8253 – Mega Sampa – ONG empresta bicicletas a quem não consegue pagar condução ao trabalho


pedal social

Retrato de um país de contrastes

Como faz quem arranja um emprego, mas não tem dinheiro para condução antes de receber o primeiro salário? Empresta uma das bicicletas do Pedal Social.
Com o projeto, desde janeiro o Instituto Mobilidade Verde já ajudou 46 moradores em situação de rua, entre eles pessoas que vivem em ocupações de edifícios antigos do centro de São Paulo. É o caso de Benedito Santana, 48, que conseguiu emprego em uma lanchonete na avenida Paulista e usou uma das bicicletas do Pedal Social para chegar ao trabalho durante 30 dias.
O Pedal Social também é uma mão na roda para quem não pode abrir mão de parte do salário com transporte público.
Um morador de Paraisópolis que trabalha em uma empresa de entregas no centro recebe apenas R$ 500 por mês e não tinha como gastar quase um terço do que ganha com ônibus (o valor da passagem está R$ 3 e aumentará em junho, como já anunciou a prefeitura). Agora ele volta para casa de bicicleta e seu salário vai mais longe.
Por enquanto a iniciativa atende moradores do centro e do Cambuci, na região central.
No centro, há 46 bicicletas emprestadas e 80 pessoas na fila. Por isso, as doações são bem-vindas, diz Mendonça, presidente do Movimento Estadual das Pessoas em Situação de Rua de São Paulo, que coordena ali o programa.
No Cambuci, o projeto está começando. Segundo Lincoln Paiva, do Instituto Mobilidade Verde, o bairro foi escolhido porque a ideia era expandir “para regiões onde há cortiços”. Segundo ele, as bicicletas são emprestadas especialmente para famílias que vivem com salário mínimo e precisam economizar o dinheiro da condução. Aos fins de semana, as magrelas ficam disponíveis para jovens e crianças. Lá, a coordenação é do Instituto Brasis.
Segundo Lincoln, o projeto começou com um levantamento em 2010. A ONG entrevistou moradores de ocupações do centro de São Paulo para saber qual era a maior barreira na hora de conseguir um emprego. Descobriu que arranjar um trabalho às vezes não era o mais difícil. “Uma parte desses moradores não conseguia dinheiro para a condução para ir no primeiro mês.”

8018 – Demografia e Urbanismo – Sufoco nas megalópoles


poluição

Esses gigantes urbanos estão crescendo, atraindo milhões que chegam em busca de trabalho, moradia e conveniências da vida urbana. Mas o preço é alto: respirar nestas cidades em expansão está se tornando cada vez mais perigoso à saúde. Os habitantes da Cidade do México são os mais afetados nesse respeito, mas quem mora em cidades como Bancoc, Beijing, Cairo e São Paulo não estão em situação muito melhor. Suas consequências são problemas cardiológicos, respiratórios, neurológicos e até mesmo enfermidades na medula óssea, fígado e rins. O número total de veículos no mundo passa de 1 bilhão e está subindo e medidas preventivas saem muito lentamente do papel. Quem mora nestas cidades se defronta com um sufocamento lento.

7943 – Mega Sampa – Quantas ruas existem em São Paulo?


A maior cidade do país tem precisamente 48 623 logradouros, segundo dados atualizados em fevereiro pela prefeitura. Por logradouro, entende-se qualquer via pública – de becos a avenidas, de passagens subterrâneas a viadutos. Esse número não leva em conta as ruas que ainda não foram cadastradas, que são muitas. “Para que uma rua passe a existir oficialmente, é preciso que o Diário Oficial do Município publique um decreto assinado pelo prefeito. Surgem entre 50 e 100 novas vias públicas na cidade todos os anos. “Com as que são renomeadas, fazemos cerca de 600 atualizações anuais”. Haja criatividade para dar nomes a tantas ruas. Cada via tem uma história, mas a maioria dos paulistanos não faz idéia de o que significam as palavras impressas na tabuleta da rua de sua casa. Essas informações, antes escondidas nos gaveteiros do Arquivo Histórico Municipal, agora estão disponíveis de graça na internet. No site História das Ruas de São Paulo, é possível digitar o nome de um logradouro da cidade e descobrir o que ele quer dizer. “O acervo começou a ser organizado em 1936, quando o escritor Mário de Andrade dirigia o Departamento de Cultura, atual Secretaria Municipal de Cultura”, diz Luís Soares de Camargo, diretor do Arquivo. A equipe de Luís digitou as fichas datilografadas desde então e foi atrás dos nomes que não constavam no acervo. “Fazemos de 20 a 30 atualizações diárias”, diz o historiador. “Já há 50 mil nomes catalogados.” Isso é mais que o número de logradouros da cidade, por um simples motivo: o site lista ruas que não existem mais ou mudaram de nome.

Avenida São João
São João Batista é o protetor das águas. A avenida recebeu seu nome porque os rios próximos, Iacuba e Anhangabaú (hoje canalizados), eram tidos por assombrados pelos índios. Em tupi, iacuba significa “água envenenada” e anhangabaú, “águas do diabo”

Avenida Ipiranga
Ipiranga, em tupi, significa “rio vermelho”. É o nome do córrego que passa perto do local em que dom Pedro I proclamou a independência do Brasil

Viaduto do Chá
É chamado assim porque havia uma grande plantação de chá onde hoje está o Teatro Municipal de São Paulo, próximo ao viaduto. O dono da lavoura era o barão de Itapetininga, nome de uma rua nas redondezas

Avenida Paulista
Homenagem óbvia a São Paulo. A cidade se chama assim porque foi fundada em 25 de janeiro, dia que a igreja reservou para celebrar Paulo, o santo

Avenida Rebouças
O nome da avenida homenageia o engenheiro baiano Antônio Pereira Rebouças Filho, que construiu a ferrovia Curitiba-Paranaguá

Parque do Ibirapuera
Em tupi, ibirapuera quer dizer “madeira podre”. Esse era o nome de uma aldeia indígena fundada em 1560 pelo padre José de Anchieta, na antiga vila de Santo Amaro (hoje um bairro da zona sul de São Paulo)

7807 – Mega Sampa – Parados e sufocados em São Paulo


Poluição, trânsito lento ou totalmente parado, semáforos que não funcionam, indústria de multas, transporte público abarrotado, violência e barbeiragens no trânsito, tudo e muito mais fazem parte do dia a dia dos paulistanos.

Só dói quando a gente anda na rua

Dificuldade em se concentrar é provocada pela ação de monóxido de carbono e do ozônio no cérebro.
Os olhos são vítimas das, mesmas substâncias que irritam o nariz. Os sintomas sao a vermelhidão e a ardência.
Apesar de ser um escudo contra os raios ultravioletas do Sol, quando respirado, o ozônio se junta ao dióxido de enxofre e provoca dores de garganta e tosse.
O primeiro contato com os gases geralmente ocorre no nariz. Quando os óxidos nitrosos, os hidrocarbonetos e o ozônio atingem o órgão provocam principalmente coriza.
O sistema respiratório é o mais afetado pela poluição. A grande culpada é a fuligem, composta de partículas microscópicas (medindo cerca de 0,0005 milímetro) que chegam aos alvéolos pulmonares através da aspiração da fumaça. Na carona, esses grãos carregam substâncias cancerígenas, como os hidrocarbonetos, e óxidos nitrosos, que causam edema pulmonar. Essa invasão aumenta a possibilidade de acessos de bronquite e pneumonia, diminui a defesa do organismo e abre caminho para bactérias e vírus agirem com facilidade.

Há suspeitas de que, com o pulmão trabalhando mal, os problemas cardíacos podem ser agravados pelo monóxido de carbono.

Mais sufoco
Os veículos lançam cinco tipos de poluentes: monóxido de carbono (CO), hidrocarbonetos (HC), uma combinação de óxido nitroso e dióxido de nitrogênio (NOx), dióxido de enxofre (S02) e partículas sólidas (MP). Sob a ação do sol, essas substâncias se misturam com elementos do ar, como óxidos de nitrogênio (NOx) e oxigênio (O2) formando, entre outras coisas, ácido nítrico (HN03) e ozônio (03), um gás que protege a Terra dos raios ultravioleta enviados pelo Sol, mas é nocivo se for respirado. A sujeira volta para o chão – lentamente atraída pela gravidade ou arrastada pelas chuvas.

Até rãs já foram usadas para mostrar o perigo que está no ar. Numa experiência feita há dez anos, forarm colocados filtros numa das avenidas mais movimentadas de São Paulo para coletar amostras de partículas emitidas no trânsito. O material diluído foi aplicado sobre palatos de rã, tecidos que tem cílios semelhantes ao pulmão do homem. Enquanto os cílios do anfíbio ajudam a empurrar alimento para dentro do organismo, os do pulmão empurram partículas nocivas para fora. “Pudemos constatar que o material presente no ar compromete o bom desempenho das células ciliadas, fazendo com que elas não sejam capazes de se movimentar direito”
Respirar pode ser muito arriscado
Preso em um congestionamento, à beira de um ataque de nervos, você gostaria de ter um rolo compressor e passar por cima de todos os outros, certo? Certíssimo. Esse é o primeiro sintoma dos efeitos da poluição no trânsito engarrafado: a alteração de comportamento pela irritabilidade excessiva. Depois, vêm outros problemas. Os olhos começam a lacrimejar, aparece uma ligeira dor de garganta e finalmente o pigarro, produzido pelas mucosas da garganta que tentam defender o organismo produzindo mais secreção. Mas isso é só o começo.

7573 – Mega Sampa – Mananciais em Perigo


Mananciais são todas as fontes de água, superficiais ou subterrâneas, que podem ser usadas para o abastecimento público. Isso inclui, por exemplo, rios, lagos, represas e lençóis freáticos. Para cumprir sua função, um manancial precisa de cuidados especiais, garantidos nas chamadas leis estaduais de proteção a mananciais. Nessas regras, o ponto principal é evitar a poluição das águas, coisa muito difícil de se conseguir em um país como o Brasil. Por aqui, a expansão das grandes cidades aconteceu de forma superbagunçada, comprometendo as fontes d’água próximas às metrópoles. O exemplo mais conhecido – e triste – é o do rio Tietê, que corta a capital de São Paulo e boa parte do interior. Em tese, o mais famoso rio paulista poderia ser um manancial para milhões de habitantes, mas quase 100 anos de poluição acabaram transformando o rio em um enorme esgoto a céu aberto. Para piorar as coisas para os paulistanos, outras importantes reservas de água estão ficando comprometidas. A partir da década de 70, a cidade começou a se expandir em direção à represa de Guarapiranga, com milhares de ocupações clandestinas que despejam esgoto no manancial sem nenhum tratamento. “Hoje, não é viável remover as pessoas de lá. A melhor saída é coletar o esgoto e tratá-lo para diminuir a poluição”, segundo a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Infelizmente, São Paulo não é o único lugar do Brasil onde os mananciais estão em perigo.

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Represa de Guarapiranga (São Paulo, SP)

Poluída pelo esgoto de loteamentos irregulares e favelas, a represa de Guarapiranga sofreu com a explosão demográfica: segundo a Sabesp, a população na região saltou de 330 mil habitantes nos anos 80 para 750 mil no ano 2000. Como resultado, os custos com o tratamento de água aumentaram dez vezes nos últimos 15 anos. Como retirar toda essa gente é inviável, o governo do estado promete investir na urbanização de favelas e aumentar a rede de esgoto no entorno do principal reservatório da cidade.

Bacia do Rio Piracicaba (Interior de São Paulo)

A água desse rio e de seus principais afluentes fica poluída depois de passar na área de grandes cidades como Campinas e Limeira. Mas, antes dessa nojeira toda, a capital paulista “rouba” desse sistema cerca de 50% de sua capacidade de abastecimento. Pior para as cidades populosas do interior: com rios sujos e com pouca água potável, os racionamentos e rodízios de água já começam a se tornar comuns na região.

