinema, produtor,desenhista de moda e empresária, sendo nesta última, tendo destaque com a fundação da Maverick Records em 1992. Em 2007, ela assinou um contrato de 120 milhões de dólares com a Live Nation.
Já vendeu mais de 300 milhões de discos no mundo inteiro e é reconhecida como a Artista musical feminina mais bem sucedida de todos os tempos pelo Guinness World Records. De acordo com a Recording Industry Association of America (RIAA), ela é a segunda mais vendida nos Estados Unidos, atrás de Barbra Streisand, com 64,5 milhões de discos certificados. Em 2008, a revista Billboard numerou Madonna na segunda posição, atrás apenas dos Beatles, na lista de maiores artistas de todos os tempos do Hot 100, fazendo dela a artista solo mais bem sucedida na história das paradas da Billboard. Ela também foi introduzida no Rock and Roll Hall of Fame no mesmo ano. Considerada uma das “25 mais poderosas mulheres do século passado” pela Time por ser uma figura influente na música contemporânea, Madonna é constantemente chamada de “Rainha do Pop” e é conhecida por estar constantemente reinventando sua música e imagem, e por manter um nível de autonomia dentro da indústria fonográfica.
Sua mãe morreu de câncer de mama aos 30 anos em 1963. Meses antes da morte de sua mãe, Madonna havia notado mudanças no comportamento e personalidade da dona de casa. Ela estava atenta, embora ela não entendia a razão. Sra. Ciccone, não encontrando maneiras para explicar sua condição médica terrível, muitas vezes começava a chorar quando questionada por Madonna, altura em que Madonna respondia com um abraço fraternal em sua mãe. “Lembro-me sentindo mais forte do que ela era”. Madonna lembra: “Eu era tão pequena e ainda assim eu senti que ela era a criança.”
Depois de se formar, ela recebeu uma bolsa de estudos de dança na Universidade de Michigan. Ela convenceu o pai a deixá-la a ter aulas de balé, e foi persuadida por Christopher Flynn, seu professor de balé, para trilhar uma carreira na dança. No final de 1977, ela abandonou a faculdade e se mudou para Nova Iorque. Ela tinha pouco dinheiro e trabalhou como garçonete no Dunkin’ Donuts e com grupos de dança moderna.”Foi a primeira vez que eu tinha tomado um avião, a primeira vez que eu andei de táxi. Cheguei aqui com 35 dólares no bolso. Foi a coisa mais corajosa que eu já fiz.”, disse Madonna. Ela começou a trabalhar como dançarina de apoio para outros artistas consagrados. Embora tenha atuado como dançarina para o disco do artista francês Patrick Hernandez em sua turnê mundial de 1979, Madonna se envolveu romanticamente com o músico Dan Gilroy.
Madonna assinou um contrato com a Sire Records, um selo pertencente à Warner Bros Records. Seu primeiro single, “Everybody”, foi lançado em 06 de outubro de 1982, e se tornou um hit nas pistas de dança.
Benitez remixou a maioria das faixas produzidas, além de “Holiday”, que foi o seu terceiro single. O som global de Madonna é dissonante, sob a forma de disco sintético, e utilizando algumas das novas tecnologias da época, como o uso da drum machine, e de sintetizadores Moog e OB-X. O álbum alcançou a posição número oito na Billboard 200, tendo vendido cerca de dez milhões de cópias, e emplacou os hits “Holiday”, “Borderline” e “Lucky Star”.
Aos poucos, seu estilo e roupas, suas performances e os vídeoclipes de suas músicas começaram a influenciar o público feminino. Seu estilo tornou-se uma tendência de moda feminina da década de 1980. Ela foi criada pelo estilista e designer de jóias Maripol e o olhar consistiu em tops de renda, saias sobre calças capri, meia arrastão, levando jóias de crucifixo, pulseiras e cabelos descoloridos. Ela alcançou o reconhecimento mundial após o lançamento de seu segundo álbum de estúdio, Like a Virgin, em 1984. Ele liderou as paradas em vários países e tornou-se seu primeiro álbum número um na Billboard 200. A faixa-título, “Like a Virgin”, conquistou o topo da Billboard Hot 100 por seis semanas consecutivas.
Em 1985, Madonna entra na carreira cinematográfica, começando com uma breve aparição como cantora no filme Vision Quest, um drama romântico. A trilha sonora teve um single número um na Billboard Hot 100: Crazy For You.
Ela também apareceu na comédia Procura-se Susan Desesperadamente (1985), um filme que introduziu a música “Into the Groove”, seu primeiro single número um no Reino Unido.
True Blue, terceiro álbum de estúdio de Madonna, foi lançado em junho de 1986. O disco obteve três singles número um na Billboard Hot 100: “Live to Tell”, “Papa Don’t Preach” e “Open Your Heart”, e mais dois no Top 10: “True Blue” e “La Isla Bonita”.
O álbum chegou ao topo das paradas em mais de 28 países a nível mundial, um feito sem precedentes na época. A revista Rolling Stone foi no geral, favorável com o esforço, escrevendo que o álbum possui “sons que vem do coração.”
No ano seguinte, estréia o segundo filme estrelado por Madonna: Who’s That Girl. Ela contribuiu com quatro canções para a trilha sonora, incluindo a faixa título e “Causing a Commotion”.
Mais tarde naquele ano, ela lançou um álbum de remixes de sucessos passados, intitulado You Can Dance, que chegou a posição #14 na Billboard 200.
Em janeiro de 1989, Madonna assinou um contrato com a fabricante de refrigerantes Pepsi. Em um dos comerciais gravados, ela estreou sua canção “Like a Prayer”. O vídeo da música correspondente caracterizou muitos símbolos católicos, como estigmas e cruzes em chamas, e desejos sexuais com um santo, levando ao Vaticano para condenar o vídeo. Os grupos religiosos tentaram proibir os produtos comerciais e boicotar a Pepsi. A empresa revogou o comercial e cancelou seu contrato de patrocínio. No entanto, ela foi autorizada a manter sua taxa de cinco milhões de dólares.
Like a Prayer chegou ao número um na Billboard 200 e já vendeu cerca de 15 milhões de cópias em todo o mundo, com 4 milhões de exemplares vendidos apenas nos EUA.
Madonna protagoniza o filme Evita, no qual ela interpretou o papel título de Eva Perón.
Após o nascimento de Lourdes, Madonna se envolveu com misticismo oriental da Cabala. Ela foi apresentada ao misticismo judaico pela atriz Sandra Bernhard, em 1997.
Em Setembro de 2000, Madonna lança seu oitavo Álbum de estúdio, Music, que se caracterizou pelos elementos Dance e Electro semelhantes à Ray of Light, adicionados ao estilo Country, inéditos em sua carreira. O álbum foi bastante apreciado pelo público gay.
Seu décimo álbum de estúdio, Confessions on a Dance Floor, foi lançado em novembro de 2005 e estrou em primeiro lugar em todos os principais mercados da música.