7545 – Mega Tour – Malibu


malibu

É uma influente cidade em frente a praia, localizada no noroeste do Condado de Los Angeles, na Califórnia, costa oeste dos Estados Unidos. Foi incorporada em 28 de março de 1991.
Apelidado de “o Bu” por surfistas e moradores locais, a comunidade é famosa por suas praias de areia quente, e por ser o lar de muitas estrelas de cinema de Hollywood e outros associados à indústria do entretenimento.
Se espalha por uma faixa costeira de 43 km do Oceano Pacífico, famosa por suas praias de areias quentes propícias aos esportes de verão e ao surf e por ser a moradia de diversas celebridades ligadas à indústria do entretenimento de Hollywood e da Califórnia. Uma popular placa da cidade estampa: “Malibu: A Way of Life” (em português: Malibu: Um Estilo de Vida).
A cidade é cortada pela Pacific Coast Highway, a mais importante auto-estrada expressa da Califórnia, que cruza as famosas praias de Escondido, Zuma, Surfrider e Paradise. No limite oeste da linha costeira encontra-se Pirate’s Cove, assim nomeada por contrabandistas de rum durante a Lei Seca, que a usavam para descarregar suas mercadorias vindas por via marítima para a Califórnia. Devido a este isolamento, a área hoje foi transformada em área de nudismo.
De acordo com o United States Census Bureau, a cidade tem uma área de 51,4 km², onde 51,2 km² estão cobertos por terra e 0,1 km² por água.
Segundo o censo nacional de 2010, a sua população é de 12 645 habitantes e sua densidade populacional é de 246,83 hab/km². Possui 6 864 residências, que resulta em uma densidade de 133,98 residências/km².

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7504 – Aniversário de São Paulo 2013 – Este ano tem bolo no Bixiga


SP-458 ANOS-ANIVERSARIO

Ele voltou, o tradicional e polêmico megabolo no bairro do Bixiga para comemorar o aniversário da nossa grande Sampa.
Tradicionalmente, todos os aniversários de São Paulo são comemorados com um bolo gigante. Para os 459 anos da cidade, a partir das 12h do dia 25 de janeiro, dez mil bolos de 350g cada são distribuídos no bairro do Bixiga.
A festa acontece no trecho entre a rua Rui Barbosa e a praça Dom Orionte. Os bolos são feitos nos sabores chocolate e laranja.
Antes da comemoração do bolo, às 10h, são realizados dois concursos no local, o de mulata mais bonita de São Paulo e um de modelos.
Tudo acontece gratuitamente em comemoração aos 459 anos de São Paulo.

Programação
Sexta-Feira, 25 de janeiro, a programação do aniversário de São Paulo promete agitar os paulistanos. Para comemorar os 459 anos da capital, foram organizados os mais diversos eventos para todos os tipos e gostos.
Os organizadores do festival Lollapalooza preparoram para o dia 25, comemoração também do aniversário da Galeria do Rock, uma série de quatro shows gratuitos na galeria. No line-up estão as bandas Tokyo Savannah, República, Revoltz SP e Name the Band.
No Parque Ibirapuera a fonte multimedia fará um show de luzes, música e imagens mostram a fundação da cidade e seus movimentos econômicos e urbanos ao longo da história. A Casa da Rosas recebe oSampoemas evento que durante todo o dia reúne palestra, espetáculo e improvisação coletiva de poemas.
O MIS traz para o público a 3ª edição do Conexão Cultural, que mistura exposições, show e feira gastronômica. Participam do evento o artista Eduardo Kobra e os chefs Lourdes Hernandez e Paulo Yoller.
No Memorial da América Latina, as 16h, um cortejo de baianas farão uma escultura uma lavagem da escultura de Mão, de Oscar Niemeyer, tudo isso, ao som do espetáculo de samba Samba de Sampa. Já as 19h, o quarteto vocal Trovadores Urbanos fazem uma Serenata para São Paulo com alguns dos maiores clássicos da música popular brasileira.

Esportes
O World Bike Tour chega em sua 5ª edição no Aniversário de São Paulo com uma expectativa de público de mais de é de 8 mil pessoas. O evento circula o mundo inteiro tendo passado por cidades como Madri, Lisboa e Porto.
Já os fãs da corrida poderão participas do já tradicional Troféu Cidade de São Paulo que chega a sua 15ª edição. A largada acontece noParque do Ibirapuera, a partir das 7h50. Uma alternativa para a corrida de rua é a Corrida Vertical, que acontece dentro do edifício Abril. Os participantes tem de subir 30 andares e 672 degraus para finalizar a prova.

Os restaurantes e bares da capital também não ficaram de fora das comemorações. Entre os destaques, restaurante Mercearia do Conde criou um menu especial para o aniversário da cidade inspirado no livro “A Culinária Paulista Tradicional”.
O Felix Bistrot oferece um cardápio especial com elementos que combinam com a cidade de São Paulo, como o Entrecôte ao molho Béarnaise com feijão Tropeiro ou Badejo grelhado sobre Arroz à Portuguesa. Já o Living Lounge Bar&Sushi vai oferecer três receitas tipicamente paulistanas e três drinks criados exclusivamente para celebrar o aniversário de São Paulo.

Cinema
Os fãs de cinema também poderão contar com uma ampla e diversificada programação durante o feriado. Destaque para os filmes indicados ao Oscar que ocupam as maiorias das salas de São Paulo, como Lincoln eO Mestre, que estréiam este final de semana.
Já quem quiser só uma diversão descompromissada com os filhos esta é a chance para assistir algumas animações que já estão em cartaz faz tempo, como A Origem dos Guardiões e Detona Ralph. Se você prefere filmes de ação vá de Jack Reacher, do Tom Cruise, ou O Último Desafio, de Arnold Schwarzenegger.
Já os fãs de arte poderão aproveita para visitar algumas exposições que também abrem as portas durante o feriado. Como Cápsula do Tempo: identidade e ruptura no vestir de Ney Matogrosso, contando detalhes sobre a carreira do cantor, e a 2ª Bienal Internacional Graffiti Fine Art, com ilustrações de naus de 50 artistas diferentes.

7434 – Mega Sampa – As Pragas Urbanas


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As autoridades sanitárias preferem outro conceito: chamá-los de animais sinantrópicos, que vivem junto com o homem contra a sua vontade, aproveitando-se da comida e dos abrigos abundantes na cidade. Transmissores de doenças eles são controlados pela Covisa, cuja subdivisão é o CCZ, o Centro de Controle de Zoonoses. Morcegos, pombos e ratos são as maiores queixas.
Cupins – A cidade é afetada por 2 espécies principais: a de madeira seca e a de subterrânea, sendo que nenhuma é nativa. Suas colônias podem destruir móveis ou mesmo a estrutura de uma casa. A subterrânea causa danos maiores e é a espécie mais comum.
Baratas – A primeira espécie é pequena e habita espaços apertados como frestas, a segunda é maior e chega pelo ralo ou voando. A Periplaneta americana também prefere locais quentes e úmidos e pode transmitir doenças como a toxoplasmose, hanseníase, tifo, disenteria, pneumonia e meningite.
Vede os ralos e feche bem os sacos de lixo.
Ratos – A maior parte das espécies vieram da Ásia à bordo de navios. O contato com sua urina pode transmitir a leptospirose. Com uma gestação que não leva mais do que 24 dias, uma fêmea pode gerar em média 8 filhotes e emprenhar no mesmo dia da procriação. O camundongo (Mus músculos) mede em geral 15 cm, mas a ratazana (Rattus norvegicus), de pelos eriçados e que vive no esgoto, pode atingir 40 cm de comprimento e atacar um ser humano caso se sinta acuada. Já o rato de telhado (RATTUS rattus), anda em fios, árvores e até escala muros. Para evitá-los deve-se vedar o acesso ao interior das casas e recolher a ração dos animais domésticos.
Até 12,4% das casas da cidade são infestadas por roedores segundo a Covisa.
Urubus – Embora se alimentem de materiais em decomposição, podem ser um problema nas cidades, principalmente em regiões próximas a aeroportos. É proibido matar urubus, mas é possível chamar uma empresa especializada para remanejá-los.
Pombos – Chegaram ao Brasil à bordo de navios europeus e se adaptaram ao ambiente urbano, no qual podem viver cerca de 5 anos. As pombas se alimentam de sementes e restos de comida e se proliferaram pela ausência de predadores naturais. Transmitem doenças como a criptocose e a clamidiose, além de dermatites. Matar pombos é crime ambiental e uma lei municipal proíbe as pessoas de alimentá-los. Deve-se proteger o nariz na hora de limpar as fezes.
Escorpiões – São predadores das baratas nas cidades e habitam locais úmidos e sombreados como túmulos, bueiros e calçadas. Uma das principais espécies na cidade é o escorpião amarelo (Tittus serrulatus), cuja ferroada pode ser fatal se atingida em criança ou idoso. Cuidado com roupas e calçados ao vesti-los e usar luvas na hora de manusear materiais de construção.

Morcegos – Tal grupo de mamíferos voadores tem mais de 30 espécies em São Paulo e se alimentam de insetos ou de frutas e se abrigam em telhados, chaminés e dutos de ventilação.
Os hematófagos são encontrados só nos extremos da capital. Caso se sintam ameaçados, podem morder e transmitir raiva. Nunca devem ser tocados. Se um morcego estiver no chão de casa, jogue um pano ou caixa emborcada para baixo para prendê-lo. Suas fezes costumam abrigar fungos causadores de doenças e só devem ser removidas com luvas e máscaras.
Morcegos atacam os Jardins
Eles invadiram o 4º andar de um prédio neoclássico na Alameda Franca e a 3 quarteirões dali um outro na Alameda Jaú. Água com açúcar para atrair os beija-flores também atrai morcegos. Morcegos hematófagos têm fobia a luz, por isso só aparecem na periferia.
Evite o contato de animais de estimação com os morcegos.

7430 – Mega Sampa – O Elevado Costa e Silva (O Minhocão)


Elevado costa e silva

Uma Obra Faraônica

É uma via expressa elevada da cidade de São Paulo, Brasil, que liga a região da Praça Roosevelt, no centro da cidade ao Largo Padre Péricles, em Perdizes.
Foi construído com o intuito de desafogar o trânsito da Avenida General Olímpio da Silveira e da Rua Amaral Gurgel, as quais, por cortar regiões centrais da cidade, não poderiam ser alargadas para ampliar sua capacidade. Assim, a solução seria a construção de uma via paralela sobre os logradouros para que a capacidade de tráfego fosse duplicada.
Idealizado pelo prefeito José Vicente Faria Lima durante seu governo (1965-1969), o “Minhocão” não é considerado por muitas pessoas uma obra de arquitetura, mas sim de engenharia bruta, fato que causou incontestável impacto na paisagem urbana da região central de São Paulo. O projeto fora engavetado de início devido à reação negativa da população local e dos técnicos agrupados em duas centenas de especialistas agrupados em dois consórcios que planejaram o ordenamento básico da cidade para o período 1970-1990.
Desengavetado por Paulo Maluf aconselhado por seus assessores diretos em sua primeira passagem pela prefeitura no ano de 1969. Tentou imprimir sua marca para se contrapor ao aclamado prefeito anterior Faria Lima como um bom administrador público uma vez que aos 38 anos nunca havia assumido um cargo dessa envergadura. O projeto, orçado em Cr$37bi, virou realidade quando após 11 meses de obras o “Minhocão” engoliu o espaço da Praça Roosevelt, na Consolação, até o Largo Padre Péricles, em Perdizes, passando sobre a Rua Amaral Gurgel, a Avenida São João e a sua continuação a Avenida General Olímpio da Silveira.
Passando a cinco metros dos prédios de apartamentos o elevado tem 3,4 quilômetros e liga a região central à zona oeste da cidade. Recebeu diversas críticas, sendo chamado de “cenário com arquitetura cruel” e “uma aberração arquitetônica”. Ainda hoje não é bem visto pela população da região, devido à desvalorização de seus imóveis e à deterioração do local.
No ano de 1976 o Minhocão passou a ser interditado à noite, medida adotada para evitar os acidentes noturnos, que se tornavam rotina, e para a diminuição do barulho na região.
Em 1998 o Elevado Costa e Silva, nome dado desde sua inauguração em homenagem a um dos generais-presidentes do Brasil no período do regime militar e responsável pela indicação que nomeou prefeito Paulo Maluf, teve seus 2.725 metros decorados com pinturas de artistas plásticos. O projeto, batizado de “Elevado à Arte”, foi criado pela Funarte, entidade ligada ao Ministério da Cultura, e custou R$ 500 mil à patrocinadora Porto Seguro Seguros.
“Minhocão” – Elevado Costa e Silva

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Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 6h30 às 21:30h
Domingos e Feriados: Interditado ao tráfego, aberto aos pedestres e ciclistas
Endereço: Largo Padre Péricles, Avenida Francisco Matarazzo, Praça Marechal Deodoro, Avenida General Olímpio da Silveira, Largo Santa Cecília, Avenida São João,Avenida Amaral Gurgel e Praça Franklin Roosevelt.

7395 – São Paulo – Franca, a cidade dos calçados


Vista aérea da cidade
Vista aérea da cidade

Município brasileiro no interior do estado de São Paulo, sede da microrregião de Franca (14ª Região Administrativa de São Paulo) e a 74ª maior cidade brasileira. Localiza-se a 20º32’19” de latitude sul e 47º24’03” de longitude oeste, distante 401 km da capital estadual e a 676 km de Brasília. Possui uma área de 607,333 km², dos quais 84,571 km² estão em zona urbana, e sua população estimada em 2012 é de 323.307 habitantes. É conhecida em todo Brasil como A Capital Nacional do Calçado Masculino.
A história da região denominada Sertão do Capim Mimoso próxima aos Rio Pardo e rio Sapucaí tem início com os bandeirantes: a partir da bandeira do Anhanguera (o filho), em 1722, que construiu o “Caminho de Goiás”, ou “Estrada dos Goiases” que ligava a cidade de São Paulo até as minas de ouro de Goiás, que naquela época pertencia à Capitania de São Paulo.
Começam a surgir, a partir de então, os famosos “pousos” de tropeiros, locais onde os paulistas paravam para descansar – eles e os animais de carga -, durante as viagens que faziam em sua busca pelo ouro no interior do Brasil. O pouso que deu origem à cidade de Franca era conhecida, na época, pelos bandeirantes, por “Pouso dos Bagres”.
O território original da Freguesia da Franca, que fora desmembrado da Vila de Mogi Mirim, abrangia a região de Batatais e estendia-se até Igarapava e Guaíra e era muito extenso. Foi, porém, bastante reduzido com a criação de novos municípios: Batatais em 1839, Igarapava em 1873, Ituverava e Patrocínio Paulista em 1875, São José da Bela Vista em 1948, Cristais Paulista em 1959, Restinga, Jeriquara e Ribeirão Corrente em 1964.
Pela lei provincial nº 21, de 24 de abril de 1856, Franca é elevada à categoria de município e cidade.
Na década de 1830, francanos, especialmente das famílias Garcia Leal, Correia Neves e da família Souza, iniciaram a povoação da região de Santana do Paranaíba no atual Mato Grosso do Sul.
O município recebeu muitos imigrantes. Com a expansão do café para o Oeste Paulista vêm os imigrantes, sobretudo italianos. A partir destes imigrantes, monta-se a primeira indústria da cidade, calçadista, que desenvolve-se principalmente a partir da década de 1920.
Franca participou da Guerra do Paraguai com os Voluntários da Franca e com o famoso Guia Lopes.
Na década de 1890, Franca passa a ser servida pela Estrada de Ferro Mogiana, mas, no início do século XX, o ramal de Franca foi abandonado e os trilhos retirados porque a Estrada de Ferro Mogiana construiu outro ramal, uma variante, ligando Ribeirão Preto a Uberaba sem passar por Franca.
A cidade empenha-se durante a Revolução Constitucionalista de 1932, na qual morreram por São Paulo seis cidadãos francanos.
Atualmente, destaca-se no setor da indústria de calçados masculinos, mas as indústrias calçadistas de Franca já estão dando atenção e produzindo também calçados femininos, ainda que, até hoje, o café tenha ativa participação na economia do município.
A estação ferroviária de Franca foi inaugurada em 1887, sendo esta, na época, um dos objetivos mais importantes a ser atingidos pela ferrovia. Depois da chegada da linha a Casa Branca, em 1878, é que a Companhia Mogiana de Estradas de Ferro passou a avaliar a alternativa de seguir em linha reta para o norte, chegando a essa cidade, mas, graças à expansão muito rápida da nova região de Ribeirão Preto, a companhia decidiu-se por mover a linha para oeste, e somente depois de cruzar o rio Pardo, aí sim, voltar para nordeste para atingir a velha Franca do Imperador. Em Franca cita-se o dia 11 de abril como a inauguração da estação. Pode ter sido uma antecipação dos serviços, que teriam, então, começado 6 dias mais tarde. Em 5 de abril, uma locomotiva a vapor com um carro de passageiros e alguns vagões de lastro inaugurou o prédio e a linha.
O bairro da Estação foi-se desenvolvendo a partir daí: a estação era sempre um centro de recepção de personalidades. Sete anos depois, em 1939, a estação ganhou um prédio novo, mais moderno, estilo “art-noveau”. Com o tempo, entretanto, a linha do Rio Grande foi perdendo a sua importância, reduzindo muito seu movimento. Ainda assim, em 01/06/1969, as oficinas da estação receberam boa parte do que estava sediado na estação de Ribeirão Preto-velha, recém-desativada. Em 01/08/70, porém, pouco mais de um ano depois, o destacamento de tração de Franca foi definitivamente suprimido, com seu pessoal sendo deslocado para outras unidades da ferrovia.
Franca localiza-se na região nordeste do estado de São Paulo e é sede da 14° Região Administrativa do Estado de São Paulo. Faz limite com cidades paulistas como Batatais, Cristais Paulista e Patrocínio Paulista, e divisa com as cidades mineiras de Ibiraci e Claraval.
A cidade apresenta um relevo bastante elevado, com altitude próxima a 1.040 metros, sendo a 4ª cidade mais elevada do estado. Campos do Jordão é a mais alta, construída a 1620 m acima do nível do mar, seguida por Pedra Bela, com 1120 m e Pedregulho, com 1060 m.

Economia
Destaca-se pela relevante agricultura, como centro de uma das mais importantes regiões produtoras de café do mundo, a “Alta Mogiana”. O café produzido nessa região possui alta aceitação nos mercados nacional[24] e internacional, que devido ao clima, solo e altitudes favoráveis fazem da região uma das mais importantes na produção de café brasileiro de alta qualidade.
Grande parte da produção local de café é comercializada por meio da COCAPEC – Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas, que reúne inúmeros agricultores da região e participa das diversas etapas produtivas e de distribuição do café.

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Cidade primordialmente industrial, Franca é a maior produtora de calçados do Brasil e da América Latina, possuindo mais de 1000 indústrias de grande e médio porte, como: Calçados Netto, Calvest, Ferracini, Estival, Samello, Vitelli, Carmen Steffens, Tenny Wee, Amazonas, Mariner, Laroche, PG4, Sândalo, HB, Bull Terrier, Democrata e Opananken, sendo importante observar que tais indústrias são muito bem instaladas e estruturadas, respeitando todas as normas ambientais e também sociais não havendo a participação de mão de obra infantil, tendo um dos maiores centros de ensino e pesquisa no setor coureiro-calçadista contando com centros de Design e formação profissional que são considerados como um dos maiores e mais modernos que existem neste setor, sendo referência nacional e internacional.

Com produção em grande parte destinada à exportação, a cidade leva seus produtos a várias partes do mundo, como EUA, Europa, Ásia e América Latina, sendo que os calçados fabricados em Franca são tidos como de referência mundial em quesitos como conforto, qualidade, tecnologia e design, sendo feitos para diversos segmentos – infantil, feminino e principalmente masculino, assim como acessórios de moda, enfeitando vitrines da alta moda em todo o mundo, e os calçados francanos são destacados pelo alto giro de vendas e lucro para seus revendedores.
A cidade tem experimentado nos últimos anos a diversificação do parque industrial, abrigando também importantes indústrias de confecções, de fundição, de joias e diamantes , metalúrgicas, de alimentos e bebidas, de cosméticos, de móveis entre outras, indústrias essas instaladas numa cidade que conta com um dos mais modernos distritos industriais do Brasil, possuindo toda infraestrutura básica para a instalação de toda e qualquer tipo de indústria numa área de aproximadamente dois milhões de metros quadrados inteiramente urbanizados. Franca é também um dos maiores pólos de lapidação de diamantes do mundo, e no município encontra-se o único escritório do Brasil e da América do Sul especializado em diamantes.
Franca é um importante centro na região de produção e de difusão de conhecimento tecnológico, tendo atraído investimentos na melhoria dos processos de desenvolvimento de softwares comerciais, pela com a instalação de dezenas de pequenas empresas vindas de outras regiões e empresas francanas formadas por ex-estudantes de Cursos de Tecnologia oferecidos por Instituições de Ensino situadas na cidade.
O comércio também se destaca na cidade. Além da população local, grande parte dos moradores da região dependem do comércio francano. Tem importantes empresas como Atacadão,Wal Mart e Makro, dentre outras, e três shoppings: Franca Shopping, Shopping do Calçado de Franca e Street Shopping.
O Shopping do Calçado de Franca atualmente figura como o segundo maior shopping da categoria em toda a América Latina. Possui cerca de 76 lojas com mais de 300 marcas para vendas no atacado e varejo. Encontra-se em Franca a sede do Magazine Luiza, uma das maiores redes varejistas do país.

Franca é uma das pouquíssimas cidades brasileiras que têm 100% de água e esgoto tratados, sempre ficando e alternando entre as 3 primeiras colocações em Saneamento Básico do ranking nacional. A cidade ainda têm, também, 100% dos seus bairros com ruas asfaltadas.
localizado na zona norte de Franca, o Parque Vicente Leporace é o bairro mais populoso da cidade, composto por casas populares inauguradas e entregues a partir de 1982; hoje o bairro conta com escolas, creches, unidades de saúde, conjunto poliesportivo, bibliotecas. Tem como via principal a Avenida Doutor Abraão Brickmann. Abrange os seguintes bairros: Leporace 1, 2, 3, Jardim Pinheiros 1 e 2, Jardim Tropical 1 e 2, Jardim Portinari, Jardim Luiza 1. Tem atualmente o maior corredor de compras da cidade com aproximadamente 200 lojas dos mas variados setores, porém a maioria está com situação irregular, pois foram construídas em áreas onde deveriam ser as garagem dos prédios da CDHU; por este motivo, há anos a Prefeitura de Franca e a CDHU vêm ameaçando derrubar todas as construções irregulares.