Madonna no Brasil
Atuou 7 vezes no Brasil, e é aguardada para mais 4 atuações, totalizando 11. O Brasíl é o país onde ela mais atuou na America Latina.
Madonna atuou no país pela primeira vez com a The Girlie Show em 1993. Foram duas apresentações em São Paulo e Rio de Janeiro, nos estádios do Morumbi e Maracanã, respectivamente. A cantora arrancou gritos histéricos de centenas de pessoas, que não dormiram, e ficaram durante toda a noite na frente do hotel. Em certo momento, Madonna convidou alguns fãs, que assistiram a um ensaio da tour.
Quinze anos depois, ela voltou ao país com a Sticky & Sweet Tour, que veio a se tornar a tour de maior sucesso já realizada na história da música por um artista solo. No Rio de Janeiro se hospedou no hotel Copacabana Palace, para realizar dois shows no Estádio do Maracanã atraindo um público total estimado em 105 mil espectadores. Em São Paulo, a cantora se hospedou no Hyatt, um dos hotéis mais luxuosos da cidade, para realizar três shows no Estádio do Morumbi. Na capital paulista foram vendidos 75.000 ingressos em apenas 2 dias. Cerca de 200 mil pessoas assistiram aos seus três shows na cidade. Durante essa estadia no país, Madonna conheceu o modelo que mais tarde seria seu namorado, Jesus Luz.
Em 9 de novembro de 2009, Madonna retornou ao Brasil para discutir problemas sociais e estudar um projeto de documentário sobre crianças abandonadas. Durante a visita, que durou uma semana, ela visitou a comunidade do Morro Dona Marta, em Botafogo, no Rio de Janeiro.
Em fevereiro de 2010, Madonna esteve novamente no Brasil. Em São Paulo manteve encontro com o então governador do estado José Serra para tratar sobre a implantação de sua ONG Sucess for Kids no Brasil.
Em 2012, Madonna é aguardada para performar 4 shows da The MDNA Tour no país. Serão um show no Rio de Janeiro a ser realizado no Parque Olímpico Cidade do Rock, dois shows em São Paulo, no Estádio do Morumbi e um show em Porto Alegre, no Estádio Olímpico Monumental. Se espera que cerca de 270 mil pessoas assistam em suas apresentações no país.

7200 – Como surgiu o balão dos Quadrinhos?


Representação de fala em história em quadrinhos.
Caracterizado sempre com a ponta direcionada a quem está falando.
Com a popularização dos quadrinhos, na década de 1930, extravasou esse universo e se tornou um símbolo universal de fala.
Hoje, os três maiores sites do mundo, Google, Facebook e YouTube, usam balões em suas páginas, sempre como ícones que indicam alguma forma de interação.
Origem:
Na Europa, no século 10, havia ilustrações com falas escritas em tiras, imitando pergaminhos, ligadas à boca dos personagens. 2. Em 1896, o personagem Yellow Kid, cujas histórias eram publicadas no jornal americano New York World, foi o primeiro personagem moderno a usar balões.