Franca conta com importantes instituições de ensino técnico e superior, e é considerada uma cidade universitária.As instituições são:
UNESP – Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”: Cursos de Graduação em Direito, História, Relações Internacionais e Serviço Social; Mestrado em Direito; Mestrado e Doutorado em História e Serviço Social. A faculdade foi criada em 1962, sob a denominação de Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Franca. No ano de 1968, concedeu-se como sede as instalações do Colégio Nossa Senhora de Lourdes, um dos monumentos históricos mais antigos da cidade, situado no centro de Franca. Já em 1976, a faculdade foi incorporada a UNESP, constituindo-se assim o Câmpus de Franca da UNESP. A Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, como é denominada atualmente, possui aproximadamente 1900 alunos e 90 professores. O novo câmpus foi inaugurado em 13 de janeiro de 2009 no Jardim Petráglia.
Uni-FACEF: Centro Universitário de Franca; oferece dez cursos de graduação, sendo oito de bacharelado: Ciências Econômicas, Administração, Ciências Contábeis, Comunicação Social com Habilitação em Publicidade e Propaganda, Matemática para negócios, Psicologia, Turismo e Sistemas de Informação; e dois cursos de licenciatura: Letras e Matemática. Em 2013 a instituição também oferecera o curso de Engenharia de produção .
Faculdade de Direito de Franca: Criada pela lei municipal nº 653, de 8 de agosto de 1957, sancionada pelo Prefeito Onofre Sebastião Gosuen, a Faculdade de Direito de Franca, depois de obter autorização do Presidente da República Juscelino Kubitscheck de Oliveira para funcionamento (decreto nº 43.290, de 28.2.1958), foi oficialmente instalada em 28 de março de 1958, sendo nomeado Diretor o Dr. Benedito de Freitas Lino, advogado da Prefeitura. Foi reconhecida pelo Decreto Federal 50.l26 de 26 de janeiro de 1961. Atualmente 1,4 mil alunos estudam na unidade. É uma importante instituição de ensino jurídico, portadora do Selo “OAB Recomenda”, da Ordem dos Advogados do Brasil. Figura entre as melhores faculdades de Direito do país.
FATEC – Faculdade de Tecnologia de São Paulo: A FATEC “Dr. Thomaz Novelino” funciona no antigo prédio do Colégio Nossa Senhora de Lourdes, no centro da cidade, e oferece os cursos de Desenvolvimento de Sistemas e Gestão da Produção Industrial na modalidade Calçados.
O Museu Histórico Municipal de Franca – José Chiachiri, localizado na rua Campos Sales, está instalado em prédio construído para abrigar o Fórum e a Cadeia Pública em 1896, e passou a abrigar o museu em 1970 . Compõe-se de aproximadamente quatro mil objetos de personalidades da cidade e região. Conta com uma biblioteca de apoio à pesquisa regional. O arquivo caracteriza-se por fontes manuscritas e impressas da Câmara e Prefeitura Municipal de Franca, além de peças de porcelana a desenhos folclóricos, incluindo uma coleção filatélica. Acondicionado em sala climatizada, parte da documentação também se encontra digitalizada.
Outro espaço importante na cidade e que recebe diversas feiras e eventos é o Pavilhão de Exposição Américo Pizzo. A feira de artigos para calçado Francal ocorria neste pavilhão até a sua mudança para o pavilhão de Parque Anhembi, em São Paulo.

Franca

7356 – Cidades Brasileiras – Governador Valadares


PicoIbituruna-GovernadorValadares

É um município brasileiro no interior do estado de Minas Gerais. Pertencente à microrregião de mesmo nome e à mesorregião do Vale do Rio Doce, localiza-se a nordeste da capital do estado, distando desta cerca de 320 quilômetros. Sua população foi contada em 2010 pelo IBGE em 263 594 habitantes,sendo assim o nono mais populoso do estado de Minas Gerais e o primeiro de sua mesorregião e microrregião. Está a 960 quilômetros de Brasília, a capital federal. Ocupa uma área de 2348,1 km². Desse total, 24,3674 km² estão em perímetro urbano.
A maior parte de seu território situa-se na margem esquerda do Rio Doce. O município é servido pela Estrada de Ferro Vitória a Minas, da Companhia Vale do Rio Doce e pela rodovia Rio-Bahia (BR-116). Liga-se à capital do estado pela BR-381.
A cidade ainda se destaca em seu turismo. Em Governador Valadares está o Pico da Ibituruna. Com 1 123 metros de altitude, é um dos pontos mais altos do Leste mineiro. É sede de uma das etapas do Campeonato Brasileiro de Voo Livre sendo que os competidores saltam do Pico, de onde se pode avistar toda a região do Vale do Rio Doce, cujo leito está aos pés do pico. Também sedia vários campeonatos internacionais de voo livre.
A atual cidade de Governador Valadares já possuiu vários nomes antes de chegar a sua atual denominação. Foram alguns deles:
Arraial de Porto de Dom Manuel – 1734
Porto das Canoas – 1808
Santo Antônio da Figueira – 23 de setembro de 1888 (Lei Provincial)
Distrito de Santo Antônio do Bonsucesso – pela Lei Estadual de 14 de setembro de 1889
Figueira – 7 de setembro de 1923, pela Lei 843
Figueira do Rio Doce – 1937 – Decreto do então governador Benedito Valadares
Seu atual nome foi decretado juntamente com sua emancipação, ocorrida em 30 de janeiro do ano de 1938, permanecendo “Governador Valadares” até os tempos atuais, em tributo ao governador Benedito Valadares.

História
O desbravamento de Governador Valadares e região inicia-se por volta do ano de 1573 quando Sebastião Fernandes Tourinho, partindo do litoral brasileiro, subiu pelo Rio Doce até alcançar a foz do Suaçuí Grande, com a finalidade de descobrir ouro e pedras preciosas. Os descobridores encontraram uma série de dificuldades, não só o rio, com seus bancos de areia dificultando a interiorização da bacia, como as impenetráveis florestas, e, mais ainda, a ferocidade dos índios botocudos. Com o objetivo de conter os constantes ataques dos silvícolas, instalou-se no Vale, no local conhecido como Porto de Dom Manuel, uma das seis Divisões Militares do Rio Doce, criadas pela Carta Régia de 13 de maio de 1808.
Em 30 de janeiro de 1938 a cidade teve seu topônimo mudado para Governador Valadares, através do Decreto-lei Estadual n° 148. Nessa data também ocorreu a emancipação política municipal. A partir daí, a cidade passou a ser formada pelos distritos de Governador Valadares (Sede), Brejaubinha, Chonim e Naque. Atualmente, além do Distrito-Sede, Governador Valadares conta com os distritos de Alto de Santa Helena, Baguari, Brejaubinha, Nova Brasília, Santo Antônio do Porto, Pontal, Chonim, Derribadinha, Penha do Cassiano São José das Tronqueiras e São Vitor.
Ao longo do tempo, com o crescimento populacional da cidade, houve a necessidade da expansão dos setores econômico e turístico de Governador Valadares. Em 2 de dezembro de 1999 é inaugurado o GV Shopping.
A cidade tem uma altitude média de 455,85 metros. O ponto culminante do município é o Pico da Ibituruna, que mede 1.123 metros, sendo um dos maiores de todo Vale do Rio Doce. No município predomina um relevo variando entre montanhoso e plano. Cerca de 60% do território valadarense são de mares de morros e montanhas, 25% das terras são montanhosas e nos 15% restantes o terreno é plano.
O clima da cidade é fortemente influenciado pela presença do Pico da Ibituruna, que não somente parcialmente impede a circulação de ar na região, mas também serve como enorme refratário, consideravelmente aumentado a insolação de calor sobre Valadares. É ainda influenciado pelo Rio Doce, que eleva a umidade local e ainda pelas Serras do Espinhaço e da Mantiqueira: as duas cordilheiras travam as frentes frias permitindo que se forme, na região, uma espécie de bolsão de calor, que começa em Ipatinga e vai até Linhares, no Espírito Santo, fazendo com que o clima seja quente durante o ano todo. O clima é portanto quente e úmido. Como na maior parte do país, apenas duas estações podem ser observadas.

Nos últimos anos, Governador Valadares se tornou conhecida pela grande quantidade de pessoas que emigram da cidade para os exterior em busca de melhores condições de vida. Há no município uma grande injeção de dinheiro, por conta desses milhares de imigrantes, localizados em sua maioria, nos Estados Unidos. Pelo lado negativo, é conhecida também como um dos maiores redutos brasileiros de mão de obra clandestina para os EUA. A região convive com a ação dos chamados “cônsules”, pessoas com promessa de agenciar acesso a quem deseja trabalhar em território americano. Há relatos de casos em que os emigrantes clandestinos foram abandonados pelos encarregados de ajudá-los a entrar ilegalmente nos Estados Unidos e tornaram-se vítimas de sequestro, estupro ou homicídio.
O Produto interno bruto – PIB de Governador Valadares é o 153º maior do Brasil, destacando-se na área de prestação de serviços, já que o município não possui nenhuma indústria de grande porte implantada.
Do PIB total da cidade, 365.528 mil são da indústria (setor secundário). Grande parte do valor arrecadado pelas indústrias, vem do Distrito Industrial. Um forte Distrito Industrial/misto está instalado à Oeste do município, distanciando-se cerca de 6 Quilômetros do Centro de Governador Valadares. É um distrito industrial/misto, pois possui empresas de pequeno e médio. Recentemente passou por uma reestruturação e atualmente é administrado pela Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais – CODEMIG. Nele está o Aeroporto de Governador Valadares.
Governador Valadares também possui bastante tradição em extração de minerais raros. Na cidade existem diversas minas e pedreiras especializadas em extrair pedras como esmeraldas, topázios, turmalinas, rubelitas e águas-marinhas.
Como na maioria das médias e grandes cidades brasileiras, a criminalidade também é um grave problema em Governador Valadares.
Para tentar diminuir a criminalidade, a prefeitura tomou diversas medidas. Uma delas foi a criação do chamado “Plano Municipal de Segurança Cidadã de Governador Valadares”. De acordo com a prefeitura, esse plano representa o esforço de todos para construir uma cidade mais fraterna, mais solidária, em que se busca a cultura da Paz e o desenvolvimento sustentável, duradouro e para todos, cujo eixo é a justiça social, a participação popular, a inclusão dos que sempre estiveram à margem. O projeto recebeu apoio de várias entidades, como a Prefeitura Municipal, a Câmara Legislativa, 8ª Região da Policia Militar, 8º Departamento de Polícia Civil, Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Centro Socioeducativo São Francisco de Assis, Núcleo de Prevenção à Criminalidade, dentre outras.
O Museu Histórico do Município de Governador Valadares foi fundado em 1983, com o nome de Museu da Cidade. Abriga uma variada gama de objetos, com um acervo de mais de 1.200 peças, desde instrumentos de suplício (utilizados para castigar escravos), trajes litúrgicos antigos, aparelhos telefônicos, cerâmicas indígenas, documentos e fotografias até pequenas curiosidades como a cópia da Planta Original do Traçado da Cidade.
Futebol
O clube representante do município no Campeonato Mineiro de futebol é o Esporte Clube Democrata (Democrata-GV). A Pantera, como o time é conhecido, já revelou jogadores que tiveram projeção internacional como o atacante Fábio Júnior e zagueiro João Carlos, que tiveram passagens pela Seleção Brasileira. O clube também foi um dos primeiros a ser treinado pelo técnico de futebol Vanderlei Luxemburgo.
Em Governador Valadares há três feriados municipais, oito feriados nacionais e três pontos facultativos. Os feriados municipais o aniversário da emancipação de Governador Valadares, dia 30 de janeiro;o Corpus Christi, que sempre é realizado na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade e Dia de Santo Antônio, padroeiro da cidade, comemorado em 13 de junho. De acordo com a lei federal nº 9.093 de 12 de setembro de 1995, os municípios podem ter no máximo quatro feriados municipais, já incluso neste, a Sexta-Feira Santa.