7158 – Mega Memória Musical – One Day in Your Life



One Day in Your Life, apesar de não ser um lançamento solo oficial, foi divulgado como um álbum solo “perdido” de Michael Jackson, lançado pela Motown Records em 1981. Alguns chamaram o álbum de lançamento de “estúdio”, enquanto outros o chamaram de uma compilação das gravações de Michael de meados dos anos 70, quando ele estava entre os 15 e 17 anos. Na verdade, algumas das canções foram retiradas de gravações do Jackson 5 para completar o disco. A Motown admitiu mais tarde que o álbum foi uma forma de gerar dinheiro rápido aproveitando o sucesso do disco Off the Wall de Michael. A música-título se tornou um hit mundial, especialmente no Reino Unido.

“One Day In Your Life” – nº 55 no Pop Singles Chart; nº 42 no Soul Singles Chart; nº 1 no UK Pop Chart.
A maioria das canções foi tirada do último lançamento de estúdio de Michael Jackson na Motown, Forever, Michael, enquanto outras foram tiradas de gravações do Jackson 5.

7151 – Cinema – Max, Fidelidade Assassina


Título no Brasil: Max – Fidelidade Assassina
Título Original: Man’s Best Friend
País de Origem: EUA
Gênero: Terror
Tempo de Duração: 97 minutos
Ano de Lançamento: 1993
Elenco
Ally Sheedy … Lori Tanner
Lance Henriksen … Dr. Jarret
Robert Costanzo … Detective Kovacs
Fredric Lehne … Perry
John Cassini … Detective Bendetti
J.D. Daniels … Rudy
William Sanderson … Ray
Trula M. Marcus … Annie
Robin Frates … Judy Sanders
Rick Barker … Mailman
Bradley Pierce … Chet
Robert Arentz … EMAX Security Guard
Cameron Arnett … Dog Catcher #1

Um jornalista se dedica a campanhas para salvar animais vítimas de experiências cruéis em laboratório. Um dia, consegue soltar Max, um cão transformado em cobaia. No entanto, o repórter não sabe que o animal é superdotado, fruto de uma experiência genética, e se transforma numa ameaça para a população. Com auxílio da polícia, o cientista inicia uma perseguição ao cão, antes que comece os seus ataques.

Trilha Sonora – Observe o clássico da Disco como trilha sonora, na íntegra El Coco – Cocomotion

7146 – Charlatanismo: Mr M é fichinha! – Justiça quis ver os “Superpoderes”


Show de mídia na década de 70

Muitos ainda vão se lembrar de UriGeller, suposto mágico israelense que visitou o Brasil em meados da década de 70, entortando facas, garfos e colheres por meio de poderes ditos sobrenaturais. Nesse meio tempo ele saiu um pouco da vista do grande público, mas continuou fazendo bom dinheiro em consultoria (sobrenatural, claro) para empresários crédulos. Teve também a desventura de meter-se com um cidadão americano chamado James Randi, conhecido como O Maravilhoso, O apelido lhe faz justiça — Randi é mágico de profissão, mas mágico honesto, ou seja, não se vangloria possuir poderes sobrenaturais, apenas jeito para realizar truques atraentes. Nas horas vagas, ele se dedica a desmascarar charlatães que pretendem explorar o público garantindo possuir algo mais que simples habilidade motora.
Foi o desejo de desmascarar pregadores religiosos que se diziam capazes de realizar milagres que o fez enveredar, ainda menino, por esse caminho. As biografias de Geller e Randi se cruzaram nos anos 90 — e, como tinha um rendoso nome a zelar, Geller chamou o rival ao tribunal, reclamando compensações por perdas e danos, uma vez que Randi acabara com sua fama de Mandrake. A Corte de Justiça da Flórida onde corria o processo tomou uma decisão por todos os títulos embaraçosa para Geller: ele deveria fazer uma demonstração dos seus superpoderes diante dos juízes. Por medida de precaução, uma câmera de tevê, que se supõe imune a truques e ilusionismos, gravaria todo o evento. Geller, é lógico, desistiu da ação.

Quem é Uri Gueller?
(Tel Aviv, 20 de dezembro de 1946), é um israelense, naturalizado britânico, que se tornou famoso nos anos 1970 ao se clamar paranormal em programas de televisão em que realizava demonstrações de seus supostos poderes paranormais – telecinese, rabdomancia e telepatia. Muitos, com razão, o consideram charlatão.
Tais demonstrações incluíam dobrar colheres, identificar objetos ocultos e parar ou acelerar ponteiros de relógios à distância. Geller afirmava que esses efeitos eram provocados pela força de sua mente e pelo poder de sua vontade e que ele havia recebido esses poderes de extraterrestres. Em seu site, Geller conta a sua versão de como teria conseguido seus alegados poderes.
São muitos os seus críticos, entre os quais se destaca James Randi, segundo o qual Geller não seria dotado de paranormalidade. Para sustentar sua tese, Randi repetiu várias vezes os experimentos de Geller, obtendo os mesmos resultados surpreendentes, mas sempre afirmando ter usado apenas truques e ilusionismo.
Geller levou à justiça várias pessoas que alegavam que ele não possuía poderes paranormais e perdeu em todas as causas.

7144 – Nascido no Copacabana Palace, Zé Carioca completa 70 anos


Você não lhe daria mais do que uns 25 anos. Ele é simpático, falante, caloroso e atento a rabos de saia. Já o chamaram até de ­ ­–como se diz mesmo?– uma lenda viva. E, como toda lenda, sem idade. Mas, para quem é bom de aritmética, Zé Carioca, o irresistível papagaio brasileiro criado por Walt Disney, está fazendo 70 anos.
Sim, ele é da turma de 1942, que produziu também Caetano Veloso, Paul McCartney, Paulinho da Viola, Muhammad Ali, Calvin Klein, Clara Nunes, Nara Leão, Lou Reed, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Martin Scorsese, Tim Maia, o escritor Lobo Antunes e outros cuja vida e obra são de dar inveja. Para Zé Carioca, não será por falta de coadjuvantes ilustres que ele deixará de brilhar no ano de seu nascimento.
Para os que nunca se aprofundaram em sua biografia, aí vão os dados básicos. Zé Carioca foi gerado em 1941, no Rio, num salão do Copacabana Palace temporariamente convertido em estúdio de desenho para Disney e seu pessoal, que colhiam dados para um filme que se passaria aqui e se chamaria “Alô, Amigos”. Disney queria criar um personagem brasileiro para fazê-lo contracenar com seu já famoso pato Donald. E logo encontrou o que procurava: um papagaio.
Estava habituado à ideia arrogante e agressiva que alguns povos, entre os quais o dele, faziam de si mesmos, identificando-se com aves como águias, condores e falcões. Já o brasileiro, estranhamente, parecia sentir-se mais próximo do papagaio: duro, pobre, folgado, preguiçoso e desempregado –mas safo, quase safado, livre, feliz e capaz de aprender tudo rapidinho, inclusive a enrolar os gringos. As dezenas de piadas de papagaio que contaram a Walt no Copa convenceram-no de que o louro devia ser um herói nacional.
Tão carioca que seu gingado e gesticulação copiavam os do violonista José do Patrocínio de Oliveira, Zezinho, que trabalhava com Carmen Miranda nos EUA e era… paulista de Jundiaí. Zezinho até emprestou sua voz e seu sotaque a Zé Carioca “”não só em português, mas em todas as línguas para as quais “Alô, Amigos” (1942) e o fabuloso filme seguinte, “Você Já Foi à Bahia?” (1944), foram dublados. E assim, dessa simbiose, Zé Carioca nasceu universal, como talvez nem Walt tivesse sonhado “”ideal para estrelar gibis, como logo aconteceu nos EUA e, depois, no Brasil, até hoje.