7278 – Mega Cidades – Tóquio


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Tóquio (em japonês:transl. Tōkyō, literalmente “Capital do Leste”.
é a capital e uma das 47 províncias do Japão. Situa-se em Honshu, a maior ilha do arquipélago. Tóquio possui 12 790 000 habitantes, cerca de 10% da população do país, e a Região Metropolitana de Tóquio possui mais de 37 milhões de habitantes, o que torna a aglomeração de Tóquio, independentemente de como se define, como a área urbana mais populosa do mundo.Tóquio é famosa pela Torre de Tóquio. Foi fundada em 1457, com o nome de Edo ou Yedo. Tornou-se a capital do Império em 1868 com a atual designação.
Sofreu grande destruição duas vezes; uma em 1923, quando foi atingida por um terremoto; e outra em 1944 e 1945, quando bombardeios americanos destruíram grande parte da cidade, sendo que no total foi destruída 51% de sua área e mataram mais de 150 mil pessoas.
Embora Tóquio seja considerada o maior e mais importante centro financeiro do mundo (ao lado de Nova York e Londres), e uma “Cidade Global.
Não há no Japão uma cidade chamada “Tóquio”. Na verdade, Tóquio é designada como uma metrópole.
Mais de oito milhões de pessoas vivem dentro dos 23 distritos autônomos que constituem a parte central de Tóquio. Estes 23 distritos definem a “Cidade de Tóquio”, na opinião da maioria dos especialistas e outras pessoas, possuindo 8 340 000 habitantes. A população de Tóquio aumenta em 2,5 milhões ao longo do dia, devido aos estudantes e trabalhadores de prefeituras vizinhas, que vão à Tóquio para estudar e trabalhar. A população total dos bairros de Chiyoda, Chuo e Minato, que compõem a região central de Tóquio, e onde está localizado o principal centro financeiro do país, é de menos de 300 mil habitantes; porém, mais de dois milhões de pessoas trabalham na região.
Tóquio é o principal centro político, financeiro, comercial, educacional e cultural do Japão. Assim sendo, Tóquio possui a maior concentração de sedes de empresas comerciais, instituições de ensino superior, teatros e outros estabelecimentos comerciais e culturais do país. Tóquio também possui um sistema de transporte público altamente desenvolvido, com numerosas linhas de trens, metrô e de ônibus, bem como o Aeroporto Internacional de Tóquio.
A partir de 1872, começou a construir-se a primeira linha de metropolitano ligando Tóquio com Yokohama e entre 1885 e 1925 construiu-se a Linha Yamanote, linha de metropolitano urbano que é a mais importante de Tóquio na atualidade.
O Grande terremoto de Kanto (Kantō daishinsai?) golpeou Tóquio em 1923, com um saldo de aproximadamente 140.000 pessoas mortas e desaparecidas, 300 mil residências destruídas.
Depois da tragedia iniciou-se um plano de reconstrução que não pode ser completado devido a seu alto custo. Tóquio foi lentamente reconstruída ao longo dos próximos 15 anos. Neste período, bairros vizinhos a Tóquio começaram a desenvolver-se. Em 1932, outros distritos, cidades e vilas vizinhas foram anexadas a Tóquio, formando o seu atual limite municipal.

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Guerra Mundial
Durante a Segunda Guerra Mundial, Tóquio foi intensamente bombardeada a partir de 1942 até 1945. A causa disto, em 1945 a população de Tóquio era a metade que em 1940. Os bombardeios mais pesados atingiram Tóquio em 1944 e 1945, destruindo aproximadamente um terço da cidade, e matando aproximadamente 150 mil pessoas. Milhões de pessoas decidiram abandonar Tóquio. Esta tinha cerca de 7,3 milhões de habitantes em 1940; no final da guerra, a população havia caído pela metade, para cerca de 3,5 milhões. Ao terminar a guerra, em setembro de 1945, Tóquio foi ocupada militarmente e passou a ser governada pelas Forças Aliadas. O general Douglas MacArthur estabeleceu os quartéis da ocupação no que atualmente é o edifício DN Tower.
Tóquio foi novamente reconstruída após o fim da guerra. Porém, esta reconstrução foi desorganizada. Prédios e vias públicas foram simplesmente construídas onde havia espaço. Poucos anos após o fim da guerra, Tóquio novamente vibrava como um centro comercial, e sua população começou a crescer novamente. Em 1947 Tóquio foi reestruturada com a redução de 35 para 23 bairros. Tóquio experimentou o chamado “milagre econômico” durante as décadas de 1950 e 1960. Em 1954 criou-se a segunda linha de metrô com a Linha Marunouchi e em 1961 com a Linha Hibiya.
Em um espaço de 15 anos, a população de Tóquio triplicara, chegando a nove milhões em 1960. Este rápido crescimento eventualmente tornou a Região Metropolitana de Tóquio a área urbana mais habitada do mundo. Em 1958 construiu-se a Torre de Tóquio e em 1964 inaugurou-se a primeira linha de Shinkansen (Tokaido Shinkansen), coincidindo com a celebração dos Jogos Olímpicos de Tóquio.
Em 1966, um plano diretor foi instituído em Tóquio, com o objetivo de minimizar vários de seus problemas. Sistemas de metrô e de trens foram expandidos, leis contra indústrias poluidoras foram instituídas e melhorou-se o sistema de saneamento básico. Muitos arranha-céus foram construídos neste período. Para tentar reduzir a superpopulação da região, o governo japonês incentivou a construção de novas cidades suburbanas, em torno de Tóquio.
Tóquio é o centro da maior região metropolitana do mundo, conhecida como Região Metropolitana de Tóquio-Yokohama. Esta região metropolitana inclui as províncias japonesas de Chiba, Kanagawa e Saitama. Cerca de um quarto de toda a população do Japão vive na região metropolitana de Tóquio.
Na atualidade, Tóquio é um dos mais importantes centros urbanos do planeta. É um dos principais centros financeiros e a capital política do Japão. A cidade tem menos arranha-céus em comparação com outras cidades da sua magnitude, principalmente devido ao risco de terremotos. É por isso que a maior parte dos seus edifícios não tem mais de 10 andares. Tóquio também tem o terceiro sistema metropolitano mais extenso do mundo depois dos metropolitanos de Londres e Nova York.
Tóquio possui mais postos de trabalho e locais de recreação cultural do que qualquer outra cidade do Japão, atraindo muitas pessoas do resto do país (especialmente jovens). Sua densidade populacional é extremamente alta, de 14 mil pessoas por quilômetro quadrado, mais densa que Nova Iorque e o dobro da densidade populacional de São Paulo.
A imensa população de Tóquio cria uma altíssima demanda por residências. No passado, a maioria dos habitantes da província vivia em casas de um ou dois andares, feitas de madeira, cada uma com seu próprio jardim, quintal e capela religiosa. À medida que a população de Tóquio foi crescendo, tais casas foram demolidas, e no seu lugar, edifícios de apartamentos foram construídos. Atualmente, o tamanho médio das residências em Tóquio é de 63m².
De acordo com um ranking de 2007 feito pelo grupo imobiliário Knight Frank e do Citi Private Bank, subsidiária do Citigroup, Tóquio é a quinta cidade mais cara do mundo quanto ao preço dos imóveis residenciais de luxo: 17 600 euros por metro quadrado.
Mesmo assim, a procura por residências continuou a ser mais alta do que a oferta, aumentando preços do terreno e do aluguel – especialmente dentro dos 23 distritos da província. Como resultado, a partir da década de 1970, mais pessoas abandonaram a região dos 23 distritos, mudando-se para Tama (parte da província de Tóquio), ou mesmo para outras cidades vizinhas mais distantes. Em Tama, o governo provincial de Tóquio criou um projeto de residenciamento barato, para famílias de baixa renda. Porém, estas residências estão localizadas muito longe dos principais centros comerciais e industriais, e muitos destes trabalhadores de baixa renda são obrigados a usar o transporte público, e passam por vezes mais de quatro horas somente dentro de algum meio de transporte público.
Tóquio é a cidade com maior produto interno bruto (PIB) (medido pelo seu poder de compra) do mundo, calculado em 2008 em US$1,4 trilhão; Se fosse um país independente, a Tóquio seria, efetivamente, a 12a maior economia do mundo, a frente de países como Espanha, Canadá e Austrália.
Muitas das maiores companhias de eletrônica do Japão fabricam seus produtos em Tóquio, que em sua maioria exportam-se para outros países. Entre elas, destacam a Sony, Toshiba e Hitachi. A imprensa também é uma das principais indústrias da cidade. A maioria das empresas de imprensa e publicação do Japão estam radicadas em Tóquio, assim como a maior parte das revistas e periódicos publicados na prefeitura. Outras indústrias importantes são a petroquímica, fabricação de automóveis, madeireira e telefones movéis. Outros grandes centros industriais localizados na região metropolitana de Tóquio são Yokohama e Kawasaki, ambas grandes produtoras de navios, produtos petroquímicos, automóveis e produtos do ferro e do aço.
O turismo é uma das principais fontes de renda de Tóquio. Milhões de turistas, boa parte deles estrangeiros, visitam Tóquio anualmente. Além de suas muitas atrações turísticas, a cidade também sedia alguns grandes eventos anuais, como a parada dos bombeiros de Tóquio, em 6 de janeiro, ou o Festival de Sanja, na terceira semana de maio e o evento futebolístico o Mundial de Clubes da FIFA.
Por ser um dos principais pontos históricos e culturais do Japão, a prefeitura de Tóquio recebe mais da metade dos turistas internacionais que chegam ao país, (cerca de 58,3 %). Anualmente, 2,6 milhões de pessoas que visitam Tóquio, representando um ingresso anual de dois bilhões de dólares.

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A Torre de Tóquio: uma torre de 333 metros de altura, localizada ao sul do Palácio Imperial.
O Palácio Imperial do Japão: a residência oficial do imperador do Japão. Porém, está aberta ao público apenas duas vezes ao ano, todo 2 de janeiro e no dia do aniversário do imperador. Nesses dias, atrai milhares de japoneses.
Os vários templos budistas de Tóquio atraem milhões de turistas e religiosos todo ano. Os templos mais famosos são o Templo Meiji em Yoyogi e o templo Sensoji em Asakusa.
Os belos jardins e parques de Tóquio atraem muitas pessoas. Um dos parques mais populares de Tóquio é o Parque Ueno, famoso pelas suas raras espécies de flores. O Parque Yoyogi também atrai muitos visitantes.
Futebol
Entre os anos 1980 e 2004 a cidade foi sede da Copa Intercontinental de Clubes, que enfrentava os ganhadores da Copa da Europa (atual Liga dos Campeões) e a Copa Libertadores da América. A partir de 2005 o campeonato internacional passou ao formato de Campeonato Mundial de Clubes da FIFA, cujos clubes de todas as confederações do mundo se enfrentam em Tóquio e Yokohama no mês de dezembro, de 2005 a 2012, exceto em 2009 e 2010, anos em que o mundial se realizará em Dubai (Emirados Árabes Unidos).

7252 – Qual é a maior favela do mundo?


Não fica no Brasil, ufa!
É a comunidade de Kibera, em Nairobi, capital do Quênia, com cerca de 2,5 milhões de habitantes. Como em toda favela, as condições de saneamento, habitação e infraestrutura são extremamente precárias. Pela definição da Organização das Nações Unidas (ONU), favela é um conjunto de moradias em que se vive sem um ou mais dos seguintes itens: água potável, instalações sanitárias próprias, segurança e número suficiente de cômodos. A África é o continente com mais gente nessas condições: 61,7% dos habitantes. Em Serra Leoa, recordista mundial, 97% da população urbana vive em barracos. A Rocinha, maior favela do Brasil, é dez vezes menor do que Kibera, com cerca de 250 mil moradores.

Fonte: Onu

7193 – Existe lixo radioativo em São Paulo


Cerca de 80 toneladas de areia com metais pesados estão num terreno da avenida Miguel Yunes, 115, em Interlagos, na zona sul da capital. E uma pequena parte contém materiais radioativos: urânio e tório. Esse material sobrou da Usina de Santo Amaro (Usam), que funcionava em São Paulo e foi fechada em 1992.
A história começa com a Nuclemon (Nuclebrás de Monazita e Associados), uma estatal criada nos anos 1970 e ligada ao programa nuclear brasileiro. Ela controlava a Usina de Santo Amaro, onde eram produzidas as chamadas “terras raras” – minerais usados para fabricação de produtos eletrônicos, computadores, ímãs e mísseis, por exemplo. A matéria-prima da usina era a chamada areia monazítica, que era extraída do litoral norte do Estado do Rio e levada até a Usam para processamento. Essa areia contém 4 minerais: ilmenita, zirconita, rutilo e monazita. Os três primeiros não são radioativos e têm aplicação na indústria de metalurgia e cerâmica. Já a monazita, além de possuir 60% de terras raras em sua composição, contém tório (5%) e urânio (0,2%).
A usina processou centenas de toneladas de areia monazítica até fechar. O que fazer com os resíduos da Usam? O plano era enviá-los a um depósito em Caldas, Minas Gerais. Mas só parte do material chegou até lá. É que o então governador mineiro, Itamar Franco, proibiu o transporte do lixo radioativo para seu Estado. Assim, a outra parte das areias foi jogada no terreno de Interlagos, onde funcionava a Usin (Usina de Interlagos). E lá permanece até hoje.
Atualmente, o solo está sendo descontaminado pelas Indústrias Nucleares do Brasil (INB), uma empresa ligada ao Ministério de Ciência e Tecnologia. Os rejeitos radioativos estão sendo colocados em bombonas (tambores de plástico resistentes e herméticos) dentro de um galpão de 2 250 m2 que foi construído no próprio terreno. Segundo a INB, eles somam até agora menos de 10 toneladas. E de lá irão para um depósito final, cuja localização ainda será determinada pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). Já a terra contendo minerais pesados está sendo estocada em pilhas na superfície do terreno para futura transferência à unidade de beneficiamento de minerais pesados em Buena, localizada na região de Campos, no Rio de Janeiro.

A INB afirma que sua intenção é transportar tudo para Caldas, mas isso requer um processo de licenciamento complexo. O material vai ter de passar por muitos municípios, e alguns deles não liberam o acesso. Por isso, as negociações são longas. Segundo Valter Mortagua, coordenador da unidade de São Paulo da INB, o trabalho de descontaminação do terreno também é meticuloso e demorado – o que torna difícil prever uma data para o fim das tarefas. “Os materiais estocados na Usin não colocam em risco a saúde da população”, diz Mortagua.

7147 – Mega Sampa – Serpentes invadem a cidade


São Paulo é um ninho de cobras. Essa é a constatação de pesquisadores do Instituto Butantan e da Universidade Estadual de Campinas, depois de cinco anos de estudo. Impressionados com a quantidade de cobras capturadas na capital paulista entregues ao Butantan, sobretudo com número de venenosas entre elas, os pesquisadores resolveram descobrir o que as serpentes estão fazendo no meio dos prédios e do asfalto.
Não há bairro incólume na cidade. Tanto nas áreas nobres, como Higienópolis, Pacaembu e Morumbi, quanto nas periféricas, como Itaquera, Guaianazes e Campo Limpo, costumam ser encontradas a cobra-d’água, a falsa-coral, a dormideira e a cobra-cega, todas não venenosas. Isso é uma novidade, já que a tendência é que haja concentração maior de cobras na periferia, pois ficam obviamente mais perto das matas que circundam a cidade. Quando ocorre um desmatamento na periferia, algumas cobras se dirigem à mata, mas um bom número permanece onde estava, porque o acumulo de lixo e esgoto é a condição ideal para a proliferação da iguaria preferida das cobras — os ratos.
Nos últimos tempos, porém, as serpentes resolveram mudar de ares e começaram a invadir bairros centrais, chegando até a ser encontradas na Praça da Sé, o marco zero da cidade. A hipótese mais provável é que também essas regiões começaram a apresentar boas condições de vida para as cobras — locais úmidos como os esgotos, e abundância de ratos. Surpreendente, no entanto, foi a quantidade de cobras venenosas, como a cascavel, a jararaca e a coral, que estão circulando por São Paulo.
Das cerca de 480 cobras capturadas na capital e recebidas anualmente pelo Instituto Butantan, quase sessenta são jararacas, e cinco são cascavéis ou corais. Esse número espantou a equipe de pesquisadores, que está iniciando uma nova etapa nesse estudo. Serão comparadas a fauna da capital no inicio do século com a atual, confrontando-se os dados de ocupação do solo. A questão é saber se as serpentes peçonhentas sempre estiveram pelas redondezas e decidiram passear pela cidade, ou, do contrário, qual o motivo que as levou a emigrar de algum lugar distante para a capital.

7136 – Cidades do Futuro


Se você esperava viver numa pacata vila do interior nos próximos anos, terá de mudar de planeta. O futuro das cidades é megalomaníaco. Em 2015, deverá ficar pronta a primeira cidade inteligente da Índia, a Royal Garden City, futura moradia de 500 000 empresários, trabalhadores de alta tecnologia e novos-ricos em geral. O projeto do bilionário Manoj Benjamin, um indiano criado no Canadá, está fazendo surgir do nada uma metrópole inteiramente conectada à internet, com 35 000 residências, três distritos – financeiro, industrial e de lazer –, restaurantes, shopping center e escolas. Os 9 bilhões de dólares que estão sendo investidos nessa obra faraônica deverão criar a primeira cidade inteiramente auto-sustentável do mundo. Benjamin confia tanto no sucesso do empreendimento que já tem no papel outras três cidades iguaizinhas.
Caso o bilionário indiano tenha razão, estará confirmando a tendência de um mundo cada vez mais urbano e digital. Nos últimos três séculos, a população nos grandes centros urbanos não parou de crescer. Se em 1700 menos de 10% da população mundial vivia em cidades, hoje a proporção é de 50%. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que, em 2015, o número de megacidades no mundo com mais de 10 milhões de habitantes vai aumentar das atuais 19 para 23. Nos próximos dez anos, 600 cidades terão mais de 1 milhão de habitantes, 400 delas situadas abaixo do Trópico de Câncer. Pelas estatísticas, o futuro está mais para a aglomeração caótica do filme Blade Runner (Ridley Scott, 1982) do que para o alegre cotidiano tecnológico dos Jetsons.
Para sobreviverem, as megacidades do futuro serão obrigatoriamente auto-sustentáveis, com processos eficientes de reciclagem de lixo e conservação da água. Até 2023, a energia solar para uso doméstico, comercial e industrial ficará quatro vezes mais barata do que no início deste século. E vá se acostumando com a idéia de usar o ônibus ou o metrô. Mesmo que os automóveis do futuro sejam menos poluentes e mais econômicos do que os veículos atuais – como planejam as montadoras –, as prefeituras vão dificultar cada vez mais o acesso dos carros particulares ao centro da cidade, como já ocorre em Londres. Em troca, os cidadãos poderão viajar para qualquer direção usando um transporte público limpo, seguro e pontual. Ou mesmo ir a pé, como propõe a organização não-governamental I Walk to School, que nasceu na Inglaterra, há dez anos, com a idéia de incentivar pais e filhos a irem a pé para a escola.
A arquitetura da cidade do futuro promete ser mais amigável aos seus moradores, segundo os especialistas do relatório Delphi. Até 2014, o planejamento e a construção de casas e edifícios com facilidades para crianças e idosos renderão impostos e taxas públicas mais camaradas. Nos próximos 15 anos, os deficientes visuais também ganharão maior autonomia, graças a sensores instalados nas calçadas e nos corredores de prédios, exclusivamente para guiá-los e orientá-los. Outra boa notícia do relatório é que não corremos o risco de viver em gigantescas torres residenciais de 3 000 metros de altura, dividindo espaço com outros 50 000 moradores, como previam os livros de ficção científica do século 20. A tendência vale inclusive para as megacidades de 20 milhões de habitantes. Antes de 2025, pelo menos, as reuniões de condomínio não precisarão ser marcadas no estádio do Maracanã.
Em 2015, haverá no mundo 23 cidades com mais de 10 milhões de habitantes. E 600 cidades terão mais de 1 milhão de habitantes.
• AUTONOMIA
Para sobreviverem, as megacidades serão obrigatoriamente auto-sustentáveis, com processos eficientes de reciclagem de lixo e conservação da água.
• VIDA SOCIAL
Num mundo interconectado digitalmente, as cidades poderão ser auto-sustentáveis não só economicamente, mas também social e culturalmente.
• LAR, DOCE LAR
Graças às novas tecnologias, as pessoas poderão passar mais tempo em casa. Mas a maioria ainda terá de sair para trabalhar.

7101 – Cidade dos Anões – Casta de deserdados no interior do Sergipe


Esta cidade ficou famosa por ter um grande número de anões nos seus povoados. São cerca de 130 anões. Este número é grande porque eles formaram famílias entre si, o que contribuiu para o crescimento da população de anões. Sua população também tem crescido muito pela chegada de moradores novos vindos de outro estado, pela atração da indústria têxtil na cidade.
As crianças de Itabaianinha, a 120 quilômetros de Aracaju, costumam ouvir uma versão local da história da Branca de Neve. Em Itabaianinha, a heroína desmaia e é encontrada por sete “encolhidos”. Ou, nas variantes mais eruditas, por sete “reduzidos”. É assim que os moradores da cidade chamam os anões – e não apenas os anões dos contos de fadas.
Hoje, existem 80 itabaianinhenses adultos com menos de 1,30 metro, índice assombroso para uma cidade de 32.000 habitantes. Carregando apelidos que até lembram Dunga e Soneca, dos sete anões, eles estão por todo lado.
Cientistas da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, descobriram que eles têm uma mutação no fator liberador do hormônio do crescimento, que fica no cromossomo 7.
Com a descoberta, os cientistas podem agora identificar distúrbios do crescimento até mesmo em fetos. “Esses estudos também ajudam no desenvolvimento de terapias genéticas para outras formas de nanismo”, explica um endocrinologista.
Desde 1994, especialistas do Departamento de Endocrinologia da Universidade de São Paulo e da Universidade Federal de Sergipe vinham estudando a ocorrência da anomalia na cidade. O Brasil tem, em média, um anão para cada 10.000 habitantes.
Convidados a ajudar nessa arqueologia, os cientistas da Johns Hopkins fizeram testes de DNA e identificaram a mutação genética. Agora, é possível traçar a genealogia da deficiência.
É uma mutação que apareceu em alguns ancestrais dos “apequenados” – em outra variável do glossário regional – e foi transmitida por causa de uma característica local: os casamentos consangüíneos. Em Itabaianinha, a união de primos com primos e tios com sobrinhos é um costume tão arraigado quanto a cultura da laranja, a base econômica da região. Boa parte da cidade leva o sobrenome Nascimento ou Oliveira de Jesus. É um incesto light, com explicações geográficas. A cidade tem 125 vilarejos rurais. Deles, dezessete são cercados por montanhas e por estradas difíceis, principalmente para uma população que anda em carroças. Segregadas, as pessoas casam entre si e vão repassando a anomalia.
Há casos de lambança genética que ajudam a demonstrar os caminhos da deficiência do hormônio de crescimento, a nomenclatura politicamente correta da anomalia.
Como mostram os livros de biologia, isso quer dizer que uma pessoa só nascerá com o nanismo registrado em Itabaianinha se receber um gene com mutação do pai e da mãe. Se herdar apenas um gene, não será nanica, mas poderá transmitir a deficiência. As pessoas afetadas têm desenvolvimento normal até por volta dos 10 anos. Nessa idade, param de crescer. Por isso, possuem vozes infantilizadas e membros em proporções regulares com o corpo. Não carregam atrofias, como aqueles famosos anões de circo, geralmente vítimas de problemas glandulares.
Os moradores de Itabaianinha receberam as descobertas dos cientistas com pouco interesse. Em alguns casos, até com desdém. “Os cientistas levam nosso sangue para descobrir o que a gente sempre soube: que a semente de anão é eterna. Grande coisa …”, resmunga Ana Francisca de Jesus, a Aninha, 68 anos, 1,20 metro. É um raciocínio lógico, se visto pelo ângulo da cidade. No software itabaianinhense, nascer “amiudado” é como ser vesgo ou ter orelhas de abano. Não é absolutamente normal, mas também não é totalmente anormal.
Enquanto esmiuçavam a mutação, os cientistas das universidades de São Paulo e Federal de Sergipe passaram a ministrar hormônios aos anões mais novos para fazê-los retomar o crescimento. Desde o início do tratamento, dezenove “moderados” tomaram aplicações diárias de um medicamento chamado Norditropin. “A injeção dói, mas espicha”, comemora Edivânia da Fonseca Lima, 18 anos, que cresceu 14 centímetros em três anos.
Por causa do preço das ampolas – 2.500 reais por mês, por pessoa –, apenas nove crianças tomam o hormônio atualmente, bancadas pela Universidade Federal de Sergipe.