2ª Guerra Mundial e política, tudo a ver
Zé Carioca é o apelido do papagaio José Carioca, criado no começo da década de 1940 pelos estúdios Walt Disney em uma turnê pela América Latina, que fazia parte dos esforços dos Estados Unidos para reunir aliados durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Historicamente esse esforço na América Latina foi chamado de “Good Neighbor Policy” ou Política da Boa Vizinhança.
Teria sido criado pelo próprio Walt Disney dentro do Copacabana Palace Hotel. O desenhista disse que amou tanto o Rio de Janeiro, que tinha que deixar um presente para os cariocas. Hoje o Zé Carioca é mais do que um personagem ou mascote carioca, é um elo entre a Walt Disney World e o Brasil.
Em sua passagem pelo Brasil, uma das coisas que chamou a atenção de Walt Disney foi o personagem como um papagaio antropomórfico, que deveria representar o estereótipo do brasileiro. Zé Carioca foi mostrado como um personagem divertido, festeiro, vagabundo e preguiçoso.
Cinema
O papagaio José Carioca (vulgo Zé Carioca) foi criado para o filme Alô, amigos (Saludos Amigos), de 1942, lançado nos EUA no ano seguinte pela Disney. Antes do lançamento americano tira de jornal foram publicadas com as aventuras do Zé Carioca.
O filme era dividido em quatro partes e mostrava a América do Sul, na qual o Zé ciceroneava Pato Donald na sua visita ao Brasil: apresentou ao pato ianque a cachaça e o samba. O filme foi criado a partir de dados coletados numa visita de artistas dos Estúdios Disney – entre eles o próprio Walt Disney – à América do Sul (que é mostrada em flashes durante o filme).
Os esforços americanos não se limitavam ao Brasil, assim alguns personagens foram criados para um número de países latinos:
Gauchinho Voador, representante da Argentina;
Panchito, representante do México;
José “Zé” Carioca, o querido papagaio, representante do Brasil.
Uma curiosidade cinematográfica sobre Zé Carioca é a confusão que se faz entre ele e o papagaio jurado em Alice no País das Maravilhas.
Zé Carioca é pouco conhecido nos Estados Unidos, mas no Brasil ele possui revista mensal, publicada pela Editora Abril. Os quadrinhos o retratam como o típico malandro carioca, sempre escapando dos problemas com o “jeitinho” característico.
Nos Estados Unidos, foram criados algumas histórias em formato de tira de jornal, desenhadas pelo artista Paul Murry. Nessa série, surgiram os primeiros personagens coadjuvantes do papagaio: Rosinha, seu pai Rocha Vaz, Nestor e o rival playboy do Zé Carioca, conhecido como Luis Carlos (que mais tarde seria substituído por Zé Galo).
No Brasil, o Zé Carioca chegou aos quadrinhos na revista O Globo Juvenil em meados da década de 1940, em julho de 1950, apareceu na capa do primeiro número da revista O Pato Donald, pelas mãos do artista argentino Luis Destuet. Em 1961, já mais bem estruturado em seu “universo”, ganha uma publicação própria com a numeração iniciando no 479 e aproveitando os números ímpares da seqüência do Pato Donald, que permanecia com os números pares daí em diante.
Foi nos quadrinhos brasileiros que sua personalidade mais característica gradualmente foi construída: malandro (alérgico a trabalho), boa gente, caloteiro até a última pena (mantém a forma fazendo os “400 metros rasos fugindo de cobradores”), com a criatividade do brasileiro para seguir levando a vida. Dentre as muitas coisas tidas como preferências nacionais o Zé Carioca só não faz menção (sem, no entanto, descartar) à cachaça, que esteve presente em sua estréia cinematográfica; por outro lado estão presentes a feijoada, a jaca (fruto típico nacional e algo que mais tarde teria nas árvores do quintal do conhecido amigo do Zé Carioca, o Pedrão), o amor pela sua terra (marcante no bairrismo carioca), praia e, em especial, samba e futebol. Mas isso levou tempo.
Quando Zé Carioca estreou nos quadrinhos do Brasil, o volume de histórias disponível não era suficiente para manter o título em banca. A Editora Abril para não cancelar a revista, passou a adaptar histórias do Mickey e do Pato Donald, com os desenhistas da Abril colocando Zé Carioca no lugar desses personagens. Por conseqüência, apareceram histórias onde Zé Carioca contracena com personagens fora do seu universo, mantidos da história original, como Pateta, parceiro de Mickey. Também por conta disso, surgiram Zico e Zeca, sobrinhos do Zé, e criados para ocuparem o lugar de Huguinho, Zezinho e Luizinho. Outra conseqüência foram as freqüentes mudanças na personalidade de Zé Carioca, que se adaptava à história original de onde era copiada.
A produção no Brasil de histórias para o Universo Disney envolveria outros personagens. A primeira história produzida no Brasil com o Zé recebeu o nome de “Zé Carioca, o rei do Carnaval”. Ao contrário das tiras americanas, no início da série brasileira não havia diferenças entre a cidade em que o Zé morava e Patópolis, aparecendo com freqüência os demais coadjuvantes das histórias do Donald, como seus sobrinhos, Tio Patinhas, Professor Pardal e o Gastão. É com o Gastão, aliás, que apareceu uma das mais famosas histórias dessa série, justamente presente na citada edição 479: o sortudo personagem era goleiro de um time de futebol que jogava contra o do Zé Carioca.

Derrocada
Por causa da queda de vendas configurada em todo o comércio de quadrinhos a partir do final da década de 90, com especial ênfase no setor infantil, a Abril praticamente fechou suas redações da área Disney, demitindo artistas consagrados, passando a republicações e lançando apenas alguns especiais (como o aclamado “Zé Carioca no Descobrimento do Brasil”, em virtude dos 500 anos da chegada de Cabral), deixando milhares de fãs órfãos pelo Brasil.
A última história inédita brasileira foi publicada em dezembro de 2001 intitulada “Só com Magia”, do roteirista Rafles Ramos. Depois disso alguma produção esporádica foram feitas para publicações especiais. Existem histórias inéditas do personagem nos arquivos da Editora Abril.