7077 – Mega Cidades – Caracas


Oficialmente Santiago de León de Caracas, é a Capital Federal da República Bolivariana de Venezuela, assim como seu centro administrativo, financeiro, comercial e cultural, como cidade capital da Nação e do Distrito Capital. É sede dos Poderes que formam o Estado Venezuelano. Dada a sua importância, é considerada uma cidade global alfa.
A Grande Caracas tem uma população total estimada oficialmente de 5 milhões de habitantes para o ano 2008.
Se encontra na zona centro-norte do país, a uns 15 km do Mar do Caribe, separada deste pelo Parque Nacional El Ávila, mas conectada pela Autoestrada Caracas-La Guaira por tres viadutos elevados que, junto a dois túneis, permitem a conexão da capital com a costa caribenha (Litoral Central da Venezuela) e os principais aeroportos e portos marítimos do país em 20 minutos. Boa parte da cidade é atravesada pelo Río Guaire em sentido sudoeste-nordeste.
A cidade de Caracas foi fundada em 1567 com o nome de Santiago de León de Caracas, pelo explorador espanhol Diego de Losada.
Caracas foi a terra natal de duas proeminentes figuras históricas da América Latina: Francisco de Miranda e “El Libertador” Simón Bolívar.
Em 26 de março de 1812 Caracas foi destruída por um terremoto, que as autoridades locais julgaram como uma punição divina pela desobediência dos nativos à coroa espanhola. A Venezuela se encontrava em plena guerra de indepêndencia. Simón Bolívar, ao saber de tal despautério, respondeu com a famosa frase: “Se a natureza se opõe (à independência), lutaremos contra ela e faremos que nos obedeça”.
Ao longo do século XX, Caracas se tornou um dos centros financeiros da América do Sul, devido principalmente ao desenvolvimento gerado pelas altas divisas do petróleo.

Parque del Este
Um paraíso verde no meio da cidade, onde diversas atividades podem ser feitas. É um parque onde animais típicos da região podem ser vistos num pequeno zoológico. Uma réplica do famoso navio guiado por Cristóvão Colombo, o Santa Maria, está na parte sul do parque. Foi inaugurado em janeiro de 1961 e tem uma superficie de 82 hectares, que faziam parte das fazendas de café San Jose e La Cienaga. É uma obra do arquiteto Roberto Burle-Marx, o mesmo que colaborou nos desenhos dos parques da moderna cidade de Brasília, capital do Brasil.

A cidade de Caracas em sua condição de capital da Venezuela, é sede de numerosas empresas de serviços, bancos, centros comerciais, hotéis, entre outros. Sua atividade é em quase 100% de caráter de serviços efetuando algumas indústrias estabelecidas em sua área metropolitana, principalmente em Los Cortijos, ao leste da cidade e em La Yaguara, no oeste. A cidade capital também é sede da Bolsa de Valores de Caracas, encarregada de operações de compra e venda de instrumentos autorizados para sua negociação no mercado pulsátil.
Também na cidade está localizada as sedes principais dos Petróleos de Venezuela (PDVSA) que é a maior empresa do país, desde onde se negociam todos os acordos internacionais para a distribuição e exportação de petróleo com outros países, alem de mais se encontram os escritórios principais da Empresas Polar, a maior companhia privada do país e a maior empresa produtora de bebidas e alimentos na Venezuela, com um portfólio de marcas líderes e preferidas pelos consumidores do país.
A CANTV, tem sua sede principal em Caracas, é uma das primeiras empresas de telecomunicação venezuelanas. Seus serviços vão desde Telefonia (sendo sua principal filial Movilnet que expande a área de telefonia celular) que é sua principal força, até serviços como venda de computadores, serviços de conexão a Internet Dial-up e conexão a Internet por Banda larga.

Caracas, como capital, é uma cidade muito diversa, já que conta com uma grande quantidade de parques, praças, arquitetura moderna e colonial, igrejas, passeios, bulevares, centros comerciais, etc. Desta maneira, oferece aos residentes caraquenhos e a turistas o melhor de sua cultura e serviços.
A maioria de seus monumentos, edifícios e sítios importantes são de épocas passadas e têm se mantido através do tempo. Um exemplo disto é a Casa Natal de Simón Bolívar, que ainda se encontra em pé apesar de ter mais de 200 anos.
No entanto, Caracas também conta com edificações modernas, como as Parque Central Torres, que são as segundas torres mais altas de América do Sul, depois apenas da torre “O Farol” de Medellín, na Colômbia.
Assim mesmo, Caracas conta com uma série de edificações religiosas repartidas por todo seu território. Algumas das edificações mais conhecidas são a Catedral de Caracas, sendo a primeira igreja construída em Caracas, por volta do ano 1641. Ali mesmo, foi batizado Simón Bolívar.

• Plaza Bolívar de Caracas: a maior praça de toda Caracas, localizada no Casco Central da cidade, na mesma se tem uma homenagem ao Libertador; ao redor dela se encontram a Catedral de Caracas, o Palácio Municipal e o Museu Sacro.
• Plaza Venezuela: é um moderno passeio pedonal e distribuidor viário que abriga vários monumentos, entre eles uma fonte e algumas esculturas, assim como uma importante zona empresarial pelas torres de escritórios que se encontram.

Turismo
La Candelária: é uma zona da cidade, que conta com trilhos empedrados e restos dos carris do bonde elétrico que uma vez cruzou a área. Tem ganhado grande fama por sua diversidade gastronômica, se podem encontrar excelentes restaurantes especializados em comida espanhola, canária e italiana.
• Paseo Los Próceres: é uma extensa avenida que consta de monumentais estatuas, calçadas, escadas, fontes e muros elaborados em mármore, para render honra e tributo aos venezuelanos que lutaram pela liberdade da nação durante a Independência.
• Parque Nacional El Ávila: El Ávila é uma extraordinária reserva natural, oferece as belezas cênicas naturais de sua flora e fauna e a imponência turística do povo de Galipan.
• Parque Ávila Mágica: um sitio predileto para a cidade, oferece desde passeio no teleférico até uma pista de patinação sobre o gelo e caminhos de estilo espanhol, que datam da época colonial.
• Jardín Botánico de Caracas: nos espaços da Cidade Universitária o jardim botânico constitui um dos principais reservatórios de fauna em Caracas e preserva a qualidade do ambiente na área capitalina.
• Parque Zoológico Caricuao: o zoológico de Caricuao mostra uma grande variedade de animais Africanos e Americanos. O que faz muito especial ao parque é que alguns animais podem passear livremente entre as pessoas.
• Parque Zoológico El Pinar: o Pinar é um dos parques preferidos das crianças, pela variedade de animais e por sua zona de contato. É um verdadeiro Oasis em plena cidade. Também tem uma zona especial onde se podem admirar diferentes espécies de mariposas.
• Museo de Belas Artes: o museu mais antigo da Venezuela, oferece obras de arte mundial entre elas arte egípcia, cerâmica chinesa, coleções de cubismo além de exposições temporais constantemente.
• Museo de Ciencias: único em seu tipo em Caracas, se exibem cerca de 200.000 peças de diversas áreas das ciências naturais.
• Museo de Arte Contemporáneo de Caracas: desde 1974 oferece mostras de obras de artistas nacionais e internacionais de metade do século XX.
• Galería de Arte Nacional: se exibem mais de 6.000 peças de arte venezuelana desde o período pré-hispânico até a arte moderna. Desde 2008 se converteu no maior museu da Venezuela.

A cidade conta com dois grandes estádios de futebol: o Estádio Olímpico (capacidade: 35,000) e o Estádio de Brigido Iriarte (capacidade: 25,000). Os jogos de beisebol, outro esporte muito popular na Venezuela, acontecem no Estádio Universitário (capacidade: 33,0000)

Educação superior
Universidade Central de Venezuela
Universidade Católica Andrés Bello
Universidade Metropolitana
Universidade Nacional Experimental Simón Rodríguez
Universidade Simón Bolívar, entre outras

O metrô de Caracas funciona desde 1983 e é o modo mais rápido e seguro de transitar pela cidade, embora não chegue a muitos lugares, atualmente possui 4 linhas e estão expandindo o sistema.
Caracas é servida pelo Aeroporto Internacional Simón Bolívar, localizado na cidade vizinha de Maiquetía.
Mas, como sabemos, o sistema capitalista cria problemas e Caracas nãoestá livre deles.
A cidade sofre com vários problemas comuns a metrópoles de países subdesenvolvidos, como a desorganização do tecido urbano, áreas verticalizadas e outras que sofrem com a carência de infraestrutura e desenvolvimento (favelas), violência, entre outros.

Pendura aí e vamos dar um passeio…

7061 – Maias – Chuva criou e destruiu civilização


A chuva deu, a chuva –ou melhor, a falta dela– tirou. Esse parece ter sido o padrão por trás da ascensão e queda da civilização maia, indica uma pesquisa publicada na edição desta semana da revista americana “Science”.
A hipótese é resultado de uma das mais detalhadas análises climáticas do território das cidades-Estado maias, feitas por Douglas Kennett e seus colegas da Universidade Estadual da Pensilvânia.
Estudando estalagmites –as projeções do chão de cavernas– em Belize, eles conseguiram um registro de 2.000 anos de chuva na região ocupada pela civilização, com precisão próxima da de um calendário.
O resultado: o surgimento das grandes metrópoles maias, por volta do ano 450 da nossa era, coincide com uma fase especialmente chuvosa.
Por outro lado, a partir do ano 700, períodos secos com duração de décadas devem ter secado colheitas e levado à instabilidade política que acabou esfacelando as cidades-Estado.

7023 – Cidades Brasileiras – Curitiba – Imponente no Meio da Mata


Fundação 29 de março de 1693 (319 anos)
Emancipação 29 de março de 1693
Área urbana 319,4 km² (BR: 4º) – est. Embrapa
Distritos Curitiba (distrito-único)
População 1 764 540 hab. (BR: 8º PR: 1º) – est. IBGE 2011

A capital paranaense está localizada a 934 metros de altitude e a aproximadamente 110 km do Oceano Atlântico.
A denominação pela qual são conhecidos os habitantes do município é curitibanos, denominação que já serviu de topônimo para um município do estado vizinho de Santa Catarina, isto é, o município de Curitibanos, fundado por antigos habitantes de Curitiba.
As primeiras movimentações, no território curitibano, se deram através de Paranaguá, via estrada de Cubatão, e ocorreram por conta de expedições de bandeiras, que vinham à cata de ouro. A primeira expedição oficial coordenadora dos serviços de exploração de minas de ouro nos Distritos do Sul (incluindo Curitiba) foi chefiada por Eleodoro Ébano Pereira. Os primeiros nomes que aparecem na história curitibana, depois de Ébano Pereira, são os de Balthazar Carrasco dos Reis e Matheus Martins Leme. No entanto, segundo o historiador Romário Martins.
Em 1668, Gabriel de Lara, o povoador, erigiu o pelourinho na povoação de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, assistido por um grupo de dezessete povoadores, iniciando-se a partir dessa data, de forma ininterrupta, a história oficial de Curitiba. Todavia, Gabriel de Lara não é considerado o fundador de Curitiba, sendo que alguns historiadores atribuem o fato a Eleodoro Ébano Pereira.
Há uma lenda a respeito da fundação de Curitiba, contada por diversos historiadores, à qual estão ligados os grupos de primitivos povoadores, representados pelas famílias Seixas, Soares e Andrade. Esses bandeirantes, em época incerta, teriam convidado o cacique dos Campos de Tindiquera, às margens do Rio Iguaçu, para que lhes indicasse o melhor local para a instalação definitiva da povoação. O cacique, à frente de um grupo de moradores, trazendo na mão uma grande vara, após andar muito percorrendo grande extensão de campos, fincou uma vara no chão e disse: “Aqui”, e neste local foi erigida uma pequena capela, construída de pau-a-pique, no mesmo lugar onde se encontra a igreja matriz de Curitiba, sendo substituída por outra, feita de pedra e barro, que serviu a comunidade de 1714 a 1866, quando foi edificada a Catedral Metropolitana.
Em 29 de março de 1693, o povoado de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais de Curitiba foi elevado a categoria de Vila.
Curitiba passou a sede de comarca através de Alvará Imperial, em 19 de dezembro de 1812, e foi elevada à categoria de cidade pela Lei Provincial nº 5 de 5 de fevereiro de 1842. Pela Lei Imperial nº 704, de 29 de agosto de 1853, Curitiba foi elevada à categoria de capital da recém criada Província do Paraná. Foi uma luta árdua, a da emancipação política paranaense, nesta vitória muitos deixaram seu nome gravado nos anais da história. Em 1953 a Câmara Municipal de Curitiba funcionava próximo ao pátio da matriz.
O intenso processo de conurbação atualmente em curso na chamada Grande Curitiba vem criando uma metrópole cujo centro está em Curitiba e atinge diversos municípios vizinhos.
Curitiba está situada no domínio vegetacional denominado floresta ombrófila mista, composto por estepes gramíneo-lenhosas pontuadas por capões de florestas com araucária, além de outras formações, como várzeas e matas ciliares. Na vegetação local ainda aparecem remanescentes do pinheiro-do-paraná (Araucaria angustifolia), que resistiram à ação civilizadora dos tempos atuais. As araucárias estão em bosques particulares e públicos, agora protegidas pela legislação ambiental que impede a sua derrubada..
O principal rio do estado é o Paraná, sendo que o município de Curitiba localiza-se à margem direita e a leste da maior sub-bacia do rio Paraná, a bacia hidrográfica do rio Iguaçu. Os principais rios que constituem as seis bacias hidrográficas do município são: rio Atuba, rio Belém, rio Barigui, rio Passaúna, ribeirão dos Padilhas e rio Iguaçu, todos com características dendríticas de drenagem.
Há cadeias montanhosas e conjuntos de elevações rochosas em praticamente todo o entorno da cidade, sendo o mais notável e imponente destes a Serra do Mar, localizada a leste e que separa o planalto do litoral do Paraná.
Ao norte, há elevações na região de Rio Branco do Sul e ao oeste, singelos conjuntos de morros em Campo Magro. Já ao sul da cidade não há elevações sensíveis, a não ser próximo da fronteira com Santa Catarina.
Tem temperatura média de 11 °C no mês mais frio, caindo por vezes abaixo de 2 °C, em dias mais frios. Durante o verão, a temperatura média é em torno de 23 ºC, mas pode subir acima de 32 ºC em dias mais quentes. Ondas de calor durante o inverno e ondas de frio no verão não são incomuns e mesmo dentro de um único dia pode haver uma grande variação. Vários fatores contribuem para a natureza variável do clima: o terreno plano rodeado por montanhas em forma arredondada com raio de 40 km ajuda a bloquear os ventos, permitindo que a neblina matinal cubra a cidade nas manhãs de frio.