Manual Disney
Lançado o Manual do Zé Carioca, dentre os Manuais Disney, lançados na década de 1970 pela Editora Abril, mais especificamente em 1974 (graças à Copa da Alemanha) e depois em 1978, edição revisada e atualizada (Copa da Argentina). Depois, relançado em 1986 pela Editora Nova Cultural.
O assunto tratado era o esporte preferido dos brasileiros e do próprio Zé, o futebol.
Este mesmo manual e de todos os outros temas e personagens, foram aproveitados para se fazer a Bilbioteca do Escoteiro-Mirim. As capas eram diferentes, mas com o mesmo conteúdo.
O personagem que começou sua trajetória vestindo terno e gravata coloridos, com um chapéu de palha e carregando um guarda-chuva, assumia uma imagem parodiada dos homens de negócio da alta sociedade norte-americana, que sempre se apresentavam com ternos e chapéus pretos com suas bengalas. É importante lembrar que as histórias do Zé Carioca possuíam um estética cômica e que isso também é válido na hora de se tentar explicar as características do personagem, seja nas roupas que vestia, seja em qualquer outro aspecto.
As incoerências e desatualização na composição do Zé Carioca, se explicam pelo fato de que o personagem não foi concebido com o objetivo do formato seqüencial dos quadrinhos, mas sim para um breve curta homenageando a América Latina (que mais tarde tornar-se-iam dois). Não foi pensado no futuro que o personagem teria quando o próprio Walt Disney criou o personagem, que não era um favelado, sequer um caloteiro, apenas um entusiasta do Brasil.
Se até a década de 70 os editores eram — devido à importação ou adaptação das histórias — praticamente obrigados a se ater ao original da Disney, a partir de então, com a organização do estúdio da Abril abriu-se espaço para as mudanças estéticas e psicossociais observadas no personagem devido à crescente influência dos roteiristas e desenhistas brasileiros, dentre os quais é preciso destacar o nome de Renato Canini, que chegou a ser rotulado de “pai” do Zé Carioca.
O cenário de suas histórias é, na maioria das vezes, a Vila Xurupita, no Morro do Papagaio, local onde mora, não precisamente apontada, mas tida pelas demonstrações, como um bairro humilde suburbano do Rio, com vários referenciais para ser uma favela, embora próximo de bairro rico, onde mora sua namorada.
Vila Xurupita Futebol Clube é o time de futebol onde jogam Zé Carioca e seus amigos. Suas cores são rosa e branco.
O Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos de Vila Xurupita é a escola de samba presidida pelo Zé Carioca, tendo como integrantes seus amigos. Também é sediada na Vila Xurupita, e rivaliza com a dissidência Acadêmicos de Vila Xurupita.
Em algumas histórias aparece como sendo parte da elite do carnaval carioca, enquanto em outras como de grupos de acesso bem distantes (chegando à 33ª divisão em uma). Suas cores não são bem definidas, mas tem-se como base o rosa, amarelo e branco, cores do Vila Xurupita Futebol Clube.

7143 – Contos e Poesias – Pinocchio, um simbolismo oculto


Lançado em 1940, Pinóquio é um clássico da Disney que continua a ser apreciado por crianças e adultos em todo o mundo. No entanto, a história dessa marionete de madeira esconde uma alegoria espiritual baseada nos ensinamentos esotéricos, que raramente é discutida.
Por trás da história de uma marionete tentando se tornar um bom menino, ela é uma história profundamente espiritual que tem suas raízes nas escolas misteriosas do ocultismo. Através dos olhos de um iniciado, a história das crianças sobre o “serem bons”, cheio de lições sobre “não mentir”, torna-se uma busca do homem para a sabedoria e iluminação espiritual.
Pinóquio foi originalmente escrito por Carlo Lorenzini (conhecido por seu pseudônimo, Carlo Collodi) entre 1881 e 1883 na Itália. Lorenzini começou sua carreira escrevendo nos jornais (Il Lampione e IlFanfulla), onde muitas vezes usou a sátira para expressar suas opiniões políticas.
Existem muitas diferenças entre o livro Collodi e o filme da Disney. O enredo foi simplificado e Pinóquio se tornou um inocente personagem e não é o desajustado, teimoso e ingrato, do livro original. Todos os elementos são fundamentais no entanto, ainda presentes na adaptação do filme, e a mensagem subjacente permanece intocada.

“Era uma vez, um senhor chamado Gepeto. Ele era um homem bom, que morava sozinho em uma bela casinha numa vila italiana.
Gepeto era marceneiro, fazia trabalhos incríveis com madeira, brinquedos, móveis e muitos outros objetos. As crianças adoravam os brinquedos de Gepeto.
Apesar de fazer a felicidade das crianças com os brinquedos de madeira, Gepeto sentia-se muito só, e por vezes triste. Ele queria muito ter tido um filho, e assim resolveu construir um amigo de madeira para si.
O boneco ficou muito bonito, tão perfeito que Gepeto entusiasmou-se e deu-lhe o nome de Pinóquio.
Os dias se passaram e Gepeto falava sempre com o Pinóquio, como se este fosse realmente um menino.
Numa noite, a Fada Azul visitou a oficina de Gepeto. Comovida com a solidão do bondoso ancião, resolveu tornar seu sonho em realidade dando vida ao boneco de madeira.
E tocando Pinóquio com a sua varinha mágica disse:
__Te darei o dom da vida, porém para se transformar num menino de verdade deves fazer por merecer . Deve ser sempre bom e verdadeiro como o seu pai, Gepeto.
A fada incumbiu um saltitante e esperto grilo na tarefa de ajudar Pinóquio a reconhecer o certo e o errado, dessa forma poderia se desenvolver mais rápido e alcançar seu almejado sonho: tornar-se um menino de verdade.
No dia seguinte, ao acordar, Gepeto percebeu-se que o seu desejo havia se tornado realidade…”