Ponto de ônibus em Curitiba

Meio Ambiente
Curitiba está localizada em plena Mata Atlântica, um dos biomas mais devastados do Brasil. Entretanto, a cidade ainda consegue manter uma grande quantidade de áreas verdes em seu território para uma metrópole, tendo 64,5m2 de área verde por habitante, menor somente que a de Goiânia, que possui 94m2 e está em segundo lugar no mundo. Segundo a Organização das Nações Unidas, Curitiba possui um índice cinco vezes maior de área verde por habitantes recomendável, que é de 12m2. Tais áreas são compostas, fundamentalmente, por parques e bosques municipais a proteger parte das matas ciliares de rios locais, como o rio Barigui e o rio Iguaçu. Há também na cidade uma grande variedade de praças e logradouros públicos, associados a vias públicas habitualmente bem arborizadas. No ano de 2007 a cidade ocupou o terceiro lugar numa lista das “15 Cidades Verdes” do mundo, de acordo com o sítio americano Grist. Curitiba é a segunda capital brasileira em arborização e qualidade de vida.

Micisgenação
Na sua formação histórica, a demografia de Curitiba é o resultado da miscigenação das três etnias básicas que compõem a população brasileira: o índio, o europeu e o negro. Mais tarde, com a chegada dos imigrantes, especialmente poloneses, ucranianos, italianos, alemães e japoneses, formou-se um caldo de cultura singular, que caracteriza a população da cidade, seus valores e modo de vida. Segundo o censo de 2000 do IBGE, a população de Curitiba está composta por: brancos (77,4%), pardos (18,2%), pretos (2,9%), amarelos e indígenas (1,4%).
Como a maioria da população do sul do Brasil, Curitiba é habitada principalmente por brasileiros de ascendência europeia. Os primeiros europeus a chegar na região eram de origem portuguesa, durante o século XVII. Eles se misturaram com os povos nativos e com os escravos africanos.

Economia e Desenvolvimento
Curitiba é o centro econômico do estado do Paraná e o quarto maior PIB do país. Em parte, isso se deve à população de mais de três milhões de habitantes, se for considerada a sua região metropolitana; a cidade se destaca por ter a economia mais forte do sul do país, contando o trabalho de exportação das novecentas fábricas instaladas no bairro Cidade Industrial e das duas grandes indústrias automobilísticas que estão localizadas na Grande Curitiba, Renault e Volkswagen. Ademais, foi eleita várias vezes como “A Melhor Cidade Brasileira Para Negócios”, segundo ranking elaborado pela revista Exame, em parceria com a consultoria Simonsen & Associados.
Além disso, a capital paranaense concentra a maior porção da estrutura governamental e de serviços públicos do estado e sedia importantes empresas nos setores de comércio, serviços e financeiro. Com um parque industrial de 43 milhões de metros quadrados, a região metropolitana de Curitiba atraiu grandes empresas como ExxonMobil, Elma Chips, Sadia, Kraft Foods, Siemens, Johnson Controls e HSBC, bem como grandes empresas locais – O Boticário e Positivo Informática, por exemplo. Além de centro comercial e cultural, a cidade possui um importante e diversificado parque industrial incluindo o segundo maior polo automotivo do país e o principal terminal aeroviário internacional da região Sul, o Aeroporto Internacional Afonso Pena.
O município de Curitiba concentra quase toda a sua população na área urbana, tendo, portanto, uma reduzida atividade agropecuária. Devido ao desenvolvimento urbano da cidade, em Curitiba não existe mais agricultura, não mais sobrando terras para o plantio de certos produtos econômicos. Se houve agricultura no passado, muitos dos agricultores e pecuaristas se mudaram para outros municípios da Região Metropolitana de Curitiba.
O intenso movimento comercial de Curitiba foi facilitado pela sua extensa rede de vias de comunicação e sua desenvolvida indústria.
Os principais shopping centers de Curitiba são Shopping Mueller (o primeiro shopping de Curitiba), Omar Shopping, Palladium Shopping Center, ParkShopping Barigui, Polloshop Champagnat, Shopping Água Verde, Shopping Cidade, Shopping Crystal Plaza, Shopping Curitiba, Shopping Estação, Shopping Itália, Shopping Jardim das Américas, Shopping Novo Batel, Shopping Popular, Shopping Paladium e Shopping Total.
O parque industrial de Curitiba é bem diversificado. A capital paranaense é um dos maiores centros manufatureiros do Brasil. A industrialização começou no início do século XIX com imigrantes europeus que se dedicaram, principalmente, à fabricação de artefatos de couro e de madeira.

Em 2006 a cidade ocupou a sexta posição entre as melhores cidades brasileiras para realização de eventos e turismo de negócios; no mesmo ano, o fluxo de turistas superou o número de habitantes. Dos dois milhões de visitantes, pelo menos metade desembarcou a negócios. Para atender à crescente demanda, o parque hoteleiro curitibano se desenvolveu e hoje é considerado o quarto maior do país. Os bons restaurantes e os serviços customizados dos hotéis agradam a 92,4% dos que deixam a cidade, de acordo com dados da Secretaria de Estado do Turismo do Paraná.

Urbanismo
Curitiba é conhecida por suas soluções urbanas diferenciadas, notadamente por seu sistema integrado de transporte coletivo que, em conjunto com as vias regulares de trânsito, tem servido como indutor de seu desenvolvimento urbanístico, especialmente a partir da década de 1970.
O sistema de transporte público de Curitiba é habitualmente lembrado por seus terminais de passageiros interligados por canaletas exclusivas para ônibus biarticulados e complementados com o “ligeirinho” e alimentadores diferenciados por cores. Esse modelo tem inspirado experiências similares em cidades de outros países, como Los Angeles e Nova Iorque, onde houve, na década de 1990, a instalação experimental de uma linha de “ligeirinho”, ligando a prefeitura ao World Trade Center.
Espalhadas pela cidade e comumente integradas com os terminais de ônibus, estão as Ruas da Cidadania, centros municipais que congregam secretarias e órgãos públicos municipais, estaduais e federais, pontos de comércio, serviços gratuitos de acesso à Internet e equipamentos de lazer, como parques infantis, quadras poliesportivas e canchas de futebol.
Na década de 1990, a cidade foi agraciada com o prêmio United Nations Environment Program, da ONU, considerado o prêmio máximo do meio ambiente no mundo. Em 2003, a cidade recebeu o título de Capital da Cultura das Américas pela entidade CAC-ACC. Em 2006, Curitiba sediou o evento COP8/COP-MOP3 da ONU, realizado na vizinha cidade de Pinhais.
A capital paranaense foi a única cidade brasileira a entrar no século XXI como referência nacional e internacional de planejamento urbano e qualidade de vida.
Fundamentalmente, o trânsito de Curitiba está estruturado de forma integrada com o transporte de massas via ônibus, por meio dos chamados trinários, sistemas de canaletas exclusivas de ônibus expressos, ladeados por pistas simples para veículos particulares, em sentido contrário e, imediatamente paralelas a estas, vias rápidas com velocidade permitida superior.
A política municipal relacionada a veículos é concebida de forma a diminuir o número de veículos no anel central da cidade, o que é feito mediante a própria intervenção no fluxo viário (diminuição do número de ruas com sentido direcionado para o centro da cidade) e mediante a manutenção de importantes espaços para pedestres, como a Rua XV de Novembro, antes uma das avenidas mais movimentadas da cidade.
Alguns projetos de implantação de um sistema metroviário em Curitiba já foram estudados, mas nenhum foi implementado. Um projeto que previa a construção de treze quilômetros de um sistema de metrô elevado, criado na administração do ex-prefeito Cássio Taniguchi, chegou a ser projetado e anunciado, inclusive com financiamento do Japan Bank for International Cooperation (JBIC), entretanto um provável desentendimento com os financiadores, que negaram a liberação de recursos, enterrou definitivamente o projeto.
Nas últimas décadas, Curitiba tem se consolidado como centro nacional de tratamento em saúde, contando com diversos hospitais e clínicas públicas e particulares, das mais variadas categorias. Alguns analistas apontam que a cidade é ponto de parada do chamado “turismo de saúde” (i.e., quando uma pessoa necessita deslocar-se de seu local de origem para obter atendimento de saúde).

Educação
Entre as universidades e faculdades localizadas em Curitiba destacam-se a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Na cidade também estão localizadas a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), o Centro Universitário Curitiba (UNICURITIBA), a Universidade Positivo (UP), a Faculdade Evangélica do Paraná (FEPAR), a Faculdade de Artes do Paraná (FAP), a Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP), a Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), o Centro Universitário Franciscano do Paraná (UniFAE), o Centro Universitário Campos de Andrade (UNIANDRADE), as Faculdades Integradas do Brasil (UniBrasil), a Faculdade Metropolitana de Curitiba (FAMEC), a Fundação de Estudos Sociais do Paraná (FESP), a Faculdade Internacional de Curitiba (FACINTER), a ESIC Business & Marketing School (ESIC), as Faculdades Integradas Espírita (UNIBEM), o Centro Tecnológico OPET (FAO / CET), a Faculdade Dom Bosco, a Faculdade Doutor Leocádio José Correia (FALEC) e o ITECNE (Instituto Tecnológico e Educacional).

Atualmente há um pronunciado inchaço populacional da cidade, favorecendo a explosão demográfica em bairros afastados.
Curitiba conta com diversos museus, valendo destacar o Museu Paranaense (dedicado às artes plásticas e à história), Museu Oscar Niemeyer (dedicado às artes plásticas), Museu de Arte Sacra (que concentra imagens religiosas e arte sacra em geral), Museu do Expedicionário (dedicado à história da participação brasileira na Segunda Guerra Mundial), Museu de Arte Contemporânea, Museu da Imagem e do Som (cinema e fotografia), Museu Alfredo Andersen (como o próprio nome revela, dedicado às pinturas de Alfredo Andersen), Museu Metropolitano de Arte de Curitiba (arte moderna) e Museu de História Natural (dedicado à biologia e botânica).

Rua das flores, centro de Curitiba