Clássico de Walt Disney
Um filme norte-americano do gênero fantasia, sendo o segundo longa-metragem de animação produzido pelos estúdios Disney no ano de 1940. O filme é baseado em As aventuras de Pinóquio de Carlo Collodi.
A história do filme mostra um velho madeireiro chamado Geppetto que constroi um boneco de madeira chamado Pinóquio (voz de Dickie Jones) que é trazido a vida pela fada azul (Evelyn Venable), que diz ao boneco que ele pode se tornar real se provar sua bravura e lealdade. Depois disso seguem as aventuras do boneco tentando se tornar um menino de verdade, envolvendo diferentes personagens.
O velho Gepeto constrói Pinóquio, um boneco de madeira que Gepeto trata como filho e que deseja se tornar gente. Numa noite estrelada, uma fada azul dá vida a Pinóquio, começando então uma fantástica aventura que vai testar a coragem, a lealdade e a honestidade do boneco, virtudes que ele tem que aprender para se tornar um menino de verdade.
Apesar dos avisos de seu esperto amigo Grilo Falante, Pinóquio se envolve em uma confusão atrás da outra, até que precisa salvar Gepeto, que está preso dentro da barriga de uma baleia.

Pinóquio foi lançado nos cinemas dos EUA em 7 de Fevereiro de 1940 e foi re-lançado em 1945, 1954, 1962, 1971, 1978, 1984 e 1992; no Brasil foi lançado em 26 de Fevereiro de 1940; em Portugal foi lançado em 7 de Outubro do mesmo ano.
Em 1992 o filme foi digitalmente restorado eliminando distorções na trilha sonora e revitalizando as cores. O filme foi lançado quatro vezes em vídeo, três vezes em DVD e teve um lançamento em Blu-Ray, o primeiro lançamento em VHS e Videodisc foi um sucesso de vendas em 1985 (esse lançamento foi remasterizado e re-lançado em 1986).
A Abril Vídeo lançou o VHS do filme no Brasil em Julho de 1993, o primeiro DVD e o último VHS do filme foram lançados em 2001. O último lançamento de Pinóquio foi em 10 de Março de 2009 na Edição Disney Platinum com DVD e Blu-Ray.
Oscar 1940 (EUA)
Indicado nas categorias de melhor trilha sonora e melhor canção, por “When You Wish upon a Star”.

Walt Disney participou de todos os aspectos da produção, especialmente a história. Um problema enfrentado durante a produção foi que os personagens de Pinóquio não tinham o mesmo charme e carisma dos personagens de Branca de Neve e os sete anões, e que o protagonista não era forte o bastante para carregar a história. Depois de seis meses, Disney resolveu parar a produção para resolver o problema, pois ele percebeu que novos elementos tinham que ser adicionados. Como resultado, surgiu o Grilo Falante, a consciência de Pinóquio que ajudaria a guiar o filme ao lado do boneco de madeira.
Oficialmente, Pinóquio é o primeiro filme animado onde foi contratado um escultor para esculpir as maquetes dos personagens, que serviram de guia para os animadores.
Pinóquio teve um orçamento tão alto que o filme perdeu dinheiro em sua estréia original. Parte do fracasso em sua bilheteria inicial foi o estouro da Segunda Guerra Mundial na Europa, pois cerca de 45% da renda de Disney vinha do exterior. O filme conseguiu se recuperar com os relançamentos ao longo dos anos, e hoje é um dos filmes animados de maior sucesso do estúdio.
Pinóquio é tido como o filme mais perfeito tecnicamente produzido por Walt Disney, pela complexidade das técnicas empregadas e seu perfeccionismo.
A dublagem brasileira dos anos 40 do filme é tida como rara, pois os lançamentos em VHS, DVD e Blu-Ray estão com a dublagem da década de 60.
No filme “A.I – Inteligência Artificial”, a Fada Azul aparece como um ícone de salvação e David pensa que como Pinóquio, ela pode transformá-lo num menino de verdade.

Pinócchio série de TV
Em 1972 surge um desenho animado japonês de Pinóquio chamado originalmente de “Kashi no Ki Mokku” e em inglês ficou conhecido como “Saban´s Adventures of Pinocchio”. A série animada foi produzida pela Tatsunoko Productions e apresentado pela primeira vez em 1972 no Japão e depois também em diversos países. O título deste espetáculo também é conhecido em alguns países como “Mokku Woody the Oak Tree”. Nos Estados Unidos foi apresentado todos os domingos pela HBO em 1992. No Brasil esta série foi exibida por diversas emissoras como a Rede Tupi, Rede Record, no SBT, dentro do Programa do Bozo e Show Maravilha, na Rede Globo dentro da TV Colosso e Sessão Aventura.
Esta versão japonesa de Pinóquio contra a história de um boneco de madeira extremamente crédulo, ingênuo, que é trazido a vida por uma fada azul mística. O Pinóquio desta série era mostrado com um personagem cheio de falhas de caráter que tinha que aprender a superar esses defeitos para ser merecedor de se tornar um humano. Algumas dessas falhas incluíam egoísmo, rudeza, insensibilidade, indolência, obstinação, sentir pena de si, estupidez, entre tantas outras.
Pinóquio se mete em toda sorte de encrencas. Durante o quinto episódio, por exemplo, Pinóquio quase fica tentando a cometer um assassinato ao pensar em adquirir um coração de uma criança pensando que dessa forma poderá se tornar um menino real e no décimo episódio, Pinóquio é adotado por um nobre e se torna um Príncipe. Ao entrar em contato com a riqueza e os privilégios, se torna extremamente rude e agressivo com os criados, mostrando a todos arrogância e submetendo outros em perigos somente para sua própria diversão.
Pinóquio é castigado severamente pela fada azul por estes atos egoístas, fazendo com que seu nariz se transforme numa pequena árvore. Pinóquio é expulso nu na selva pelo seu pai adotivo. O episódio termina com Pinóquio lamentando amargamente rastejando nu e com frio. O episódio mostra as seqüelas dos seus atos e Pinóquio acaba se tornando uma pequena árvore com raízes profundas fixadas na terra, não podendo se mover, mas ele é achado eventualmente por um cortador de madeira, que o vende como uma árvore que canta.
Ao longo de toda a série Pinóquio, em parte devido a sua própria delinqüência e desobediência repetitiva, passa a sofrer todo tipo de provações e sofrimentos e é atormentado continuamente, perseguido, tiranizado, humilhado, enganado, ridicularizado e sujeito a todos os desagravos e tratamento do seres sub-humanos e assim vai aprendendo a se tornar mais gentil e bondoso.
No episódio final a fada finalmente realiza o seu grande desejo e transforma Pinóquio num ser humano. O desenho de Tatsunoto era extremamente dramático, enfatizando o sofrimento do boneco, mas isso é típico da cultura oriental, especialmente à japonesa, onde os escritores e roteiros são mestres no “dramalhão” e conseguem fazer chorar até o mais insensível dos homens. Isso não acontece apenas com esse desenho , mas com a maioria dos melodramas japoneses, seja na literatura, teatro ou cinema. Outra famosa série apresentada aqui no Brasil, “Marco” é um exemplo disso.
Todas as cenas dos episódios acontece numa região alpina muito bonita durante o século XIX, com temas místicos que incluem criaturas como vampiros, fadas, bruxas e sereias, animais falando, sem mencionar um boneco vivo. O tema de abertura “Kashi no ki Mokku” (Um carvalho chamado Mokku) é cantando por Kumiko Onoki e o tema de encerramento “Boku wa kanashi ki-no ningyo” (Eu sou um boneco muito triste) por Moon Drops.

7137 – Música – Pointer Sisters



É um grupo feminino de música pop e R&B originário de Oakland que fez sucesso durante as décadas de 1970 e 1980. Durante quarenta anos de existência, o grupo gravou canções dos mais variados gêneros, tais como disco, jazz, bebop, country, soul, funk, dance, new wave e rock.
O grupo se iniciou em 1969, quando as irmãs June e Bonnie Pointer começaram a se apresentar, sem contrato assinado com qualquer gravadora, como a dupla Pointers Pair. Em 1971, as Pointer Pair se transformam em Pointer Sisters com a chegada da também irmã Anita Pointer e elas assinaram contrato com a Atlantic Records. Em 1972, é a vez de Ruth, outra irmã, entrar para o grupo, pouco antes da gravação do primeiro álbum. Em 1977 Bonnie sai do grupo para tentar se consolidar como artista solo, e este se consolidada nas paradas de sucesso como um trio.
Sua discografia é bastante extensa. Confira aqui o sucesso de 1982: So Excited!

7115 – História da Discoteca – Stacy Lattisaw



Ela nasceu em 25 de novembro de 1966 é uma cantora americana de R & B , de dance music e gospel. Desde os anos 1990, com a derrocada da era Disco, ela se dedica exclusivamente a cantar a música gospel, como retorno para suas raízes.
Lattisaw gravou seu primeiro álbum para Cotillion, com a idade de 12 anos, em 1979, sob a direção do produtor de discos Van McCoy . No entanto, em parceria com Narada Michael Walden , ex- baterista da Mahavishnu Orchestra que estava apenas começando uma carreira como produtor, que ela encontrou o sucesso. Sob a direção de Walden, ela teve cinco álbuns de sucesso entre 1981 e 1986.
Lattisaw continuou a gravar em 1980, a assinou com a Motown em 1986. Ela marcou seu único # 1 hit R & B com freqüentes dueto parceiro Johnny Gill , intitulado ” Where Do We Go from Here “, em 1989.
Ao início de 1990, ela decidiu se aposentar da indústria da música e concentrar-se na família.

Trazemos aqui seu maior sucesso, ainda em início de carreira: